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Quem vê economia antes da vida não precisa pegar o vírus, pois já está morto por dentro


A civilização se encontra em um frágil equilíbrio, abalado por uma doença até então sem cura e  ela nos tem causado muito sofrimento .

Na crise o verdadeiro homem/mulher se revela, vemos pessoas que éramos totalmente contra apoiando atitudes que valorizassem a vida, afinal, entre escolher um saco de dinheiro e salvar alguém quantas pessoas irão pensar duas vezes? E que tipo de pessoa escolhe o dinheiro?

Há uma corrida para salvar as empresas, mas não há pressa para salvar as pessoas.

É “efeito colateral” como muitos boçais falam, só morrem os doentes, como se a doença viesse pro bem, uma eugenia natural para deixar a raça mais forte.

Quanta maldade baboseira.

Se o governo não possibilita dignidade em vida, que pelo menos não deixe morrer quem jura proteger.

E podemos observar hoje em dia nas pessoas ao nosso redor e nas lideranças do país quem falhou como ser humano, em ser um ser social, quem entende o lugar do outro e tem preocupação genuína pelo grupo.

No livro “Artimanhas da Exclusão”  Heller  fala sobre dor e sofrimento, dor é próprio da vida, um aspecto inevitável, enquanto sofrimento é a dor mediada pelas injustiças sociais, o que vemos com frequência no Brasil, país que a desigualdade social só bate recorde a cada ano.

Em outra parte do livro ele comenta que a Exclusão perde a sua ingenuidade e vira estratégia (necro política), algo intencional, um projeto de exclusão de pessoas, a criação de verdadeiras castas com plano de ser perpetuado, e fica muito claro quem no poder tem esse plano, basta ver quem apoia Ciência, quem apoia faculdades/pesquisas, professores, profissionais da saúde e, do outro lado, quem é concorda com Olavo de Carvalho e outras pessoas pequenas, um grupo venenoso de pessoas no Brasil, além de serem totalmente descolados da realidade assim como seus seguidores incentiva o movimento anti-ciência.

Já é difícil um país passar pelo isolamento social, deixar de ganhar dinheiro, angústias novas aparecem e as antigas se potencializam, e ainda há esse grupo de pessoas que desvaloriza a vida, a ciência, e o sofrimento, querendo deixar o povo a própria sorte. Um governo apenas para quem concorda com ele, o resto pode apodrecer em casa em seu próprio isolamento.


Bolsonaro
deve sim ser interditado, se não preso, um discurso violento e ilusório desse não pode guiar um país, já vemos o que essa visão causou em seus filhos, e o que a falta de terapia fez com eles.

E o isolamento dói, há uma pressão social em fazer coisas, mas não precisa ser assim, você deve fazer precisamente o que pode, o que está disposto, e o que tem energia/interesse em fazer.

O ser humano usava o exílio como ferramenta substituta da condenação a morte, pois não é possível ser alguém sozinho, sem grupo, mas pelo contrário, ao se afastar do ruído você consegue se ouvir, e talvez nesse momento iremos repensar nossas relações de amizade, família, nossas relações com o consumo, e o jeito que encontrarmos amigos, que agora não estamos atrelados ao mercado para nos relacionar, podemos sim viver vida com mais qualidade e menos necessidade de gastar.

E não quero dizer que a economia não é importante, afinal, a escrita nasceu por causa dos comerciantes, devemos muito a ela e é parte essencial da nossa civilização, porém, antes a vida do que a economia, hoje podemos escolher assim, antigamente não, como fala Confúcio 500 anos antes de Cristo: Se tivesse que escolher entre educação e comida, ele sempre escolheria a educação, pois pessoas morrem todos os dias de fome, mas a educação evitará que mais pessoas morram.

Hoje em dia escolhemos entre a vida e a economia, mas a economia não vai morrer, mas tomará um golpe assim como a vida está tomando consequentemente desde o início da nossa civilização.

Podemos reviver a economia, mas não as vidas que perderemos.

 

Por que você quer sempre estar certo?

 

Entramos em debates todos os dias, alguns mais difíceis e outros mais fáceis, alguns de uma posição nada vantajosa, outras de uma posição de poder, com pessoas amadas e colegas que não gostamos muito ou que nos odeiam.

Supostamente a prática leva a perfeição, mas por termos humores constantes e geralmente escolhermos as mesmas saídas sempre não conseguimos melhorar nessa arte.

A arte de estar certo.

É uma faca de dois gumes, apesar de ser ótimo estar certo e sentir aquela sensação de vitória intelectual, ninguém gosta de quem está certo o tempo todo, ainda mais se você piora o processo de declarar que teve uma ideia melhor.

Todos podemos estar certos um dia, tomara que sejam muitos dias, mas esmagar o concorrente por isso demonstra falha de caráter e necessidade de engrandecimento, essa declaração pode trazer medo ao ambiente, ninguém vai querer debater com você.

E as pessoas gostam de estar certas, então se você se encontrar em grupos em que sempre está certo talvez essas pessoas não se sintam tão bem ao seu lado. Poderiam se sentir melhor, em uma democracia da certitude e não em uma ditadura.

Não me interprete errado, você deve pensar e agir certo, mas no processo tente preservar a dignidade das outras partes, isso demonstra empatia e que você constrói algo junto e não sozinho, sinais ótimos para um ambiente saudável.

Somos programados para estar certos, ou pelo menos pensar que estamos, seja por causa social, pois demonstra um valor de análise e liderança, até porque ninguém quer seguir alguém está está certo apenas metade das vezes, e outro motivo para demonstrarmos estar certos é por causa que o líder, ou a pessoas que tem mais costume de acertar é bem visto, e ganha vantagens com isso.

Estar certo se conectar com sobrevivência, errar não muito tempo atrás era igual a morrer.

O felino caçado mais eficiente do mundo é menor que o gato normal e só acerta 60% das vezes. Imagine animais que precisam atacar 10 vezes para acertar uma vez, ou mais ainda, o acerto garante a perpetuação da espécie.

Tente acertar com empatia e não sangue nos olhos.

Perceba os sutis posicionamentos que você e as outras pessoas tomam e com isso seja uma pessoa querida e confiável ao mesmo tempo.

Pesadelo na Cozinha e o comportamento humano

Depois de ter assistido esse programa que ficou famoso com o meme do congelador eu vi algo não tão óbvio sobre o Jacquim.

Para quem não sabe o programa se trata de restaurantes que estão indo muito ruim, ou querem aumentar seus lucros, e para melhorarem eles chamam o cozinheiro francês Jacquim para resolver a situação.

Ele acaba identificando erros de gestão de cardápio, conservação de alimentos, cozinha mal preparada, e o que eu gostaria de falar aqui nesse post, a gestão de pessoas.

O restaurante geralmente é um grande investimento, um sonho, algo que virou concreto do desejo de uma ou mais pessoas, as vezes uma família inteira, e isso gera stress, o empreendedor brasileiro abre o negócio para depois aprender sobre ele e isso acaba criando uma pressão sobre si, e sem ferramentas para gerir seu negócio com qualidade acaba virando o tema central de suas vidas, ou melhor, acaba virando o sofrimento central de suas vidas.

No programa Pesadelo na Cozinha é possível observar que as pessoas que trabalham em um restaurante passam muito tempo junto, dependem muito um do outro, e se essa pessoa não satisfaz as necessidades dos outros atritos são criados e qualidade do restaurante cai.

E como todo ser social atritos não vem só de um lugar, a vida não é separada em rounds, as vezes recebemos 3 golpes diferentes de 3 lugares diferentes em tempos muito próximos.

Empreender é um grande sonho, mas não é só sonho, como o nome fala, tem muito pesadelo até chegar no sonho e esse momento em que os funcionários ou o dono do restaurante sente essas pressões ele vai deixando de ser ele, vai criando um novo eu, ou melhor, descobrindo um novo eu, um eu no meio de pressões, um animal que se sente ameaçado.

E todo animal ameaçado é arisco, não é empático, todos podem ser inimigos.

Vou citar alguns Episódios como exemplo.

Há um cozinheiro muito arrogante em uma hamburgueria, ele culpa os equipamentos com razão, a dona do restaurante é passiva, e ele tem 2 filhos novinhos, veio para São Paulo realizar seu grande sonho de virar chefe, mas não vê seus filhos por causa disso, e por estar em um restaurante que não satisfaz suas expectativas + o fato de ter que pagar contas + cuidar dos filhos+ ver seu sonho se diluindo + sua ligeira autoimagem alterada para melhor, como se já fosse um ótimo chef, isso tudo junto fez com que ele fosse o respondão, o autoritário, entrega coisa ruim porque o restaurante não o possibilita para tal. Uma vez entendida essa dinâmica e resolvida a parte técnica ele amoleceu e mostrou o seu verdadeiro eu, um eu sem pressões externas que o incomodasse, um ser dócil . Parece mágica.

Outro Episódio interessante é no Bar com temática de esporte, o dono gastou dono o dinheiro em algo que não ficou satisfeito, perdia dinheiro e não tinha economias, tratava todos bem mal, faltava com respeito com os funcionários, e ao ser perguntado o porquê dele ser tão assim, ele fala que perdeu a sobrinha no prédio que caiu no Rio de Janeiro esse ano de 2019. Além da falência anunciada de seu restaurante ele levou um golpe muito forte de onde não esperava, a perda de uma criança/parente querida, isso abalada qualquer um. E o chef francês o fez valorizar a família de novo e procurar momentos felizes com ela, o que mudou sua perspectiva, e de novo, temos um homem dócil aparecendo.

Jacquim em seu programa não só renova restaurantes, mas faz uma terapia intensa ali com seus participantes, mudando a vida deles com empatia e autoridade, que muitos deles precisam, para encontrar um estado de humildade em que possam esvaziar seus copos para preencher de novo com conhecimento e vontade.

Precisamos entender o que nos pressiona, anote em um papel, e se pergunte: Você está você mesmo? Você é quem você acha que deveria ser ou que já foi?

O que impede você disso?

Crie um plano e volte a ser sua totalidade, as pessoas ao seu redor agradecerão, e o seu eu futuro também.

É possível andar na linha sem o medo do Inferno ou de algum ser do além?

No zoroatrismo Deus e o mal estão em todos nós, independente de quem você seja.

Mas será que essa visão de maldade sem um ser, um inimigo agindo em nossas vidas é suficiente para nos colocar no caminho correto?

Acredito que sim.

Vemos o impacto negativo e positivo do ambiente nas pessoas, eu mesmo trabalhei na Bienal e era muito claro que de onde as pessoas vinham influenciavam tremendamente em sua educação e receptividade as novas ideias.

Educar os filhos é uma tarefa enorme, eu, por enquanto, só posso teorizar sobre isso, ainda não tenho filhos, mas estudo bastante a questão de comportamento, e posso apontar que é possível ser um ser moral/ético, tudo depende de como educamos eles moralmente, através de incentivo ou castigo?

Piaget, um dos maiores estudiosos de como o ser humano adquire conhecimento teorizou 3 fases da moral:

1- Anomia, seria o ser que não obedece as leis, que as evite e as infringe.

2- Heteronomia, seria o ser que aprendeu que certas coisas são erradas de fazer em uma sociedade, existe o socialmente aceitável, e ele deve aprender isso  se não haverá castigos ou punições. Muitas vezes o ser heteronomio faz algo considerado errado calculando o ganho dessa atitude com a punição. Esse tipo de visão pode gerar deliquentes.

3- a chamada Autonomia deveria vir na adolescência, mas a maioria das pessoas não entra nessa fase durante a vida toda. Essa fase o ser já teria as leis dentro de si, por exemplo não seria preciso uma multa para a pessoa andar na velocidade correta, ela faz a coisa certa, pois sabe o benefício que isso traz a sociedade, como são muitos europeus e americanos. Outro exemplo seria o metro não precisar de catraca para as pessoas pagarem.

A educação de uma sociedade nasce antes do berço e não tem aonde acabar.

Para se alcançar a autonomia é preciso recompensar as boas atitudes e não castigar as más como diria Piaget.

Sabendo como nossa moral se desenvolve é possível largar as velhas mitologias e dar um passo a frente, podemos criar novos contos, contos que façam sentido pra essa geração G (G de Gamer), pois caminharemos para um equilíbrio jamais visto na humanidade, talvez ainda nessa século.

Espero estar vivo até lá.

Existem maneiras melhores de educar seu filho sem ser com a Bronca, conheça algumas

ANGRY CHILD

Seu filho pode ser alguém que demora para ficar furioso ou pode explodir como bombinha de festa junina diante da menor provocação. De um jeito ou de outro, toda criança e todo adolescente pode se beneficiar se aprender a controlar sua raiva. Nós, como pais, deitamos as bases para essa habilidade quando controlamos nossas próprias emoções quando nos confrontamos com uma explosão de raiva.

Da próxima vez que você enfrentar uma criancinha pequena tendo um acesso de raiva ou que seu filho adolescente lhe der um “gelo”, fazendo de conta que você não existe, experimente usar uma destas 26 frases:

1. Em vez de: Pare de jogar coisas por aí!

Experimente falar: Quando você joga seus brinquedos, fico achando que você não gosta de brincar com eles. É isso que está acontecendo?

Esta técnica de pessoa que fala/pessoa que ouve visa ajudar seu filho a transmitir seus sentimentos de uma maneira não hostil. Isso mantém o canal de comunicação entre você e ele aberto e ensina seu filho a expressar uma situação do modo como você a enxerga, o que, por sua vez, lhe dá a oportunidade de reformular os acontecimentos sob o ponto de vista dele.

2. Em vez de: Menino (ou menina) grande não faz isso!

Experimente falar: Crianças grandes e até adultos às vezes têm sentimentos grandes. Tudo bem, esses sentimentos vão passar.

Sejamos francos. Quanto mais seus filhos crescem, maiores são os problemas que eles encaram e maiores os seus sentimentos. Dizer a seu filho que criança grande não sente raiva, frustração ou ansiedade simplesmente não é verdade. Além disso, incentiva a criança a evitar ou sufocar emoções, não permitindo que as processem de maneira saudável.

3. Em vez de: Nem ouse bater!
Experimente falar: Tudo bem você ficar com raiva, mas não vou deixar você bater. Precisamos garantir a segurança de todo mundo.

Assim você transmite a mensagem de que a emoção – a raiva – não tem problema, mas a ação, sim. Separar as duas coisas vai ajudar seu filho a aprender a fazer a mesma coisa.

4. Em vez de: Você está complicando tanto minha vida!

Experimente falar: Problema difícil, não? Vamos descobrir juntos como resolver este impasse.

Quando as crianças teimam em fazer uma coisa, é importante entender o porquê. Essa frase reforça a ideia de que você e ela estão na mesma equipe, que estão buscando o mesmo objetivo.

5. Em vez de: Agora chega, você está de castigo!
Experimente falar: Vamos juntos para nosso cantinho da calma
.

Em lugar de castigo, ou isolamento, um momento juntos, para vocês se reconectarem.

6. Em vez de: Vá escovar os dentes já!
Experimente falar: Quer escovar seus dentes primeiro ou os do Elmo?

Para as criancinhas pequenas, os acessos de raiva são uma maneira de exercerem controle sobre o ambiente. Desta forma você oferece a seu filhinho pequeno uma opção e um tanto de controle.

7. Em vez de: Coma sua comida ou você vai para a cama com fome!
Experimente falar: O que podemos fazer para deixar esta comida gostosa?

A responsabilidade por encontrar uma solução é entregue de volta a seu filho.

8. Em vez de: Seu quarto está um caos! Ou você arruma já ou fica de castigo.
Experimente dizer: Que tal se a gente começar a arrumar este cantinho do seu quarto? Eu ajudo você.
Em vez de encarar a tarefa avassaladora de arrumar uma bagunça enorme, mude a meta, que passa a ser de simplesmente começar. Começar a fazer uma tarefa indesejável pode dar ao seu filho o ímpeto e pique de continuar.

9. Em vez de: Estamos saindo. Já!

Experimente falar: O que você precisa para ficar pronto para sair?

Deixe a criança repassar na cabeça os processos das transições em sua vida. Isso ajuda a evitar uma luta de poder entre vocês e lhes dá uma chance de indicar à mente dela que vocês estão fazendo uma transição para uma nova atividade. E é uma ótima rotina para repetir, trocando papéis, em momentos em que vocês não estão indo a lugar algum, na realidade.

10. Em vez de: Pare de gemer!

Experimente falar: Que tal falar isso de novo em sua voz normal?

Às vezes as crianças fazem reclamações em tom de gemido e nem sequer percebem. Quando você pede que elas digam de novo em sua voz normal, está ensinando que o modo como falamos as coisas tem importância.

11. Em vez de: Pare de reclamar!

Experimente falar: Ouvi. Você tem uma solução a propor?

Novamente você passa a responsabilidade para as mãos da criança. Da próxima vez que seu filho ficar reclamando sem parar sobre a escola/o jantar/seus irmãos, peça que ele proponha soluções. Lembre a ele que não existem respostas erradas.

12. Em vez de: Quantas vezes tenho que te dizer a mesma coisa?

Experimente falar: Estou vendo que você não me ouviu da primeira vez. Que tal eu falar para você e você repetir para mim, falando baixinho?

Quando seu filho repete o que você disse a ele, sua mensagem é reforçada. Se ele tiver que falar baixinho, fica mais divertido.

13. Em vez de: Pare de ficar frustrado!

Experimente dizer: Está muito difícil fazer isso agora? Vamos dar um time e voltar para fazer daqui a 17 minutos.

Parece um número aleatório, mas existe uma fórmula de produtividade que é baseada em pesquisas e que reza que se trabalhe por 52 minutos e tire 17 minutos de folga. Fazendo um intervalo no estresse relacionado à tarefa, você volta depois preparado para recomeçar, mais concentrado e produtivo que antes.

O mesmo conceito é válido para a lição de casa, estudar piano ou praticar um esporte.

14. Em vez de: Já para seu quarto!

Experimente dizer: Vou ficar aqui mesmo do seu lado até você estar pronto para receber um abraço.

O isolamento transmite a mensagem de que há algo de errado com seu filho. Quando você lhe dá espaço até ele se sentir pronto para se comunicar de novo, você lhe está mostrando que sempre estará ao seu lado.

15. Em vez de: Você me está fazendo passar vergonha!

Experimente falar: Vamos para algum lugar a sós para a gente resolver esta questão.

Lembre que o importante aqui não é você, é seu filho e os sentimentos dele. Ao tirar vocês dois da situação que está causando tensão, você reforça o trabalho em equipe, sem chamar a atenção para o comportamento dele.

16. Em vez de: suspirar e rolar os olhos

Experimente: fazer contato olho a olho, lembrar-se dos pontos fortes de seu filho e lhe dar um sorriso, mostrando que sente seu problema.

Treine manter as coisas na devida perspectiva, pensando nos pontos fortes de seu filho.

17. Em vez de: Você é insuportável!

Experimente falar: Está difícil para você, não? Vamos dar um jeito juntos.

Sempre diferencie o comportamento da criança, reforce a emoção e trabalhe junto com ele para vocês encontrarem uma solução.

18. Em vez de: Pare de gritar!

Experimente falar: Vou fazer de conta que estou apagando velinhas de aniversário. Topa apagar comigo?

Fazer respiração profunda ajuda o corpo a recuperar a calma. Se você fizer essa respiração como uma brincadeira, é mais provável que seu filho coopere. No caso de crianças mais velhas, peça que respirem com você como Darth Vader respira.

19. Em vez de: Não posso lidar com você agora!

Experimente dizer: Estou começando a ficar frustrado. Vou estar aqui mesmo, me acalmando.

Ensine as crianças a descrever e controlar suas emoções, dando um exemplo em tempo real.

20. Em vez de: Já cansei de falar!

Experimente dizer: Eu te amo. Preciso que você entenda que não é legal você fazer isso. Tem alguma coisa que você quer que eu entenda?

Assim o canal de comunicação entre vocês continua aberto, ao mesmo tempo em que você expressa a emoção de maneira sadia.

21. Em vez de: Não aguento mais! Cheguei ao meu limite!

Experimente falar: Se o verde é calmo, o amarelo é frustrado e o vermelho é raivoso, estou amarelo indo para vermelho. Que cor você está? Como podemos fazer para voltarmos ao verde?

Dê ao seu filho uma maneira visual de exprimir o que ele está sentindo. Você talvez se surpreenda com o que ele tem a dizer e o tipo de soluções que ele pode propor para mudar o rumo das coisas.

22. Em vez de: Não vou trocar!!!

Experimente dizer: Que pena que você não gostou do jeito que eu fiz ……. Como podemos fazer melhor da próxima vez?

Mudar o foco da atenção do acontecimento para a solução elimina a disputa pelo poder resultante de você se aferrar ao que fez.

23. Em vez de: Pare de dizer “não”!

Experimente falar: Eu ouvi que você disse “não”. Entendi que você não quer essa coisa. Vamos tentar pensar o que podemos fazer diferente.

Ao reconhecer o “não” de seu filho, você acalma os ânimos e a situação. Em vez de uma discussão do tipo sim ou não, mude o roteiro para que vocês pensem no futuro e na perspectiva de uma solução.

24. Em vez de: Não fique bravo!

Experimente falar: Eu também fico bravo de vez em quando. Vamos soltar nosso grito de guerreiro para conseguir controlar esses sentimentos de raiva.

Um estudo recente revela que gritar quando sentimos dor física pode realmente impedir que mensagens de dor sejam transmitidas ao cérebro. Seu filho pode não estar propriamente sentindo dor, mas um grito de guerra pode funcionar para ele soltar sua energia raivosa de um jeito divertido. Escolha com seu filho um grito de guerra ou mantra (por exemplo o grito de “Liberdaaaade!” de William Wallace, o herói do filme Coração Valente).

25. Em vez de: Pare com essas reações exageradas!

Experimente dizer: Você está tendo uma reação grande a uma emoção grande. Se sua emoção tivesse cara de monstro, como seria?

Quando as crianças estão cansadas, com fome ou superestimuladas, elas reagem exageradamente. Atribuir um rosto à emoção as ajuda a externar o problema e responder ao seu monólogo interno de raiva. Mais tarde, os ajuda a exercer controle sobre a emoção.

26. Em vez de: Pare com isso, já!

Experimente falar: Estou aqui do teu lado. Amo você. Você está em segurança. (Depois disso, fique sentado com seu filho, quietos, e deixe que a emoção saia para fora e se dissipe.)

Quando a criança tem um ataque de raiva ou pânico, muitas vezes seu corpo sente uma resposta de estresse que a faz literalmente se sentir em perigo. Mostrar a ela que ela está em segurança lhe dará apoio até o desconforto passar. Essa é uma habilidade crucial para a resiliência.

Este artigo foi postado originalmente no PsychCentral

Claro que na prática isso tudo pode mudar, mas a lição que fica aqui é a tentativa de dar reflexão emocional pro filho, ir treinando ele desde de pequena a entender o que sente e o que o outro.

 

Se você teve, ou tem, uma doença grave e não é otimista, seus dias podem estar contados

122 homens que tiveram um primeiro ataque cardíaco foram avaliados quanto ao grau de otimismo ou pessimismo. 8 anos depois, dos 25 mais pessimistas, 21 haviam morrido; dos 25 mais otimistas, apenas 6. A forma como encaravam a vida revelou-se um melhor previsto de sobrevivência do que qualquer outro fator clínico de risco, incluindo a extensão do dano causado ao coração no primeiro ataque.

Nosso sistema nervoso e imunológico são ligados às emoções.

Nosso corpo é uma máquina e nossas emoções fazem a manutenção de tudo no devido tempo. Mas as vezes podemos não estar animados e a máquina funcionará mal, causando assim doenças ou complicações.

Quando o paciente vai começar uma cirurgia é muito importante saber o estado emocional dele, pois caso ele esteja nervoso ou com medo as chances de criar infecções, ou o que acontece com mais frequência, a veias se dilatam por causa do stress e há perda considerável de sangue, muitas vezes levando a morte.

Os pessimistas já são descuidados com a saúde, eles fumam mais, bebem mais , e fazem menos ou não fazer exercícios.

A esperança é outro fator que ajuda muito na recuperação, principalmente em casos de danos da coluna que vai envolver longos períodos de tratamento para conseguir um pouco mais de mobilidade e melhorar o seu desempenho socialmente.

O isolamento social também é um grande problema para a saúde, representando umas das taxas de mortalidade tão importantes quanto o fumo, pressão alta,colesterol alto.

O cigarro aumenta a chance de morrer e contrairmos doença em 1,6%, o isolamento em 2%.

São muitos os fatores para se ter uma vida saudável ou para recuperarmos a saúde , mas hoje temos pesquisar suficientes para apontarmos as mudanças necessárias se quisermos viver mais e melhor.

*Fica a pergunta: Se você tivesse uma doença agora quem você seria, o pessimista ou o otimista?

A resposta pode determinar o seu futuro, caso não goste da resposta, o que você pode fazer pra mudar?

Existem 5 tipos de inteligência emocional, saiba se você tem uma delas

Salovey, com seu colega John Mayer, propôs uma definição elaborada de inteligência emocinal, expandindo essas aptidões em 5 dominios principais:

1. Conhecer as próprias emoções

Autoconsciência – Reconhecer um sentimento quando ele ocorre – é a pedra de toque da inteligência emocional. a capacidade de controlar sentimentos a cada momento é fundamntal para o discernimento emocinal e para a autocompreensão. A incapacidade de observar nossos verdadeiros sentimentos nos deixa à mercê deles. As pessoas mais segura acerca de seus próprios sentimentos são os melhores pilotos de suas vidas, tendo uma consciência maior de como se sentem em relação a decisões pessoais, desde com quem se casar a que emprego aceitar.

2. Lidar com emoções

Lidar com os sentimentos para que sejam apropriados é uma aptidão que se desenvolve na autoconsciência. Isso te dará a capacidade de confortar-se, de livrar-se da ansiedade, tristeza ou irritabilidade que incapacitam – e as consequências resultantes do fracasso nessa aptidão emocional básica. As pessoas que são fracas nessa aptidão vivem constantemente lutando contra sentimentos de desespero, enquanto outras se recuperam mais rapidamente dos reveses e perturbarções da vida.

3. Motivar-se

Pôr as emoções a serviço de uma meta é essenscial para centrar a atenção, para automotivação e o controle, e para a criatividade. O autocontrole emocional – saber adiar a satisfação e conter a impulsividade – está por trás de qualquer tipo de realização. E a capacidade de entrar em estado de “fluxo” possibilita excepcionais desenpenhos. As pessoas que têm essa capacidade tendem a ser mais produtivas e eficazes em qualquer atividade que exerçam.

 

4. Reconhecer emoções nos outros

A empatia, outra capacidade que se desenvolve na autoconsciência emocinal, é a “aptidão pessoal” fundamental. Quanto nos custa não saber escutar as emoções das pessoas? Quantas brigas poderiam ter sido evitadas, discussões, rancor. A empatia é a fonte do altruísmo, ou seja, quem tem atitudes altruistas tem mais empatia em si, é uma condição emocional muitas vezes, em vezes de ser um posicionamento político, ou filosofia de vida. As pessoas empáticas estão mais sintonizadas com os sutis sinais do munddo exterior que indicam o que os outros precisam ou o que querem. Isso as torna bons profissionais no campo assistencial, no ensino, vendas e administração.

 

5. Lidas com relacionamentos (talvez o mais temido dos 5)

A arte de se relacionar é, em grande parte, a aptidão de lidar com as emoções dos outros. São as aptidões específicas que determinam a popularidade, a liderança e a eficiência interpessoal. As pessoas excelentes nessas aptidões se dão bem em qualquer coisa que dependa de interagir tranquilamente com os outros; são as estrelas sociais.

A desonestidade hibernada

Todos somos desonestos, ou quase todos, a questão é saber quando.

E os vilões das histórias sabem disso muito bem.

O que é preciso pra quebrar a conduta moral de alguém, com ela sabendo ou não?

Nesses 2 anos em que estive empreendendo aprendi isso de diversas maneiras.

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Como traumas de nossa infância afetam nossa saúde a vida inteira

Traumas de infância não são algo que se supera quando se cresce. A pediatra Nadine Burke Harris explica que o estresse constante da violência, da negligência e de pais que sofrem de alguma doença mental ou de problemas como dependência química têm efeitos reais e tangíveis no desenvolvimento do cérebro. Isso se desenrola por toda a vida, ao ponto de aqueles que passaram por altos níveis de trauma terem três vezes mais risco de desenvolver doenças cardíacas e câncer de pulmão. É um apelo apaixonado para que a medicina pediátrica encare a prevenção e o tratamento de traumas, de frente.

 

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