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Documentário: The Obama Deception Leg pt

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Sinopse: “The Obama Deception“, é um documentário que destrói completamente o mito de que Barack Obama está trabalhando pelos melhores interesses do povo americano.
Este documentário mostra: para quem Obama trabalha, as mentiras que ele diz, e sua verdadeira agenda.

Eu já vinha tendo dúvidas sobre Obama, ele realmente veio com a ultima esperança da Terra, praticamente um herói da profecia, todos adoravam ele, por ser negro simbolizava a mudança também.
E como vemos no documentário o incômodo que muitos tinhamos com relação a essa presidência nos mostra verdadeiros
Nosso herói faz parte e perpetua o grupo bilderberg, que tem planos que fazem muito sentido, porém ao um olhar nú e ignorante parece loucura.
O doc fala também do aquecimento global de Al gore, que já foi desmitificado aqui nesse blog em vários posts, com documentários e textos.
O grupo Bilderberg é também falado em um outro documenário das pessoas que aparecem nesse do Obama, chamado EndGame.

Para Baixar o Doc Clique nos links abaixo.

Parte 1
Parte 2
Parte 3
Parte 4

Para ver Online


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Meat the truth

Documentário: Eram os Deuses Astronautas Pt

Eram os Deuses astronautas

Parte 1
Parte 2
Parte 3
Parte 4
Parte 5
Parte 6
Parte 7

Sinopse:
Eram os Deuses Astronautas? (Chariots of the Gods?, em inglês) é um livro escrito em 1968 pelo suíço Erich von Däniken, onde o autor especula a possibilidade das antigas civilizações terrestres serem resultados de alienígenas que para cá teriam se deslocado.

Von Däniken apresentou como provas as confusas coincidências entre as colossais pirâmides egípcias e incas, as quilométricas linhas de Nazca, os misteriosos moais da Ilha de Páscoa, entre outras maravilhas do planeta. Ele também cria uma certa teoria de cruzamentos entre os extraterrestres e espécies primatas, gerando a espécie humana.

Dizia o autor também que esses extraterrestres eram considerados divindades pelos antigos povos: daí vem a explicação do título do livro.

Por seu incrível poder de persuasão, unido à época lançada – um ano antes do homem ir à Lua -, von Däniken conseguiu vender milhares de livros e convencer muitos leitores. As teorias defendidas neste e em outros livros de Däniken ainda são tema de discussão, leiga ou acadêmica, contrária ou favorável. Alguns autores exploram o tema da teoria dos astronautas antigos.

Zeitgeist 2 Addendum Legendado Português PT/BR


Sinopse:
Sequência de Zeitgeist, refere-se ao principal problema discutido no filme anterior – o sistema económico global corrompido – fornecendo novas evidências, e oferecendo alternativas.

Tente comparar isso com a situação atual.

Vênus Project:
Video Explicativo do Projeto Vênus
Documentário: Futuro Pelo Design

Tudo Sobre Jacques Fresco e o Projeto Venus
Quietude = Estagnação?
A Sociedade Perfeita

Zeitgeist Movement:
Sinopse do ZeitGeist Movement
Filme: ZeitGeist
Filme: Zeitgeist Adeddum

Reserva Federal:
Explicando o Sitema da Reserva Federal

Pirâmides na China

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De acordo com a lenda chinesa, as mais de cem pirâmides descobertas na China são o legado de visitantes extraterrestres.

Na virada do século, dois comerciantes australianos se encontravam numa vasta área nas planícies de Qin Chuan, na China central. Lá eles descobriram mais de cem pirâmides. Quando eles perguntaram ao guarda de um monastério local sobre elas, foi-lhes dito que, de acordo com os registros guardados no monastério, as pirâmides são consideradas “muito velhas”. Visto que os registros tinham mais de 5000 anos, podemos apenas imaginar a idade das pirâmides propriamente ditas.

Foi dito aos comerciantes que as pirâmides pertenciam à uma era quando os “velhos imperadores” reinavam na China, e que os imperadores sempre enfatizavam o fato de que eles não eram originários da Terra. Eles eram descendentes dos “filhos do céu, que estrondosamente desceram a esse planeta em seus dragões de metal ardente”. Foi dito aos comerciantes que as pirâmides haviam sido construídas por visitantes do espaço sideral.

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As pirâmides são geralmente feitas de argila e terra, não de pedras, e alguns fazendeiros coletaram-nas para levar material para seus campos e casas. É uma pena, mas assim é.
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Nesta figura é possível observar váras pirâmides na planicie chinesa

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Todas as pirâmides estão situadas nas planícies de Qin Chuan e diferem em tamanho entre 25 e 100 metros de altura. Todas, exceto uma. Ao norte, no vale de Qin Lin, encontra-se o que se tornou conhecido como a Grande Pirâmide Branca. Ela é imensa, aproximadamente 300 metros de altura!

Pra quem quiser ver no earth google
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Como Dito na parte 29 da Palestra de Nassim Haramein
Os deuses do sol que fizeram isso eram grandes e loiros, e por causa disso o governo da china achou que esse “fato” poderia implicar a uma origem européia, que os deuses seriam europeus, então resolveram não divulgar suas pirâmides.

Post Relacionado: Como se Construiram as Pirâmides?

Palestra de Nassim Haramein

O grande Físico Nassim quebra VÁRIOS dogmas com suas idéias e teorias, vejam calmamente, pois é muita informação, ainda não está todo legendado, mas espero que logo será.

As Dimensões e o Universo 1
As Dimensões e o Universo 2
As Dimensões e o Universo 3
As Dimensões e o Universo 4
O Vácuo e a Densidade do Infinito 5
O Vácuo e a Densidade do Infinito 6
O Vácuo e a Densidade do Infinito 7
Vácuo, Campo Magnético e o Tetrahedron 8
Relação do Tetrahedro e a Esfera da Realidade 9
Teotihuacan e a Matriz Vetorial Isotrópica 10
O Octahedro e Número 12 na Antigüidade 11
Os Crop Circles e os Octahedros 12
Os Crop Circles 13
Os Crop Circles e a natureza Fractal 14
Crop Circles e o Pi 15
Sobre os Buracos Negros 16
Geometria do Colapso 17
Sobre a Física Quântica 18
A trandução da Água, as Ondas e a Geometria do Vácuo 19
As Ondas, Orbitação e o Campo Magnético 20

Caso queiram ver a outra metade não legendada, que não tão difícil, pois o inglês dele é bem fácil.
Clique aqui.

Não é a mesma palestra, mas você pode seguir a partir da parte 20 desse link.

Aconselho a verem logo depois o Documentário O Olho de Hórus, pois tem sua teoria posta em cima de outras.

Wilhelm Reich, o Gênio negado

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=A_yhTvZJ_K4&feature=channel]

Parte 2

Parte 3

Parte 4

Man´s Right to Know legendado

Dividido em 4 partes algumas das experiência de Wilheim Reich junto com o resumo de sua biografia.
Espero que após ver o vídeo, possam também conhecer Nikola Tesla, Outro Gênio Negado, além de sua época.

Amit Goswami no Roda Viva

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=nzfIwwp3Gc8]

Um dos poucos homens a tentar refazer a ponte entre a Espiritualidade e a Ciência, usando a Física quântica,
veja o vídeo para saber um pouco sobre ele e seus livros que me inspiraram a fazer esse blog.

Livros que indico:
A Física da Alma
A Janela Visionária
Deus Não Está Morto

O Verdadeiro Significado do Dharma de Buda

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Por Rodney Downey (Budismo Zen coreano)

Gostaria de começar falando sobre alguns enganos que temos a respeito do Dharma do Buda, os quais são muito comuns em todo o mundo ocidental, e mesmo no Oriente. A causa desses enganos tem a ver com palavras e com aquilo que elas significam.

Hoje, no café da manhã, eu comi bolo. E ontem eu aprendi que existe uma expressão em português: Quando você vai se encontrar com uma pessoa e ela não comparece, diz-se que você “ganhou um bolo”. Imaginem que daqui a 500 anos, um arqueólogo encontre um diário de anotações de um brasileiro. Lá é dito: “Eu fui encontrar com Paulo e ganhei um bolo”. O tradutor diria que eles comeram um bolo juntos! Esta é a armadilha das palavras, as quais têm um significado para uma época e cultura em particular. O mesmo se dá com alguns dos ensinamentos do Buda.

Consideremos as Quatro Nobres Verdades, as quais estão no centro do ensinamento do Buda. A tradução usual das Quatro Nobres Verdades é: “A vida é sofrimento; a causa do sofrimento é o desejo; a cessação do sofrimento é se ver livre do desejo; o modo de fazê-lo é o Caminho Óctuplo”.

Isto está correto? De modo algum! Isto não é o que o Buda falou. Este é o problema! Vamos começar com a Primeira Nobre Verdade, que é sempre traduzida como “A vida é sofrimento”. Mas que coisa horrível! Veja a vida! É uma força excitante e de grande diversidade, de inacreditável deleite. Por que, então, é traduzido como a vida é sofrimento?

Vamos examinar a língua em que o Buda falava. O Buda disse, de fato, que a vida é dukkha. Esta palavra sempre é traduzida como sofrimento, mas isso não é de modo algum o que significa. A raiz de dukkha é duk, e significa “eixo”. Veja a época do Buda: A forma mais complexa de transporte era uma carroça; era uma carroça de madeira, como é na Índia ainda hoje, com um eixo de madeira unindo duas rodas também de madeira, e puxada por búfalos.

A palavra dukkha significava o eixo que está fora do prumo, que está fora de alinhamento. Imaginem o sofrimento de uma pessoa sentada nessa carroça, a força que os búfalos devem fazer e, ao invés da carroça seguir suavemente, ela está fora do eixo, desalinhada.

Então, Buda fala sobre a vida – a vida de todos nós – usando o exemplo da carroça que tem seu eixo fora de alinhamento. Ele diz que nossas vidas estão fora de equilíbrio. E é esse desequilíbrio que leva ao sofrimento. Ele nunca disse que a vida é sofrimento. Este é um ponto muito importante. Nossas vidas estão fora de equilíbrio, ou, como os chineses falariam, não está fluindo junto com o Tao. Ambas as expressões significam a mesma coisa. Esta é a Primeira Nobre Verdade.

A Segunda Nobre Verdade se refere à razão da vida ser assim, e isso é geralmente traduzido como desejo. Mas nós teríamos uma vida muito estranha se não tivéssemos desejos. Não é o que o Buda falou. A palavra que o Buda usou foi trishna e significa “sede”. Nas palavras do próprio Buda isso foi descrito: “É como um homem vagando no deserto por muitos dias, sedento por água”. Isso também é a sede do “eu quero” e do “eu não quero”, e é por isto que todos nós sofremos.

O que é este “eu quero” e “eu não quero”? O que isso indica? Significa que não estamos satisfeitos com este momento, “agora”. Porque se estivéssemos “aqui” (Rodney bate no chão), não haveria “querer” nem “não querer”. Simplesmente haveria este momento, agora. O Buda, utilizando-se deste exemplo, estava dizendo: “Esteja com este momento”. O momento em que você quer ou não quer é o momento em que você deixa o agora, o momento presente, e aí, então, isso leva ao sofrimento.

Então, esse desequilíbrio que temos faz com que nunca estejamos no momento e, não estando no momento, isso leva ao sofrimento. É muito simples. Agora você pode examinar a sua própria vida a partir dessas palavras.

Mas o Buda não parou por aí. Ele nos deu uma cura para este “não estar no momento”, este sofrimento. Esta cura é a Terceira Nobre Verdade, que é a verdade mais mal entendida de todas.

Ele fala do Nirvana ou Nibbana, que é uma palavra que é usada em todas as línguas nos dias de hoje, mas ninguém sabe o que significa. A palavra é muito simples. Significa expirar, apagar – como apagar uma vela. Muito simples! O Buda apenas usava palavras simples, mas mesmo assim elas foram totalmente mal compreendidas, porque geralmente ela é traduzida como extinção do desejo. Correto? Não significa de modo algum isto.

No tempo do Buda, a palavra nirvana, apagar, significava simplesmente isto: apagar. Mas havia uma grande diferença. De acordo com a ciência e a filosofia do Vedanta, quando você apaga uma chama, como em uma vela ou em uma lâmpada de óleo, você diz que a chama ficou livre. Quando você acende uma vela, você captura a chama, como se a colocasse numa gaiola. Então, em “nossa” idéia de apagar uma vela nós dizemos “extinguir” ou “matar”; mas, na época do Buda, apagar uma chama significava libertá-la. Da mesma forma como seu “bolo”; coisas completamente diferentes!

Então, o Buda nunca disse algo como matar os seus desejos; ele falava da libertação ou liberdade deste apego ao “eu quero” ou “eu não quero”. Quando você abandona isso, então a sua vida entra num equilíbrio. Aí, então, você está completamente livre. Este é um ensinamento maravilhoso, porque ele é prático e você pode vê-lo em sua própria vida.

Se você sempre está no momento, você não pode sofrer, você está livre para ir para o próximo momento, livre para seguir para o próximo momento, sempre totalmente livre, sem estar preso no “eu quero” ou “eu não quero”. E é isso que o Buda ensinava. Ele, então, nos deu o Caminho Óctuplo como uma forma de alcançar isso. Da mesma forma como as pessoas dizem hoje: “Como eu posso levar esta prática para a minha vida?”, o Buda nos deu a resposta. É o Caminho Óctuplo: A Compreensão Correta, o Pensamento Correto, a Linguagem Correta, a Ação Correta, os Meios de Vida Correto, o Esforço Correto, a Vigilância Correta, a Concentração Correta. Mas cuidado com a palavra “correto”, porque “correto” implica que há um “errado”, e o Buda não usava a palavra desta forma; o Buda não falava desde um ponto de vista dualista.

Uma palavra melhor do que “correto” é “apropriado”. Linguagem Apropriada, Pensamento Apropriado, Compreensão Apropriada, etc. Vamos, então, apenas examinar um desses fatores, utilizando a palavra “apropriada” ao invés de “correta”. Linguagem Apropriada significa não falar mal de uma outra pessoa, não utilizar palavras para se mostrar, não utilizar palavras para sugerir algo que não é correto. Há muitos exemplos em suas vidas. Simplesmente falar demais é uma linguagem inapropriada. Podemos falar que ler demais também é uma linguagem inapropriada, ou ver televisão demais também seria linguagem inapropriada.

O que o Buda quis fazer ao ensinar sobre essas várias ações não apropriadas foi nos dar um instrumento para examinarmos as nossas próprias vidas. O que significa “apropriado” em termos de nossa vida? Significa Linguagem, Ação e Pensamento que nos ajudam a nos livrarmos de nosso desequilíbrio, de nosso dukkha.

O Caminho Óctuplo usado apropriadamente irá nos ajudar a colocar a nossa vida em equilíbrio. Isso não é algum ensinamento esotérico, nem aquilo que freqüentemente acontece no ensinamento mal compreendido sobre o que o Buda ensinou.

As Quatro Nobres Verdades são muito práticas, baseadas na vida real. É um ensinamento sobre como viver a sua vida. E posso assegurar a vocês, que se lerem qualquer ensinamento do Buda que parecer muito distante de sua vida agora, isso é uma tradução ruim. Porque o Buda era um homem prático e inteligente, que olhava profundamente para o que fazemos conosco. A partir daí, ele nos ofereceu um modo de sair disso. Espero que isso que falei sobre as Quatro Nobres Verdades tenha lançado um pouco de luz. Muito obrigado!

Tradução: Ricardo Sasaki & Rosana Lucas
Editor da palestra oral: Ricardo Sasaki
Fonte: Soto Zen Curitiba

SAIBA MAIS:

O termo pali “dukkha” tem geralmente três significados:

1)Dukkha-dukkha, literalmente, sofrimento-sofrimento. Um dos significados da repetição de uma palavra em pali é para dar ênfase. Dukkha-dukkha é o sofrimento real como a dor física ou dor mental. A enfermidade, a velhice, a morte estão incluídos neste tipo de sofrimento.

2)Viparinama-dukkha, sofrimento como mudança. Aqui se incluem os estados de felicidade. Não porque os estados de felicidade sejam em si mesmos sofrimento, mas sim por sua transitoriedade.

3)Sankhara-dukkha, sofrimento do condicionado. Quando Buddha diz que os cinco agregados do apego são sofrimento está referindo-se ao sofrimento do condicionado, ao sofrimento daquilo que é produzido por causas. Os cinco agregados são produto de causas, são condicionados. E tudo aquilo que é condicionado é sofrimento. De acordo com o Buddhismo tudo que seja condicionado está sujeito ao surgir e ao cessar.

Fonte: Nalanda Curitiba

De uma maneira geral, dukkha diz respeito ao nosso condicionamento de vida dentro de experiências cíclicas, onde nos alternamos entre boas experiências (felicidade) e más experiências (sofrimento). Todos os seres buscam a felicidade e procuram se afastar do sofrimento, no entanto nessa busca de felicidade e dentro da própria felicidade encontrada estão as sementes de sofrimentos futuros.

Podemos pensar da seguinte maneira: sofremos porque não temos algo; sofremos porque conseguimos algo e temos medo de perder; sofremos porque temos algo que parecia bom, mas agora não é tão bom assim; e sofremos porque temos algo que queremos nos livrar e não conseguimos. Podemos ver então que mesmo que tenhamos sucesso na nossa experiência de felicidade, ela mesmo pode se tornar causa de uma experiência de sofrimento.

Além disso, as experiências são impermanentes, as idéias, os conceitos, os pensamentos, todos são impermanentes, mudam. Por isso dentro da experiência de felicidade existe a causa de uma experiência de sofrimento, pois ela também é impermanente e irá mudar.

Então, dukkha representa todo esse ciclo, e a insatisfação que nunca será saciada enquanto seguirmos esse ciclo.

Fonte: Wikipedia
fonte: Saindo da Matrix

O Domínio do Ser Mais Inteligente

comprimento

Einstein achava que todo mundo deveria se tornar vegetariano.

Os vegans de hoje em dia fazem documentários e camisetas tentando traumatizar/conscientizar as pessoas, através da morte e sofrimento deles(os animais).
A melhor forma de prender um pensamento numa pessoa é ligar ela a um sentimento, pois apenas com o sentimento envolvido que a memória se anexa nas profundezas do ser.
Os animais realmente são feitos de escravos, usados como cobaia, maltratados, mortos e até usados/educados para servir de companhia pelas pessoas, podemos até chamá-las de facistas. Dizem que é “Desumano” tratar os animais assim, mas esquecem que a humanidade nunca tratou os animais como “humanos”, alguns tratam com respeito, mas a maioria pensa que é superior a eles.

Como vemos na Lenda Da Dança Do Búfalo da Europa, nos períodos das grandes cavernas, cerca de 30 000-10 000 A. C.

Aproximadamente a 15 mil anos atrás existiam um grupo de pessoas que caçavam, uma pessoa se fantasiava de búfalo perto de uma manada, eles se sentiam curiosos perante a criatura similar a eles, e o fantasiado fazia eles seguirem ele até um penhasco, até que sua tribo saia das moitas assustando eles, os buffalos assustados pulavam em direção ao penhasco para a morte, muitos morriam, e os que sobravam eram mortos pelas flechas e lanças da tribo.
Numa época, os búfalos pararam de pular no abismo, e uma menina falou que se um búfalo pular ela se casaria com ele, vários pularam instantaneamente, e ela se casou com uma deles. Seu pai procupado foi atrás dela depois de um tempo, mas os búfalos descobriram e o pisotiaram até não sobrar nenhum membro distinguível.
A menina ficou extremamente triste e o búfalo comovido falou para ela que se ela achar algum pedaço do corpo do pai daria para ressucita-lo, a garota foi procurar e conseguiu achar uma pedaço de uma vértebra. Ela imediatamente usou a magia humana para reconstituir o pai, o Búfalo ficou impressionado com a magia dela e resolveu ensinar a ela como que os búfalos voltam a viver, com a Dança dos Búfalos, pois quando eles morriam no penhasco logo depois eles dançavam e os seus amigos mortos voltam a andar pelos pastos.

Nessa época existia um respeito enorme dos humanos pelos animais, pois uma coisa é caçar, outra coisa é anular a vida de um animal para que ele consiga entopir melhor suas artérias com sua gordura.

Carne sim, mas vamos ser homo-sapiens, pois ser humano, esse alter-ego, só distorci a filosofia essencial do ser.

Ignorância Sábia

velho-da-praca

Sim, estamos numa constante mudança.
Mas para o que visamos, sendo que andamos sempre a esmo
cavaleiros errantes auto questionadores da verdade
que a cada cidade visitada, uma gota é acrescentada ao vaso do conhecimento
em que insistimos pensar que está sempre quase cheio,
quando na verdade isso só impossibilita o abastecimento continuo da sabedoria
seja humilde o bastante pra falar que não sabes tudo,
é o unico conselho do sábio, pois nem ele sabe tudo,
mas é um dos poucos que não para (de abastecer)
por causa disso.

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