Tag: verdade

Um líder digno.

pepe mujica

“No mais profundo de nosso coração, existe um enorme anseio de ajudar para que o homem saia da pré-história. Eu defino que o homem enquanto viva em clima de guerra, está na pré-história, apesar dos muitos artefatos que possa construir.” Pepe Mujica

 

http://youtu.be/OLef1zl7k4Q

Se você pensa que não existe sequer um líder digno nesse momento do mundo, fique feliz em saber que está enganado. O que falta é apoio maciço, claro, de milhões de pessoas, a quem é digno e vive de acordo com o que diz. Pepe Mujica, presidente do Uruguai, é um LÍDER com maiúsculas, um líder como o MUNDO precisa hoje. Leia o seu discurso. Mas se ficar com preguiça porque é longo, lembre-se: é por essa preguiça, essa inação e essa mesma indiferença que vivemos nesta sociedade que não interessa a ninguém, à exceção de meia dúzia.

Abaixo, a íntegra do discurso:

Continue reading

Documentário: A verdade sobre a mentira

Sinopse:
A verdade é… somos todos mentirosos.Os cientistas dizem que aos 4 anos nós já aprendemos a mentir. Mentimos para proteger nós mesmos e os outros. Mentimos para proteger os sentimentos dos outros, e para conseguir o que queremos e precisamos. A maioria de nós mente em uma a cada quatro conversas que durem mais de 10 minutos. Um estudo mostrou que estudantes universitários mentem para suas mães 50% do tempo. Mentimos em 1/3 das conversas com nossos parceiros, e contamos as mentiras mais sérias para as pessoas com quem mais nos importamos.”A Verdade sobre a Mentira” revela que a única coisa que sabemos com certeza sobre a mentira é: todos fazem isso, e não conseguimos detectá-la facilmente.Aliás, pra todos que já viram a série Lie to Me sabe que tem muito a ver com essas micro-expressões e não é atoa, a série toda foi inspirada nos livro e na vida do Paul Ekman, o cara que foi estudar expressões faciais na áfrica. (Vou comprar o livro dele e depois conto o que acho)

Dados do Arquivo:
Direção: Andy Blicq
Qualidade: TVRip
Áudio: Inglês
Legenda: Português (Embutida)
Tamanho: 567 MB
Duração: 00:52:53
Formato: AVI
Servidor(es): Depositfiles (DF) | Rapidshare (RS)
————————————————————————————————————————————–
Download (DF)
Download (RS):
Fonte:Docprimus

Sobre Dogmas e Grupos – De onde vem o poder da Igreja Católica?

Inquisição Católica

Estava assistindo agora ao filme “O código da Vinci”, do livro de Dan Brown. Me surpreendo com a forma pela qual ele consegue prender a atenção das pessoas: no início de cada livro, ele nos avisa que várias das informações ali expressas são reais, principalmente alguns fatos históricos, instituições e seitas religiosas. Ele se baseia em dados reais, principalmente em curiosidades, e através delas amarra uma trama fictícia. Chega um ponto em que não conseguimos mais distinguir o que é real e comprovado e o que é ficção.

Não tenho base para argumentar se as teses apresentadas sobre o Priorado de Sião e sobre o casamento de Jesus com Maria Madalena são reais ou não. O que me interessa nesse filme é a importância dada a este fato.

Continue reading

VIdeo: A História da Escravidão

Para ver a Fazenda é preciso deixá-la.

Aprender a ver… aprenda a correr!

Continuar o caminho, sempre…

O que é uma teoria? É uma forma de conhecimento? É um passo para se alcançar a verdade? Muitas pessoas acham ao ver nas revistas, televisões e jornais a frase “cientistas descobriram que…”, o que vem a seguir é um passo a mais na verdade do mundo.

Mais que isso, as pessoas tem a idéia de que as descobertas científicas funcionam como uma luz, que cada vez fica mais forte, e aos poucos vai iluminando as áreas escuras da realidade, e nos revelando a Verdade. Ora, mas esse é um modelo religioso de verdade – Há um Deus perfeito, que contém em si toda a Verdade, e que podemos acessar ao menos uma pequena parte desse grandioso saber. O que quero dizer aqui não é que essa forma de saber está errada, mas que, no fundo, nossa visão de mundo depende de uma teoria, uma idéia do que é a realidade e o que é a verdade.

Por exemplo, se perguntarmos o que é um rio a um geógrafo, a um pescador e a um índio. Porvavelmente o geógrafo vai falar das propriedades físicas da água, do ciclo de nascimento do rio e sua formação através do relevo da paisagem, ou seja, aquilo que vemos dito nas ciências e provado em suas experiências. O pescador, por outro lado, estudou pouco mas tem uma experiência profunda de como o rio se comporta, se tem ou não muitos peixes, seus perigos e suas belezas. Seu saber só pode ser sentido por aquele que tem a mesma experiência. Já para o índio, este vai descrever o rio provavelmente através de uma mitologia, ou seja, vai tratá-lo como um deus, com suas vontades próprias.

Continue reading

O Maior Segredo Está Bem à Frente de Seus Olhos

Onde estão os maiores segredos?

Quebrar dogmas, esse é uma das direções que o site toma. Dogma não são somente as grandes “verdades” (na maioria das vezes mentirosas) que são defendidas por pessoas com grande poder político, econômico ou com grandes saberes. Dogma é, de certa forma, qualquer verdade tomada em si mesmo, sem que se busque lhe dar um fundamento.

Por exemplo, posso dizer aqui que todo o universo é constituído pelos quatro elementos: água, fogo, terra e ar. Posso crer nisso e interpreta as coisas que acontecem através dessa idéia. Se estou doente, é porque tive um desequilíbrio entre os elementos. Não há nada de errado em agir assim. Entretanto, se o que penso afeta outras pessoas, então é necessário provar que estou certo.

Vou dar um exemplo de como isso é importante. Vamos pensar nessa questão: quando é que se pode dizer que existe um bebê, um humano? Quando espermatozóide e óvulo se encontram? Quando o feto atinge 6 semanas, 12 semanas? Quando nasce? Essa pergunta é um dos argumentos feitos tanto pelos defensores quanto pelos que criticam o uso e células-tronco embrionárias, que poderiam ser usadas para o tratamento e paralisias e outros danos no sistema nervoso, por exemplo.

Não estou aqui querendo entrar nesse assunto. Só estou querendo dizer o quanto é necessário deixar o dogma, ou seja, a certeza sem prova, e fundamentar o raciocínio das coisas que acredita. Dito isso, vou agora explicar o título que coloquei no texto.

Continue reading

Chomsky e as 10 Estratégias de Manipulação da Mídia


O lingüista esquerdista estadunidense Noam Chomsky elaborou a lista das “10 estratégias de manipulação” através da mídia:

1- A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO.

O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes.

A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto ‘Armas silenciosas para guerras tranqüilas’)”.

2- CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES.

Este método também é chamado “problema-reação-solução”. Cria-se um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos
direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.

3- A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO.

Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.

4- A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO.

Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se
com a idéia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.

5- DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO CRIANÇAS DE BAIXA IDADE.

A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê? “Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestão, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma
resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver “Armas silenciosas para guerras tranqüilas”)”.

6- UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO.

Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos…

7- MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE.

Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. “A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossível para o alcance das classes inferiores (ver ‘Armas silenciosas para guerras tranqüilas’)”.

8- ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE.

Promover ao público a achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto…

9- REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTOCULPABILIDADE.

Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução!

10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM.

No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como
psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si amesmos.

Obs: Agradeço a leitora Adriana Mion pela dica por email, aliás, desculpem-me o formato estranho do post, mas apesar de ser 2 anos de existência eu ainda apanho do wordpress pra ele fazer o que eu quero.

Posts semelhantes:
Como Controlar as Pessoas

Reduzir CO2 não impede aquecimento, diz meteorologista

Carolina Oms Especial para Terra Magazine

Para o professor Luiz Carlos Molion, representante da América Latina na Organização Meteorológica Mundial e pós-doutor em meteorologia, as reduções de emissões de carbono propostas pela 15ª Conferência das Partes sobre o Clima (COP-15), não vão produzir efeito no clima mundial, “o gás carbônico não controla o clima global”, garante.

– A quantidade de carbono lançada pelo homem é ínfima, é irrisória, se comparada com os fluxos naturais dos oceanos, solo e vegetação. Para a atmosfera, saem 200 bilhões de toneladas de carbono por ano. O homem só lança seis.

“De todas as pessoas que estão aqui no Brasil, talvez eu seja o climatologista mais sênior“. Molion estuda o clima desde 1970 e conta que, quando concluiu seu doutorado, há 35 anos, nos Estados Unidos, o “consenso” da época era que o mundo estava em uma Era Glacial. Hoje, ele também leciona na Universidade Federal de Alagoas.

Na sua avaliação Copenhague “é um discurso que não vai adiante”, pois, à medida em que a população aumenta, há a necessidade de gerar mais energia elétrica.

– Como incluir essas pessoas sem aumentar o consumo? Não existe como. Somos ainda muito dependentes dos combustíveis fósseis. Acho que vai ter muito discurso em Copenhague, vão fazer muitas promessas, mas são só demagógicas. Não tem como cumprir essas metas. Se você olhar o Protocolo de Kyoto, a Europa não reduziu absolutamente nada, ao contrário. Conversa é conversa, na prática não há como fazer isso.

O pós-doutor em meteorologia e membro do Instituto de Estudos Avançados de Berlim garante, baseado em estudos de paleoclimatologia (estudo das variações climáticas ao longo da história da Terra), que as mudanças do clima são muito complexas para serem influenciáveis pelo ser humano.

Leia os principais trechos da entrevista:

Qual a opinião do senhor sobre as movimentações em torno da Conferência do Clima? Essas reduções de emissões de carbono não vão produzir efeito nenhum no clima. O gás carbônico não controla o clima global. Isto já foi demonstrado com pesquisas feitas no que nós chamamos de paleoclimatologia, em que se tenta reconstruir o clima passado, com base nos cilindros de gelo da estação de Vostok, na Antártica. O cilindro de gelo retirado de lá, que reconstitui os últimos 4.020 anos, mostra claramente que já houve períodos em que tivemos temperaturas altas e baixa presença de CO2 na atmosfera. Ocorreu forte aquecimento entre 1925 e 1946, e nessa época, o homem lançava na atmosfera menos de 10% do carbono do que lança hoje. Então, aquele aquecimento, que é ainda maior do que esse atual, na realidade foi explicado por fenômenos naturais. O sol esteve mais ‘ativo’ nessa primeira metade do século XX. Além disso, foi um período que praticamente não ocorreram erupções vulcânicas. Assim, a atmosfera ficou mais limpa e entrou mais radiação solar, causando o aquecimento. Todos os recordes de temperatura nos Estados Unidos, que têm uma série de dados bastante longa, ainda são daquela década de 1930.

Como essas temperaturas são medidas? Termômetros na superfície. O problema é que eles estão sujeitos aos fenômenos de ilha de calor, muito comuns nas cidades. E a maior parte desses termômetros está em cidades que sofrem esses efeitos da urbanização.

Como seria mais seguro medir as temperaturas mundiais? Tem um sistema a bordo de satélites que leva a sigla MSU, um sensor de microondas que existe desde 1968. Ele indica que, nesses 30 anos passados, não há um aumento significativo de temperatura. Houve um aquecimento entre 77 e 99, que coincide com o aquecimento do Oceano Pacífico Tropical. Os oceanos são grandes controladores do clima, em particular o Pacífico, porque ele sozinho ocupa 35% da superfície terrestre. Então, quando ele se aquece, o clima também fica mais quente: A atmosfera, o ar, é aquecido por baixo, as temperaturas mais elevadas estão próximas da superfície. Desde 1999, o Oceano Pacífico esfria. Hoje, não só monitoramos os oceanos, mas existem mais de 3.200 boias à deriva e mergulhadoras. Elas mergulham até 2.000 metros de profundidade, se deslocam com a corrente marinha e nove dias depois elas sobem, e passam os dados para o satélite. Esse sistema mostra que os oceanos, de maneira geral, estão esfriando nos últimos seis, sete anos. E, nos últimos 10 anos, a concentração de CO2 continua subindo.

Mas há uma sensação de que existem muitas mudanças climáticas ocorrendo no mundo… Não. O que acontece é que hoje, a população está mais vulnerável aos fenômenos meteorológicos. Na realidade, os fenômenos intensos sempre ocorreram no passado. Por exemplo, a maior seca do nordeste foi em 1877 até 1879. O furacão americano mais mortífero foi no Texas em 1900. Então, temos esses eventos intensos que ocorreram numa época em que o homem não lançava a quantidade que lança hoje. Aliás, a quantidade de carbono lançada pelo homem é ínfima, é irrisória, se comparada com os fluxos naturais dos oceanos, solo e vegetação. Para atmosfera, saem 200 bilhões de toneladas de carbono por ano. O homem só lança seis. Qual a incerteza que nós temos nesses ciclos naturais? É de 40 bilhões de toneladas para cima e para baixo. Ou seja, existe uma incerteza de 80 bilhões que é oito vezes maior que o que o homem lança na atmosfera. Não tem como se controlar o carbono. E se controlar, se reduzir as emissões, não haverá impacto nenhum no clima. O clima hoje deixou de ser um problema científico, ele é um problema político-econômico.

Como assim? Hoje a matriz energética mundial, com exceção do Brasil, que é um país privilegiado, está baseada nos combustíveis fósseis (petróleo e carvão mineral, principalmente). Quando se diz, ‘vamos reduzir as emissões’, o que se quer dizer é: ‘Vamos reduzir a geração de energia elétrica’. Os países não crescem. Tudo está baseado na energia elétrica. Isso vai afetar um desenvolvimento social e econômico dos países.

Mas, de acordo com esse raciocínio, os EUA seriam os maiores interessados em um acordo climático e, no momento, eles parecem ser o maior empecilho… Os Estados Unidos adorariam que a China reduzisse as suas emissões. Os EUA estão “pendurados”, a China tem cerca de 700 bilhões de dólares em papéis do tesouro americano. A ida de Obama à China, no mês passado, visou à redução de emissões da potência oriental.

Mas a redução seria mundial, a China não seria a única a reduzir, os EUA também reduziriam… Uma coisa é você já estar com a sua população em condições humanas adequadas, como é o caso da Europa, dos EUA, do Canadá. Outros países, como é o caso do Brasil, e todos os países latinos e africanos, ainda não têm. Então, precisaria desenvolver, não consumindo como se consome nos EUA, mas com condições adequadas para viver, saúde, educação… Para os países subdesenvolvidos e emergentes, excetuando-se o Brasil, reduzir significa gerar menos energia elétrica. Em muitos países só tem carvão mineral e petróleo para gerar energia. Eu não quero dizer com isso, que nós devemos sair por aí depredando o meio ambiente, tem que haver mudanças de hábito de consumos, mas as emissões de carbono não são o caminho correto.

O senhor levanta questões sobre o clima que parecem, nos jornais e nas reuniões políticas, serem consensos. Quem fabricou esse consenso? Não existem consensos na ciência, ciência não é política, é experimentação. A ciência progride pelos contras que vão surgindo. Se você tem uma teoria e mostra que ela vale, e se surge um único experimento que diz o contrário, então você tem que repensar toda a teoria. Consensos são políticos, cientificamente eles não existem, cientificamente existem experimentações.

Então porque a impressão do consenso? Existe uma trama por detrás disso tudo. Países como os do G7. Eles já não dispõem de recursos naturais, recursos energéticos. Por outro lado, eles não querem perder a hegemonia.

Os pesquisadores que vão de encontro a esse “consenso” sofrem algum tipo de represália? Sim, mas isso é normal. A gente é perseguido, taxado como um indivíduo desatualizado e tem mais dificuldade de conseguir verba para pesquisa. Mas, de todas as pessoas que estão aqui no Brasil, talvez eu seja o climatologista mais sênior. Estudo clima há setenta anos e conclui meu doutorado há 35 anos, nos Estados Unidos. No período que eu fazia meu doutorado, o clima estava tão frio que o “consenso” da época era que nós estávamos entrando numa Era Glacial. O clima é muito complexo e jamais poderia ser dominado pelo CO2. Ao contrário, o CO2 é resultante do aumento da temperatura, quando a temperatura aumenta os oceanos liberam mais CO2.

Mas a vantagem dessa discussão toda em torno das mudanças climáticas é colocar o meio-ambiente em pauta. É, mas não da maneira correta. Quando você olha para os livros didáticos das crianças, diz lá que o homem está destruindo a camada de ozônio, que a Terra está se aquecendo, que o nível do mar vai subir… Isso está errado! O que nós estamos fazendo? Educação ou lavagem cerebral? Na minha opinião, olhando todos os indicadores climáticos, nós vamos ter um resfriamento climático nos próximos vinte anos. O que vai acontecer com essa criançada quando eles perceberem que, ao invés de aquecer, está esfriando, e que esse esfriamento é muito pior para a humanidade?

Os países parecem dispostos a fazer acordos de redução em Copenhague… É um discurso que não vai adiante. À medida em que a população aumenta, há a necessidade de mais energia elétrica, se a gente quiser incluir esse pessoal em uma sociedade que viva adequadamente. Como incluir essas pessoas sem aumentar o consumo? Não existe como. Somos ainda muito dependentes dos combustíveis fósseis. Acho que vai ter muito discurso em Copenhague, vão fazer muitas promessas, mas são só demagógicas. Não tem como cumprir essas metas. Se você olhar o Protocolo de Kyoto, a Europa não reduziu absolutamente nada, ao contrário. Conversa é conversa, na prática, não há como fazer isso.

Links Relacionados:

Aquecimento Global Existe?!
Documentário: A Farsa do Aquecimento Global legendado Pt

O Que é o *The Secret* Afinal?

the-secret-logo

Quais serão  os mistérios que há nisso?

Vamos explicar isso de modo lógico, quântico e rápida.

Como explicado no Post anterior (Cérebro cria a consciência ou a Consciência cria a realidade?)

A realidade ou o universo é feito de possibilidade e probabilidades, mas como isso se aplica ao The Secret, talvez seja até óbivio depois do ultimo post.

Nada daquilo que falam no Filme/Livro acontece realmente daquele jeito a não ser a auto-cura.

O The secret começou na década de 80, quando o grande físico e especialista em Tempo/espaço Alan Fred Wolf falou a frase. ” Você Cria sua própria Realidade”, mas as pessoas como de costume e vício da humanidade aniquilam e interpretam do modo que convém a verdade.
O Que Wolf quis dizer com isso é que se o mundo é feito de possibilidades, você pensando e visualizando algo em sua mente você possa focar as possibilidades de que isso aconteça.
E isso foi sensação na época assim como está sendo agora.
Essa idealização de momentos ou coisas futuras é muito, mas muito mais sutil do que mostrado no filme, no Filme the Secret é mostrado como a Nova Fé, ou um “Deus” aceitável para os materialistas mais fracos, pois envolve “fisica quantica” e você não depende mas do divino (convencional, pois como veremos em um post a seguir, definirei o que é Deus).

Será que você conseguirá carros, meditando sobre eles? talvez, mas Esperar não é esperançar já dizia a música, esperançar é batalhar e saber que virar algo disso, esperar é não fazer nada e se achar no direito de receber algo.

Tenho que lembrá-los que os entrevistados não tinham consciência do que seria esse The Secret, eles apenas deram a entrevista de acordo com as perguntas.

Facebook