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Quer ser um cidadã0 do primeiro país fora da Terra? Conheça Asgardia

Nação Espacial Asgardia
Divulgação | James Vaughan

 

Se você sempre se sentiu deslocado na Terra, sua hora chegou. O primeiro país espacial foi oficialmente fundado – pelo menos no papel – e você já pode até dar entrada no pedido de dupla cidadania.

A astronação ganhou o nome de Asgardia, em homenagem a Asgard, terra de Thor, Odin e os outros deuses nórdicos. O slogan do país é “Paz no Espaço” e a ambição do projeto é evitar que os conflitos geopolíticos da Terra sejam transferidos junto com a colonização humana do espaço.

Mais de 370 mil pessoas já se inscreveram para ganhar a cidadania de Asgardia. A maioria delas mora hoje na China, nos EUA e na Turquia. Com a população atual, Asgardia seria o 178º país mais populoso do mundo, à frente de Belize e da Islândia, e os números só crescem.

As condições básicas para ser um asgardiano é ter mais de 18 anos e morar em um país que permite a dupla cidadania. Os candidatos  podem se inscrever no Asgardia.space.

A ideia é que os primeiros 100 mil inscritos tenham preferência no processo de seleção, mas os experts por trás do novo conceito de nação também estão buscando as pessoas baseadas em suas competências. Profissionais de tecnologia, ciência e direito espacial estão entre os mais cobiçados. Investidores nessas áreas também podem furar a fila para ganhar a carteirinha de asgardianos.

A nova nação pretende decidir sua bandeira, sua insígnia e seu hino com participação popular. O concurso para o design da bandeira, inclusive, já está disponível. Qualquer um pode mandar sua ideia, que vai ser votada online pelos asgardianos.

Falando sério

O fundador de Asgardia é o cientista e empresário Igor Ashrbeyli, russo nascido no Azerbaijão. Ele se cercou de cientistas renomados para seu projeto visionário. Um dos que mais chamam a atenção é Ram Jakhu, diretor do Instituto de Direito Aéreo e Espacial da Universidade McGill, uma das mais importantes do mundo (a Harvard canadense, de acordo com Os Simpsons).

Em termos práticos, o time de empresários e cientistas por trás da iniciativa está colocando grana própria e buscando parcerias para lançar um satélite na órbita terrestre e dar o primeiro passo na democratização da exploração espacial, que hoje só faz parte da realidade de um pequeno grupo de nações desenvolvidas. A ideia é que esse satélite seja lançado entre 2017 e 2018, em homenagem ao aniversário de 60 anos desde que o primeiro satélite humano entrou em órbita.

Como o lançamento tem que ser feito da Terra e Asgardia não pretende ter território no nosso planetinha, o objetivo dos fundadores é fazer uma parceria com um país em desenvolvimento, que não tem tradição de exploração espacial – tipo o Brasil.

É aí que entra o dilema muito sério que o projeto de Asgardia, por mais bizarro que seja, se propõe a discutir. Só 20 dos mais de 200 países da Terra tem algum acesso ao espaço e alguns deles já estão pensando em como explorar recursos extraterrestres. Enquanto isso, o direito espacial está anos-luz de ter criado medidas regulatórias para lidar com esse tipo de situação. O risco é que se criem monopólios nacionais, que a desigualdade aumente absurdamente (aqui e lá) e que as tensões econômicas e geopolíticas que temos por aqui se reflitam no Universo afora.

No momento, o que Asgardia vai fazer é reunir pessoas dispostas a pensar sobre essas questões indo além das limitações nacionais, porque estariam todos unidos sob a nação asgardiana, para proteger os direitos da humanidade.

Para que o país seja reconhecido pela ONU, ele precisa ter território próprio. Então, a ideia é que Asgardia tenha uma nave tripulada passeando pelo espaço – sim, a nave seria um território perambulante. Mas pode segurar a empolgação. O objetivo não é que Asgardia seja uma nação geográfica, em que todo mundo vive junto. Então, dificilmente todo cidadão vai sair da Terra para conhecer o país.

 Fonte: Super

Nassim Haramein, Cruzando o Horizonte

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Para quem não o conhece eu já postei sua palestra de 500 minutos aqui nesse blog, que é de longe uma das mais interessantes que já vi.

Resumindo muito sua idéia, Nassim fala que há uma geometria que é a chave para tudo, pois ela pode ser infinitamente grande e pequena, que seria a estrutura do vácuo e também seria o que daria a singularidade para corpos celestes, como podemos ver nesse video sobre o sol.

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São muitos os assuntos que ele aborda em sua palestra, e uma deles que acho o mais intrigante é que muita das informações dadas pelas religiões, ou mesmo os símbolos são informações tecnológicas ou físicas, e ele dá muitos argumentos para esse pensamento.

Vejam sua palestra antes de ver os vídeos, acho que será mais proveitoso assim.

Palestra de Nassim Haramein

O grande Físico Nassim quebra VÁRIOS dogmas com suas idéias e teorias, vejam calmamente, pois é muita informação, ainda não está todo legendado, mas espero que logo será.

As Dimensões e o Universo 1
As Dimensões e o Universo 2
As Dimensões e o Universo 3
As Dimensões e o Universo 4
O Vácuo e a Densidade do Infinito 5
O Vácuo e a Densidade do Infinito 6
O Vácuo e a Densidade do Infinito 7
Vácuo, Campo Magnético e o Tetrahedron 8
Relação do Tetrahedro e a Esfera da Realidade 9
Teotihuacan e a Matriz Vetorial Isotrópica 10
O Octahedro e Número 12 na Antigüidade 11
Os Crop Circles e os Octahedros 12
Os Crop Circles 13
Os Crop Circles e a natureza Fractal 14
Crop Circles e o Pi 15
Sobre os Buracos Negros 16
Geometria do Colapso 17
Sobre a Física Quântica 18
A trandução da Água, as Ondas e a Geometria do Vácuo 19
As Ondas, Orbitação e o Campo Magnético 20

Caso queiram ver a outra metade não legendada, que não tão difícil, pois o inglês dele é bem fácil.
Clique aqui.

Não é a mesma palestra, mas você pode seguir a partir da parte 20 desse link.

Aconselho a verem logo depois o Documentário O Olho de Hórus, pois tem sua teoria posta em cima de outras.