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A Visão Distanciada da Sociedade


Pedro Cardoso – Cotas


Curta – Nada a Declarar

Esses dois videos conseguem costurar um discurso que está presentíssimo na sociedade, e não é de agora, o falar sobre algo que você não tem a mínimo noção do que seja, como tudo desse pra aprender através de livros, internet e a observação apenas, é preciso experienciar.

Hoje é normal escrever num site sobre situação adversas, ou comportamentos, mesmo que você não esteja lá para ver, as pessoas querem dar o seu parecer, como se fosse necessário as pessoas ouvirem, tomando pressupostos que aquilo que ele pensa é importante, muitas vezes não o é, esse texto mesmo não tem o intuito de mudar tudo, mas sim parar e refletir. Por mais que intelectuais possam fazer textos bonitos eles não tem a menor idéia do que é ser pobre, negro, ou mesmo gay, há sim uma visão implantada pra não dizer em todas as pessoas, na maioria das pessoas sobre esse tipo de pessoa, que aliás, é ridículo se referir alguém por esses fatores, mas infelizmente acontece, nos distraímos pelas coisas que menos querem dizer sobre alguém.

Tomamos pressupostos que negros ouvem pagode e samba e são pobres, pessoas brancas bonitas são burguesas, realmente o dia-a-dia as vezes nos diz isso, mas devemos nos educar nessa parte. Podemos citar paralelamente as faculdades de São Paulo com símbolo máximo do como a sociedade nos mostra o lugar de cada um na sociedade, comecemos pelas faculdades mais burguesas, FAAP, ESPM e Mackenzie, as pessoas que estudam lá se vestem de um jeito específico na sua maioria, homens de camiseta pólo e mulheres com roupas pra sair praticamente, todos seguem um padrão de beleza europeu, e sim a taxa de pessoas “bonitas” é alta lá, praticamente todas tem muito dinheiro, pois a própria faculdade é uma fortuna (o curso de cinema na FAAP é 2800 reais), agora se você for em faculdades mais humildes como Uninove e Unip a quantidade de negros, mulatos, pardos aumenta colossalmente e o tipo de música que as pessoas ouvem é diferente, já na USP muitas das pessoas que lá entram são pessoas de interior que tem uma educação diferente e disciplina diferente, mas deixaram de ter uma vida social muito ativa para chegar lá, ou simplesmente são imaturos mas tem uma vida social irresponsável e exagerada, não ligam para roupas, e acham que porque lá é um campus gigante e são os “Top’s” do Brasil podem estar acima da lei ou que sua voz é mais importante que a dos outros, claro, esse é o esteriótipo de cada uma, não quer dizer que são a maioria, mas são os tipos de grupo mais expressivos de cada uma.

Eu mesmo já ouvi falar que em muitas faculdades a cota não ajuda nenhum negro a mais a entrar, acabam entrando as pessoas que entrariam desde o princípio (mas não me recordo aonde), e devo dizer que com relação a elas se alguém me perguntasse se eu concordo devo dizer um sim, mas com um gigante “MAS”, pois é claro que é bom pras pessoas negras e pardas estudarem em faculdades melhores, como disse o Pedro Cardoso, a Sociedade tem uma visão da raça negra pelo contexto histórico cultural, não há como tirar isso, mas há como superar, e não digo que a cota é a melhor solução, longe disso, ela é o bandaid de uma gigantesca ferida, o melhor obviamente seria investir numa educação nova, não digo investir apenas com dinheiro, mas num novo tipo de forma de educar, como as Escolas da Suécia fazem, escolas sem paredes, sem salas de aula, dando responsabilidade pros alunos, ensinando trabalho em equipe e em algumas utilizando até video-games para ensinar, o que buscam e devem fazer é criar um ambiente não de formatação, mas de expansão do criativo humano, o mundo de ensino também deve ser visto como uma aventura, e aventuras envolvem todo tipo de coisas.

Por que aprender tem que ser chato? Fica aí a pergunta que responderei em outro post.

Massa Crítica e Mudanças Sociais: O Centésimo Macaco

Macaco Japonês da ilha de Koshima

Cerca de meio século atrás, um jovem macaco Japonês da ilha de Koshima desenvolveu o hábito de lavar suas batatas-doces. O hábito se desenvoveu por todo o restante da população de macacos. Nenhum deles está vivo atualmente, mas seus descendentes ainda lavam as batatas-doces.


Este post foi anteriormente publicado no meu blog particular, mas a audiência é   muito menor que a do Destruidor de Dogmas, e dada a natureza da mensagem  neste texto, considero muito importante que ele seja divulgado o máximo possível. 

Atualmente, em termos da primavera árabe, o poder de mudança criado pela massa crítica dos cidadãos comuns do mundo já é bem mais fácil de ser percebido. Ainda assim, vale destacar o embasamento científico do fato:

“O Centésimo Macaco” é um livro onde o autor Ken Keyes Jr. pede que se divulgue a mensagem ao maior número possível de pessoas. Transcreverei aqui trechos do livro:

(…)
“Há uma história que eu gostaria de lhe contar. Sua mensagem pode conter a única esperança de um futuro para a nossa espécie!É a história do centésimo macaco:
O macaco japonês da vem sendo observado há mais de trinta anos em estado natural. Em 1952, os cientistas jogaram batatas-doces cruas nas praias da ilha de Kochima para os macacos. Eles apreciaram o sabor das batatas-doces, mas acharam desagradável o da areia. Uma fêmea de um ano e meio, chamada Imo, descobriu que lavar as batatas num rio próximo resolvia o problema. E ensinou o truque à sua mãe. Seus companheiros também aprenderam a novidade e a ensinaram às respectivas mães. Aos olhos dos cientistas, essa inovação cultural foi gradualmente assimilada por vários macacos.
Entre 1952 e 1958, todos os macacos jovens aprenderam a lavar a areia das batatas-doces para torná-las mais gostosas. Só os adultos que imitaram os filhos aprenderam esse avanço social. Outros adultos continuaram comendo batata-doce com areia.
Foi então que aconteceu uma coisa surpreendente. No outono de 1958, na ilha de Kochima, alguns macacos – não se sabe ao certo quantos – lavavam suas batatas-doces.
Vamos supor que, um dia, ao nascer do sol, noventa e nove macacos da ilha de Kochima
já tivessem aprendido a lavar as batatas- doces. Vamos continuar supondo que, ainda nessa manhã, um centésimo macaco também tivesse feito uso dessa prática.

 

ENTÃO ACONTECEU !

O Ego é a Fonte da Atitude Altruísta?

Esse foi um debate realizado entre Vitor e Mako à respeito da pergunta: Será que a atitude altruísta, que pensa no bem do próximo, é na realidade uma forma da pessoa pensar em si mesmo, pensando mais na sua necessidade de fazer o bem do que em satisfazer o outro?

Mako Abe:
Será essa a verdadeira força motriz de uma ação altruista? Qualquer um pode afirmar que nos sentimos bem ao ajudar alguma pessoa, mas os motivos para tal são diversos, desde culpa por ser rico, ou por aliviar uma possível consciência pesada, até simplesmente se comover com a situação de uma pessoa na rua. Mas acho que olhamos essa situação apenas de forma psicológica, sentimos um desconforto ao olhar um mendigo na rua claro (muitos já estão anestesiados com a visão rotineira), mas eu acho que muitas pessoas tem a consciência que aquilo não deveria acontecer e se ele pudesse aliviar um pouco o sofrimento dele ia ser bom, mas não pelo simples fato de se sentir bem, e sim dessa pessoa perceber que mesmo que inconscientemente que nós devemos e nos ajudamos por natureza própria, somos parte da mesma raça, do mesmo organismo planetário.

Vitor Oliveira:
Bom, Essa questão é muito confusa. Posso até ter dito sem pensar, mas no geral eu concordo com essa ideia, do fundo egoísta do altruísmo, do mesmo jeito que vejo, por outro lado, um fundo altruísta do egoísmo. Gostaria, primeiro, de passarmos a limpo o que chamamos de altruísmo e de egoísmo. Vou aqui colocar minha ideia, e acho que, antes de discutirmos esse ponto, você poderia colocar a sua. Em vez de um ping-pong direto, no qual eu falo e você rebate e fala e eu rebato, podemos construir algo juntos…
Vamos lá: As duas palavras possuem o sufixo -ismo, que é usado, desde o século XIX, para criar substantivos que designam correntes ideológicas, religiosas e filosóficas. Geralmente, esse sufixo destaca a importância do radical – o trecho da palavra que vem antes dele, e o torna representante máximo de uma forma de pensamento. Assim, o marxismo lê toda nossa história através de Marx, e geralmente se esquece de outras formas de leitura, o idealismo crê no mundo das ideias como sendo o primeiro, o verdadeiro, colocando em segundo lugar a matéria.
Bom, o mesmo acontece com essas duas palavras: egoísmo destaca atitudes e comportamentos centrados no ego, no sujeito, e quando falamos em moral, se refere a uma pessoa que pensa primeiramente em si mesma e no seu bem-estar. Altruísmo seria o oposto, ou seja, o alter (outro) estaria em primeiro plano.

Eduardo Galeano, O Direito de Sonhar

Estão pra escreverem um texto mais belo que esse.

 Tradução:

“Tente adivinhar como será o mundo depois do ano 2000. Temos apenas uma única certeza: se estivermos vivos, teremos virado gente do século passado. Pior ainda, gente do milênio passado.

Sonhar não faz parte dos trinta direitos humanos que as Nações Unidas proclamaram no final de 1948. Mas, se não fosse por causa do direito de sonhar e pela água que dele jorra, a maior parte dos direitos morreria de sede.

Deliremos, pois, por um instante. O mundo, que hoje está de pernas para o ar, vai ter de novo os pés no chão.

Nas ruas e avenidas, carros vão ser atropelados por cachorros.

O ar será puro, sem o veneno dos canos de descarga, e vai existir apenas a contaminação que emana dos medos humanos e das humanas paixões.

O povo não será guiado pelos carros, nem programado pelo computador, nem comprado pelo supermercado, nem visto pela TV.

A TV vai deixar de ser o mais importante membro da família, para ser tratada como um ferro de passar ou uma máquina de lavar roupas.

Vamos trabalhar para viver, em vez de viver para trabalhar.

Em nenhum país do mundo os jovens vão ser presos por contestar o serviço militar. Serão encarcerados apenas os quiserem se alistar.

Os economistas não chamarão de nível de vida o nível de consumo, nem de qualidade de vida a quantidade de coisas.

Os cozinheiros não vão mais acreditar que as lagostas gostam de ser servidas vivas.

Os historiadores não vão mais acreditar que os países gostem de ser invadidos.

Os políticos não vão mais acreditar que os pobres gostem de encher a barriga de promessas.

O mundo não vai estar mais em guerra contra os pobres, mas contra a pobreza. E a indústria militar não vai ter outra saída senão declarar falência, para sempre.

Ninguém vai morrer de fome, porque não haverá ninguém morrendo de indigestão.

Os meninos de rua não vão ser tratados como se fossem lixo, porque não vão existir meninos de rua.

Os meninos ricos não vão ser tratados como se fossem dinheiro, porque não vão existir meninos ricos.

A educação não vai ser um privilégio de quem pode pagar por ela.

A polícia não vai ser a maldição de quem não pode comprá-la.

Justiça e liberdade, gêmeas siamesas condenadas a viver separadas, vão estar de novo unidas, bem juntinhas, ombro a ombro.

Uma mulher – negra – vai ser presidente do Brasil, e outra – negra – vai ser presidente dos Estados Unidos. Uma mulher indígena vai governar a Guatemala e outra, o Peru.

Na Argentina, as loucas da Praça de Maio vão virar exemplo de sanidade mental, porque se negaram a esquecer, em tempos de amnésia obrigatória.

A Santa Madre Igreja vai corrigir alguns erros das Tábuas de Moisés. O sexto mandamento vai ordenar: “Festejarás o corpo”. E o nono, que desconfia do desejo, vai declará-lo sacro.

A Igreja vai ditar ainda um décimo-primeiro mandamento, do qual o Senhor se esqueceu: “Amarás a natureza, da qual fazes parte”.

Todos os penitentes vão virar celebrantes, e não vai haver noite que não seja vivida como se fosse a última, nem dia que não seja vivido como se fosse o primeiro.

Dica do Leitor Carlos Henrique Franco

Story of Stuff – A História das Coisas

 

Site do Projeto: http://www.storyofstuff.org/
Scripts com Anotações e transcrição do filme 

A história das coisas (em inglês Story of Stuff) é um documentário da web sobre o ciclo de vida dos bens e serviços.

Escrito e narrado por Annie Leonard, o documental de 20 minutos apresenta uma visão critica da sociedade capitalista. Expõe as conexões entre um grande numero de problemas sociais e do ambiente, e nos convoca a todos a criar um mundo mais sustentável e justo.

O documentário se divide em 7 capítulos: introdução, Extração, Produção, Distribuição, Consumo, Resíduos e Outro Caminho.

O documentário descreve a economia de materiais, um sistema composto de extração, produção, distribuição, consumo e resíduos. Este sistema se estende com pessoas, o governo e as corporações.

A ideia principal é: Não é possível operar um sistema linear indefinidamente em um planeta finito. Tais afirmações estão apoiadas por dados estatísticos e referencias a diversos trabalhos científicos (Que não aparecem diretamente no documentário, mas podem ser consultados no script com anotações e na folha de feitos, disponível para download lá em cima do Post.)

Algumas das afirmações são:

  • …mas de 50% do dinheiro do imposto federal dos estados unidos agora é para as forças armadas…”
  • Das 100 maiores economias do planeta, 51 agora são corporações.
  • Nós (os Estados Unidos) temos 5% da população do mundo, mas consumimos 30%dos recursos mundiais e criamos 30% do lixo mundial.
  • 80% dos bosques originais do planeta foram perdidos
  • Só no Amazonas, perdemos 2000 arvores por minuto.
  • Cada um de nós, nos estados unidos, recebemos mais de 3000 avisos publicitários por dia
  • Cada um de nós nos estados unidos produz 2,04kg de lixo por dia
  • La Dioxina é a substancia mais toxica criada pelo homem conhecida pela ciência e os incineradores são as primeiras fontes de dioxina.

O documentário também cita o que Victor Lebow disse em 1955:

“Nossa economia enormemente produtiva, pede que façamos do consumo nossa forma de vida, que convertamos a compra e uso dos bens de serviço em um ritual, que busquemos nossa satisfação espiritual, nossa satisfação do ego, em consumo… nós necessitamos coisas consumidas, queimadas, substituídas e descartadas a um passo acelerado.”

Alguns dos temas mencionados no documentário são: Poluição, Custo Exteriorizado, Obsolência planificada, Publicidade, Incineração, Dioxinas, Reciclagem.

 

As Mídias Sociais Estão nos Deixando Mais Sozinhos?

As mídias sociais chegaram faz um tempo, mas a popularização da internet no celular colocou ela em outro nível, não é raro qualquer um observar as pessoas em seus celulares conversando entre si, ou com pessoas longes, mesmo em lugares públicos e sociais como bares, baladas, shopping e etc.

Tudo que é nova tecnologia segue uma ordem de reação da sociedade, isso pode variar um pouco, depende do tipo de objeto ou tecnologia disponibilizada, mas há sempre o boom incial e vagarosamente a estabilidade do uso vai chegando ou a total incorporação do “objeto” em nossa sociedade chega, podemos ver isso com as mídias sociais Facebook e Twitter, elas nasceram de um forma e com a mecânica que cabia perfeitamente em nossa época de querer estar conectado, nos iludindo com a sensação de estar com muitas pessoas, mas pesquisas falam que só está nos deixando mais sozinhos, e mentalmente/psicologicamente doentes.

Vivemos numa contradição.

Mais conectado, mais sozinho.

Facebook hoje chega aos seus 845 milhões de usuários, no último verão o facebook virou o primeiro site a receber 1 trilhão de visitas ao mês, com 2.7 bilhões de “cutir” e comentários todo o dia, e ele aparece num momento de aumento de quantidade e intensidade de solidão mundial. As pessoas se encontram menos com as outras, e quando o acontece o encontro é menos profundo e produtivo, muitas das pessoas saem com outras sem haver uma “conexão” entre elas, a qualidade da vida social está diminuindo. Há uma pesquisa nos EUA que diz que 10% dos americanos não tem ninguém para discutir assuntos que importam, 15% falam que eles só tem um Bom Amigo, 20% não tem ninguém com quem conversar, e 20% tem apenas uma pessoa confidente. Um dado interessante que mostra essa solidão é que 27%  das casas nos EUA em 2010 são habitadas por apenas uma pessoa. Continue reading

Palestra: Para onde Vamos? – Zeitgeist

Ótimo video, como se espera do Movimento Zeitgeist.

Colisão, um evento Humano

Se esses animais “colidissem”, eles seriam exterminados a muito tempo ou estariam a caminho disso.

Nós, estamos a caminho disso.

Podemos observar na sociedade que não estamos em sincronia com o mundo e nem com os elementos que a compõe, e se pararmos alguns segundos para pensar no assunto conseguimos ver claramente as coisas que incomodam, e o quais são os valores impostos por ela, e claro, nós sabemos de todos eles, mas nos deixamos ser engolidos por eles muitas vezes, apesar de termos consciência deles.

Podemos citar aqui o tanto que há dilemas morais em histórias contadas hoje em dia em séries, filmes, livros, posso citar aqui um dilema da história Os Substitutos, quadrinho e filme, no final nosso herói fica na dúvida se deve destruir todos os robôs para as pessoas começarem a viver suas vidas naturalmente denovo ou continuar com esse rumo que a sociedade tomou, que parece tão doente quanto a nossa hoje em dia.

Deixamos de ser um organismo gigante, pois valorizamos coisas individuais, solitárias, andamos em grupo pensando em nós mesmos apenas, para a maioria no final o grupo não importa mais que você. Esse sentimento só é desperto na gente em horas específicas, mas sempre está lá, e só o nosso conjunto de valores irá determinar se agiremos por nós mesmos, ou pelo grupo inteiro.

Veja a forma como olhamos esses videos, achamos isso impossível, improvável, estonteante, pois não conseguimos conceber a idéia deles (os animais) todos juntos andando num ritmo harmonioso e beirando o caos algumas vezes, mas mesmo assim tudo se encaixando, ninguém esbarrando nos outros, atropelando os outros, e pensando “cada um por si, valorizo minha vida mais que a dos outros”, é algo incrível o que conseguimos ver na natureza, algo tão sutil que mostra uma colossal falha no nosso modo de pensar.

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VIdeo: A História da Escravidão

Para ver a Fazenda é preciso deixá-la.

Feriado Bandeiras Brancas

Muito bonito o video, e com intenções muito boas, mas denovo batemos com um tópico recorrente aqui no site, há apenas o foco no sintoma.

As pessoas não fazem guerras porque gostam, elas não roubam porque gostam (talvez exista alguns casos que sim), isso é consequência de um governo, de um ambiente hostil, onde nos coloca a todo instante ao stress, e nos encurrala a cada segunda, pois temos que lutar pelas coisas que nos falam ser essenciais para a vida, mas muitas das pessoas batalham em vão por isso, e o sentimento de sobrevivência e/ou o de ter essa vida “digna” que nos vendem é que faz ter essa violência.

Nosso ambiente é tão hostil as vezes que se fôssemos animais seria algo comparado a ter um bando pequeno de bizões sendo cercado por muitos leões, é não conseguir durmir, se preocupar com o mais próximos, com a sua vida, e mesmo assim perder um pedaço de si a cada dia, estar no estado mental de defesa durante muito tempo faz muito mal para o corpo e para a mente, aposto até que já ouviram aquela frase de alguém “estou cansado, mas mentalmente cansado”.

Antigamente só se causava problemas vendendo como soluções, agora estamos imaginando soluções que não buscam ações apenas simbolos, e sou todo a favor a usar esse tipo de atitude, mas nesse caso não é efetivo. A equipe do DDD está pensando nesse assunto.

Vou citar o Batman para finalizar esse post, não adianta ele ser o melhor detetive do mundo e ser o maior bilionário da cidade ao mesmo tempo, ou arrancamos a raiz ou poda-se a árvore.

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