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Documentário: Homem Premonição – Premonition Man

Sinopse:
“O Homem das Premonições” conta a história de Christopher Robinson, uma pessoa comum, dessas que encontramos todos os dias. Ele não é um místico ou religioso, mas desde 1989 vem sendo perseguido por premonições e sonhos premonitórios regularmente.
Conhecido como o “Detetive dos Sonhos” Christopher vem tendo premonições de acidentes de avião, atrocidades terroristas e assassinatos, há mais de vinte anos.
Os sonhos começaram em 1989, quando a Inglaterra estava sofrendo com o terrorismo irlandês e vivia sob ameaça constante da organização conhecida como IRA. No primeiro sonho Christopher ficou assustado e horrorizado, ele havia sonhado com uma bomba explodindo e, mais tarde, iria ler sobre o mesmo evento no jornal do dia seguinte. Ele prontamente contatou a polícia e foi tratado inicialmente com descrença e, quando suas previsões se tornaram realidade, foi detido e acusado inicialmente pelo atentado.
Não demorou muito para que as autoridades percebessem que Christopher não era o autor do crime, mas apenas um inocente mensageiro, tentando convencê-los de que eu não era louco, e que havia tentado mudar o curso dos acontecimentos. Os sonhos raramente são simples, mas ao longo dos anos Christopher aprendeu a ler as mensagens enigmáticas e muitas vezes entender seus significados.
O Homem das Premonições” contém entrevistas com cientistas, investigadores psíquicos, psicólogos e jornalistas, que já cruzaram o caminho de Christopher e confirmaram suas premonições extraordinárias. Em Abril de 2001 Christopher, em uma tentativa de ter seu dom cientificamente testado, contatou o professor Gary Schwartz, da Universidade do Arizona. Schwartz é um cientista publicado e respeitado especialista em indivíduos que parecem ter habilidades psíquicas.
Schwartz foi cético em relação às afirmações de Christopher, mas finalmente concordou em fazer algumas experiências. Schwartz construiu uma experiência em que Christopher teria que sonhar com dez destinos durante dez dias, antes que o destino fosse escolhido por uma terceira pessoa, que os sortearia de um total de 20 possibilidades. Esses testes ficaram conhecidos como os “Experimentos do Arizona”, e foram realizados em agosto de 2001. Os resultados, que foram reconstituídos e examinadas em profundidade, são extraordinários.
“O Homem das Premonições” examina as “Experiências do Arizona”, e também premonições lúcidas e aterrorizantes de Robinson de atentados do IRA, 11 de setembro, os atentados em Londres em julho de 2007, e a morte da princesa Diana. Um filme essencial para qualquer pessoa interessada na natureza e dinâmica dos sonhos e da própria realidade.
Fonte: DocPrimus
Crítica:
Eu achei o documentário muito lúcido e sem sensacionalismo, que é o que acontece geralmente nesse tema. A interpretação do sonho como Christopher Robinson faz pode talvez servir para muita gente que ainda não sabe desse recurso. Eu mesmo já tive coincidências que pensei um pouco antes naquilo, acho que todos já tivemos, mas o que Christopher Robinson faz é algo extraordinário, com uma riqueza de detalhes absurda.
Acho interessantíssima a pergunta que os entrevistados levantaram sobre de onde e quem manda as mensagens para ele, pois se ele não as compreende de primeira provavelmente alguém as mande, já que estão pensando no fator espiritual como alavanca da premonição, mas o subconsciente está no meio do processo para dificultar as coisas. Mas uma outra visão para isso seria a que nós temos essa conexão incosciente do meio em que vivemos e quando deixamos o ego e nossas barreiras sociais de lado podemos alcançar, ou sentir a realidade sem a formatação que usamos no mundo quando estamos em estado de Vigília. Explicarei isso nos próximos posts.
Trailer (Legendado)
Dados do Arquivo:
Direção: Steve Gammond
Qualidade: TVRip
Áudio: Inglês
Legenda: Português (Embutida)
Tamanho: 699 MB
Duração: 00:55:22
Formato: AVI
Servidor: Depositfiles (DF) | Rapidshare (RS)
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Download (DF)
Download (RS):
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Sonho Junguiano

Mascara Tribal

Não sou um estudioso de Jung, porém o deveria. Creio que há muitas coisas interessante para a psicologia, filosofia, e para a vida cotidiana também. Jung se aproxima da psicanálise, creio, com a ressonância entre eles no estudo dos mitos e símbolos. Lembrem-se que Freud era um colecionador de peças antigas e um conhecedor de mitos, tanto que muitos de seus conceitos são nomeados com a inspiração da mitologia greco-romana: Édipo, Eros, Tânatos, Narcisismo…

 Mas, se por um lado Freud falou basicamente de um inconsciente pessoal, enraizado também nas heranças genéticas, Jung o extrapolou para um inconsciente coletivo, abaixo desse: há um tecido de sentidos, de símbolos universais, que atuam e influenciam nossa vida e o sentido que damos a ela. Esses são os arquétipos, que se encarnam em diversas figuras.

Lembro-me agora do único sonho junguiano que tive. Não que haja sonhos mais apropriados para cada tipo de pensamento, mas que, conforme vamos estudando psicanálise, nas linhas de cada autor, durante a universidade, ocorre um fenômeno interessante, é como se nossos sonhos ficassem mais facilmente traduzidos pela teoria que estamos vendo no momento. Mas não sei como explicar isso totalmente.

 Bom, voltando ao sonho: foi rápido, e ao acordar. Despertei pela estranheza do sonho. Era época de eleições municipais, com aquelas propagandas chatas e rápidas dos vereadores, que só tinham tempo de falarem seu número. Meu sonho foi o seguinte. Imaginem um fundo preto, e uma iluminação tipo com holofotes, debaixo para cima, dando um clima mais sombrio. Havia em destaque uma máscara, dessas tribais, do tipo como uma oval na vertical, mas com as pontas finas. Essas máscaras de tribos havaianas, que vemos nos desenhos animados. Aparecia uma legenda abaixo, como nas propagandas dos vereadores, e que era repetida pela máscara, em uma voz obscura e tenebrosa, bem forte: “Votem Ourska Persona”!

 Estranho não hehehehe… bom, vamos a interpretação que fiz, junto com minha professora na época. Há um dicionário de símbolos, que muito ajuda às análises junguianas. Nele encontramos a palavra “KA”, que se refere a uma força anterior, antiga, que rege nossas vidas, um conceito egípcio. Não me lembro direito do que estava escrito, mas era algo assim. Minha professora desmembrou o nome “Ourska” em “Ours-ka”, ours em inglês significa “nosso”. Assim, poderíamos estar falando de “nosso ka”, de uma força coletiva que nos move.

 Já persona, é um conceito de Jung famoso. Se refere àquela parte de nossa personalidade que se mostra para os outros, nossa máscara social, que oculta nosso self. Interessante minha máscara ser uma máscara tribal, e seu primeiro nome ser justo uma forma de arquétipo, pois ela mostra aquilo que pretendia ocultar…

 Bom, o que se vê com Jung é que, enquanto sujeitos, temos raízes profundas, que nos sustentam. Essas raízes nos mantém atados a um solo comum a todos, a Natureza simbólica. Há quem coloque esses arquétipos em um mundo espiritual, em uma unidade espiritual, em outro mundo. Mas eu acho que, conforme vamos mudando nossa sensibilidade para as coisas, vemos que esse horizonte de símbolos comuns está aqui mesmo, entre nós, naquilo que fazemos e no que somos. O mundo em que vivemos já nos fornece materiais para a imaginação, e nos fornece determinados símbolos: a terra, mãe, que nos sustenta e alimenta, o fogo, quente mas assutador, necessário mas perigoso, a água, refrescante, nos acolhe, o ar, tão efêmero e invisível mas tão presente… Assim, penso, antes de procurar um mundo além do nosso, precisamos ver que no nosso mundo mesmo há muita coisa inexplorada. O oculto é o que está diante dos nossos olhos, não é assim que dizem?

Palestra: Transformações da Terra – Revelando o que ninguém te conta

Apesar de algumas pessoas falarem que eu falo de conspiração, há uma diferença entre não ver os pontos óbvios e ter uma teoria maluca.

Eu já tinha visto uma outra palestra desse assunto, mas era de americanos, e eles colocaram vários tipos de informações que era “ultra secretas” e com isso você não pode tirar  a limpo, tem que ter fé no que ele fala o que com certeza faz ela perder muitos pontos de credibilidade.

Mas essa palestra do André Luiz Ruiz é boa, além do assunto a forma da construção dela é ótima, porém, nunca se sabe s tudo isso é verdade, apesar de outras pessoas seguirem o mesmo raciocinio.

Ele fala de como um cometa chamado Elenin tem interferido nas catástrofes da Terra, fala bastante sobre o que os cropcircles (circulos em fazendas na inglaterra e no mundo) querem dizer, mas tudo sem entrar na parte fantasiosa de alienigenas e blabla, e muito mais.

Eu fiquei muito feliz de ver que alguém brasileiro, espirita pesquisou esse tipo de assunto a fundo, sua palestra fala muita coisa que outra já mostrada aqui e ainda melhor do Nassim Haramein.

Espero que realmente essas informações sejam verdadeiras, ou que seus links sejam os certos, mas como ele fala no final de sua palestra, não importa se o mundo vai acabar e se vamos ser invadidos, nós nem ainda sabemos viver sem colidir um com o outro a todo instante, até então que façamos esse mínimo e não tenhamos essa mente pré apocaliptica niilista.

Site Oficial 

 

Feriado Bandeiras Brancas

Muito bonito o video, e com intenções muito boas, mas denovo batemos com um tópico recorrente aqui no site, há apenas o foco no sintoma.

As pessoas não fazem guerras porque gostam, elas não roubam porque gostam (talvez exista alguns casos que sim), isso é consequência de um governo, de um ambiente hostil, onde nos coloca a todo instante ao stress, e nos encurrala a cada segunda, pois temos que lutar pelas coisas que nos falam ser essenciais para a vida, mas muitas das pessoas batalham em vão por isso, e o sentimento de sobrevivência e/ou o de ter essa vida “digna” que nos vendem é que faz ter essa violência.

Nosso ambiente é tão hostil as vezes que se fôssemos animais seria algo comparado a ter um bando pequeno de bizões sendo cercado por muitos leões, é não conseguir durmir, se preocupar com o mais próximos, com a sua vida, e mesmo assim perder um pedaço de si a cada dia, estar no estado mental de defesa durante muito tempo faz muito mal para o corpo e para a mente, aposto até que já ouviram aquela frase de alguém “estou cansado, mas mentalmente cansado”.

Antigamente só se causava problemas vendendo como soluções, agora estamos imaginando soluções que não buscam ações apenas simbolos, e sou todo a favor a usar esse tipo de atitude, mas nesse caso não é efetivo. A equipe do DDD está pensando nesse assunto.

Vou citar o Batman para finalizar esse post, não adianta ele ser o melhor detetive do mundo e ser o maior bilionário da cidade ao mesmo tempo, ou arrancamos a raiz ou poda-se a árvore.

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