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Documentário: O Poder Do Mito / Joseph Campbell

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Sinopse:
Escritor norte-americano nascido em 1904, Joseph Campbell é considerado uma das maiores autoridades em mitologia comparada. Abordando com igual eficiência os mais variados ramos do conhecimento, seus livros descrevem com desenvoltura desde os mitos antigos e os aspectos mais complexos das civilizações primitivas, passando pelos estudos de filosofias orientais, até chegar aos símbolos mais significativos das artes e da literatura contemporâneas.
“O Poder do Mito” é o fruto de uma série de conversas mantidas entre Joseph Campbell, pouco antes da sua morte em 1987, e o destacado jornalista Bill Moyers, numa brilhante combinação de sabedoria e humor. O casamento, os nascimentos virginais, a trajetória do herói, o sacrifício ritual e até os personagens heróicos do filme Guerra nas Estrelas são aqui tratados de modo original. Ao contrário do que considera o senso comum, mito não é mentira; Campbell afirmava que os mitos são importantes instrumentos psicológicos, legados de milhares de anos de experiência que podem nos ajudar a compreender o presente e a nós mesmos.
Wikipédia (Inglês)

Documentário: Mundos Internos, Mundos Externos / Inner Worlds, Outer Worlds (2012)

Primeiramente queria falar que esse seria um dos documentários que eu gostaria de fazer, profundo, significativo, e com muita informação relevante para o mundo inteiro.
Sinopse:
Existe um campo vibratório que liga todas as coisas. Ele tem sido chamado de Akasha, Logos, o OM primordial, a música das esferas, o campo de Higgs, energia escura, e milhares de outros nomes ao longo da história. Os antigos mestres ensinavam via Nada Brahma, o universo é vibração. O campo vibratório é a raiz de toda real experiência espiritual e investigação científica. É o mesmo campo de energia que os santos, Budas, yogis, místicos, sacerdotes, xamãs e videntes têm observado olhando dentro de si mesmos. Na sociedade contemporânea, a maioria da humanidade esqueceu esta sabedoria antiga. Nós nos perdemos muito longe no reino do pensamento; o que percebemos ser o mundo exterior da forma. Perdemos nossa conexão com os nossos mundos internos. Esse equilíbrio, o que o Buda chamou o caminho do meio, o que Aristóteles chamou a doutrina do meio-termo, é o direito natural de todo ser humano. É o elo comum entre todas as religiões, e da relação entre nossos mundos internos e os nossos mundos exteriores.
“A verdadeira crise no nosso mundo não é social, política ou econômica. Nossa crise é uma crise de consciência, uma incapacidade de experimentar diretamente a nossa verdadeira natureza, e uma incapacidade de reconhecer essa natureza em todos e em todas as coisas.”
Dados do Vídeo:
Direção: Daniel Schmidt
Áudio: Inglês
Legenda: Português
Duração: 02:04:31
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Parte 1: Akasha
Akasha é o não-manifestado, o “nada” ou o vazio que preenche o vácuo do espaço. Como Einstein percebeu, o espaço vazio não é realmente vazio. Santos, sábios e yogues que olharam dentro de si também perceberam que no vazio há um poder incomensurável, uma teia de informações ou energia que conecta todas as coisas. Esta matriz ou web tem sido chamada de Logos, o Campo de Higgs, o OM Primordial e mil outros nomes ao longo da história.
Na primeira parte dos mundos interiores, vamos explorar a fonte vibratória que se estende através de todas as coisas, através da ciência da cimática, o conceito do Logos, e o conceito védico de Nada Brahma (o universo é som ou vibração). Quando percebemos que há uma fonte vibratória que é a raiz de toda a investigação científica e espiritual, como podemos dizer “minha religião”, “meu Deus” ou “minha descoberta”.

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