Tag: sapiens

Pablo Vittar e por que destruímos o que é diferente?

Yuval Hararim, autor do do Best Seller Sapiens, fala em seu livro como milhares de anos atrás quando ainda existia várias raças de ser humano, nós fazíamos apenas uma coisa quando encontrávamos outra raça, ou outro grupo, e era entrar em guerra com o diferente.

Depois da revolução cognitiva, quando aprendemos de forma simples a nos comunicar, era possível se organizar e brigar melhor, e por isso exterminamos todos as outras raças.

Ela não deixariam de existir por causa da evolução, ela foram exterminadas pelo nosso medo do diferente, por causa da disputa, da falta de consciência.

Ao contrário do que Pablo Vitar fala em sua músicas eles eram bem destrutíveis, aliás, as pessoas são destruídas até hoje por serem diferentes, vide o caso Dandara e tantos outros homossexuais ou trans que sofrem esse tipo de tratamento.

O ser humano tem um instinto natural de sobrevivência, e isso inclui os costumes, pois quanto mais harmonioso seu grupo, mais eficiente e mais fácil de compreender. Já hoje em a humanidade progride em todas as áreas, estamos constantemente abrindo espaço para ser cada vez mais, já não somos os semi animais de 32 mil anos atrás, somos uma sociedade que consegue enxergar o limite do universo, que consegue dividir as menores partículas já descobertas, que consegue transplantar cabeças, e irem fazer e ser cada vez mais coisas incríveis.

E coisas incríveis assustam, dão medo, são totalmente diferentes, e se a ideia for boa não haverá nada que pare o seu avanço, e o crescimento de seus adeptos.

Agora, o que você faz com isso? Isso que importa!

Como você reage com relação a essa mudanças?

Você se adapta ou tenta negar um avanço que você não tem poder nenhum para parar?

Quis fazer essa analogia com nossos antepassados com relação ao diferente fisicamente, mas o diferente ideologicamente também acontece.

Imagino que buscaremos a harmonia física e ideológica de toda essa revolução sexual que está acontecendo, ou melhor, que sempre aconteceu, mas agora, com uma mídia forte, ganha destaque no mundo inteiro.

Mas essa mudança deixa os desatualizado de ideias e experiências muito assustado, e infelizmente esse medo gera fuga ou violência.

Não repitamos o erros de nosso antepassados, como diria Paulo Freire, grande educador brasileiro: “Amar é um ato de coragem”

Não seja um covarde.

“Humano” é o alterego do verdeiro ser, o homo-sapiens

guarda-chuva-no-mato

Cont.

“”Humano” é o alterego do verdeiro ser, o homo-sapiens”

Sabe quem disse isso? um Humano que não gosta desse mascaramento que nos piora, pois a aceitação é o

único caminho para a verdade. Foi eu mesmo que fez essa frase, mas quando não se sabe quem é dono você engradece ela. Engraçado isso.

Gostaria de primeiro falar Por que somos humanos, esses seres criados por Humanos.

O que significa ser humano?
Significa valorizar nossa raça mais que os outros, significar ter atitudes humanistas.
Quando isso acontece?
Quando alguém mata alguém, dizemos, ” nossa que horror, que desumano”
O ser humano é além do que realmente somos, demasiado.
Pois precisamos negar nossa natureza para se encaixar nesse Status Humano.
Quando matamos animais para comer, falam que é desumano, mas confundem com anti-ético, afinal não

precisamos fazer um animal sofrer para matá-lo, animais morrem, comemos eles faz milênios.

A palavra humano se tornou muito abrangente, pois ela é quase tudo o que negamos ser.

Todos nós já pensamos em matar (Filme OldBoy e Lady vingança), ou descontar algo em alguém, ou

abortar(Filme Aborto dos Outros) ou ser a favor da eutanásia (Filme Mar Adentro), é natural se deixar

levar por sentimentos negativos, Sim devemos evitá-los, pois afinal são negativos, e tudo que fazemos de

negativos além de prejudicar os outros no prejudica também. Mas apenas negar e reprimir não é a melhor

maneira de se lidar com algo assim, ainda mais algo tão forte. A compreensão dele é a saída. Englobar o

problema e conhecer ele é diferente de reprimir, quando se conhece o problema, e se desmancha, se

desmaterializa aos poucos (livro Quando Nietzsche Chorou fala bem disso). Você só precisa tocar no ponto

fraco do problema para ele ir embora.

Sejamos sinceros, Nunca fomos Humanos.
Nosso Superego não pode ser tão forte assim.

Facebook