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FCCC, a fundação que irá trazer chuva pra São Paulo, ou pelo menos vai tentar

serra cobra coral

Sim, existe uma entidade paga pelo governo de São Paulo, e outros,  que alega poder profetizar e manipular as atividades atmosféricas, e ela tem laços com o governo há muito tempo, infelizmente.

São Paulo Realmente precisaria muito de uma chuva, estamos há meses na seca quase absoluta e nesses últimos dias conseguimos ver algo de chuva, que bom.

Esse pessoal da fundação Cacique Cobra Coral perpetua a lenda da dança da chuva, ou será que não é lenda?

Se não for o Brasil realmente precisaria bastante dela, pra vários lugares, enquanto continuamos queimar e desmatar as florestas iremos nos remediar com caciques, por que realmente é a solução mais fácil, não é mesmo?

Muitos especialistas já falam que é realmente por causa da falta de floresta, acabamos com o equilíbrio da flora e clima brasileira, e acho que talvez seja a resposta correta, afinal não tem como a gente destruir nossas terras e nunca pagar o preço por isso.

Entre no site da fundação e conheça as estórias que contam, até Sadam Husseim está nelas.

http://www.fccc.org.br/arquivo.asp

Video: As ruas são do povo, e não dos carros.

 

São Paulo está passando por algo bastante similar, estamos criando quilômetros de ciclovias causando um extremo alvoroço nas classes mais altas e bairro de elite, chegando até ao ridículo em se juntarem para pedirem rodízio para bicicletas, com frases absurdas como as seguintes:

“O engarrafamento é um patrimônio imaterial da cidade. Não podemos perder nossa identidade”, defendeu Andrea Matarazzo,

“Estão construindo cliclofaixas onde não passa bicicleta. Cadê o planejamento?”, esbravejou João Doria Junior, há 20 minutos em ponto morto na 23 de maio.

“Tirem nossa água, mas não acabem com nosso trânsito!”, sublinhou Milu Fonseca Pedrosa Smith de Vasconcellos com um megafone Gucci.

Realmente, chegamos ao fundo do poço em certas regiões de São Paulo, onde a mente humana já serviu de combustível para os motores parados nos trânsitos quilométricos.

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O Vagão Rosa, Uma Mudança Condenada ao Fracasso

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 Ontem tivemos a segunda manifestação contra o vagão rosa obrigatório em São Paulo, essa lei já existe no rio de janeiro, mas agora está vindo pra cá e já encontra muito atrito, pois além de ser uma lei ridícula não soluciona o problema das mulheres.

Nessa sociedade patriarcal as mulheres são vitimas de comentários e de toda uma necessidade criada pra elas se ocuparem apenas com sua beleza, não com sua vida e habilidades.

Vemos casos tristes como o tumblr Princesa do Busão que incentiva, mesmo dizendo que não é pra oprimir as mulheres, a muitos homens ignorantes a abusar das mulheres, mesmo que não fisicamente, só pelo fato de você carregar uma câmera pra tirar foto das pernas ou rosto de mulheres que só querem ficar tranquilas na sua ida ao trabalho ou pra casa.

Realmente a sociedade deixou de ter consciência.

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Um Olho na Bola e Outro no Spray de Pimenta

A polícia militar e o o governo de diversos estados já tem mostrado que acabarão com qualquer um, seja através da tortura, perseguição ou assassinato, que irão conter os líderes dos protestos, sejam eles quais forem, pois eles são símbolos, representam idéias, e isso até os ignorantes no poder sabem que tem um poder muito mais forte do que uma multidão reunida.

Nos jornais da primeira semana da copa foi mostrada a força totalmente exagerada usada em um homem que aparentemente estava apenas passando na rua, essa era sua intenção, e estava tomando seu suco sem camisa, quando a muralha de escudos da polícia militar visto que não existia medo em sua linguagem corporal deu o primeiro tiro, o homem ao receber o tiro em seu peito, apenas passa a mão na região de contato e limpa como se um inseto tivesse pousado nele, com indiferença.

Esse tipo de atitude visto no Tank Man da China, nos seguidores de Gandhi, a Paz guerreira, ela é assustadora para quem está no poder.

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Rolezinho Pra Ratoeira.

Não gosto de falar de temas que estão na moda, mas percebi algo falho nos comentários de muita gente, o que não é incomum hoje em dia que todos querem dar impressões de tudo.

Vemos esses dias, e o que também foi registrado no documentário Hiato há alguns anos, que o povo de classe C e D demonstra uma vontade de frequentar os mesmos lugares da classe média, esse povo (que também faz parte de nós) que vive nas bordas de nossa cidade quer se sentir parte da sociedade, o “rolê ostentação” que tanto falam é bem isso, como pode ser visto no vídeo sobre as “Rolezetes”, nesse meio se valoriza o que o Funk engrandece, que é exatamente o que a mídia tenta nos vender.

Não é só uma vontade de se ambientar na cidade.

Numa tentativa de auto-inclusão social essas crianças e adultos acabam desejando o que a classe média sem poder de questionamento quer, que é justamente obedecer os parâmetros estabelecidos pelo governo, pela mídia e pela classe alta.

E isso é algo ruim? No final, sim.

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Carta do Cacique Seattle para o Presidente dos Estados Unidos

Antes, peço para que reparem na atemporalidade do texto da carta, e veja como se encaixa perfeitamente no caso de Pinheirinho.

Em 1855, o cacique Seattle, da tribo Suquamish, do Estado de Washington, enviou esta carta ao presidente dos Estados Unidos (Francis Pierce), depois de o Governo haver dado a entender que pretendia comprar o território ocupado por aqueles índios. Faz já mais de cento e cinquenta anos. Mas o desabafo do cacique tem uma incrível atualidade. A carta:

“Como podeis comprar ou vender o céu, a tepidez do chão? A idéia não tem sentido para nós.

Se não possuímos o frescor do ar ou o brilho da água, como podeis querer comprá-los? Qualquer parte desta terra é sagrada para meu povo. Qualquer folha de pinheiro, qualquer praia, a neblina dos bosques sombrios, o brilhante e zumbidor inseto, tudo é sagrado na memória e na experiência de meu povo. A seiva que percorre o interior das árvores leva em si as memórias do homem vermelho.

Os mortos do homem branco esquecem a terra de seu nascimento, quando vão pervagar entre as estrelas. Nossos mortos jamais esquecem esta terra maravilhosa, pois ela é a mãe do homem vermelho. Somos parte da terra e ela é parte de nós. As flores perfumadas são nossas irmãs, os gamos, os cavalos a majestosa águia, todos nossos irmãos. Os picos rochosos, a fragrância dos bosques, a energia vital do pônei e do homem, tudo pertence a uma só família.

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AS-PTA

 

A AS-PTA tem como missão apoiar a construção de capacidades políticas e institucionais de organizações da agricultura familiar para que elas assumam de forma crescente o protagonismo na formulação e defesa de padrões de desenvolvimento rural que associam a equidade social, a viabilidade econômica e a conservação dos recursos ambientais.

Ao assumir para si essa missão, a AS-PTA incorpora em seu enfoque estratégico o desafio de promover transformações no mundo rural brasileiro com base nas iniciativas dos atores sociais coletivos organizados desde o âmbito local até o nacional. Desse ponto de vista, os Programas de Desenvolvimento Local da AS-PTA constituem espaços de exercício de enfoques inovadores de construção do conhecimento agroecológico orientados para a constituição de redes sociais conformadas por agricultores-experimentadores responsáveis pela emergência de projetos locais de ocupação e uso dos territórios rurais.

Com base nessa concepção estratégica, a AS-PTA coloca no seu horizonte de longo prazo a construção de uma sociedade rural assentada num forte e dinâmico setor de agricultura familiar viabilizado pelo acesso equânime aos recursos naturais e por um modelo produtivo orientado pelo paradigma agroecológico.

Atuando nas temáticas da promoção da agroecologia e do fortalecimento da agricultura familiar, a AS-PTA desenvolve programas locais na região que integra municípios do Centro-Sul do Paraná e do Planalto Norte de Santa Catarina (Sul do Brasil), no Agreste da Paraíba (Nordeste do Brasil) e na cidade do Rio de Janeiro, com o Projeto de agricultura urbana. Através da vinculação a redes da sociedade civil e da participação em diferentes espaços públicos, a AS-PTA mantém também uma presença efetiva no plano nacional.

http://aspta.org.br/

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