Tag: salário

Por que trabalhar é sofrido? Existe solução?

A palavra trabalho tem origem no latim tripalium, que significa “três madeiras” e era o nome dado a um instrumento de tortura constituído por três estacas de madeira afiadas.

Na Europa antiga, escravos e pessoas que não podiam pagar impostos eram torturados no tripalium. Assim, a palavra trabalhar
significava “ser torturado”.

A ideia de trabalho como tortura acabou sendo estendida para além do tripalium: a atividade física exaustiva de camponeses, artesãos e construtores era vista como torturante. O termo passou para o francês travailler, que significa “sentir dor” ou “sofrer” e, com o passar do tempo, o sentido da palavra passou a ser “realizar uma atividade exaustiva, dura”.

De acordo com o autor do livro ‘Sapiens’, gastávamos muito menos energia e vivíamos muito mais livremente quando éramos coletores-caçadores. A ideia de que plantar era um avanço acabou nos dando ainda mais trabalho – e não iríamos obter energia suficiente para repor esse desgaste. Isso foi evoluindo até os dias de hoje. Cada vez trabalhamos mais, por menos.

Em algumas civilizações, porém, foi possível não trabalhar – e, por isso, muitas delas floresceram.

Platão: “o cidadão deveria ser poupado do trabalho”

Aristóteles refere-se ao trabalho como atividade inferior que impedia as pessoas de terem virtude. Era algo degradante, inferior e desgastante.

Claro que eles viviam em uma era em que havia outro tipo de trabalho, o escravo, e quando você tem pessoas para fazer o trabalho braçal por você, você vai fazer coisas que te preenchem a alma, como a filosofia, artes, ou qualquer outra coisa.

No futuro próximo, a automação vai nos possibilitar não fazer o trabalho braçal, mas ainda não se sabe se ganharíamos ou não com isso, pois pensadores precisam trabalhar também, pelo menos alguns poucos, como Spinoza. Ele trabalhava com lentes e óculos. Já muitos outros nunca sentiram uma gota de suor pingando.

No futuro, teremos outro foco: não esse que simula a selva na cidade, que precisamos sofrer com o trabalho para sobreviver. No futuro, criaremos. A criatividade será nossa maior arma e maior valor.

Resta saber quão bem e quão rápido os governos mundiais perceberão isso.

Pois muita gente já está chegando a exaustão já, ou adquirindo a chamada síndrome de burnout, um sinal da escravidão moderna.

Mas a geração humanware já está chegando.

O surpreendente lado ruim de ser bonito

É praticamente impossível para a maioria de nós imaginar que ser bonito demais pode ser algo negativo, a ponto de prejudicar vários aspectos da vida de alguém.

Mas para uma dupla de psicólogas da Universidade da Carolina do Norte em Charlotte, nos Estados Unidos, que analisaram centenas de estudos sobre o assunto realizados nas últimas décadas, a beleza traz suas maldições.

Diante das evidências coletadas, Lisa Slattery Walker e Tonya Frevert perceberam que, de maneira superficial, a beleza é algo que carrega uma espécie de aura. “Quando vemos alguém com um atributo positivo, nosso subconsciente, por associação, acredita que aquela pessoa também tem outras qualidades”, explica Walker. “Isso é uma característica que identificamos nas primeiras interações de um bebê com o mundo”.

Para a Psicologia, essa associação intuitiva explicaria o fenômeno coletivo da premissa de que “tudo o que é bonito é bom”. Walker e Frevert descobriram uma grande quantidade de estudos que mostraram que alunos mais bonitos em escolas e universidades tendem a ser julgados por professores como os mais competentes e inteligentes – e isso se reflete em suas notas.

Além disso, a influência dessa premissa tende a aumentar com o passar dos anos. “Ocorre um efeito cumulativo: ao ser bem tratado, você se torna mais autoconfiante e tem pensamentos mais positivos e mais oportunidades para demonstrar sua competência”, afirma Frevert.

 

‘Efeito penetrante’

Ser bonito pode ajudar na carreira, mas mulheres tendem a ser vistas como menos competentes

 

No ambiente de trabalho, seu rosto pode realmente selar o seu destino. Considerando-se todas as variáveis, foi descoberto que as pessoas mais atraentes tendem a ganhar melhor e a subir mais rápido na carreira do que aqueles considerados fisicamente pouco interessantes.

Um estudo feito com alunos de um curso de MBA dos Estados Unidos mostrou que a diferença entre os salários dos mais bonitos e dos menos atraentes do grupo variava de 10% a 15% – o que significa um acúmulo (ou perda) de até US$ 230 mil ao longo da vida laboral. “As vantagens de uma pessoa bonita começam na escola e a acompanham durante toda a carreira”, conclui Walker.

Até nos tribunais, a beleza parece exercer seu fascínio. Réus mais bonitos têm mais chances de obter penas mais leves ou até serem absolvidos.

Da mesma forma, se aquele indivíduo que entrou com o processo for mais atraente, é para ele que a balança da Justiça tende a pender, fazendo com que ganhe seu caso e consiga indenizações maiores. “É um efeito penetrante”, define Walker.

Prejudicial à saúde

Pesquisas mostram que beleza pode intimidar e provocar inveja e isolamento

Apesar de a beleza ser algo favorável na maioria das circunstâncias, há situações em que ela ainda atrapalha. Enquanto homens bonitos podem ser considerados bons líderes, certos preconceitos de gênero costumam atrapalhar as mulheres atraentes, diminuindo suas chances de serem contratadas para cargos mais elevados, que requerem autoridade.

E, como é de se esperar, os bonitões também são vítimas de inveja. Um estudo revelou que se você é entrevistado para um emprego por alguém do mesmo sexo, corre mais risco de não ser considerado para a vaga se o recrutador achar que você é mais bonito do que ele.

Mais preocupante ainda é o fato de a beleza poder prejudicar a saúde: as doenças são encaradas com menos seriedade quando afetam os bonitões. Ao tratarem de pacientes com dores, por exemplo, os médicos tendem a descuidar das pessoas mais bonitas.

A “bolha” criada em volta da beleza também pode criar um certo isolamento. Uma pesquisa americana mostrou que as pessoas tendem a se afastar quando cruzam com uma mulher bonita na rua – talvez em um gesto de respeito, mas tornando a interação mais distante.

“O fato de uma pessoa ser atraente pode transmitir uma noção de que ela tem mais poder sobre o espaço à sua volta, mas isso pode fazer com que os outros sintam que não podem se aproximar dela”, afirma Frevert.

Um exemplo interessante disso foi a recente informação, divulgada pelo site de encontros britânico OKCupid, de que pessoas que aparecem lindas em seus perfis conseguem menos pretendentes do que aquelas cujas fotos apresentam algumas imperfeições, e, portanto, são menos intimidadoras.

 

Atalho ‘pouco confiável’

Por isso, como você pode imaginar, ser bonito ajuda, mas não é um passaporte carimbado para a felicidade.

Frevert e Walker, no entanto, enfatizam que as influências da beleza são superficiais e não estão arraigadas em nossa biologia, como alguns cientistas já sugeriram.

“Temos um conjunto completo de padrões culturais sobre a beleza que nos permite dizer se alguém é ou não atraente – e através dos mesmo padrões, começamos a associá-la com competência”, diz Walker.

De certo modo, trata-se de um atalho cognitivo para uma rápida avaliação.

“Assim como muitos dos outros atalhos que usamos, esse também não é muito confiável”, rebate Frevert.

E é relativamente fácil diminuir o impacto da beleza – por exemplo, se um departamento de recursos humanos recolher mais detalhes sobre a experiência do candidato antes de fazer uma entrevista, sem se deixar influenciar tanto por sua aparência.

Infelizmente, Frevert ressalta que concentrar-se demais na aparência também pode ser prejudicial se isso criar estresse e ansiedade – mesmo entre aqueles que já são abençoados com esse atributo. “Se você ficar obcecado com a beleza, isso pode alterar suas experiências e relações”, afirma ela.

Leia mais: Por que somos míopes?

Leia mais: Livro reúne fotos de idosos que desafiam o envelhecimento

Leia mais: É possível fazer um ‘back up’ do cérebro?

Leia a versão original em inglês dessa reportagem no site BBC Future.

Continue reading

8 Pensamentos Sobre Você e o Trabalho

clockspor Paulo Ferreira

Ultimamente não costumo escrever com freqüência sobre o tema do trabalho tradicional, comercial, aquele que se faz tendo em mente uma troca financeira por um dado esforço ou período dedicado. Primeiro, porque fiz muito isso por muitos anos. Segundo, porque vivo no Brasil, onde a realidade do trabalho comumente é tão degradante e onde é tão comum  que seja desproporcionalmente exploratória dos seres humanos que não é muito animador abordar o tema. Talvez principalmente porque, a rigor, todos os agentes governamentais e empresariais do país estão cansados de saber perfeitamente disso, mas fingem que não sabem para manter as coisas exatamente como estão, simplesmente porque esse é o modo que interessa para maximizar o lucro das empresas que financiam as campanhas políticas, os lobbies e a corrupção. Apesar dessa introdução, e a pedido de uma leitora e amiga querida, vamos ao tema.

 

1. Suas ações no mundo

As ações no mundo são como água: procuram pelos caminhos com menos obstáculos. Entender isso, significa entender que o seu tempo e as suas capacidades e talentos são como canais por onde a “água” das atividades do dia a dia escorrem.

Muitos passam o tempo a tentar evitar a água e manter os canais secos. Isso não é possível, no mundo. Para fazer isso, você deveria optar por ficar em casa e isolar-se. Se você não quer isolar-se, desista de manter os canais secos: a água VAI correr por eles. O que você PODE e DEVE fazer, é escolher QUAL água que vai pelos seus canais.

Antes de tudo, escolhendo fazer da sua vida algo que lhe preencha e deixe feliz. Sem isso, o resto é inútil. Tudo que se faz neste mundo tem problemas e exige esforço e dedicação para ser feito; qualquer coisa. Mas se você faz algo que não lhe permite sentir-se realizado, tem todos os problemas pelos motivos errados. E isso é muito frustrante. Tenha os problemas pelos MOTIVOS certos. Aí, você vai achar que vale a pena.

Quando estiver certo de que o que você faz é algo que lhe  permite sentir-se realizado, por favor, não fique sentado esperando que os outros lhe digam o que fazer. Se você escolheu, deve gostar disso. Raramente as pessoas escolhem fazer algo que elas não gostam nem fazem direito. Assim, faça. Abrace o que você faz e saia puxando.

2. Puxar é a única forma de não ser empurrado.

Se você não puxar,  se não for auto-motivado, não estiver interessado e não sair fazendo; alguém logo virá lhe empurrar e dizer o que fazer para ocupar os canais do seu tempo e energia.

Sabe qual é a coisa que todas as organizações, instituições, ONGs, empresas, start-ups de qualquer tipo mais necessitam? De alguém que saiba o que fazer e FAÇA. Mesmo que não seja perfeito. Pode dar errado? Pode. E daí? Pode dar errado de qualquer modo. Mas quase tudo pode ser consertado e corrigido. E se não puder?
E daí? Muito mais pessoas são mandadas embora pelo que DEXARAM DE FAZER.

3. Por que você está fazendo?

Antes de fazer qualquer coisa, é fundamental entender de forma clara e explícita, PORQUE você está fazendo. Se você faz algo sem saber porque está fazendo, como poderia saber se está adequado? Se é bom? Se foi bem feito? Bem feito é algo que SERVE a um propósito e colabora para resolver um problema.

E é fundamental saber PORQUE você faz algo, caso contrário, pode descobrir depois que o que você fez afetou milhares de seres; destruiu a ecologia do planeta; prejudicou, mais do que beneficiou, os outros seres que compartilham este mundo com você.

E se, apesar de SABER que o que você faz é prejudicial aos outros seres, você optar por continuar fazendo… só posso lhe desejar melhores escolhas no futuro; boa sorte e ombros fortes para quando chegar a hora da colheita… porque como já disse um sábio: “o plantio é opcional, mas a colheita, obrigatória.”

 

4. Você sabe o que você faz?

Esse é outro ponto fundamental: Há pessoas cujo trabalho é identificar problemas nas organizações. Estas, normalmente, também estão incumbidas de propor soluções.

Há outras pessoas cujo trabalho é IMPLEMENTAR as soluções. Não há demérito nenhum nisso, e a quem vai implementar também cabe questionar e contribuir, fazer o seu melhor. Se você não QUER e não é feliz implementando as soluções pensadas por outras pessoas, procure outro trabalho, onde você possa ser a pessoa designada para identificar problemas e propor soluções.

MAS quando alguém designado para IMPLEMENTAR soluções passa todo o tempo IDENTIFICANDO problemas… naturalmente, não está fazendo o seu trabalho.

 

5. Você trabalha POR seus resultados, mas PARA o bem de outros.

A razão do que você FAZ precisa estar ligada a ALGUÉM. Mas não a VOCÊ. Na maioria das profissões, você faz algo PARA alguém. Portanto, se você está sentado na sua mesa de trabalho, pensando no que fazer para SI MESMO, obviamente está TUDO errado.

Não é para você mesmo, nem deveria ser. Há alguém que deve ser BENEFICIADO pelo seu trabalho: outro ser humano, ou a pessoa que recebe o produto ou usa o serviço, ou os seus colegas que precisam do seu trabalho feito para fazer o deles. Sim, pois é: quando estamos trabalhando, devemos nos concentrar na solução de problemas. O objetivo não é que você esteja servindo a si mesmo. O objetivo é que esteja servindo a outrem. (Fique tranqüilo: mais adiante no texto vou voltar ao SEU tempo, que é imensamente importante)

Mas quando qualquer um esquece que está, no tempo do trabalho, SERVINDO como MEIO para a solução dos problemas … começa a dar tudo errado, porque ao invés de resolver os problemas, a pessoa prefere fugir deles. Se você quer fugir de problemas, fique em casa, embaixo do cobertor. Pode não te levar muito longe, mas terá sido a sua escolha. Mas se você decidiu trabalhar, entenda: este é o tempo da sua vida dedicado a ser MEIO para SOLUÇÃO dos problemas dos outros.

Entenda o que é pedido a você que faça. Se não entendeu bem, pergunte de novo, e de novo, até entender. Se achar que NÃO pode fazer isso, não faça, vá cuidar da vida em outro lugar. Mas se entendeu; e se o seu papel é fazer: não fuja, não finja, não protele, FAÇA.

6. Porque você sai de casa e vai ao trabalho?

Mesmo que você ame o que faz, você faz porque tem objetivos SEUS, para a sua vida, que quer realizar. Para as pessoas que precisam trabalhar por um pagamento, o trabalho é (também) um meio de obter recursos para realizar OUTRAS coisas que querem na vida.

Veja: todos os seus colegas fazem EXATAMENTE a mesma coisa, exatamente pelo mesmo motivo. Eles não vão ao trabalho pra atrapalhar os seus planos. Eles não vão lá para prejudicar os clientes. Eles não vão lá porque o chefe quer. Eles vão porque querem algo da vida. E se todos puderem apenas fazer a sua parte e não atrapalhar a parte do outro, certamente a vida de todos fica muito mais simples.

 

7. Finalmente, sobre o SEU tempo

O momento de servir a si mesmo é quando você está cuidando da sua vida pessoal. E é FUNDAMENTAL fazer ISSO durante o tempo dedicado à sua vida pessoal. Ela não pode ser negligenciada.

Se nem você quer cuidar de si mesmo, como pode esperar que alguém mais queira? CUIDE muito bem da sua vida pessoal e jamais aceite viver de um modo que não permita cuidar de si e de quem você ama. Ninguém vai lhe dar sua vida de volta, ninguém vai lhe dar de volta os dias que já foram. Sim, pode haver exceções, emergências, momentos onde isso não é possível.

Mas você ainda sabe o que é uma exceção?

8. Exceção é EXCLUSIVAMENTE algo que acontece tão ESPORADICAMENTE que não pode ter uma freqüência identificada.

Se algo acontece semanalmente, não é uma exceção. Temos revistas semanais há décadas. Você chamaria o fato da revista semanal sair no próximo domingo de EXCEÇÃO? Se algo acontece mensalmente, também não é uma exceção: você recebe seu salário todo mês. Chamaria o fato dele cair na sua conta de “uma exceção”?

E muito definitivamente: o que acontece várias vezes por mês ou por semana, mas é chamado de exceção apenas porque é “imprevisto” NÃO pode ser qualificado como exceção. A completa falta de planejamento que domina a quase totalidade das organizações brasileiras faz com que, aqui, praticamente TUDO seja imprevisto. Se você trabalha, no Brasil, numa organização que é diferente disso, parabéns: ela é justamente a EXCEÇÃO que confirma a regra.

Para o bem de quem precisa trabalhar; o trabalho jamais acaba – nós é que paramos num dado momento e retomamos no dia seguinte. É assim, e só assim que funciona, em qualquer lugar do mundo, exceto nos sistemas escravagistas; oficialmente banidos da sociedade desde o século 19. Mas que continuam acontecendo, até mesmo disfarçados de “trabalho intelectual” em prédios envidraçados, enquanto houver pessoas dispostas a se submeter a eles. (SIM, esta é a parte mágica: no exato dia em que ninguém mais se submeter a isso, esse capítulo degradante da humanidade estará encerrado. Obviamente que o “esquemão” vai sempre tentar lhe convencer de que não é possível ser de outro modo, porque se você acordar para esta mentira, isso compromete o próprio lucro do “esquemão”)

Novamente: Exceção é algo que acontece tão ESPORADICAMENTE que não pode ter uma freqüência identificada.

Qualquer coisa que acontece toda semana ou todo mês e lhe exige abandonar a sua vida por períodos diferentes da carga horária originalmente combinada não se chama exceção. Chama-se mentira mesmo.

 

Como Polítcos vivem na Suécia

As pessoas são corruptas por natureza, trabalham esse defeito durante a vida, ou se corrompem ao ver uma oportunidade fácil de sair ganhando? Talvez um pouco de todas essas opções.

Devo dizer que existem modos para acalmar o espírito até da pessoa mais provável de se auto-corromper, e no caso da política o controle do dinheiro, liberdade de acesso, falta de futilidades levam pessoas sérias a serem representadas, pois não há como uma pessoa dessa se corromper, pois como mostra nos vídeos algumas trabalham de graça e/ou em casas muito pequenas, sem luxo total, e o melhor, os casos de escândalos no país são coisas ligadas a comprometimento e respeito com o dinheiro público, o que ajuda demais a criar uma “linhagem” de políticos honestos e sérios.

Uma pena esses videos/pesquisas não terem impacto no sistema político do Brasil, pois ainda temos a idéia conjunta de que “temos que nos dar bem”, e no fundo muitos brasileiros fariam o mesmo ao ver tamanha falta de fiscalização com os gastos públicos e mordomia desnecessária para com o representantes do país.

Não há mudança de lei se não há mudança de consciência.

Pelo menos deveria ser assim, se não a lei ficaria apenas algo arbitrário que não faria sentido para a mente do cidadão comum, não o  educando como conseqüência.

Video de Gastos com políticos no Brasil e no Mundo

Facebook