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O Silêncio pode ser a melhor conversa que você terá hoje

Na hora do chuveiro temos idéias incríveis, antes de dormir também, outro momento em que as idéias surgem são nas férias ou numa viagem, mas por quê?

Todos são momentos de reflexão, introspecção, de silêncio .

O que é a ausência de som, palavras, mensagens para você, vindos de fora é na verdade uma ponte construída para a sua criatividade, seu inconsciente.

Recebemos as mensagens de dentro que tanto repondiamos como ocupado, o mundo físico sempre tinha mais importância, mas teria mesmo no final das contas?

Meditar muitas vezes nos é dito que seria a ausência de pensamento, mas na verdade ela pode ser vista como silenciar o exterior, pois trazemos para a cama ou para o nosso momento sozinho toda a rotina e hábitos do mundo físico e emocional.

São poucas as chances que damos para termos uma conversa com nós mesmos, recebemos informações e insights grandes nesses momentos e devem ser valorizados.

Um caso interessante é o do Leonardo da Vinci, ele costumava dormir/relaxar 15 minutos a cada uma hora, pois entendia os benefícios do silêncio no seu trabalho e nos estudos.

A rotina de sobreviver na cidade pode te privar desse momento precioso que todos deveríamos ter no dia a dia, mas é bem possível alcança-lo em poucos minutos, como disse, momentos naturais em que ele acontece é no banho e antes de dormir.

Procure aquele momento do seu dia em que é possível tirar 5 minutos isolado, para apenas deixar fluir, sem preocupações, apenas respirando, esse é o momento de você se recuperar, e claro, não tenha pressa, ansiedade não é bem vinda aqui.

A viagem de ônibus para casa, o esperar do almoço chegar, no seu dia existem milhares de pequenas janelas utilizáveis para se recarregar/reconectar.

Comece a tentar, mas faça um plano, um desafio para se empenhar, tente durante um mês achar quais são essas janelas, e comece a utiliza-las.

Quando você menos perceber você vai ver o quanto se comunica quando se está em silêncio.

Somos todos Pavões apaixonados pelas nossas próprias caudas

Somos quem nós somos, mas o que mais somos?

Todos temos características, personalidades, estilo, preferências, movimentos, muitas coisas diferentes.

Ao nos enxergarmos como indivíduos percebemos que somos nós mesmo, não nos confundimos com outros, apesar de muitas vezes encontrarmos pessoas parecidas.

Mas o mundo não é apenas nosso reflexo na superfície de um lago como Narciso viu, somos também o que os outros vêem, somos muitas vezes o que não somos para os outros.

Proposital?

Sim e não.

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Reflexões ao final de mais um Ano

A vida é parecida com um jogo de xadrez. Cada movimento conta, cada peça cumpre um papel numa estratégia maior, desenhada para um objetivo. Cada movimento tem um valor muito relativo, visto isoladamente. É no conjunto, e somente ao final da partida, que se percebe que um movimento aparentemente trivial, lá no início ou no meio do jogo, criou as condições para a vitória. Ou pôs tudo a perder, a partir dali. Entretanto, envolvidos demais com cada lance, muitos perdem a visão de conjunto. E tratam o xadrez da vida como se fosse um jogo de dados, onde decide-se resultados em poucos segundos, a cada vez que se joga. No xadrez da vida, é claro que cada movimento conta, e merece atenção e respeito. Como degrau; como passo, em direção a um objetivo maior. Mas de modo algum como resultado em si mesmo. Tantas vezes algo parece trágico, somente para revelar-se cômico seis meses depois. E o que são seis meses? Fechados num olhar estreito, pequeno, tantos apavoram-se com problemas que parecem terríveis, insolúveis naquele instante em que estão sendo vividos. Estes mesmos, meses depois, riem de suas próprias atitudes e preocupações, tão sérias DURANTE, tão absolutamente pueris; depois.

Disputamos algo parecido com a Copa do Mundo, só que todos os jogos são consigo mesmo. O desafio é SEMPRE vencer a si mesmo, e os seus limites, nada mais. Nesse torneio, cada jogo é fundamental, porque são estes que permitem que se avance para a próxima fase. Mas somente o resultado geral pode realmente ser considerado um título. Até o último minuto da última partida, o resultado está aberto e você não sabe se será vencedor sobre si mesmo. A glória de uma goleada, lá no início da competição, pode mudar completamente de significado diante de uma derrota terrível no último jogo. A história não é feita apenas uma vez. Ela é revisitada, de acordo com tudo que acontece no futuro. A condenação recente de políticos famosos no Brasil mostrou que enquanto se está vivo, sempre há tempo para alcançar a glória ou colocar tudo a perder.

E mesmo depois da morte, as coisas seguem sendo reavaliadas pela luz dos acontecimentos no mundo. O herói de ontem pode ser mal avaliado pelos anos futuros. Quantos filmes você viu, interessantíssimos, foram estragados por um final descabido? A rigor, até que termine, você não sabe que filme está vendo. Porque a avaliação real não acontece durante. Só DEPOIS, só importa a avaliação quando acaba.

E quando acaba a partida, o filme, a vida; o que importam os números, o saldo de gols ou o saldo no banco, os carros na garagem ou a cobertura de luxo? Essa avaliação das coisas só interessa ao espólio; aos que ficam. Ao avaliado, àquele que fechou seu ciclo, o que interessa não está mais aqui. O que interessa é o que foi feito, o que foi vivido, o que foi realizado, o amor que se teve e o amor que se deu. O que interessa é o que foi compartilhado.

Na avaliação que se faz no durante, Van Gogh foi um fracasso e jamais vendeu um único quadro. Na avaliação de seu pai; Albert Einstein foi um funcionário público medíocre, o que era bastante coerente com as notas sem brilho que ele obteve na escola. Tudo que Einstein fez de importante aconteceu depois da morte do pai. Por esses dois exemplos extremos, fica claro que as avaliações terrestres são absolutamente precárias, incompletas e de um significado pífio, para dizer o mínimo.

O teste do tempo vai muito além de algumas dezenas de anos que compõem uma vida. As repercussões de qualquer vida vão muito além daquilo que se observa durante o seu desenrolar. As decisões que tomamos podem afetar muito mais amplamente do que imaginamos à primeira vista, nesse nosso tempo precário chamado “durante”.

Aos que tem certeza absoluta de que nada há além da matéria; confesso que não imagino o que possa importar, e provavelmente nem posso contribuir com algo que lhes interesse. Mas para aqueles que acreditam que “Somos seres espirituais vivendo uma experiência na matéria”; para os que crêem em qualquer espécie de transcendência; cabe bem esta reflexão ao final de mais um ciclo de um ano, buscando as questões efetivamente importantes; não as transitórias e passageiras:

Quanto do seu tempo e da sua vida foi efetivamente bem aproveitado este ano? Quanto de seu tempo foi dedicado ao que realmente importa, e quanto foi usado contando moedas e brigando por amendoins? Quanto tempo você dedicou àqueles que contarão, aqui, a sua história, quando você houver partido? Quanto tempo dedicou a conhecer a si mesmo, que, afinal, é o único que poderá contar a sua história, DEPOIS daqui? Você terá uma boa história para contar? Ou apenas uma enorme lista de justificativas?

Se a sua história terminasse agora, quantos testemunhariam o seu valor, a sua verdade e a sua contribuição? E quantos, talvez piedosamente, diriam apenas “nada a declarar”?

Ao fechar este ano, você terá jogado 365 lances neste tabuleiro de xadrez. Nada estará decidido, e sua partida continuará aberta para mais 365 lances em 2014.

A cada dia do ano novo, o sol vai nascer de novo e dizer:
– Sua vez.

Por Paulo Ferreira <[email protected]>

VIdeo: A História da Escravidão

Para ver a Fazenda é preciso deixá-la.

Destruidor de Dogmas no Facebook

Pra quem não sabe o Destruidor de Dogmas está no Facebook, criamos uma página lá faz um mês para divulgarmos os posts e principalmente as imagens da parte Verdade Conveniente do site, que tem o formato que o facebook mais responde.

Peço para que todos Curtem a página para conseguirmos atingir o maior número de pessoas com o site, e com as informações e reflexões que saem dele, logo mais estaremos criando ações conjuntas com algumas ongs, vendendo camisetas com as idéias que divulgamos aqui, e fazendo videos, intervenções e campanhas publicitárias, mas tudo isso está muito verde ainda, mas já começamos esse trabalho de conscientizar os outros e estamos tendo ótimas respostas.

Espero que todos os leitores possam divulgar o que falamos para quem está aberto a escutar novas idéias, e que convidem gente lá na página do facebook para podemos continuar o trabalho que já tem um pouco mais de 2 anos de vida.

Muito mais do que dar informação e reflexão, queremos criar a cultura de que tudo isso pode ser usado em nossas vidas, a sabedoria tem que ser prática.

Wingmakers: Manifesto do Soberano Integral

Não há um espaço mais sagrado ou poderoso que outro.

Não há um ser mais espiritual que outro.

Não há nada mais divino que outro.

Não há ferramenta ou técnica que aceleram a abertura da consciência.

Não há verdade que possa ser escrita, falada, ou pensada, a menos que seja concebida e expressada através da Linguagem da Unidade.

A Primeira Fonte transcende a Totalidade.

Todos os fragmentos de filosofia, ciência, e religião, mesmo quando unificadas, representam apenas uma fração da realidade Os mistérios do seu mundo nunca serão entendidos por investigações que se baseiam na linguagem da mente Perfeição é um conceito da totalidade que é mal entendida.

As condições de paz, beleza, amor, e segurança são simplesmente sinalizadores da totalidade, assim como também são seus opostos.

Viver na Perspectiva de Totalidade é valorizar todas as coisas como elas realmente são e testemunhar a unidade de sua expressão.

Nem um ser precisa de conhecimento além de sua inigualável Perspectiva da Totalidade . Não existe hierarquia. Há somente AQUELE QUE TUDO É . Não há modelo de existência fora do modelo de auto criação.

A Liberdade Verdadeira é o acesso para a Primeira Fonte.

Um ser não pode estar perto da Primeira Fonte a não ser na existência de um momento .

O ser soberano e a Primeira Fonte são reais .

Ter um corpo físico não o limita, da mesma forma que uma águia por ter pernas não deixa de voar.

Todas as condições da existência são facetas de uma condição da realidade de auto criação ilimitada.

Não existe caminho para a Primeira Fonte.

Ciclos de nascimento, evolução, crescimento/declínio e transformação, são todos limites da mesma premissa de separação no tempo linear.

A harmonia oculta é encontrada na alegria, enquanto o óbvio traz indiferença.

Quanto mais você conhece a Verdade, mais profunda será convicção que a verdade deve existir.

O entendimento do mundo é diretamente proporcional ao conhecimento do Self.

Nota: Gostaria de falar que apesar de achar isso tudo fascinante e concordar com muitas de suas frases e pensamentos, até o momento não me encontro convencido de toda usa história, mas não é por causa disso que deixarei de divulgar e dar reflexões as pessoas sobre esse Ser.