Tag: racismo

Documentário: Os palestinos nos livros escolares de Israel (Como se faz a desumanização de um povo)

A culpa não é dos judeus, mas sim dos sionistas, das pessoas que possuem o poder em Israel e fazem essa lavagem cerebral que é extremamente semelhante com a que os EUA fizeram com Comunistas, chamando de “The Evil/O Mal”.

A Visão Distanciada da Sociedade


Pedro Cardoso – Cotas


Curta – Nada a Declarar

Esses dois videos conseguem costurar um discurso que está presentíssimo na sociedade, e não é de agora, o falar sobre algo que você não tem a mínimo noção do que seja, como tudo desse pra aprender através de livros, internet e a observação apenas, é preciso experienciar.

Hoje é normal escrever num site sobre situação adversas, ou comportamentos, mesmo que você não esteja lá para ver, as pessoas querem dar o seu parecer, como se fosse necessário as pessoas ouvirem, tomando pressupostos que aquilo que ele pensa é importante, muitas vezes não o é, esse texto mesmo não tem o intuito de mudar tudo, mas sim parar e refletir. Por mais que intelectuais possam fazer textos bonitos eles não tem a menor idéia do que é ser pobre, negro, ou mesmo gay, há sim uma visão implantada pra não dizer em todas as pessoas, na maioria das pessoas sobre esse tipo de pessoa, que aliás, é ridículo se referir alguém por esses fatores, mas infelizmente acontece, nos distraímos pelas coisas que menos querem dizer sobre alguém.

Tomamos pressupostos que negros ouvem pagode e samba e são pobres, pessoas brancas bonitas são burguesas, realmente o dia-a-dia as vezes nos diz isso, mas devemos nos educar nessa parte. Podemos citar paralelamente as faculdades de São Paulo com símbolo máximo do como a sociedade nos mostra o lugar de cada um na sociedade, comecemos pelas faculdades mais burguesas, FAAP, ESPM e Mackenzie, as pessoas que estudam lá se vestem de um jeito específico na sua maioria, homens de camiseta pólo e mulheres com roupas pra sair praticamente, todos seguem um padrão de beleza europeu, e sim a taxa de pessoas “bonitas” é alta lá, praticamente todas tem muito dinheiro, pois a própria faculdade é uma fortuna (o curso de cinema na FAAP é 2800 reais), agora se você for em faculdades mais humildes como Uninove e Unip a quantidade de negros, mulatos, pardos aumenta colossalmente e o tipo de música que as pessoas ouvem é diferente, já na USP muitas das pessoas que lá entram são pessoas de interior que tem uma educação diferente e disciplina diferente, mas deixaram de ter uma vida social muito ativa para chegar lá, ou simplesmente são imaturos mas tem uma vida social irresponsável e exagerada, não ligam para roupas, e acham que porque lá é um campus gigante e são os “Top’s” do Brasil podem estar acima da lei ou que sua voz é mais importante que a dos outros, claro, esse é o esteriótipo de cada uma, não quer dizer que são a maioria, mas são os tipos de grupo mais expressivos de cada uma.

Eu mesmo já ouvi falar que em muitas faculdades a cota não ajuda nenhum negro a mais a entrar, acabam entrando as pessoas que entrariam desde o princípio (mas não me recordo aonde), e devo dizer que com relação a elas se alguém me perguntasse se eu concordo devo dizer um sim, mas com um gigante “MAS”, pois é claro que é bom pras pessoas negras e pardas estudarem em faculdades melhores, como disse o Pedro Cardoso, a Sociedade tem uma visão da raça negra pelo contexto histórico cultural, não há como tirar isso, mas há como superar, e não digo que a cota é a melhor solução, longe disso, ela é o bandaid de uma gigantesca ferida, o melhor obviamente seria investir numa educação nova, não digo investir apenas com dinheiro, mas num novo tipo de forma de educar, como as Escolas da Suécia fazem, escolas sem paredes, sem salas de aula, dando responsabilidade pros alunos, ensinando trabalho em equipe e em algumas utilizando até video-games para ensinar, o que buscam e devem fazer é criar um ambiente não de formatação, mas de expansão do criativo humano, o mundo de ensino também deve ser visto como uma aventura, e aventuras envolvem todo tipo de coisas.

Por que aprender tem que ser chato? Fica aí a pergunta que responderei em outro post.

Jane Elliott – Olhos azuis (Blue eyed) – Legendado


Parte 2
Parte 3
Parte 4
Parte 5
Parte 6
Parte 7
Parte 8
Parte 9 

Pode parecer maldade ao olhar menos atento, mas essa é uma hora de transformação colossal na vida dessas pessoas do workshop e das crianças da 3ª série. Crianças e essas pessoas que estão dispostas a ouvir podem sofrer esse tipo de choque de realidade, essa pontada na ferida escondida como no caso da mulher bonita da Parte 9 do video, e o fato dela chorar não é porque a Jane foi maldosa demais, exatamente o oposto, a mulher loira bonita sentiu uma tamanha verdade nisso, aliás, isso deveria ser um medo constante dela que ela começou a chorar e refletir sobre isso, esse momento é o que Soren Kierkegaard chama de O Salto.

“Boas ações logo são punidas”

“Eu transcendia minha cor”

“O Clima que você cria na sua sala com seu exercício me faz lembrar o clima criado pelos nazistas contra os judeus na Alemannha”

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