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Documentário: Potes, Panelas e Outras Soluções / Pots, Pans and Other Solutions (2012)

Soluções para um país a sair da crise financeira.
A Islândia é um dos países periféricos da Europa Ocidental mais duramente atingidos pela crise financeira (entenda por que no documentário Inside Job), assim como a Grécia, a Espanha e Portugal. Mas com uma grande diferença: em vez de ajudar os banqueiros que faliram o país, decidiram prendê-los, para isso o povo se uniu, criou o chamado Movimento Cívico, tirou os políticos do poder, realizou uma constituinte popular, questionou o modelo representativo viciado, as medidas de ajustes fiscais impostas pelo FMI e Banco Mundial e a corrupção que dominava o país a favor dos bancos.
Iniciou dessa maneira o que mais a mídia oligopolista teme: a Democracia Direta.
Por essas razões, a Islândia provavelmente será o primeiro país a sair da crise. E por estas mesmas razões, todas essas intensas movimentações e manifestações sociais que aconteceram no país não foram divulgadas na imprensa tradicional.

Iranianos, Nós Te Amamos!

Esse é um tipo de ação que valorizamos muito, e que falta no mundo, a próxima fase do site seria pensar esses tipos de pensamento, divulgação, frases, ações para atingirmos de outras maneiras outros públicos.

 

Por isso queria convocar designers que se interessariam por tal trabalho, estamos pensando em fazer camisetas e juntar algumas pessoas para pintar lugares, eu mesmo já tenho uma lista de idéias, mas podemos construir isso juntos. Estamos tendo muitas visitas e aumentando e seria ótimo começarmos algo do gênero.

Comente deixando o seu email se você conhece alguém ou se pode ajudar de alguma maneira.

A Visão Distanciada da Sociedade


Pedro Cardoso – Cotas


Curta – Nada a Declarar

Esses dois videos conseguem costurar um discurso que está presentíssimo na sociedade, e não é de agora, o falar sobre algo que você não tem a mínimo noção do que seja, como tudo desse pra aprender através de livros, internet e a observação apenas, é preciso experienciar.

Hoje é normal escrever num site sobre situação adversas, ou comportamentos, mesmo que você não esteja lá para ver, as pessoas querem dar o seu parecer, como se fosse necessário as pessoas ouvirem, tomando pressupostos que aquilo que ele pensa é importante, muitas vezes não o é, esse texto mesmo não tem o intuito de mudar tudo, mas sim parar e refletir. Por mais que intelectuais possam fazer textos bonitos eles não tem a menor idéia do que é ser pobre, negro, ou mesmo gay, há sim uma visão implantada pra não dizer em todas as pessoas, na maioria das pessoas sobre esse tipo de pessoa, que aliás, é ridículo se referir alguém por esses fatores, mas infelizmente acontece, nos distraímos pelas coisas que menos querem dizer sobre alguém.

Tomamos pressupostos que negros ouvem pagode e samba e são pobres, pessoas brancas bonitas são burguesas, realmente o dia-a-dia as vezes nos diz isso, mas devemos nos educar nessa parte. Podemos citar paralelamente as faculdades de São Paulo com símbolo máximo do como a sociedade nos mostra o lugar de cada um na sociedade, comecemos pelas faculdades mais burguesas, FAAP, ESPM e Mackenzie, as pessoas que estudam lá se vestem de um jeito específico na sua maioria, homens de camiseta pólo e mulheres com roupas pra sair praticamente, todos seguem um padrão de beleza europeu, e sim a taxa de pessoas “bonitas” é alta lá, praticamente todas tem muito dinheiro, pois a própria faculdade é uma fortuna (o curso de cinema na FAAP é 2800 reais), agora se você for em faculdades mais humildes como Uninove e Unip a quantidade de negros, mulatos, pardos aumenta colossalmente e o tipo de música que as pessoas ouvem é diferente, já na USP muitas das pessoas que lá entram são pessoas de interior que tem uma educação diferente e disciplina diferente, mas deixaram de ter uma vida social muito ativa para chegar lá, ou simplesmente são imaturos mas tem uma vida social irresponsável e exagerada, não ligam para roupas, e acham que porque lá é um campus gigante e são os “Top’s” do Brasil podem estar acima da lei ou que sua voz é mais importante que a dos outros, claro, esse é o esteriótipo de cada uma, não quer dizer que são a maioria, mas são os tipos de grupo mais expressivos de cada uma.

Eu mesmo já ouvi falar que em muitas faculdades a cota não ajuda nenhum negro a mais a entrar, acabam entrando as pessoas que entrariam desde o princípio (mas não me recordo aonde), e devo dizer que com relação a elas se alguém me perguntasse se eu concordo devo dizer um sim, mas com um gigante “MAS”, pois é claro que é bom pras pessoas negras e pardas estudarem em faculdades melhores, como disse o Pedro Cardoso, a Sociedade tem uma visão da raça negra pelo contexto histórico cultural, não há como tirar isso, mas há como superar, e não digo que a cota é a melhor solução, longe disso, ela é o bandaid de uma gigantesca ferida, o melhor obviamente seria investir numa educação nova, não digo investir apenas com dinheiro, mas num novo tipo de forma de educar, como as Escolas da Suécia fazem, escolas sem paredes, sem salas de aula, dando responsabilidade pros alunos, ensinando trabalho em equipe e em algumas utilizando até video-games para ensinar, o que buscam e devem fazer é criar um ambiente não de formatação, mas de expansão do criativo humano, o mundo de ensino também deve ser visto como uma aventura, e aventuras envolvem todo tipo de coisas.

Por que aprender tem que ser chato? Fica aí a pergunta que responderei em outro post.

Porque votar nulo? Questionem-se, inovem!


É óbvio que se 50% mais um votarem nulo a eleição não será anulada. Alguém achou que o sistema abriria uma brecha dessas? Não votamos nulo para anular uma eleição, isso apenas adiaria a escolha de um representante, votamos nulo porque não acreditamos neste sistema e não queremos tomar parte dele, existem propostas melhores do que a política representativa, como a democracia direta e a auto-gestão.

Desde pequenos somos educados nas escolas e igrejas que votar é exercer nosso papel como cidadão. Ensinam-nos a respeitar os limites políticos, a nação, a pátria e todos seus símbolos como bandeira e hino, a respeitar a figura do soldado e a do policial de modo que passamos a ver nosso país como algo “sagrado”, um senso comum que raras pessoas ousam questionar. Mesmo quando as coisas não vão bem, quando há corrupção, ainda assim os valores nacionalistas implantados falam mais alto, fazendo com que toda a revolta do povo seja amenizada ou redirecionada aos líderes e representantes. Então vem a idéia: vamos livrar nossa pátria amada dos terríveis corruptos, vamos reformular todas as leis e tornar nossa nação um lugar melhor. Essa é a idéia de muitos que acreditam estar lutando por uma revolução, mas existe uma grande diferença entre revolução e reforma!

O problema não são os corruptos, o problema é a nação, é a pátria, é o sistema! O nacionalismo é um modo astuto de manter o sistema de pé, ele faz com que acreditemos que não existe outra forma de viver senão seguindo uma nação, senão elegendo um representante. Isso foi muito bem arquitetado pelo sistema e é deste modo que eles te manipulam a acreditar que seu papel nesta sociedade se resume em votar e policiar os candidatos para ver se eles fazem tudo que prometeram. Nem se eles fizessem tudo que prometem, um candidato pertence a um partido, defende interesses de uma parte da população, não da população, mesmo se exercer um bom papel de representante, não representa a todos! É um sistema de luta e embate, um sistema onde partidos batalham pelo poder, um sistema onde a vontade de um grupo tenta massacrar a vontade de outro grupo e o seu voto é a força motriz das engrenagens deste sistema podre!
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Site Zaanga – Mobilizando contra a falta de Respeito das Empresas

 

Um site com o único intuito de unir as pessoas descontentes com os serviços oferecidos pelas diversas empresas que somos dependentes para conseguir o que precisamos e fazer delas uma voz só com muito mais força.

Esperemos que algo mude com isso.

Confúcio Fala Sobre Governo

Chi K’ang Tzu perguntou a Confúcio sobre o governo, dizendo:” O que o Mestre pensaria se, para chegar mais próximo àqueles que seguem o Caminho, eu matasse aqueles que não seguem?”

Confúcio respondeu: “Qual a necessidade de matar para administrar um governo? Apenas deseje o bem e o povo será bom. A virtude do cavalheiro é como o vento; a virtude do homem comum é como grama. Que o vento sopre sobre a grama e ela com certeza se dobrará“. (XII.19)

Explicando O Sistema da Reserva Federal

A Criatura da Ilha Jekyll – O Sistema da Reserva Federal

Transcrição de uma palestra proferida por G. Edward Griffin, com base em seu livro The Creature from Jekyll Island — A New Look on the Federal Reserve. Quem cria o dinheiro? De onde ele vem e para aonde vai? Os segredos dos magos do dinheiro são revelados. Examine de perto os espelhos, as máquinas de fumaça, as roldanas, rodas dentadas e polias que criam a grande ilusão chamada dinheiro. Longe de ser uma leitura árida e maçante, este artigo o deixará fascinado logo nas primeiras páginas. Parece uma história de detetive, mas é tudo verdade. A criação do Sistema da Reserva Federal, uma parceria entre o governo americano e um cartel de grandes bancos internacionais, é uma das maiores fraudes da história. Está tudo explicado aqui: a causa das guerras, dos ciclos de expansão e crises, inflação, depressão e prosperidade. Griffin expõe o problema do dinheiro fajuto, criado a partir do nada, por um passe de mágica, que ele chama de “Mecanismo Mandrake”. Após ler este artigo, sua visão do mundo mudará definitivamente; você também nunca mais confiará nos políticos e nos banqueiros.

Fonte: “The Big Eye”, http://www.bigeye.com/griffin.htm


Começaremos bem no passado para darmos certa perspectiva histórica ao assunto; iremos ao primeiro século antes de Cristo, ao pequeno reino da Frígia. Houve ali um filósofo chamado Epicteto, que disse: “Existem quatro tipos de aparências: As coisas são como parecem ser; ou nem são nem parecem ser; ou são, mas não parecem ser; ou não são, mas parecem ser.” Quando li essa afirmação pela primeira vez, ri muito e pensei que, com toda a certeza, se Epicteto estivesse vivo hoje, ele provavelmente seria um professor de Teoria Monetária e Sistema Financeiro na Universidade de Harvard; essa frase dele soa como tantas explanações que já li sobre vários aspectos do Sistema da Reserva Federal. O que ele fez foi pegar um conceito bem simples, mas ao tempo em que ele o explicou, ninguém fez a menor idéia sobre o que ele estava falando. Tudo o que Epicteto disse é que as aparências podem às vezes ser enganosas.

Entretanto, pensei que talvez acidentalmente, Epicteto tinha me dado uma trilha a seguir. Na verdade, isto poderia ser o tema, pois se existe alguma coisa enganosa no mundo, isto é o Sistema da Reserva Federal. Na verdade, ele é uma daquelas aparências do quarto tipo, aquelas que não são, mas que parecem ser. Vou usar isto como uma espécie de gancho para o assunto. Voltaremos ao tema de tempos em tempos porque ele nos diz algo no nível mais fundamental sobre o Sistema da Reserva Federal — que as aparências podem ser enganosas.

Quando fiz minha pesquisa sobre este assunto cheguei à chocante conclusão que o Sistema da Reserva Federal não precisa ser auditado, ele precisa ser abolido. É muito intrigante achar que devemos auditar o Fed, mas descobri que provavelmente, se o Fed fosse auditado, nada de irregular seria descoberto porque ele está fazendo exatamente o que deve fazer de acordo com a lei. O que ele deve fazer de acordo com a lei é a justificativa para aboli-lo, de modo que tudo o que precisamos fazer é compreender o que o Sistema da Reserva Federal faz e ficaremos bastante decepcionados com isto. O fato é que a maioria das pessoas não tem a mínima idéia sobre o que o Fed na verdade faz.

 

Cheguei à conclusão que a Reserva Federal precisa ser abolida por sete razões. Gostaria de lê-las para vocês agora apenas para que tenham uma idéia de onde estou vindo, como se diz. Coloquei essas razões na forma mais concisa possível para torná-las bem chocantes e talvez então vocês consigam memorizá-las:

 

  • A Reserva Federal é incapaz de cumprir seus objetivos declarados;
  • Ela é um cartel que opera contra o interesse público;
  • Ela é o supremo instrumento da usura;
  • Ela gera o tributo mais injusto que temos;
  • Ela incentiva a guerra;
  • Ela desestabiliza a economia;
  • Ela desestimula a formação de capital privado.

 

Não sei o que vocês pensam sobre esses pontos. Sei que muitos de vocês concordam com eles, mas presumo que existam alguns céticos aqui nesta noite e espero realmente que existam, pois, caso contrário, serei como um pregador falando somente para convertidos na igreja. Na verdade, sei que sempre existem alguns céticos que vêm a esses encontros e, francamente, é para vocês que estou falando hoje à noite. Uma vez, não muito tempo atrás, eu estava nessa mesma estrutura mental. Eu teria pensado comigo mesmo que estas são afirmações muito extremistas e acharia que elas não possam ser fundamentadas de forma factual. Embora o tempo não me permita abordar todos esses pontos aqui nesta noite, gostaria de explorar os quatro primeiros tópicos por certo tempo e mostrar que existe na verdade razão suficiente para uma pessoa racional concluir que essas afirmações são verdadeiras.

Acho que o melhor lugar para iniciar é com a formação da “criatura da Ilha Jekyll”; a criação da Reserva Federal. Isto me leva de volta ao título do meu livro, “The Creature from Jekyll Island” e se alguém aqui veio pensando que vamos exibir um filme que é a continuação de Jurassic Park, então você está no lugar errado. Obviamente, o título foi escolhido para atrair a atenção, mas também tem um grande significado. Para aqueles de vocês que nunca tiveram a oportunidade de se aprofundar no assunto, devo explicar que a Ilha Jekyll é uma ilha real, situada na costa do Estado da Geórgia. Foi naquela ilha, em 1910, que o Sistema da Reserva Federal foi criado em um encontro altamente secreto que ocorreu ali. O que eu gostaria de fazer é ilustrar para vocês que o encontro realmente ocorreu e mostrarei alguns dos documentos que estão disponíveis para provar que o sigilo era total e então chegaremos à pergunta: “Por que o segredo?” Quando as coisas são feitas em segredo, freqüentemente há algo a esconder e exploraremos o que eles queriam esconder. Uma vez que chegarmos a uma compreensão disso, então finalmente compreenderemos um aspecto muito importante do Sistema da Reserva Federal que geralmente não é compreendido pelas pessoas.

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Como Limpar um País em um Dia?

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A força do povo é impressionante mesmo, como podemos ver pelo esforço conjunto do povo da Estônia.
Um país com a população de um pouco mais de um milhão conseguiu fazer isso, qualquer outro país poderia fazer muito mais se tivesse a vontade que eles tiveram, pois se fossemos esperar o governo agir, esperariamos o próximo presidente se eleito para ver se ele pode dar atenção ao seu país.
Eles tinham que ter 40.000 pessoas para limpar o país em um dia, e conseguiram mais de 50.000 voluntários, e resolveram tudo em 5 horas.
Se nos juntássemos para fazer isso pelo menos uma vez no ano para uma meta diferente, o mundo seria outro.

Fonte:arautodofuturo.wordpress.com

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