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A verdadeira fábrica do Papai Noel, e seus escravos chineses

Christmas decorations being made at a factory in Yiwu city, Zhejiang province, China - 15 Dec 2014

Dentro da “aldeia de Natal” de Yiwu, não há neve e não há duendes, apenas 600 fábricas que produzem 60% de todas as decorações no mundo.

Há vermelho no teto e vermelho no chão, pingando vermelho das janelas e manchas vermelhas salpicadas nas paredes. Parece que o artista Anish Kapoor foi solta com seu canhão de cera novamente. Mas isto, na verdade é que a fabricação de Natal, este é o coração da oficina do verdadeiro Papai Noel – a milhares de quilômetros do Pólo Norte, na cidade chinesa de Yiwu.

O nosso mitológico Papai Noel pode gostar de imaginar que o Natal é feito por elfos de bochechas rosadas martelando em uma cabana com neve em algum lugar no Círculo Ártico, mas não é. A probabilidade é que a maioria dos enfeites, luzes de LED que você coloca em torno de sua casa veio de Yiwu, 300 quilômetros ao sul de Xangai – onde não há uma árvore (real) de pinho nem floco de neve (natural) à vista.

Batizada de “vila do Natal da China“, Yiwu é o lar de 600 fábricas que produzem colectivamente mais de 60% de todas as decorações de Natal e acessórios do mundo, da incandescência árvores de fibra óptica até os gorros do Papai Noel. Os “duendes” destas fábricas são trabalhadores migrantes, trabalhando 12 horas por dia por um salário de no máximo £ 200 a £ 300 por mês – e eles não sabem muito bem o que é o natal.

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Documentário: Wal-Mart: O Alto Custo do Preço Baixo / Wal-Mart: The High Cost of Low Price (2005)

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Sinopse:
“Wal-Mart: O Alto Custo do Preço Baixo” é o documentário que está mudando a maior empresa do mundo. O filme apresenta as histórias pessoais e o quotidiano dos familiares e comunidades que lutam para sobreviver num mundo Wal-mart. É uma viagem emocionante que irá desafiar a sua maneira de pensar, sentir… e comprar.
Lançado simultaneamente nos cinemas e em DVD em novembro de 2005, o filme foi visto por milhões em todo o mundo. Famílias, igrejas, escolas e pequenos empresários têm exibido o filme mais de 10.000 vezes e o mundo está percebendo. Veja o filme, compartilhe, e se torne parte do movimento forçando as empresas a agir responsavelmente.

Documentário: O Século do Ego

Mas é simplesmente um documentário fantástico, tanta pesquisa e informação, e O diretor consegue passar tudo isso com uma sutileza absurda, entenda como o trabalho de relações públicas nasceu e como é a raiz desse problema, o marketing do mal. – Mako

Sinopse:

“Esta é a história do surgimento de uma idéia que veio para dominar nossa sociedade. É a crença de que a satisfação dos sentimentos e desejos individuais é a nossa maior prioridade.”

Um documentário brilhante que fala sobre como nasceu a propaganda para a “paz”, para vender produtos e lucrar, o sobrinho de Freud pegou suas idéias e pois elas na ofensiva para controlar as massas, seu primeiro trabalho foi para fazer as mulheres fumarem em público, invertendo os valores da época e trazendo consigo símbolos e desejos ele conseguiu fazer com que fumar fosse uma atitude de independência, “a tocha da liberdade”. Logo depois todas as industrias de comércio começaram a ditar que era melhor comprar o que se deseja, pois você se sentirá melhor do que o que precisa, roupas tornaram-se expressões de sua personalidade, carros símbolos da masculinidade, e a era do consumismo nasce a todo vapor.

Este polêmico documentário é dividido em 4 episódios: (1) Máquinas de felicidade; (2) Engenharia do consenso; (3) Há um policial dentro de nossas cabeças. Ele deve ser destruído; (4) Oito pessoas bebericando vinho em kettering. Cada epsódio dividido em quatro ou cinco partes, todos legendados e com duração total de cerca de 240 minutos.

Torrent – Legendas pt-br (REVISADAS)

Subtitles ENG 

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Fonte: Docverdade

A Peste Emocional

Esse texto, com a autoria de Elisabeth Cavalcante, foi-me enviado por e-mail, sem fontes. Como é um texto interessante, com uma temática muito importante para o site, decidimos postá-lo aqui para que todos tenham acesso às contribuições proporcionadas por Reich, um dissidente da psicanálise que deu atenção ao corpo e suas energias na constituição de nossas vidas.
A peste Emocional
A maior contribuição que Wilhelm Reich, – um dos gênios que a existência enviou a este planeta – deu à humanidade, foi a forma brilhante com que ele definiu as raízes da insanidade humana, a qual chamou de “a peste emocional”.

Para Reich, ela é o resultado da maneira como, ao longo da história, o ser humano foi se afastando cada vez mais de sua verdadeira natureza, livre, inocente, espontânea. E um dos motivos que mais contribuiu para isto foi a repressão da sexualidade, que passou a ser condenada e vista como algo pecaminoso.

As emoções e impulsos naturais do corpo se reprimidos, acabam por se manifestar como violência, ambição, busca de poder sobre o outro, enfim, pela mais diversas manifestações de inconsciência.

Video: A história dos Direitos Humanos

Algo que deveria ser inato em todos nós precisa ser escrito para lembrarmos de respeitar o próximo.

Essas palavras infelizmente não refletem a consciência do mundo, esperemos um dia elas serem algo comum.

Documentário: Inside Job, A Verdade sobre a Crise Mundial

“Inside Job, Documentario sobre a crise de 2008.”

SINOPSE: “Através de uma pesquisa extensiva e entrevistas com economistas, políticos e jornalistas, “Inside Job – A Verdade da Crise”, mostra-nos as relações corruptas existentes entre as várias partes da sociedade. Narrado pelo actor Matt Damon e realizado por Charles Fergunson, este é o primeiro filme que expõe a verdade acerca da crise económica de 2008. A catástrofe, que custou mais de $20 triliões, fez com que milhões de pessoas tenham perdido as suas casas e empregos.”

Obs: Achei o filme muito bom, apesar de tentar ser didático o documentário se mostra bem confuso para a mente menos atenta, mas é possível com facilidade entender como funciona a mecânica principal das multiplas falências apesar das várias palavras e termos desconhecidos para a grande maioria leiga do que chamam de “economia”.

Download do Filme e Legenda

Trailer do Filme

Pseudo Anti-Comodismo

Esses dias ouvi a frase ” Eu não quero que mendigos durmindo na rua sejam percebidas como coisas naturais e sem impacto ao meu olhar, quero sempre me indignar quanto a isso”, a frase foi algo assim.

Essa é uma frase muito falada por pessoas que acham que podem mudar o mundo com apenas seu pensamento.
Você não se se acomodar é muito bom, mas está na mesma posição no mundo físico do que um acomodado.

Uma árvore que pensa continua não mudando nada a sua volta a não ser pelos seus ciclos naturais que não exigem nada além do natural.

A indignação deve se materializar em ação para ter seu efeito real, se não é apenas pensamento.

Cito um exemplo, preconceito e discriminação, as pessoas usam essas palavras de modo errado. Preconceito todo mundo tem, é natural e involuntário, acontece sem  a gente perceber, já discriminar é botar esse pensamento mesmo que não natural para fora. Uma situação que isso pode acontecer é quanto vemos pessoas vestidas de forma muito suja e andando rapido em nossa direção, o medo ou preocupação vem rapidamente em nossa mente, fazendo-nos muitas vezes ir para o outro lado da rua.

É algo natural, acontece.Mas devemos lutar contra os preconceitos ruins.

Vou citar um acontecido dessa semana que aconteceu comigo; tinha um cara com o carro quebrado na marginal pinheiros e estava tendo uma puta chuva, tinha uma pessoa acenando para parar, e decidi parar, ele estava precisando de 36 reais para comprar uma peça do carro que quebrou, e eu só tinha duas notas de 20, e dei pra ele, instantaneamente meus amigos me olharam com a cara (você vai fazer isso mesmo?!), ele me prometeu ligar e depositar o dinheiro pra mim, o que não aconteceu ainda.

É esse tipo de mudança que devemos viver, simplesmente ação, não adianta nada você simplesmente ver alguém precisando de ajuda e se sentir mal, se sentir mal é assumir uma derrota ao estilo de vida capitalista, e esse estilo preve uma acomodação, ser ativo

É quebrar um ciclo.

É acordar do modo zumbi,

É ser um dos poucos sóbrios do bar.

Portanto, não fique aí sentindo a realidade, vá e a modele ao seu modo.

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