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A Levitação já existe

Muitas pessoas me perguntam se a levitação já é possível, e percebi que esse é um tipo de informação que não chegou à maioria das pessoas.

As duas pesquisas apresentadas nos videos acima são de origem estatunidense, existem outros tipos de levitação, como a aerodinamica e a ótica. As levitações apresentadas no vídeo são, em ordem, Magnética e acústica.

Caso você for procurar no google sobre levitação acústica, muito provavelmente o google irá completar suas palavras e colocar “Of Monk/de Monges” ou “Of Stones/De pedras” no final, pois realmente existe uma linha de pensamentos na arqueologia/mitologia de que os monges do Tibet levitavam pedras com instrumentos musicais tocando em conjunto, isso realmente está escrito nos livros deles. E claro, sem contar que se isso está escrito em algum lugar, deve ter acontecido em outros, nem preciso citar as milhares de estrutura megalíticas que existem no mundo que ninguém consegue explicar, utilizando a lógica ridícula de que a tecnologia é linear e de estamos no auge dela até então, como fizeram as pirâmides, muralhas, e transportaram estátuas gigantes como na ilha de Páscoa. Veja o Documentário Revelações da Pirâmide.

Realmente esse tipo de idéia iria ser ótima para colocarmos uma teoria que funcione, não apenas uma dúvida eterna, ou pior, uma idéia de que os antigos fizeram isso “na raça” com paus e pedras, isso é ridículo, e completamente ignorante.

Já vimos aqui no site como Edward Leedskalnin construiu seu castelo, o Coral Castel, utilizando um tipo de tecnologia até então desconhecida, mas parece que provavelmente foi a levitação magnética a tecnologia utilizada na construção do castelo de Megalitos.

Mas falando do futuro, essa tecnologia irá facilitar muito nossa vida, podendo até termos carros com esse movimento preciso, muito parecido com a idéia de Ovnis que temos, não haveria atrito, desgaste de peças e o peso não seria problema, uma vez que não seria preciso aparelhos, ou mesmo uma estrutura veicular para aguentar o peso, e sim uma tecnologia para mandar certos tipos de ondas de sonoras ou magnéticas.

A levitação se tornará um paradigma no futuro, assim como a holografia. Tentamos tanto tempo ser eficientes contra o atrito que a evolução, o próximo passo, seria apenas ignorá-lo, superá-lo, no caso da tecnologia, tentamos tanto tempo diminuir tudo, fazer tudo Mini, que um dia será tudo sutil, holográfico.

Espero viver até ver algo do gênero.

Bônus:

Este video russo mostra um experimento de derreter alumínio por indução usando uma bobina magnética. No processo, a corrente induzida através do alumínio é tão gigante que ele levita. O bloco de alumínio pesa 2,6 gramas e é usado um inversor de 1,6KW. Devido a imperfeita capacidade do material de permitir a passagem do campo magnético alternado, ele aquece, atingindo mais de mil graus. Na verdade, ele chega a 1200 graus e vira um glóbulo liquido superquente levitante.

Pra quem quiser saber de como realmente funciona em detalhes a levitação acústica entre no site abaixo.
http://ciencia.hsw.uol.com.br/levitacao-acustica.htm 

Ótima dica da nova leitora Giovana Jorqueira

Duas Pirâmides de Vidro achadas submersas no Triângulo das Bermudas

Pirâmides de vidro são encontradas submersas no Triângulo das Bermudas.

Segundo um artigo, do site apparentlyapparel.com, pirâmides gigantescas de vidro (ou algo semelhante) teriam sido encontradas submersas no triângulo das bermudas, seriam construções da lendária Atlântida? Confira um trecho do artigo:

Estas estruturas em pirâmide estranhas subaquáticas a uma profundidade de dois mil metros foram identificadas com a ajuda de um sonar de acordo com oceanógrafo Dr. Verlag Meyer. Estudos de outras estruturas, como Yonaguni atualmente no Japão, permitiram aos cientistas determinar que as duas pirâmides gigantes, aparentemente feitas de algo como um vidro de grande espessura, são realmente impressionantes – cada uma delas é maior que a pirâmide de Quéops, no Egito.

Recentemente, cientistas americanos e franceses, bem como de outros países que estão conduzindo pesquisas em áreas do leito do mar do Triângulo das Bermudas, afirmam ter encontrado uma pirâmide de pé no fundo do mar, que nunca foi descoberta. O comprimento da base dessa pirâmide atingiu os 300 metros, 200 metros de altura, e à distância desde a base até a ponta da pirâmide é de cerca de 100 metros acima do fundo do mar. Os resultados preliminares mostram que esta estrutura parece ser feita de vidro ou um material semelhante a vidro (cristal?), como é totalmente lisa e parcialmente translúcida.

Quando se fala de tamanho, esta pirâmide recém re-descoberto é maior em escala do que as pirâmides do antigo Egito. No topo da pirâmide existem dois furos muito grandes, água do mar em movimento, à alta velocidade, passa através do segundo orifício e, portanto, as ondas turbulentas rolam pela formação de um vórtice gigante, que faz com que as águas em torno desta, causem um aumento maciço de ondas e névoa sobre o mar, na superfície. Esta nova descoberta faz com que os cientistas se perguntem se este está tendo um efeito sobre a passagem de barcos e aviões, o que poderia ser a razão para todo o mistério que cerca a área.

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Tudo Sobre Atlântida Parte 3

O CONTINENTE PERDIDO DE MU – O Pacífico também foi, segundo o coronel inglês James Churchward (1851-1936), o abrigo de outro continente perdido, Mu – o mesmo nome da ilha citado pelo abade Bounbourg em sua tradução do códice maia. Em 1926 publicou um livro chamado “O Continente Perdido de Um”, no qual afirmou que Mu era um continente que havia existido no Pacífico, ao mesmo tempo em que Atlântida no Atlântico – mas esta havia sido uma mera colônia de Mu. Em seu livro ‘”Forças Cósmicas de Mu“, publicado em 1934, o militar contou que tomou conhecimento dessas terras a partir do contato com um sacerdote Rishi indiano, com quem supervisionara o atendimento às vítimas de uma epidemia de fome na Índia, no século 19. O sacerdote ensinou-lhe rudimentos de naacal, língua que seria a primeira da humanidade, e foi com esse aprendizado que Churchward traduziu as inscrições de algumas tabuinhas sagradas de pedra pertencentes a um templo na Índia (denominadas “tabuletas muvianas” ou Tábuas de Naacal), grafadas na mais antiga escrita humana, esse dialeto, de nome nagamaia, já havia desaparecido há milhares de anos, tábuas nas quais se falava da criação do mundo e da primeira colonização da terra, levada a cabo pelos habitantes de Mu, chamados uigures. Nelas se descreve uma religião de tipo monoteísta, que parece ser o modelo em que foram baseadas as demais.

O Continente Perdido de Mu, de James Churchward.

E o tal sacerdote, também havia falado da criação do mundo e das primeiras civilizações que povoaram a Terra. Segundo Churchward, o continente e continha uma população de 64 milhões de pessoas. As inscrições indicavam sua localização (ligeiramente abaixo da Linha do Equador), sua extensão (9.600 quilômetros de Leste a Oeste, e 4.800 quilômetros de Norte a Sul). O continente abrangia quase a metade do Oceano Pacífico.

Mapa de Mu, segundo James Churchward . Mu se estendia do Havaí às Ilhas Fiji e da Ilha da Páscoa às Ilhas Marianas, com uma extensão de 9.600 quilômetros de leste a oeste e 4.800 quilômetros de norte a sul. O continente estava coberto por uma vegetação luxuriante e era baixo e plano, porque as montanhas só surgiriam no mundo depois da catástrofe. Nos seus dias de glória, albergara 64 milhões de pessoas divididas em dez povos, governadas por um sacerdote-imperador chamado Rah, que também era o nome dado ao Sol e a Deus. Nesta época remotíssima, a Europa era um grande pântano, e grande parte dos atuais continentes ainda  estavam submersos.

Churchward também se referiu a cerca de 2.600 tabuinhas de pedra (andesita) encontradas em “Santiago Ahuizoctla” (na verdade, San Miguel Amantla, em Azcapotzalco, ao norte da Cidade do México), pelo mineralogista norte-americano Willian Niven (1850-1937) em 1921. Nada menos que 2.500 tábuas de terra cozida, que repousam no Museu Smithsonian e no Instituto Carnegie de Washington, e cuja particularidade, não possuir qualquer traço comum nas diversas escritas pré-colombianas. Nos decalques dessas tabuinhas, James Churchward teria encontrado os mesmos caracteres naacal.

O continente teria sido o palco de uma civilização altamente desenvolvida, de onde surgiram todas as raças humanas. As diferenças entre elas, segundo Churchward, se explicavam pela “degeneração” de colonizadores emigrados de Mu. As diferenças raciais teriam levado os grupos colonizadores a migrar para diferentes partes do mundo. Tal como a Lemúria de Blavatsky, tudo o que restou de Mu foram as ilhas do Pacífico. Grandes navegadores, os muvianos viajaram muito para fazer comércio e fundar colônias. A mais importante delas foi o império Uigur, no nordeste da Ásia. Os remanescentes dos uigures tornaram-se os arianos, de acordo com Churchward. Os mais poderosos formaram o império Uigur, cuja capital encontra-se até hoje enterrada sob o deserto de Gobi, na Ásia. Os outros formaram outras civilizações, entre elas as também hipotéticas Atlântida e Lemúria.

Todas as ilhas do Pacífico fizeram parte um dia do enorme continente de Mu, que como a Atlântida foi devastado por um cataclismo há cerca de 12.000 anos e submergiu, levando consigo uma civilização de 200 mil anos e sessenta milhões de pessoas. Esta foi a Mãe-Pátria do Homem, o Império do Sol que fundou colônias na América do Norte e no Oriente muito antes de as tribos nômades se fixarem na Mesopotâmia. É esta a origem de tantas ruínas intrigantes e das muitas lendas e símbolos idênticos presentes em povos os mais distantes. Assim, Mu seria o berço da civilização, de onde surgiriam as colônias que depois passaram a representar o império Atlântida no Oceano Atlântico e Rama na Índia e Lemúria em um continente que existiu onde hoje é a Indonésia, Malásia, até a Austrália e um grande império onde hoje é o Deserto de Gobi, na Ásia.

Logo apareceram novos dados em que apoiar esta suposta coluna fundamental. De acordo com antigas lendas de povos que habitavam a América do Sul muito antes da chegada de Cristóvão Colombo ao “Novo Continente”. Essas lendas caíram no esquecimento após a chegada de Cristóvão Colombo à América, que culminou com a dizimação de grande parte da cultura desses povos. Mas, Augustus Le Plongeon, viajante e escritor do século XIX interessado nas ruínas maias do Yucatán, anunciou ter conseguido traduzir com clareza o famoso Códice Troano [em honra de seu proprietário Dom Juan Tro e Ortelano, professor da Universidade de Madri, e que atualmente está depositado no Museu Britânico de Londres]. O manuscrito, que ele acreditava ter 3.500 anos, contaria a história de um continente que afundara com seus 64 milhões de habitantes, que teria sido conhecido dos maias. Sua tradução era a seguinte:

No ano 6 de Kan, no 11º Muluc no mês Zac verificaram-se terríveis terremotos que continuaram sem interrupção até o 13º Chuen. O país dos montes de lama, a terra de Mu, foi sacrificada: foi duas vezes erguida e desapareceu repentinamente durante a noite, enquanto a bacia era constantemente abalada por erupções vulcânicas. A sua localização fez com que a terra se afundasse e se erguesse várias vezes em diversos lugares. Finalmente, a superfície cedeu e dez países foram dividios e espalhados. Não conseguiram resistir à força do abalo e afundaram-se junto.


Há uma tradição que afirma que Quetzalcoatl, o deus branco dos astecas e toltecas, voltou para o seu país no mar do leste, depois de haver fundado a civilização tolteca. Esse mesmo deus era adorado entre os maias sob o nome de Kukulkán.

A literatura Tamil fala de um reino mítico chamado Kumari Kandam, comparável à Lemúria, que submergiu.

No Código Cortesiano (maia), atualmente na Biblioteca Nacional de Madri, se diz:

Com seu poderoso braço Homem fez que a terra tremesse depois do por do sol, e durante a noite, Mu, o país das colinas, foi submerso“.

Uma das lendas mais antigas da Índia, conservada nos templos por tradição oral e escrita, reza que há várias centenas de mil anos, havia no Oceano Pacífico um imenso continente, que foi destruído por convulsões geológicas e cujos fragmentos podem ver-se em Madagascar, Ceilão, Sumatra, Java, Bornéu e ilhas principais da Polinésia. Segundo os Brahmanes, essa região havia alcançado um alto grau de civilização e a península do Industão, acrescida pelo deslocamento das águas na ocasião do grande cataclisma, não fez mais que continuar a cadeia das primitivas tradições originadas no mesmo continente. Essas tradições dão o nome de Rutas aos povos que habitavam o imenso continente equinocial; e de sua linguagem é que derivou o sânscrito…

Continuando as modificações da crosta terrestre, enquanto as terras dos atuais continentes se elevavam progressivamente , a parte da Lemúria ligada á África e Ásia começou a submergir – diminuindo o tamanho do continente . Foi nesta época que o povo da Lemúria começou a colonizar os novos continentes, constituindo novas comunidades. O maior número destas expedições se dirigiram para o Norte (Ásia), partindo também algumas expedições para o Oeste (Africa) e Leste (Américas – países andinos e Califórnia atual).

Se a Atlântida tem seu rastro mais remoto nas palavras de um filósofo, a Lemúria contou com a ciência para ser divulgada. Esse continente situava-se – dependendo da opinião – no leste da África, no Oceano Pacífico ou até além das suas margens, invadindo áreas hoje ocupadas pela Ásia e pelas Américas. A origem de seu nome está nos lêmures, primatas espalhados pelo hemisfério norte há cerca de 50 milhões de anos e hoje encontrados no sudeste da África, sul da Índia e Malásia.

O cientista Slater, em meados do séc. XIX havia ficado estupefato ao descobrir que um grupo de primatas, os lêmures, habitavam tanto em Madagascar como na Malásia. Dado que era impossível que estes monos tivessem atravessado o oceano índico a nado, se fazia obrigado a pensar que, em algum momento indeterminado da história, ambas as regiões haviam estado unidas. Foram muitos aqueles que a partir desta teoria, rebatizaram a Mu com o nome de Lemuria, em honra destes animais tão viajantes. Darwin sentiu-se ditoso de saber que o berço do mundo levava nome de um macaco.

O primeiro a propor a existência da Lemúria foi um zoólogo da Royal Society, Philip Schlater. Para justificar sua posição, ele listou indícios geológicos e botânicos de 22 espécies de fósseis encontradas tanto no litoral da África do Sul quanto no sul da Índia.

Nomes ilustres do meio científico, como o biólogo evolucionista Thomas Huxley e o naturalista Alfred Russell Wallace, apoiaram Schlater. Ernst Haeckel, divulgador da teoria darwinista na Alemanha, não só aprovou a idéia da Lemúria, como colocou ali o “provável berço da raça humana, que com toda a probabilidade ali se desenvolveu a partir de macacos antropóides”.

O endosso acadêmico foi ampliado por antropólogos e religiosos partidários da tese de que a humanidade se espalhara pelo mundo a partir de um único ponto. Daí ao tema chegar – como no caso da Atlântida – ao terreno do ocultismo foi um passo curto.

Uma cultura superior teria florescido na Terra desde há 100.000 anos até há 25.000, ainda que alguns a estendam até os 12.000, incluindo a Atlântida como pertencente à mesma?

Yonaguni – O geólogo marinho Masaaki Kimura anunciou que identificou as ruínas de uma cidade na costa da ilha Yonaguni, na extremidade sudoeste do Japão, a cerca de 7 km de Okinawa. Encontradas em 1985 por turistas que praticavam mergulho. Podem ter originado a lenda de Mu. “A julgar pelo desenho e a disposição das ruínas, a cidade deve ter tido a aparência de uma cidade da antiguidade romana“, disse Kimura, professor da Universidade Ryukyu e presidente da entidade sem fins lucrativos Associação de Pesquisas do Patrimônio Científico e Cultural Marinho. . Ele acredita que havia um “arco do triunfo” ao lado de um coliseu e um santuário no topo de uma colina. Mas muitos cientistas discordam dele, dizendo que as ruínas podem ser explicadas por fenômenos naturais, como a atividade vulcânica e das marés. Eles dizem, também, que foram encontrados muito poucos artefatos como potes de cerâmica ou armas, que pudessem provar que seres humanos viveram no local da formação rochosa.

fonte:lumini

Obs: Para ver mais sobre essa estrutura submersa no japão cliquei aqui.

Pirâmides Submersas do Japão

É um documentário bem curto, mas o mais esclarecedor até porque é o Graham Hancock que o apresenta e investiga. E acaba nos mostrando um outro lado dos megalitos japoneses.
São gigantes, muitos são feito de uma pedra só, é de um povo que durou milhares de anos antes do fim da era glacial, existem outras estruturas e desenhos de pedras que indicam vários monumentos debaixo da água.
O que parece é que realmente existe muita história debaixo dágua, e o japão não investe um centavo nisso, o que é muito triste.
E o que parece, não querem que pensem que é feito pelo homem.
O que me deixa muito intrigado, é que as escadas feitas nessa estrutura não são usáveis, pois são gigantes, o que me leva a pensar em níveis, andares, deveria existir alguma porta para dentro da estrutura, ser só uma pedra gigante e alta é meio sem sentido, e se foi feito mesmo antes de um enchente total, como subiriam até lá? talvez com alguma estrutura do lado, mas não vejo lógica nisso.
Talvez seja um modo de se defender, assim como antigamente faziam castelos bem no alto ou numa colina, para dificultar o acesso, e especulando talvez seja a Atlântida perdida, em que pra quem não sabe, Platão cita no seu livro chamado Timeo. Ou pode ser Lemúria.
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Pirâmides na China

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De acordo com a lenda chinesa, as mais de cem pirâmides descobertas na China são o legado de visitantes extraterrestres.

Na virada do século, dois comerciantes australianos se encontravam numa vasta área nas planícies de Qin Chuan, na China central. Lá eles descobriram mais de cem pirâmides. Quando eles perguntaram ao guarda de um monastério local sobre elas, foi-lhes dito que, de acordo com os registros guardados no monastério, as pirâmides são consideradas “muito velhas”. Visto que os registros tinham mais de 5000 anos, podemos apenas imaginar a idade das pirâmides propriamente ditas.

Foi dito aos comerciantes que as pirâmides pertenciam à uma era quando os “velhos imperadores” reinavam na China, e que os imperadores sempre enfatizavam o fato de que eles não eram originários da Terra. Eles eram descendentes dos “filhos do céu, que estrondosamente desceram a esse planeta em seus dragões de metal ardente”. Foi dito aos comerciantes que as pirâmides haviam sido construídas por visitantes do espaço sideral.

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As pirâmides são geralmente feitas de argila e terra, não de pedras, e alguns fazendeiros coletaram-nas para levar material para seus campos e casas. É uma pena, mas assim é.
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Nesta figura é possível observar váras pirâmides na planicie chinesa

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Todas as pirâmides estão situadas nas planícies de Qin Chuan e diferem em tamanho entre 25 e 100 metros de altura. Todas, exceto uma. Ao norte, no vale de Qin Lin, encontra-se o que se tornou conhecido como a Grande Pirâmide Branca. Ela é imensa, aproximadamente 300 metros de altura!

Pra quem quiser ver no earth google
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Como Dito na parte 29 da Palestra de Nassim Haramein
Os deuses do sol que fizeram isso eram grandes e loiros, e por causa disso o governo da china achou que esse “fato” poderia implicar a uma origem européia, que os deuses seriam europeus, então resolveram não divulgar suas pirâmides.

Post Relacionado: Como se Construiram as Pirâmides?

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