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Pirâmide Gigante Descoberta Submersa em Portugal

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Uma descoberta incrível teria sido realizada por um velejador português, entre as ilhas Terceira e São Miguel, no arquipélago Açores. Em uma entrevista concedida à rede de televisão estatal portuguesa, RTP, Diocleciano Silva afirma ter descoberto uma enorme pirâmide submersa, com 60 metros de altura e 8 mil metros quadrados de base, quando fazia uma busca por navios de pesca. A identificação aconteceu pelo uso de aparelhos de navegação, e a estrutura foi detectada por leitura batimétrica. A partir dos relatos do velejador, o Governo Regional afirmou que o assunto está sendo investigado pela Marinha portuguesa. Na opinião de Diocleciano Silva, esta pirâmide não é uma estrutura natural, já que, segundo ele, o seu vértice está na orientação norte-sul, como acontece nas pirâmides de Gizé, no Egito. – fonte

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Veja o vídeo abaixo.

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Desmentindo a lenda da Lâmpada Egípcia

Na mitologia egípcia o começo do Universo acontece quando uma Flor de Lótus aparece, essa flor tem um comportamento singular, ela de noite fica submersa nas águas de um lago e volta a aparecer quando fica de dia, ou seja, quando o Sol aparece, e dela também criado o primeiro Deus, ATUM, o Deus primordial que cria o Sol e os astros, com frequência sendo simbolizado por uma cobra, o que claramente pode ser visto nos desenhos  das paredes dos templos egípcios.

Na cultura egípcia só existe um Deus supremo, Sendo ele supremo, eterno, imortal, onisciente, onipresente e onipotente, esse Deus na cultura egípcia é chamado de Neter, pois assim como a água que tem várias formas, o Deus supremo também tem, e Atum ao se juntar com o Sol se torna , o Deus que simboliza o Sol. Continue reading

Gigantes, nossos irmãos mais velhos e mestres.

Há milhares de anos, e em milhares de lugares se contam a história de que gigantes um dia viveram entre nós e nos ensinaram muitas coisas, astronomia, matemática, arquitetura, ética… Nos civilizaram.

Essa ao que tudo indica não é uma história fictícia extraída do imaginário humano, pois ela está em todo lugar mesmo. E assim como em uma investigação se observamos a mesma história sendo contada diversas vezes é porque algo de verdade tem.

A maioria, se não todas as construções megalíticas do mundo parecidas com Tiahuanaco, Sascsayhuacan, ilha de páscoa, muro das lamentações e por aí vai, são datas de outra era, mais de 10 mil anos atrás. As civilizações que lá moravam que conhecemos geralmente acharam esse lugares já construídos!

Representação da partida de Aztlan no códice Boturini.

Representação da partida de Aztlan no códice Boturini.

Wikipedia:
“A terra prometida por profecias foi encontrada através de um sinal numa ilha do lago Texcoco: alguns indivíduos avistaram uma águia (símbolo do deus Huitzilopochtli) sobre um cacto, e foi nesse local que se estabeleceu Tenochtitlán.” “A palavra asteca significa “gente de Aztlan”, uma importante cidade com localização desconhecida”

“Em meados do século XIX, Ignatius Donnelly, no seu livro Atlantis: The Antediluvian World, procurou estabelecer a ligação entre Aztlan e o suposto “continente perdido” Atlântida da mitologia grega; contudo os pontos de vista de Donnelly nunca foram reconhecidos como credíveis pela maioria dos académicos.”

Mas existem muitos documentários tentando provar a conexão entre a lenda e os povos antidiluvianos. Depois de acharem a estrutura megalítica no Japão em Yonaguni, e as pirâmides submersas do triângulo das bermudas (post altamente indicado pra complemento) fica realmente difícil de não acreditar, pois tudo leva a crer em uma civilização antes da nossa, antes de pelo menos 10.000 anos antes de cristo.

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Pirâmides Submersas no Triângulo das Bermudas

E a Ficção vira realidade, ou melhor, talvez nunca tenha deixado de ser uma realidade. Escrevi algo aqui sobre a história de um cara que disse ter visto pirâmides de vidro submersos no triângulo das bermudas, algo tão  inacreditável que fez parecer bobagem, ainda mais depois de ter virado livro de ficção.

Mas quem diria que realmente achariam uma cidade submersas com estruturas do formato de pirâmide e ainda pelo que parece que uma delas realmente é de vidro.

Sempre quando vão relatar essa descoberta as pessoas vão falar sobre Atlântida e como a o Triângulo das Bermudas é um lugar misterioso e talvez até mortal, mas vou falar sobre algo mais interessante e pertinente.

 Pág. 306 do livro As Máscaras de Deus – Mitologia Oriental – Joseph Campbell

“… é óbvia a analogia entre os dez reinos sumérios, os patriarcas bíblicos (10), e os monarcas chineses (10 também), junto com a lenda comum de um Dilúvio dominado pelo último da série.”

O que Campbell fala aqui é que em vários lugares do mundo existiu o mito de que houveram 10 reinos, não 10 reinados de um mesmo lugar, mas sim 10 reinos que poderia existir ao mesmo tempo, em uma época antes do Dilúvio, se é que foi um só.

Nas reportagens sobre o assunto é indicado que essa cidade poderia datar do período pré-clássico que seria do século XX até III A.C. o que seria bem estranho ao meu entender, pois nessa época o mundo não estaria tão frio ao ponto de congelar as águas dos oceanos e fazer o nível do mar abaixar mais de 700 metros (pois a cidade está a 700 metros de profundidade). Essa data foi estipulada provavelmente para se encaixar no paradigma da evolução humana no planeta, como consta nos livros de história, mas se provará errada com certeza.

Observe esse gráfico que indica a temperatura do mundo nos últimos 10 mil anos, realmente seria impossível ser nessa data específica, e seria mais provável que essa cidade seria um dos reinos pré-diluvianos, como a cidade de puma punko no Peru que data de 16 mil anos atrás, sem contar o livro antigo Ramanayama que conta histórias incacreditáveis, sobre naves e bombas há milhares de anos.

E para finalizar, um fato que talvez tenha uma importância nessa história. Submerso na ilha Bimini, uma das ilhas do Triângulo das Bermudas, está o que parece ser um enorme complexo de pedras, uma muralha gigantesca e de formato incomum.

Pela precisão das linhas desse muralha muito provavelmente seriam feitas pelo homem.

Quando Deus disse na Bíblia que escreve certo por linhas tortas, ele dizia ao meu ver que a natureza não possui linhas retas, e que ela é perfeita por causa disso.

Resto-nos esperar para ver o que se descobre mais…

Obs: No sul do Japão em Yonaguni descobriram uma estrutura que muito provavelmente foi feita pelo homem e está submersa, vale a pena conferir nesse Post aqui do site.

Documentário: Revelações da Pirâmide

Simplesmente o melhor documentário e o mais revelador sobre as pirâmides, tratando não apenas delas, mas das várias estrutura pré-civilzação humana como a conhecemos, como tiahuanaco, mohenjo daro, e os observadores da Ilha de Páscoa. Existiu um arquiteto planetário que ensinou todos nós como construir essas muralhas e edificações gigantes espalhadas pelo mundo, hoje em dia impossíveis de fazer (a não ser o caso de Coral Castle). E esse arquiteto nos deixou dicas matemáticas para descobrirmos quando fosse a hora. É o que tudo indica, eu realmente não acredito que construimos tudo isso pelo simplesmente fato de inconsciente coletivo, ou algo inato do ser humano com os anos.

Não falam dos geoglifos do acre, mas pouca gente conhece eles também.

Download: Torrent – Legenda

Pirâmides de Caral


Em 2001, a cidade mais antiga da América do Sul foi oficialmente reconhecida. Datando de 2.600 anos antes de Cristo. Misteriosa, o que mais intriga é que a cidade de Caral tem pirâmides, contemporâneas das Pirâmides do Egito. Há 22 km de Puerto Supe, ao longo da costa deserta, 120 km da capital do Peru, arqueólogos provaram que mesmo em tempos modernos, grandes descobertas ainda podem ser feitas.

A Antiga Pirâmide de Caral é anterior à civilização Inca perto de 4.000 anos e foi construída um século antes da pirâmide de Gizé. É a mais importante descoberta arqueológica desde a descoberta de Machu Picchu, em 1911. Descobertas em 1905, as ruínas foram rapidamente esquecidas posto que não estavam supridas de ouro e cerâmicas.

Ruth Shady tem escavado em Caral desde de 1994. Ela é um membro do Museu Arqueológico da Universidade Nacional de São Marcos, em Lima. Desde de 1996, ela tem cooperado com Jonathan Hass,do American Field Museum. Ela notou que certas “formações” eram “pirâmides”; antes, eram consideradas como morros naturais. Sua pesquisa anunciou a datação do carbono quatorze do lugar, na revista Science em 27 de abril de 2001.

Caral é importante habitat de plantas domésticas, como algodão, feijão, abóbora e goiaba. A ausência de recursos cerâmicos faz com que essas comidas não sejam cozinhadas ― entretanto, podem ser assadas. O Centro se entende por 150 acres e contém seis pedras plataformas tumulares – pirâmides. O morro maior mede de 154 por 138 metros, embora somente 20 metros aflorem à superfície, duas praças, ainda soterradas são a base do túmulo e uma grande praça conecta todos os túmulos.

A “grande pirâmide do Peru” foi geminada com uma escadaria que dá para um átrio, como plataforma, culminando numa residência com aposentos e uma pira cerimonial. Todas as pirâmides foram construídas em uma ou duas fases, o que significa que os monumentos foram planejados. O desenho da praça central é similar às estruturas encontradas nos Andes um milênio depois. Caral é, portanto, berço de nações posteriores.

Ao redor das pirâmides existem muitas estruturas residenciais. Em uma das casas foi encontrado um corpo que estava sepultado na parede; foi morte natural. Não há evidência de sacrifício humano. No meio dos artefatos foram encontradas trinta e duas flautas feitas de ossos de pelicano e de outros de animais, com entalhes representando figuras de pássaros e macacos. Isso mostra que, embora fixados ao longo da costa, os habitantes de Caral estavam familiarizados com animais da Amazônia.

Como a cultura começou? Antes de Caral, não existe nenhuma evidência exceto a existência de numerosas pequenas vilas. Sugere-se que elas se reuniram em 2.700 antes de Cristo, desenvolveram o cultivo agrícola e técnicas de pescaria. A invenção das redes de pesca de algodão facilitou a indústria . O excesso de comida resultou em comércio com um centro religioso.

O MAIS VELHO QUIPU DO MUNDO

Arqueólogos peruanos encontraram um quipu no sítio arqueológico da mais velha cidade das Américas. É o mais antigo exemplar do enigmático sistema de escrita inca que consiste em cordas marcadas por diferentes cores e números de nós. A descoberta, de5 mil anos de idade, estabelece um elo de ligação entre Incas e os desconhecidos habitantes de Caral e suas ruínas mais antigas que todas as outras já encontradas nas Américas. Até o achado do quipu de Caral, os incaicos eram os mais antigos. In AGUTIE.COM

Desassociado do modelo econômico de permuta, o novo modelo fez de Caral um pólo atrativo de pessoas em busca de oportunidades gerando uma mão de obra excedente. Ao que parece essa mão deobra foi utilizada na obra religiosa: a construção de pirâmides. A descoberta de Caral suscita um enigma histórico: ao mesmo tempo, em dois diferentes continentes, aconteceu o “descobrimento da agricultura” e o incremento de atividade ligada à arquitetura e engenharia e, em ambos os casos, com a edificação de pirâmides.

Este tipo de “templo”, “a pirâmide”, encontra-se no Peru, Suméria, Egito, China etc., em todo terceiro milênio antes de Cristo. Coincidência, ou evidência de desígnio global? Pesquisas alternativas reabriram o debate, mas os arqueólogos não estão prontos para esclarecer isso. Caral é uma verdade difícil de explicar. É muito antiga. A data de 2.627 antes de cristo sem dúvida é baseada no exame de sacos de fibras trançadas encontrados no Sítio. Estes sacos eram usados para carregar as pedras que seriam utilizadas na construção das pirâmides.

O material é excelente candidato para datação através de carbono quatorze, que permite uma alta precisão. A cidade tinha uma população de aproximadamente de 3.000 pessoas. Mas havia dezessete outros sítios, permitindo, possivelmente, um total de 20.000 pessoas no vale Supe. Todos esses lugares no Vale Supe eram divididos similarmente como Caral. Eles tinham uma pequena plataforma ou círculos de pedra. Haas acredita que Caral era o centro da civilização, parte de um enorme complexo, com comunidades litorâneas e terras distantes da costa ― como a Amazônia, considerando as pinturas e entalhes encontrados.

Por uma razão desconhecida, Caral foi abandonada rapidamente depois de um período de 500 anos (2100 AC). Segundo a teoria mais aceita a população migrou devido a uma seca. Os habitantes foram forçados procurar terras férteis. As condições ásperas de vida não desapareceram: de acordo com World Monumento Fund. (WMF), Caral é um dos 100 lugares [sítios arqueológicos] em perigo do mundo, em risco de desaparecer ou ser completamente vandalizado.

A tarefa é muito mais complicada devido aos ladrões que rondam a área à procura de tesouros arqueológicos. Embora o governo peruano tenha dado meio milhão de dólares em ajuda, Shady argumenta que a ajuda não é suficiente ― e o WMF sempre argumenta que o descaso do governo Peruano é a razão para a decadência do lugar. Doações privadas pararam de ajudar, como as da Companhia Telefônica do Peru. Mas Shady acredita que recursos de preservação venham com o turismo. Com o avanço das escavações e a restauração, Caral pode fazer da rota turística sul-americana, tal como as linhas de Nazca e a famosa Machu Picchu.

LINKS
Pirâmides no Mundo Inteiro
Arqueologia del Peru: Caral

Documentário: O Símbolo Secreto Perdido e as Escolas do Mistério ( Pirâmide, Sol, Phi e a Tecnologia Inversa)

Parte 2
Parte 3
Parte 4
Parte 5
Parte 6

Vida e obra do Homem que disse que dominava a levitação de pedras.

Edward Leedskalnin (1887 – 1951), provou esse conhecimento construindo um castelo chamado Coral Castle, que é no mínimo muito estranho, e com certeza indica as mesmas dúvidas que temos quando vemos as pirâmides, tiahuanaco, ou Cuzco, “como conseguiram colocar aquelas pedras lá?”.

Parece que o segredo estava implantado em simbolos religiosos, como já disse Nassim Haramein em sua Palestra

Edward deixa uma pista de como fazer a levitação em uma pedra com o formato parecido com uma estrela de David, e nela está escrito:
Adm 10 ¢.
Drop Bellow

e um código de números:
7 129
6 105 195

Puis eles separados, mas estão juntos na pista deixada por Edward.

E a partir daí surge um calculo bem complicado, mas se prestar atenção dá pra entender no video.

Se tudo isso der no que parece dar, então devemos rever nossos conceitos matemáticos mais do que já prescisávamos, eu mesmo pensava que número primo não passava de um tipo de qualificação apenas pra certos números, e na verdade é muito mais que isso.

“É simples, basta saber como” Edward Leedskalnin

Site oficial: http://www.code144.com/

Para ver Fotos do Coral Castle clique aqui
Para ver Foto da Flywheel clique aqui.
Para ver Videos do Coral Castle clique aqui.

Links Relacionados:
Documentário: O Olho de Hórus.
Como se construiram as Pirâmides?

Como Se Construíram as Pirâmides?

Conhecido como o “Heródoto dos árabes”, o historiador Abu al-Hasan ‘Ali- al-Mas’u-di descreveu no século 10 a forma como as pirâmides foram construídas. Segundo a lenda, um “papiro mágico” era usado para fazer os blocos de pedra levitar. Mas calma, não era magia, era tecnologia!
O papiro era colocado abaixo do bloco a ser movido, e a pedra era então golpeada com um cetro de metal como o que as divindades egípcias são comumente representadas portando. Aqui estava o segredo. Isto criava uma ressonância acústica que fazia a pedra levantar e se mover ao longo de outros postes de metal, amplificando a ressonância. O procedimento era repetido toda vez que a ressonância começava a se dispersar. O “papiro mágico” talvez atuasse como um isolante entre a pedra e o solo, facilitando a ressonância.

Som. As pedras levitavam com som. Abra sua mente, porque dizem que este conhecimento oculto foi preservado, sendo aplicado por monges tibetanos em anos recentes, e há mesmo registros filmográficos do fenômeno. Filmes, criançada.

OMMMMMM
Em 1959 o projetista sueco Henry Kjellson publicou um curioso relato em uma revista alemã. Dizia ele que seu amigo, o Dr. Jarl, estudava em Oxford e fez amizade com um jovem estudante tibetano. Algum tempo depois, enquanto o Dr. Jarl estava no Egito em uma viagem para a Sociedade Científica Inglesa, um mensageiro de seu amigo tibetano o chamou urgentemente para ir ao Tibete para cuidar de um Lama.

Depois de conseguir uma licença e viajar, de avião e mesmo yaks até um monastério isolado a sudoeste de Lhasa, o Dr. Jarl ficou surpreso ao descobrir que o Lama era seu próprio amigo tibetano de Oxford. Tudo correu bem, e por causa de sua amizade, o Dr. Jarl pôde aprender muitas coisas que outros forasteiros não tinham chance de sequer observar.

Foi assim que ele presenciou com seus próprios olhos algo fantástico, um conhecimento derivado diretamente dos antigos egípcios. Os monges mostraram como erguiam blocos de toneladas ao topo de um desfiladeiro com altura de mais de 250 metros usando… tambores e trompetes. Kjellson relata:

“No meio do local estava uma base de pedra polida com uma pequena cavidade no centro. Ela tinha o diâmetro de um metro e uma profundidade de 15 centímetros. Um bloco de pedra era manobrado para a cavidade. Então, 19 instrumentos musicais eram disposto em um arco com 90 graus a uma distância de 63 metros da base ao centro. Os instrumentos consistiam de 13 tambores e seis trompetes (Ragdons). Oito tambores tinham uma seção de um metro e um comprimento entre um e 1,5 metro. O único tambor pequeno tinha uma seção de 0,2 metros e comprimento de 0,3 metros. Todos os trompetes tinham o mesmo tamanho, 3,12 metros e uma abertura de 0,3 metros.

Os tambores grandes eram feito de folhas de ferro de 3 mm, e tinham um peso de 150 Kg. Todos tinham um lado aberto, enquanto o outro tinha um fundo de metal, que os monges batiam com grandes bastões com couro. [Enquanto batiam nos tambores e tocavam os trompetes], todos os monges estavam cantando e entoando um cântico, lentamente aumentando o tempo deste barulho ensurdecedor.
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Pelos primeiros quatro minutos nada aconteceu, mas enquanto a velocidade dos tambores aumentou, a grande pedra começou a se mexer e subitamente ergueu-se no ar com uma velocidade crescente na direção da plataforma em frente do buraco da caverna a 250 metros de altura. Continuamente eles traziam novos blocos, e usando este método, transportaram 5 a 6 blocos por hora em um vôo parabólico de aproximadamente 500 metros de distância. De vez em quando o bloco em vôo se quebrava, e os monges retiravam as pedras quebradas. Uma tarefa inacreditável”.

Inacreditável? Talvez porque, embora o Dr. Jarl tenha filmado todo o evento, a Sociedade Científica Inglesa – para a qual ele estava submetido – tenha confiscado os dois filmes. Nunca foram vistos publicamente. Essas otoridades…

Mas a levitação acústica, em pequena escala ao menos, é uma realidade para a “ciência ortodoxa”. Confira o vídeo abaixo, parte dos experimentos do físico David Deak para a NASA.
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=94KzmB2bI7s&feature=player_embedded]

E não é só. Isto é, os antigos egípcios e monges tibetanos não estão sós. Alguns dizem que diversas outras construções megalíticas antigas pelo mundo, de Stonehenge a Tihuanaco, também manipulavam ondas acústicas, não apenas para levitação, mas para induzir “experiências transcendentais”. Visitem este link (em inglês), porque essa já é outra história.

Talvez a batucada do carnaval tenha mais em comum com rituais pagãos suprimidos pela Igreja do que se imagina. Ou não. Porque as pirâmides do Egito não são de pedra.

EVIDÊNCIA CONCRETA?

“As pedras das pirâmides do Egito podem ter sido fabricadas a partir de pedras sintéticas coladas como asfalto, estimaram cientistas na revista francesa “Science et Vie”.

A composição das pedras das pirâmides é “bem mais complexa do que aquelas das pedras das pedreiras” de Toura e de Maadi, de onde teriam sido extraídos os elementos da pirâmide de Gizé. As pedras das pirâmides seriam geopolímeros, ressaltou a revista, citando os trabalhos de Gilles Hug, do Escritório Nacional de Estudos e de Pesquisas Aeroespaciais (Onera), e Michel Barsoum, da Universidade de Drexel, na Filadélfia (EUA).

Segundo os exames de raios X realizados por esses especialistas, “alguns microconstituintes dessas pedras apresentam traços de uma reação química rápida que não permitiram uma cristalização natural (…), uma reação inexplicável se considerarmos pedras talhadas, mas perfeitamente compreensível se pensarmos que as pedras foram coladas como asfalto”, acrescentou.

Diferentes técnicas de microscópio eletrônico mostraram que “os espectros de difração das pedras das pirâmides diferem nitidamente daqueles das pedras de pedreiras”, continuou a “Science et Vie”.

Para um outro especialista, o químico Joseph Davidovits, que defende há 30 anos a tese do asfalto de geopolímero para a edificação dos túmulos dos faraós, blocos de calcário natural reconstituído teriam sido colados no local.

Eles podem ter sido formados com “entre 93% e 97% de elementos de calcário natural e entre 3% e 7% de material de ligação”, como argila caolinítica, um silicoaluminato que se desagrega na água e ao qual teria sido adicionada cal apagada, explicou a revista.

Um quarto cientista, o físico Guy Dumortier, das Faculdades Universitárias Notre-Dame de la Paix de Namur (Bélgica), também defendeu, na “Science et Vie”, a teoria da pedra aglomerada. De fato, ele detectou um teor bem mais elevado do que o natural de flúor, silício, magnésio e sódio.

“Sem querer desagradar os egiptólogos, a utilização de geopolímero para a construção de pirâmides é mais verossímil”, assegurou – [Do G1]

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Davidovits usa quadrinhos para explicar sua teoria. Como não gostar?

O estudo em questão é este: “Microstructural Evidence of Reconstituted Limestone Blocks in the Great Pyramids of Egypt“. O principal e primeiro proponente da hipótese de que as pirâmides teriam sido feitas de uma espécie de concreto é Joseph Davidovitsc, e em seu sítio pessoal você pode encontrar um grande volume de informação sobre suas idéias. Davidovits inventou o “geopolímero” em 1978 e logo depois pensou que sua idéia poderia ser uma mera reinvenção, tendo sido usada por povos antigos para construções megalíticas. As Grandes Pirâmides do Egito seriam, claro, o mais conhecido exemplo desta tecnologia esquecida por milênios. Alguns vídeos e um capítulo do livro de Davidovits podem ser conferidos aqui.

Davidovits é gente que faz, como Clemmons. Sua teoria para a construção das pirâmides envolve a exploração de um conceito criativo, no mínimo, e a realização de experimento práticos, ainda que em pequena escala. Quem sabe os antigos egípcios tenham usado pipas para levar sacos de concreto, bombas d’água para fazer a mistura no local, e levitação acústica para… bem, para alguma outra coisa?

INTERROMPEMOS NOSSA PROGRAMAÇÃO NORMAL
And now, for something completely different. A maior parte das pedras usadas na Grande Pirâmide veio de uma pedreira localizada a trezentos metros de distância. Metros, não quilômetros. A área em formato de ferradura, maior do que a base da própria pirâmide, jaz hoje a 30 metros abaixo de seu nível original.
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Em laranja, as pedreiras. O Egito não é apenas um playground de areia

Faça as contas, e descobrirá que mais pedra foi retirada desta pedreira ao lado das pirâmides do que o que há na Grande Pirâmide. A explicação é simples: ela também serviu a outros projetos, como a pirâmide de Quéfren, que a propósito tinha 136 metros de altura. Há em verdade várias pedreiras imediatamente ao lado das pirâmides, algumas ainda restam como foram deixadas há milhares de anos.
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Opa. Pedreiras ao lado das pirâmides? Mas as pirâmides não foram construídas sobre a areia, o que seria impossível? Não. As pirâmides do planato de Gizé foram todas construídas sobre bases de pedra sólida, parte da formação de Mokattam. A própria Esfinge não foi construída: foi esculpida, isto é, rocha foi retirada, não colocada no lugar. As bases de todas as pirâmides do planalto de Gizé foram criadas de forma similar, nivelando a rocha sólida.

Não só não há assim nenhuma pirâmide invertida abaixo da Grande Pirâmide, como os túneis que seguem abaixo dela foram escavados adentrando pedra maciça. Tudo isto é elementar, pode não ser muito fascinante, mas são fatos. Abaixo das pirâmides, há pedra sólida. Mesmo visitando o local é possível ver a base de pedra sólida estendendo-se além da pirâmide.
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Base da pirâmide de Quéops

E a precisão? Bem, já notamos que os romanos com seu aqueduto de Nimes conseguiram manter um desnível de 17 metros ao longo de 50 quilômetros, mas vale revelar que a Grande Pirâmide não tem uma precisão milimétrica. Pelo menos, não em todos seus blocos. As medidas discutidas por egiptólogos, e aceitas ingenuamente (ou maliciosamente) por vendedores de mistérios referem-se à pirâmide quando completada, com seu perfeito revestimento externo, corrigindo quaisquer imperfeições da estrutura interna.

Porque a estrutura interna… essa está longe de ser perfeita. Como notamos semana passada – não era uma brincadeira – a estrutura interna é em verdade côncava, e tem oito lados.

Todos vêem esta formação interna hoje, afinal, ela se tornou a parte externa. E embora com muita dignidade, esta milenar obra anciã em seu estado atual é claramente imperfeita e imprecisa. Numa perfeita demonstração de que fatos não são nada frente a teorias, entretanto, ainda assim se repete – e se engole – a mentira de que todos os blocos da pirâmide foram dispostos com precisão absoluta. Qualquer um que tenha visitado as pirâmides terá testemunhado o contrário

Em reallidade há mesmo o eventual uso de argamassa para cobrir vãos entre os blocos internos. Não, esta não foi uma “reforma”, isto se vê em toda a pirâmide, de fato, em todas as pirâmides.
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“Argamassa Quéops: tradição que você confia há 4.500 anos!”

Egípcios não eram estúpidos, pelo contrário, e construíram suas pirâmides apenas de acordo com sua necessidade. Não havia necessidade de ter blocos internos dispostos com precisão milimétrica para impressionar as gerações futuras, sua única utilidade prática é preencher e sustentar o resto da pirâmide de maneira estável. Apenas o revestimento externo – do qual quase nada resta hoje na de Quéops – assim como partes dos túneis e câmaras internas era composto por blocos encaixados perfeitamente.

Esta diferença de precisão entre os blocos internos e externos pode ser ilutrada no que resta do revestimento externo da pirâmide de Quéfren:
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O que resta do revestimento externo da pirâmide de Quéfren

Parte do revestimento externo da pirâmide de Quéops pode ser vista em uma imagem anterior nesta coluna onde se vê a base de rocha sólida.

Porém, mesmo considerando pedreiras a centenas de metros, uma base sólida e uma precisão nada milimétrica para a maior parte da construção, certamente ainda não é uma tarefa simples construir as pirâmides. Uma estimativa de seus custos com técnicas modernas, contudo, não deve levar em conta o uso de caminhões Volkswagen ou mesmo navios que passam pelo porto de Santos.

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Rabiscos em bloco de pedra. Motivações semelhantes levaram às inscrições em blocos internos da Grande Pirâmide

Uma análise mais realista consideraria a relocação do templo de Abu Simbel em 1964. Com a represa Aswan, que domou o Nilo, o templo precisava ser movido a uma altura maior para não ser coberto pela água. O trabalho envolveu cortar todo o templo em blocos, incluindo parte da montanha ao seu redor, e levar os blocos com até 30 toneladas cada para montagem exata em seu novo berço. Para comparação, o peso médio dos blocos da Grande Pirâmide é de apenas 2,5 toneladas.
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A reconstrução do templo ainda contou com a literal construção de uma nova montanha, erguida sobre um domo de concreto, abrigando cinemas e outras facilidades aos turistas. Em inglês, este artigo (PDF) é uma boa visão geral do fabuloso feito de engenharia.

Tudo isto levou… quatro anos. E ao custo de 40 milhões de dólares. Milhões, não bilhões. Multiplique por 100, e ainda se terão “apenas” 4 bilhões de dólares. As pirâmides já geraram um renda em turismo equivalente a muitas vezes este valor. Se não tivessem sido construídas, seria uma boa idéia investir em sua construção.

Caramba, mas a Grande Pirâmide possui alguns blocos com 70 toneladas, é verdade. Como míseros seres humanos , mero gado, moveria objetos tão pesados? Falemos dos romanos outra vez, mas com um detalhe especial.

Ao dominar o Egito, os romanos ado-ra-ram aqueles fálicos objetos obelísticos que adornavam o Egito, tanto que quiseram levar para casa. A paixão pelos obeliscos foi tanta que há hoje mais obeliscos egípcios na Itália do que no Egito. Roubar obeliscos de centenas de toneladas foi uma paixão romana.

Ainda restam alguns obeliscos de pé por Roma. Um em particular, deve chamar nossa atenção, por sua localização. No Vaticano. Em frente à Basílica de São Pedro. É, criançada, no centro do Vaticano está um objeto de culto pagão surrupiado pelos romanos. Com uma cruz colocada em cima, claro.

“Todos salvem o Obelisco egípcio”

Ele foi inicialmente “levado compulsoriamente” por Calígula (!) e levado para o seu circo, posteriormente conhecido como o Circo de Nero. No fim do século XVI, com a construção da basílica, o papa Sixto V ordenou que fosse movido mais uma vez, agora para o destino onde resta venerado até hoje.

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Atenção para o compasso no canto superior da ilustração

O Obelisco do Vaticano pesa mais de 320 toneladas.

Esclarecidos esses pontos, afinal, teriam os egípcios trabalhado da mesma forma que o Vaticano? Ou, em verdade o contrário? O papa Sixto V, por exemplo, não foi nada gentil com a peãozada: diz-se que havia uma ordem de silêncio durante a manobra de puxar o obelisco, sob pena de morte. Ironia das ironias, Sixto V era parte da Inquisição.

Fonte:sedentario.com
e livro A Incrivel Tecnologia dos Antigos

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