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“Quando o homem é presa de suas emoções ele não é senhor de si mesmo, fica a mercê da sorte” – Spinosa

Venho estudando nos últimos anos bastante sobre emoções e como domá-las, ou pelo menos discipliná-las.

Hoje em dia a grande maioria é refém desse artifício mental criado para sobrevivência e convivência, não somos capazes de refletir sobre elas, quando alguém age de forma que ofende ou chateia os outros as pessoas muitas vezes deixam pra lá falando que essa pessoa sempre vai ser assim.

Não é verdade.

Vivendo numa sociedade e nos infatiliza, nos traz desejos que nos infatiliza, temos que ter tudo, ser melhor que todos, buscar o sucesso, mas que sucesso é esse, essa vida que nos vendem é boa pra quem, será que dá pra criar um modelo de sonho e ter certeza que vai deixar todo mundo feliz?

Dá pra criar, mas com certeza não encaixa em muita gente, vemos hoje em dia a depressão e ansiedade como as maiores doenças da atualidade.

A infantilização vem desde o que queremos até ao como nos sentimos na sociedade, no universo, somos eternamente incompletos, sempre em busca algo novo, e sempre há coisas novas.

Mas e quanto a nós mesmos, a parte interna?

Esquecemos que o equilibrio é o maior objetivo da vida.

Hoje em dia já sabemos que somos seres emocionais, mesmo as pessoas mais frias e calculistas, e não nos ensinaram nenhum dia das nossas vidas a como lidar com nossas emoções, com as emoções dos outros e com o humor também, que é uma emoção constante.

E isso cria atrito demais em nossas vidas, pois queremos sermos quem já somos e não nos adaptar aos outros, entender os outros, somos seres que tem empatia, mas é muito difícil ver ela nas situações de nossas vidas.

Saber que as coisas são transitórias seria um grande evitador de sofrimento, pois estamos acostumados a ter tudo a todo tempo, ou pelo menos a desejar tudo a todo tempo. A vida não é feita para se ter satisfação a todo instante e sim para  ter equilíbrio, e para ter equilíbrio é preciso domar o mar das emoções.

Nos perguntamos sempre como as pessoas antigamente eram felizes, a questão não era ser feliz, mas em como se achava amor nas coisas que se faziam.

Mas como amar algo que não tem as mesmas características que nós?

Ao domar nossas emoções, estar alerta ao que nos faz feliz, ao que nos irrita, aos outros poderemos ver que o que importa no final de tudo na vida é a sua evolução pessoal, não é atoa que existem milhares de coaches hoje em dia, as pessoas não estão conseguindo ser elas mesmas, estão sujeitas a crenças, emoções, gatilhos emocionais, e sequestros emocionais também, que são aqueles momentos nem lembramos de tanta raiva que passamos, perdemos o controle, falamos coisas que não queríamos e machucamos as pessoas que amamos, pelo simples fato de sermos reféns de nós mesmos.

É possível se libertar dessa prisão, só pelo fato de você ter vindo até aqui ler esse post mostra que você está disposto.

Para todo furacão primeiro uma borboleta bateu sua asa em algum lugar.

Comece a bater suas asas.

Emoções – O Gatilho Emocional

Muitas vezes as pessoas reagem de maneiras distintas ao mesmo evento, todavia há gatilhos que geram a mesma reação emocional em todo mundo. Como isto ocorre? Como nós adquirimos nosso conjunto próprio de gatilhos emocionais e ao mesmo tempo reagimos exatamente da mesma maneira que todo mundo quando determinados gatilhos são acionados?

Nós não nos emocionamos sobre todas as coisas e nem o tempo todo. As Emoções vem e vão. Sentimos uma emoção em um momento e podemos não sentir nenhuma emoção em outro. Algumas pessoas são muito mais emocionais que outras, mas mesmo a pessoa mais emocional tem momentos no quais não sente emoção alguma.
Já que cada minuto de nossa vida não é emocional, fica a pergunta: Quando nos emocionamos, qual é a razão? A maneira mais comum pela qual emoções ocorrem é quando sentimos que algo que afeta seriamente nosso bem-estar, pra melhor ou pior, está acontecendo ou prestes a acontecer. Este não é o único motivo, mas é o motivo central de nos emocionarmos. As emoções evoluíram para nos preparar para lidar rapidamente com os eventos mais vitais de nossas vidas.

Documentário: A verdade sobre a mentira

Sinopse:
A verdade é… somos todos mentirosos.Os cientistas dizem que aos 4 anos nós já aprendemos a mentir. Mentimos para proteger nós mesmos e os outros. Mentimos para proteger os sentimentos dos outros, e para conseguir o que queremos e precisamos. A maioria de nós mente em uma a cada quatro conversas que durem mais de 10 minutos. Um estudo mostrou que estudantes universitários mentem para suas mães 50% do tempo. Mentimos em 1/3 das conversas com nossos parceiros, e contamos as mentiras mais sérias para as pessoas com quem mais nos importamos.”A Verdade sobre a Mentira” revela que a única coisa que sabemos com certeza sobre a mentira é: todos fazem isso, e não conseguimos detectá-la facilmente.Aliás, pra todos que já viram a série Lie to Me sabe que tem muito a ver com essas micro-expressões e não é atoa, a série toda foi inspirada nos livro e na vida do Paul Ekman, o cara que foi estudar expressões faciais na áfrica. (Vou comprar o livro dele e depois conto o que acho)

Dados do Arquivo:
Direção: Andy Blicq
Qualidade: TVRip
Áudio: Inglês
Legenda: Português (Embutida)
Tamanho: 567 MB
Duração: 00:52:53
Formato: AVI
Servidor(es): Depositfiles (DF) | Rapidshare (RS)
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Fonte:Docprimus