Quantas expressões faciais você já deu hoje?

Dá pra contar? Provavelmente foram muitas. Fazemos expressões a todo instante e com bem mais frequência do que imaginamos, pois é algo automático.

Mas alguns pesquisadores tinham dúvidas sobre elas, e Paul Ekman foi um dos primeiros pesquisadores e ir visitar tribos que tiveram nenhum ou pouquíssimo contato com a sociedade para descobrir se nossas expressões são universais.

“Como assim?” – Você deve estar se perguntando.

Uma pessoa quando ri vai ter sempre a mesma expressão com um sorriso e bochechas pra cima? Uma pessoa com raiva sempre comprimirá os lábios, irá comprimir a sobrancelha e arregalar os olhos?

Todos teriam as mesmas expressões em todo o mundo ou as expressões seriam uma bagagem cultural que nós temos levado conosco desde a muito tempo atrás?

Perguntas importantíssimas que Paul Ekman e outros procuraram achar suas respostas.

A Carta Roubada –  Edgar Allan Poe

“Quando desejo descobrir quão sábia ou quão estúpida ou quão boa ou quão má é uma pessoa, ou quais são seus pensamentos no momento, amoldo a expressão da minha face tão perfeitamente quanto possível, de acordo com a expressão dessa outra pessoa, e, em seguida, espero pra ver quais pensamentos ou sentimentos resultam em minha mente ou coração, como se para combinar ou corresponder com a expressão.”

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