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Documentário: A Guerra que Você Não Vê – Legendado

Com vocês, todas as mentiras sobre a guerra dos Estados Unidos.

Sinopse:

Neste documentário, John Pilger expõe como os grandes meios de comunicação dos países imperialistas (assim como seus representantes nos países periféricos) manipulam as informações com o objetivo de justificar suas guerras de rapina e outras políticas contrárias aos interesses das maiorias populares. John Pilger revela como estes meios agem de modo orquestrado para beneficiar as políticas imperialistas dos Estados Unidos, por exemplo, e de seus agentes no Oriente Médio (Israel). A vida humana nada conta para estas potências imperialistas (ou sub-imperialistas) nem para a mídia que as defende. Nada está por cima dos interesses econômicos ou estratégicos militares dos estados e grupos econômicos que exergem a hegemonia política no planeta. As cenas das atrocidades cometidas no Iraque, no Afeganistão e na Palestina são amostras do grau de perversidade a que se pode chegar com o objetivo de garantir privilégios.

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Algumas informações rápidas que o documentário apresenta.

Durante a I Guerra Mundial 10% das mortes eram de civis.
Durante a II Guerra Mundial 50% das mortes eram de civis.
Durante a Guerra do Vietnã 70% das mortes eram de civis.
Durante a Guerra do Iraque mais de 90% das mortes eram de civis.

A matança de Civis e causar-lhes grande sofrimento é crime de Guerra – IV Convenção de Genebra

A ONU era usada para travar um guerra invisível contra o povo iraquiano, que carecia de medicamentos, causando a morte de milhões de crianças com idade abaixo dos 5 anos. Lembrando que a ONU é principalmente financiada pelos EUA.

Destruir as estruturas bases do país como escolas, hospitais e moradias são os principais alvos das guerras atuais, assim como lucrar com os recursos do país dominado, como o petróleo no caso do iraque,  e claro, testar novas armas como a bomba de fósforo que é proibida ser usada em guerras, mas foi usada no iraque como mostrado no documentário e Israel (financiada pelos EUA) também usou uma em uma escola de crianças na palestina.

Após um helicóptero atirar em civis, e matar duas crianças  uma pessoa fala “isso é culpa deles, quem mandou trazerem crianças para a batalha?”. Impressionante!

Mais de 300 jornalistas foram mortos desde a guerra do Iraque.

Obs: Terrorismo é uma das palavras mais usadas hoje, principalmente na época da guerra do Iraque e que na verdade não significa nada, pois perdeu seu significado e valor durante os anos, pois o terrorismo que as nações ricas apontam tanto são apenas epifenômenos de todo o período em que essas pessoas governaram, o descaso traz revolta, e a forma dos revoltados agirem é usada para justificar mais atrocidades. E o ciclo continua… até todos percebermos os mecanismo usados pela propaganda e não nos deixarmos enganar mais.

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Realidade Por Trás da Ocupação Eua/Iraque


Os videos são depoimentos de ex-soldados americanos que sinceramente falam muito do mesmo, mas é bom ouvir de quem estava lá dentro para ter uma espécie de confirmação de nossa desconfiança.

Mas duas coisas que instigou em uma das falas, que foi quando ele falou que se uma pessoa atirar na rua contra um soldado americano todas as pessoas da rua deveriam ser fuziladas por não passarem de “cúmplices” (e bota áspas nesse cúmplices), e a outra é que os prédios de lá estão todos destruídos.

Primeiro, vou falar dos prédios: temos que primeiro que pensar que nada é feito sem intenção, ainda mais numa guerra, a destruição de prédios não foi simplesmente consequência de tiros, bombas ou tentativas de eliminar o “inimigo iraquiano”, mas sim faz parte de um planejamento de “pseudo-guerra”, vou usar esse termo, pois a guerra já acabou, e esse mesmo fenômeno acontece muito na Palestina.
Quando não se pode mais dar um ataca direto no inimigo então mira-se em outros pontos, e destruir prédios é destruir a infra-estrutura do país, na Palestina vários hospitais são destruídos, e falar hoje em dia que foi erro, é esperar que o povo seja surdo e ignorante, o que não deixa de ser verdade muitas vezes, mas é porque não paramos pra pensar no que ouvimos, pois a informação muitas vezes é dita em eufemismos ou em tom que não ti chama atenção. Israel usa bombas de fósforos que são proibidas e é um  crime de guerra, asso, como destruir hospitais e escolas, mas fazendo isso se consegui atingir um inimigo indiretamente, pois não se visa matar seu exército e sim fazer com que sua possibilidade em voltar a ser um país com uma economia regula que possa dar o mínimo de conforto para seus povo seja impossibilitada até que se pare de fazer isso.

Segundo, hoje em dia não se pode dar um golpe sem pensar no psicológico do povo, como seria a reação dele perante a isso, atirar em pessoas inocentes causa medo/tristeza aos mais passivos e raiva as pessoas mais ativas, criando assim um povo que não progredi muito pela falta de expectativa de melhora, e os que tentam fazer essa melhora acontecer é através da expressão da raiva pela vingança (não digo justiça, pois há sentimentos negativos envolvidos, se tornou algo pessoal também), e também devo falar das pessoas que tem um perfil de pessoa esperançosa, mas infelizmente parentes seus morreram, lugares onde ia explodiram, sua saúde pode não estar bem e não se tem hospital, seu filho vai para uma escola aos escombros, e o pior, vive com um medo palpável de poder morrer a qualquer instante, pois além de ver o caos que sem encontra seu país, é bombardeado por notícias ainda mais aterrorizantes fazendo ficar em alerta a todo instante, a paz interna foi eliminada.

“Desse jeito não é difícil entender o porque as pessoas fazem coisas horríveis por aí como matar pessoas e explodir lugares” – Fala de um dos entrevistado no documentário Capistalim: a Love Story.

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