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Como é que ele sabia?

 

O jornalista Ben Fulford

O jornalista Ben Fulford

 

Benjamin Fulford é um jornalista canadense radicado no Japão. Altamente controverso, foi inúmeras vezes acusado de “teorias da conspiração” sem bases efetivas. Apesar das opiniões, um fato se impõe:  em 3 de dezembro de 2012 ele escreveu que o papa (então Bento XVI) havia perdido poder e influência e deveria em breve correr o risco de ser processado pelo tribunal internacional. Em 4 de fevereiro, de fato, um processo foi registrado, embora não tenha sido declarada a prisão.

Em seguida, no dia 5 de fevereiro, comentando a renúncia da rainha Beatrix, da Bélgica (que ele havia indicado que aconteceria, antes de qualquer outro veículo noticiar), Benjamin arrematou a notícia com a seguinte frase: “Now it’s Pope Maledictus (SIC) turn”. (agora é a vez do Papa Maledictus XVI – fazendo um trocadilho com o nome papal Benedictus, ou Bento XVI).

Como todos sabemos, no dia 11 de Fevereiro, o Papa anunciou sua renúncia, que aconteceria no dia 28 do mesmo mês; o que foi recebido por toda a imprensa internacional; inclusive os vaticanistas e especialistas eclesiásticos como uma absoluta bomba, completamente inesperada. Além da Rainha da Bélgica, houve ainda a renúncia da rainha da Holanda, igualmente prevista por Fulford. Entre todos os monarcas apontados por Fulford, apenas a Rainha Elisabeth da inglaterra não renunciou, ao menos até aqui. Claro que nem tudo que Fulford escreveu cumpriu-se exatamente; mas o fato é que sabia das renúncias, inclusive a do Papa, pelo menos seis dias antes.

Outro dos avisos de Banjamin Fulford dizia respeito ao colapso do sistema bancário; especialmente dos grandes bancos internacionais. Em dezembro de 2013, Ben Fulford escreveu que no ano de 2014 veria-se muitas prisões, fugas e eventualmente mortes e “suicídios” (aspas originais de Ben Fulford). Segundo ele, muitas das mortes seriam queimas de arquivo, embora algumas pudessem de fato ser de pessoas desesperadas temendo seus destinos, ou ainda alguns talvez genuinamente arrependidos. Independente da apuração das razões, o fato é que desde janeiro ocorreram 14 mortes de banqueiros ou executivos diretamente ligados a grandes bancos, como seguradoras ou jornalistas que cobriam notícias sobre o assunto. A lista completa depende da fonte, mas há quem indique que já seriam 20 mortes misteriosas relacionadas de alguma forma. Em resumo, apenas o J. P. Morgan Chase, um dos bancos mais citados por Ben Fulford como operador global de fraudes financeiras, viu 5 de seus executivos morrerem em circunstancias estranhas, inclusive um vice-presidente que teria se atirado do topo do edifício do banco em londres, minutos após ter ligado para a namorada e ter dito a ela que estava saindo e chegaria em meia hora.

As mortes dos banqueiros continuam bastante misteriosas; mas talvez ainda mais intrigante seja a questão sobre as controvertidos artigos de Benjamin Fulford. Porque, tenha a explicação que tiver; o fato é que ele publicou tudo isso antes…

Links:

Blog de Benjamin Fulford

A Infância Eterna

BabyPointing_JSolisPor Paulo Ferreira
(out. 2013)

“Biologicamente, um adulto é de um ser humano ou outro organismo que é de idade reprodutiva (maturidade sexual). No contexto humano, a idade adulta, adicionalmente, tem significados associados a conceitos sociais e legais, por exemplo, um adulto legal é um conceito legal para uma pessoa que tenha atingido a idade da maioridade e, portanto, é considerada como independente, auto-suficiente, e responsável (contrastando com “menor”). Além disso, a idade adulta adulto humano engloba o desenvolvimento psicológico.

Definições da vida adulta são muitas vezes inconsistentes e contraditórias, uma pessoa pode ser biologicamente um adulto, e têm um comportamento adulto, mas ainda ser tratado como uma criança, se eles estão abaixo da maioridade legal. Por outro lado, pode ser legalmente um adulto, mas não possuem a maturidade e responsabilidade que pode definir o caráter adulto.” (Wikipédia)

Neste mês de outubro, o conceito do potencial e da proteção dos seres que são de fato crianças, seres muito jovens; que representam toda a possibilidade do futuro e estão cheios da inocência própria da idade está bastante presente; temos muitos lembretes desse aspecto sendo feitos por muitos. Gostaria de aproveitar o destaque do tema para focar outro aspecto; que é o da “infância eterna” que aflige muitos que já não tem poucos anos de vida. A imaturidade que persiste mesmo em muitos que já não sendo tão jovens, e nem inocentes (em muitos sentidos) continuam comportando-se como crianças já tendo vivido décadas.

Maturidade é o entendimento e reconhecimento da existência e igual relevância de direitos e liberdades dos seus semelhantes. Uma criança tem uma visão limitada do mundo, no sentido que é uma visão pouco ampla. A criança coloca-se sempre no “centro do mundo” – e para a percepção infantil, as eventos só existem na medida da relação com ela mesma; portanto, todos os eventos percebidos devem ser “motivados”e “dirigidos” a ela e por ela. Por isso, a criança muito nova não reconhece, não entende a necessidade do adulto por dormir, quando ela mesma está acordada. Partindo do pressuposto infantil de que “o mundo existe PORQUE eu existo”, ela não pode conceber que alguém tenha necessidades não relacionadas a ela. Isso está fora do escopo de compreensão de uma criança de 2 anos de idade, o que, nesta fase, é apenas natural.

Agora, pense por um instante em quantas pessoas com décadas de idade você conhece que agem exatamente da mesma maneira. Incapazes de perceber que o mundo não existe “por elas”. Incapazes de conceber que outro individuo tem necessidades que não se relacionam e ela.

Mesmo que esta pessoa tenha 20, 30 ou 80 anos… sua mentalidade é imatura: esta atitude não é adulta. Esta atitude é de uma criança, mesmo que o indivíduo em questão tenha 60 anos de idade. Quando alguém age “sem reconhecer” a existência e as necessidades do outro, esta atitude é idêntica àquela da criança que ainda não sabe que não é o centro do mundo.

Quando alguém ocupa um lugar reservado num ônibus, ignora as outras pessoas e passa-lhes à frente numa fila; “atropela” descuidadamente, ignorando e empurrando as outras pessoas num lugar cheio; quando alguém ouve musica num carro ou num celular num volume alto o suficiente para afetar as atividades dos semelhantes à sua volta… todas essas atitudes denotam uma completa falta de maturidade e entendimento do mundo adulto, que demanda o reconhecimento da existência do “outro” a sua igualdade de direitos e liberdades.

Todos estes exemplos acima são bastante simples, externos e visíveis. Mas nem tudo no mundo da maturidade é tão visível e claro.

Quando alguém tenta impor a outro ser que aja de um modo específico, apenas por um desejo pessoal de que isso seja feito; qual seria a diferença real entre isto e a atitude da criança de 2 anos que não entende como a mãe possa querer dormir, se ela mesma já está acordada? Nenhuma diferença. Tentar impor a sua vontade ao outro é exatamente AGIR como uma criança de 2 anos. É um comportamento aceitável para a criança de 2 anos. E é absolutamente vergonhoso e inaceitável num ser que julgue-se adulto.

Quando alguém tenta impor que algo aconteça imediatamente, apenas para satisfazer a sua própria ansiedade; qual a diferença entre isso e a atitude de uma criança de 2 anos que chora porque a mãe foi ao banheiro?

Quando alguém se permite ofender ou ser ríspido com o outro, apenas porque algo que foi feito não lhe agrada, qual a diferença entre isso e a criança que grita com o amiguinho que não lhe dá o brinquedo?

Desde cedo, a maioria dos pais busca ensinar, de algum modo, que não se deve “impor” a sua vontade ao outro; e essa atitude tem muitos nomes: é chamada birra, mimo, descontrole. O termo em inglês para isso é bastante interessante: spoiled. A mesma palavra usada para dizer que algo está estragado. Um ser humano que age assim, está, de fato, estragado.

Mas o que dizer de alguém que exige que outro ser cumpra um prazo insensato para a entrega de um trabalho, apenas porque a falta de planejamento ou a sua vontade pessoal assim deseja? É absolutamente a mesma coisa. O que dizer de alguém que altera ou frauda uma licitação, roubando o dinheiro dos contribuintes, apenas para guardar para si mesmo ou seus amigos? E absolutamente a mesma coisa. É somente a incapacidade de entender que o mundo não gira ao seu redor. Que há outros seres no mundo, e que estes tem o mesmo direito e merecem a mesma liberdade. O que dizer de um ser que destrói uma floresta para ali fazer um empreendimento particular que dará lucros e benefícios a uns poucos?

Na mesma medida em que devemos proteger e cuidar da verdadeira infância, daqueles que são de fato pequenos e inocentes, devemos exigir de nós mesmos uma atitude adulta e madura em TODOS os aspectos da nossa vida, uma vez que deixemos os primeiros anos de vida.

O estado atual da maioria dos governos, que age apenas por interesses próprios, econômicos e de curto prazo, jamais pensando no bem comum; assim como o estado atual do ambiente no planeta, são um exemplos claros de que temos sido crianças soltas numa loja de doces: bagunçando tudo, experimentando tudo, absolutamente indiferentes ao que pode acontecer, absolutamente ignorantes do fato que estamos destruindo, inclusive, a nós mesmos, através da destruição da nossa casa.

Mais dia, menos dia (como sabe qualquer adulto) a vida manda a conta por todas as nossas atitudes.

A Repetição do Erro e a Memória Genética

Por que a civilização humana acaba cometendo sempre os mesmos erros?

Muitos devem se perguntar isso, e realmente parece não ter lógica, será que estaremos destinados ao eterno retorno? Devemos sempre cometer os mesmos erros, terá a resposta um por que espiritual, de que devemos nós mesmos cometer o erro, e não os outros?

Realmente acredito que não é bem assim, e que um dia pararemos de repetir o ciclo da decisões ruins, pois apesar de realmente repetirmos decisões como acreditar em líderes iguais aos do passado, acreditar em propagandas iguais, em políticas iguais, em amores iguais.

Mas acho que a resposta está muito mais arraigada do que parece a princípio.

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Você está disposto?

No post “O Revolucionário de sofá e a síndrome do mestre“, Mako conclui muito bem sobre o que é necessário para mudar, e aponta que para se ter uma atitude revolucionária é preciso “Apenas estar disposto“. Creio que esse ponto é crucial, e por isso resolvi retomar esse post.

O que leva alguém estar disposto? Antes disso, o que é disposição? Mais uma vez entramos em uma área na qual corpo e mente atuam juntos. Disposição é uma tendência a…, ou seja, falando grosseiramente, uma motivação da pessoa a agir de determinada forma. Requer energia, um certo estado de desibinição em relação às experiências novas que a vida apresenta, o que chamamos de “estado de espírito”. Mako fala no post que até os 7 anos 90% das crianças são gênios. Diria diferente, diria que na infância as crianças estão em um estado de “polimorfismo” de suas ações, comportamentos e gostos. Isso indica que a criança é uma experimentadora natural, e que se não houver traumas graves ela poderá experimentar sem medo as diversas experiências da vida, de forma flexível. Isso sim é uma atitude genial (não confundam com esses gênios da TV, como os da série “The Big Bang Theory”, há vários tipos de genialidades).

Assim, a criança está em um estado de alta motivação, e se coloca disposta a realizar diversas atividades. O processo de socialização ocidental, quando permeado por moralismos, acaba por reprimir boa parte dessa criatividade e dessa disposição. Há teorias da psicologia escolar que dizem que o mal-comportamento dos alunos na escola não é fruto de sua criação familiar ou de genética, mas é puro tédio, pois a escola não possibilita mais que sejam criativos. A disposição é algo que não floresce sozinha, mas tem que ser cultivada, exercitada, e investida. Uma sociedade estruturada vive no fascínio do Mesmo, ou seja, busca manter a todo custo as coisas como estão. As pessoas que se enquadram no sistema acabam por crer nessa ideia, e lutam contra a rebeldia de seus filhos, e assim contra seu potencial de mudança.

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Além do bem e do Mal

”Aquilo que se faz por amor está sempre além do bem e do mal”  – F. Nietzsche

Danielle Sleiman. uma amiga minha pergunta pra mim: “Mas como ter certeza de que estamos fazendo o melhor ao outro? Como alguém sabe o que é o melhor para o outro? Que certeza temos de que nossos planos para aquela pessoa realmente terão um bom efeito, de que trará uma mudança positiva? Temos esse controle sobre o “bulliyng do bem”? É certo agir a favor de uma pessoa sem que ela saiba? Questões a se pensar meu caro e grandioso amigo pensante.”

O Bullying do bem foi um termo que inventei para descrever a intervenção que você ao ter absolutamente certeza de que a pessoa está indo no caminho errado faz, mas não de uma maneira que é levada de forma agradável as vezes, pois é preciso intervir, ou seja, causar uma situação que não seja o habitual, incômoda para a pessoa que está tratando mal alguém, ou sendo arrogante, ou mesmo sendo desonesto com um amigo. Isso poderá ser brusco, pois realmente você estará parando uma onda de ações ruins.

Cito aqui um pedaço do livro O Mensageiro, do nosso Colaborador aqui no site, Paulo Ferreira:

“”Existe um ditado do velho oeste americano que diz: ” Você pode levar um cavalo à água, mas não pode obrigá-lo a beber.” Este ditado resume de um bom modo o compromisso que devemos ter com o conhecimento e a verdade em relação aos nossos semelhantes. Este é um aspecto de grande importância, porque qualque ratitude que tente forçar um outro ser na direção do conhecimento está essencialmente errada. Mas vamos primeiro examinar nosso próprio compromisso com o conhecimento e a evolução para depois incluir os outros. “”  Continue reading

A Constância

O ser humano já foi uma civilização nômade,
O ser humano já foi uma civilização guerreira,
O ser humano já foi uma civilização agrícola,
O ser humano já foi uma civilização escrava,
O ser humano já foi uma civilização meditativa,
O ser humano já foi uma civilização mágica,
O ser humano já foi uma civilização devota,
O ser humano já foi uma civilização castrada,
O ser humano já foi uma civilização de grandes monumentos,
O ser humano já foi uma civilização astronômica,
O ser humano já foi uma civilização aprendiz,
O ser humano já foi uma civilização sobrevivente,
O ser humano já foi uma civilização atroz,
O ser humano já foi uma civilização de amor,

Pra quem diz que as pessoas tem uma natureza, uma essência,
é melhor olhar para tras antes (engraçada a analogia tempo/espaço),
pois o ambiente se mostra muito mais importante do que qualquer pré-disposição. 

Pare de falar que nunca vai mudar, nós sempre mudamos.

A mudança é a única constância.

Palestra: Para onde Vamos? – Zeitgeist

Ótimo video, como se espera do Movimento Zeitgeist.

Seja O Que For Preciso Ser

Esse video representa uma das minhas filosofias de vida, agir quando você quer independente do quão incomum ou mesmo inoportuno pode ser para muitos. Uma frase que li nos texto do Aldo Novak quando tinha 15 anos sempre me marcou, “Você pode criar você mesmo”, e isso me causou uma grande interrogação na época, pois estava acostumado a pensar que as pessoas eram o que eram, e tinham suas limitações, eu mesmo na época era um grande esportista, jogava videogame, e tinha amigos bem mais inteligentes que eu, porém eu sempre soube que conseguia resolver coisas mais rápidos que a maioria, mas me faltava informação na época.

E meu pensamento na época era tocar bem um instrumento e continuar a praticar esportes, mas analisando as pessoas eu percebi com o tempo que elas realmente continuavam o que já estava predispostas a fazer, como no meu caso eu poderia ser bom em algum esporte ou arte-marcial, pois sempre gostei, mas fiquei imaginando, porque não treinar minhas fraquezas em vez?! Felizmente eu desde de pequeno fui competitivo, sempre querendo melhorar no que eu gostava, ou melhor, sempre querendo vencer o adversário, e isso eu acho que me ajudou a melhorar no que eu era fraco, comecei a fazer coisas que não fazia, e até conversar com pessoas que não me interessavam muito, e isso eu posso dizer que me deu uma capacidade de entender as pessoas e até eu mesmo, pois eu tinha o autocontrole de ser gentil quando a maioria das pessoas iria entrar em furia, ou ser rigido e grosso quando uma pessoa precisa ouvir o que não queria ouvir.

Não é porque uma pessoa agi de forma diferente do comum dela que ela deixou de ser ela mesma, pessoas não podem ser definidas como raças de cachorros, elas são várias coisas ao mesmo tempo, apenas escolhemos ser o que já estamos acostumados.

Agir faz de nós “Estranhos”, ou como já ouvi, sincero demais.

Acho que não há meias palavras para certas coisas, ser rude muitas vezes é necessário, ajudar pessoas sem que elas peçam também, não adianta ter a maior revolta do mundo dentro de você se você não sai da toca para expressá-la, no começo você até pode voltar para ela, mas depois você vai ver que a vida é muito mais serena e descomplicada quando você começa a tirar os grilhões que você colocou e que colocaram em você.

Você pode definir quem você é, você pode até testar ser mais engraçado uma época, ser mais quieto outra, ou ser mais confiante, tudo depende de como você consegue lidar com a mudança.

Você é como a luz, uma onda e uma partícula ao mesmo tempo.

Agradeço a querida leitora Francine Fischer pela dica do video.

ONG: Um Teto Para Meu País.

Esse foi um video que eu fiz para exibir a ONG Um Teto para meu País na Europa, mas primeiramente seria exibido na Cambrigde University (para os engenheiros) e na semana internacional de vida sustentável que aconteceu lá esses dias.

A Ong nasceu no Chile logo depois do terremoto que destruiu o país, e foi uma solução rápida e pratica para dar um pouco de tranquilidade para  as pessoas que mais precisavam.

E esse movimento se tornou bem famoso e com grandes resultados em toda a América Latina, 19 países se não me engano, e foram até agora construidas quase 1000 casas no Brasil.

O esquema é o seguinte, eles (a ong) recebem ajuda de empresas como a Pepsi e outras, e pedem 25 reais para os voluntários a cada construção para construir casas pequenas em favelas, casas pré-feitas, onde só é preciso montar elas e construir os pilares de sustentação, pois a causa fica suspensa, ela não é constroida do chão, essa parte dos pilares demora um dia inteiro, geralmente as casas são construidas em dois dias, e depois os voluntários voltam para pintar, quando há doação de tinta, o que geralmente tem.

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Video: Permissão para um Mundo Livre

1- A maior preocupação da humanidade é o Combinado o bem comum da comunidade humana, a biosfera e sua biodiversidade.
2- A vida, em todas as suas formas, é rara, preciosa e livre para florescer dentro do comum e uma boa.
3- Cada pessoa é um cidadão igual da comunidade humana, sem o estigma, o rótulo ou privilégio.
4- Cada pessoa tem acesso a todas as exigências de uma vida saudável, sustentável e cumprindo, livremente e sem subordinação a dívida ou obrigação.
5- Toda a energia e os recursos de que dispomos são a propriedade comum de todas as pessoas, e são alocados de acordo com as necessidades do comum e uma boa.
6- Cada pessoa aceita que os recursos mundiais são limitados, ea necessidade de consumo mínimo e dos resíduos.
7- Cada pessoa reconhece que se trata de uma única peça de uma única comunidade, que conta com todos os seus membros de forma igual para a sobrevivência e progresso.
8- Nós reconhecemos a eficácia ea imparcialidade do método científico e sua aplicação como nosso principal meio de resolução de problemas.
9- Reconhecemos a necessidade de uma educação relevante para os nossos filhos e nosso dever de cuidar de membros da comunidade são incapazes de contribuir ou manter-se.
10- Cada pessoa aceita a nossa responsabilidade colectiva de pessoas ainda não nascidas, e manter uma biosfera diversificada e sustentável para as gerações futuras possam desfrutar.

 

Acho que a maioria das pessoas se perguntam como uma sociedade pode ter essa mudança de paradigma sem acabar com os recursos naturais, pois temos muitas pessoas no mundo, e se tudo for de graça todos quereremos tudo. O que é uma idéia completamente errada, pois nossa mente ocidental pode imaginar essa impossibilidade, mas quando se vê pelo mundo o que acontece quando temos pessoas mais educadas (escolas e faculdades), vê-se que as pessoas tem consciência que ter muitos filhos é desnecessário e prejudicial para o ambiente, como podemos ver no ótimo documentário da BBC, “Quantas Pessoas Podem Viver no Planeta Terra?”.

 

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