Tag: mitologia

Documentário: O Poder Do Mito / Joseph Campbell

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Sinopse:
Escritor norte-americano nascido em 1904, Joseph Campbell é considerado uma das maiores autoridades em mitologia comparada. Abordando com igual eficiência os mais variados ramos do conhecimento, seus livros descrevem com desenvoltura desde os mitos antigos e os aspectos mais complexos das civilizações primitivas, passando pelos estudos de filosofias orientais, até chegar aos símbolos mais significativos das artes e da literatura contemporâneas.
“O Poder do Mito” é o fruto de uma série de conversas mantidas entre Joseph Campbell, pouco antes da sua morte em 1987, e o destacado jornalista Bill Moyers, numa brilhante combinação de sabedoria e humor. O casamento, os nascimentos virginais, a trajetória do herói, o sacrifício ritual e até os personagens heróicos do filme Guerra nas Estrelas são aqui tratados de modo original. Ao contrário do que considera o senso comum, mito não é mentira; Campbell afirmava que os mitos são importantes instrumentos psicológicos, legados de milhares de anos de experiência que podem nos ajudar a compreender o presente e a nós mesmos.
Wikipédia (Inglês)

Desmentindo a lenda da Lâmpada Egípcia

Na mitologia egípcia o começo do Universo acontece quando uma Flor de Lótus aparece, essa flor tem um comportamento singular, ela de noite fica submersa nas águas de um lago e volta a aparecer quando fica de dia, ou seja, quando o Sol aparece, e dela também criado o primeiro Deus, ATUM, o Deus primordial que cria o Sol e os astros, com frequência sendo simbolizado por uma cobra, o que claramente pode ser visto nos desenhos  das paredes dos templos egípcios.

Na cultura egípcia só existe um Deus supremo, Sendo ele supremo, eterno, imortal, onisciente, onipresente e onipotente, esse Deus na cultura egípcia é chamado de Neter, pois assim como a água que tem várias formas, o Deus supremo também tem, e Atum ao se juntar com o Sol se torna , o Deus que simboliza o Sol. Continue reading

Gigantes, nossos irmãos mais velhos e mestres.

Há milhares de anos, e em milhares de lugares se contam a história de que gigantes um dia viveram entre nós e nos ensinaram muitas coisas, astronomia, matemática, arquitetura, ética… Nos civilizaram.

Essa ao que tudo indica não é uma história fictícia extraída do imaginário humano, pois ela está em todo lugar mesmo. E assim como em uma investigação se observamos a mesma história sendo contada diversas vezes é porque algo de verdade tem.

A maioria, se não todas as construções megalíticas do mundo parecidas com Tiahuanaco, Sascsayhuacan, ilha de páscoa, muro das lamentações e por aí vai, são datas de outra era, mais de 10 mil anos atrás. As civilizações que lá moravam que conhecemos geralmente acharam esse lugares já construídos!

Representação da partida de Aztlan no códice Boturini.

Representação da partida de Aztlan no códice Boturini.

Wikipedia:
“A terra prometida por profecias foi encontrada através de um sinal numa ilha do lago Texcoco: alguns indivíduos avistaram uma águia (símbolo do deus Huitzilopochtli) sobre um cacto, e foi nesse local que se estabeleceu Tenochtitlán.” “A palavra asteca significa “gente de Aztlan”, uma importante cidade com localização desconhecida”

“Em meados do século XIX, Ignatius Donnelly, no seu livro Atlantis: The Antediluvian World, procurou estabelecer a ligação entre Aztlan e o suposto “continente perdido” Atlântida da mitologia grega; contudo os pontos de vista de Donnelly nunca foram reconhecidos como credíveis pela maioria dos académicos.”

Mas existem muitos documentários tentando provar a conexão entre a lenda e os povos antidiluvianos. Depois de acharem a estrutura megalítica no Japão em Yonaguni, e as pirâmides submersas do triângulo das bermudas (post altamente indicado pra complemento) fica realmente difícil de não acreditar, pois tudo leva a crer em uma civilização antes da nossa, antes de pelo menos 10.000 anos antes de cristo.

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Video: Pet Goat II

Primeiro tenho que falar que esse curta e incrível, ha tantas referências religiosas e políticas, é uma crítica enorme.

Repare em todos os detalhes, veja duas vezes, três vezes, você vai achar ainda mais incrível se for pausando.

Comente aqui suas impressões.

Dica do leitor Gary Gananian

Para ver algumas leituras minhas que talvez possam ajudar vocês clique abaixo.

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Sincronicidade e uma Ordem no Universo

Página 284 do livro “O Despertar dos Mágicos”

Plotino fala das relações naturais e sobrenaturais do homem com o cosmo e de todas as partes do universo entre elas: -“Esse Universo é um animal único que contém em si todos os animais… Mesmo sem estar em contato, as coisas agem e têm necessariamente uma ação a distância… O mundo é um animal único, e é esse o motivo por que é absolutamente necessário que esteja de acordo consigo próprio; não há acaso na sua vida, mas uma harmonia e uma ordem únicas.”

E finalmente: ” Os acontecimentos deste mundo dâo-se de acordo com as coisas celestes”.

Mais perto de nós, William Blake, numa iluminação poético-religiosa, vê todo o Universo contido num grão de areia. É a idéia de reversibilidade do infinitamente pequeno e infinitamente grande e da unidade do Universo em todas as suas partes.

Segundo o Zohar: “Tudo na Terra se passa como no céu”.

Hermes Trismegisto: “O que está no céu é igual ao que está na Terra”

E a antiga Lei chinesa: ” As estrelas no seu percurso combatem pelo homem justo”

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Mitologia Nórdica Parte 2

Após uma introdução à cosmogonia e lugares da mitologia nórdica na parte 1 de nosso post, vamos conhecer um pouco mais os personagens principais, e como os deuses influenciaram até os dias da semana.

ODIN

Odin (ou Woden) é o deus Todo-Poderoso da mitologia nórdica. Seu nome em norueguês arcaico significa Fúria, Excitação, mas também Poesia e Mente. Odin era o deus da sabedoria; ele atirou um de seus olhos no Poço de Mimir em troca de um gole de sabedoria; ele também se enforcou, pendurando-se na árvore Yggdrasil por 9 dias, apenas para obter o conhecimento do mundo dos mortos (e de lá nos trouxe as Runas), sendo revivido depois por magia. Odin se mantinha informado sobre os acontecimentos de toda a Terra através de seus dois corvos, Hugin (Pensamento) e Munin (Memória). A mitologia de Odin compartilha características com a do deus grego Mercúrio, e do deus celta Lugus. Nas batalhas Odin é quase sempre representado com a sua lança Gungnir na mão, com seu cavalo de oito pernas Sleipnir, com seus dois corvos e dois lobos de cada lado. O símbolo rúnico de Odin é o Valknut, composto por 3 triângulos entrelaçados, que é usado até hoje como escudo do time de futebol da Alemanha.
A quarta-feira possui o nome Wednesday nos países anglo-americanos porque deriva do inglês arcaico Wodnesdæg (Dia de Woden), que por sua vez é baseado no latim “Dia de Mercúrio”.
Outro dado interessante sobre Odin é que ele pode ter iniciado o folclore do Papai Noel. Na festa de solstício de inverno (Yule) Odin cavalga os céus no seu cavalo, e as crianças enchem suas botas com cenouras, açúcar ou feno, e as deixam próximo à lareira para alimentar o cavalo em sua jornada; em agradecimento, Odin deixava doces e presentes nas botas. Diz-se que a prática sobreviveu até a cristianização dos vikings, e após isso Odin foi associado a São Nicolau. Odin também se disfarçava de andarilho, com um cajado, e nessas ocasiões usava o nome Vegtam; Tolkien admite que baseou o seu personagem Gandalf (de “O Senhor dos Anéis”) nesta versão disfarçada do deus nórdico.

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Mitologia Nórdica Parte 1

A mitologia nórdica (também chamada de mitologia germânica, viking ou escandinava) se refere a um conjunto de crenças e lendas dos povos escandinavos, incluindo aqueles que se estebeleceram na Islândia, onde a maioria das fontes escritas para a mitologia nórdica foi construída. Como veremos, sua influência se estendeu por toda a Europa, especialmente a Inglaterra, de onde pudemos apreciá-la em obras como O Senhor dos Anéis e Harry Potter. Mas meu primeiro contato com essa mitologia foi mesmo com os gibis de Thor (que, aliás, vai virar filme em 2011). Nessa primeira parte vou falar da cosmogonia nórdica, e de como os mundos estão estruturados, para na segunda parte falar mais dos personagens e suas lendas. Uma coisa que percebi é que há muita confusão entre nomes de lugares e raças, então procurei compilar o máximo de informações, e o resultado abaixo é o que me parece ser mais confiável:

No início havia o Nada (Ginnungagap), que remete à noção grega do “Caos”. Um imenso vazio, que se estendia até o Norte, a Terra do Gelo (Niflheim), e o Sul, a Terra do Fogo (Muspell). Separadas pelo Nada, essas forças de frio e calor, contração e expansão, estavam inertes. Até que Deus, o Criador de todas as coisas, aquele que não tem nome e que é citado apenas na Criação e no fim dos tempos, respira, e suas baforadas unem frio e calor, compondo flocos de neve que foram se aglutinando até formar o primeiro ser: um gigante de gelo chamado Ymer, que deu origem a vários outros gigantes. Essas criaturas alimentavam-se do leite da vaca primordial Auðhumla que, por sua vez, alimentava-se lambendo o sal dos blocos de gelo. Numa dessas lambidas revelou-se a forma de uma nova criatura, cuja raça ficou conhecida como Aesir. Esse primeiro Aesir se chamava Buri, que teve (não sei como) um filho, Bor, que se casou com a filha de um dos gigantes e assim tiveram três lindos e importantes filhos: Odin, Vili and Vé. Esses três são simplesmente a Santíssima Trindade Nórdica, pois eles detêm o poder de trazer ordem ao Caos. Eles matam o gigante Ymer, dilaceram suas formas e com seus restos ajudam a compor o Universo (especialmente nosso mundo).

No centro do Nada está uma gigantesca árvore chamada Yggdrasil, o eixo dos nove mundos. Suas imensas copas chegam aos céus, podendo dessa maneira sempre estar banhadas por uma luminosa nuvem que orvalha Hidromel (a bebida favorita dos deuses, que garantia a eles a longevidade), que tem por função revitalizar automaticamente a imensa árvore. Os galhos mais altos serviam de moradia ao Galo de Ouro, que tem a responsabilidade de guardar os horizontes e denunciar aos deuses a aproximação de seus eternos inimigos, os gigantes. Logo abaixo, mas ainda no topo, há uma águia (Hraesvelg) que, ao bater de suas asas, produz o vento que sopra por todos os mundos.

Abaixo dela temos Asgard (Terra dos Aesir), governado por Odin e sua esposa, Frigga. É lá que fica o Valhala (Salão dos assassinados), local onde os guerreiros vikings eram recebidos após terem morrido com honra, em batalha. Metade das almas passa seus dias treinando em combates, e desfrutando de grandes banquetes e orgias à noite. Elas formam o “Exército das Almas Vivas”. A outra metade segue para Folkvang, o palácio de Freyja.

Também nos galhos se encontra Vanaheimr (Lar dos Vanir), que são uma outra categoria de deuses, ligados à fertilidade, prosperidade, sabedoria e capacidade de ver o futuro (enquanto os Aesir são mais guerreiros e ligados à magia). Há muita rivalidade entre esses dois tipos de deuses.

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Documentário: Alienígenas Ancestrais

Ancient aliens

Sinopse :

E se a vida na Terra começou no espaço? Milhões de pessoas aceitam a teoria de que formas de vida inteligentes tem visitado a Terra há milhares de anos e eram adorados como deuses pelos homens primitivos. Monumentos como Stonehenge e a Ilha de Páscoa seriam os últimos resquícios de uma antiga civilização alienígena?

Baseado no controverso livro Eram Os Deuses Astronautas, de Erich Von Daniken, a teoria dos alienígenas ancestrais tem abalado as crenças no progresso da humanidade.

Desde inexplicáveis super estruturas, conhecimento do sistema solar, matemática avançadíssima, desenhos antigos de criaturas estranhas nas cavernas, restos de pistas de pouso no Peru e textos indígenas que descrevem máquinas voadoras dos deuses, até a capacidade dos antigos em produzir eletricidade, entre outros, são citados por Von Daniken como prova de que astronautas eram bem conhecidos dos nossos antepassados, e que a humanidade não evoluiu em isolamento, mas com ajuda de viajantes de outros mundos.

Produzido com a colaboração E PARTICIPAÇÃO exclusiva do próprio Von Daniken, Ancient Aliens busca explorar evidências da influência de super humanos sobre o homem e faz novas expedições, embarcando em uma busca ao redor do mundo para buscar e avaliar essas provas e tentar obter respostas, concentrando-se nas descobertas dos últimos 30 anos, incluindo a até então inexistente análise de DNA e recentes descobertas e decodificações de artefatos antigos encontrados no Egito, na Síria e Iraque (antiga Suméria), que podem conter a chave de muitas destas respostas.

Como todo bom documentário, em especial os do History Channel, assim como foi com o aclamado Nostradamus 2012, deste mesmo canal, Ancient Aliens não impõe, apenas sugere, e chama o espectador ao raciocínio, oferecendo, para isso, argumentos sólidos, prós e contras o tema abordado, para que cada um forme sua própria opinião.

Ancient Aliens é uma investigação equilibrada e imparcial de uma teoria, que alguns podem até achar que não seja verdade, mas a verdade mesmo é que ela não pode ser ignorada!

Informações Técnicas :

Título no Brasil: The History Channel – Alienígenas Ancestrais
Título Original: The History Channel – Ancient Aliens
País de Origem: EUA
Gênero: Documentário
Classificação etária:
Tempo de Duração: 90 minutos
Ano de Lançamento: 2009
Estúdio/Distrib.:
Direção: Kevin Burns

Elenco :

Robert Clotworthy … … Narrador
George Noory George Noory
Erich von Däniken Erich von Däniken

Baixe por aqui já com legenda.

Obs: É o documentário que eu gostaria de ter feito. Tudo nesse blog tem como único objetivo abrir a mente e deixar entrar novas possibilidades e reinterpretações, essa documentário é a representação disso que venho dizendo.

Documentário: O Olho De Hórus

 

Sinopse:
Mistérios do “Olho de Hórus”, que dirigiu o destino do povo egípcio durante milhares de anos.
A série mostra que os sacerdores egípcios planejaram uma maneira de elevar a consciência de seu povo, construindo, durante milhares de anos, uma série de templos ao longo do rio Nilo. Os utilizavam como “livros vivos” e enciclopédias de conhecimento para transmitir a informação acumulada, e o funcionamento do universo durante muitas gerações para seu povo. Os templos também serviam como pólo para o avanço de sua civilização.

Os antigos sacerdotes estruturaram uma sociedade baseada em 2 conceitos fundamentais: A Reencarnação, como método divíno para que o espírito do homem evolua na aquisição de informações sobre o universo e a Iluminação como passo final de todo este processo. Para os egípicios, o homem vive em um processo evolutivo de 700 reencarnações. As experiências destas vidas transformam um ser instintivo e ignorante e um super-homem, transformam um animal inocente e primitivo em um sábio imortal. Segundo eles, Deus organizou um plano divino baseado na reencarnação para que o homem, ao experimentar em sua própria carne, entenda como funciona o próprio universo.

Há uma clara referencia a Nassim Haramein nesse documentário e sua descoberta da estrutura do vácuo. Vale muito a pena conferir isso.

Veja baixando pelo Torrent ou online.

A Escola de Mistérios
[Parte 01 / 50] : Episódio 1 : A Escola de Mistérios [Parte 1 / 5]
[Parte 02 / 50] : Episódio 1 : A Escola de Mistérios [Parte 2 / 5]
[Parte 03 / 50] : Episódio 1 : A Escola de Mistérios [Parte 3 / 5]
[Parte 04 / 50] : Episódio 1 : A Escola de Mistérios [Parte 4 / 5]
[Parte 05 / 50] : Episódio 1 : A Escola de Mistérios [Parte 5 / 5]

Osíris Senhor da Reencarnação
[Parte 06 / 50] : Episódio 2 : Osiris Senhor da Reencarnação [Parte 1 / 5]
[Parte 07 / 50] : Episódio 2 : Osiris Senhor da Reencarnação [Parte 2 / 5]
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A Esfinge, Guardiã do Horizonte
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A Flor da Vida
[Parte 16 / 50] : Episódio 4 : A Flor da Vida [Parte 1 / 5]
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Saqqara, O Complexo de Cristal
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Saqqara, A Máquina Quântica
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Dendera, O Amanhecer da Astronomia
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EDIFU O Caminho Para a Compreensão
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COM OMBO O Portal da Liberdade
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PHILAE O Princípio Feminino
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Eu mesmo não terminei de ver, mas Julguei urgente a sua entrada no blog.
Ao terminar deixarei comentários sobre.

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