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O medo da Intimidade, o Vício de se Editar e o Ciclo da Solidão

Social-Media-Addiction-Shots

Quantas conversas já não tivemos?
Quantas frases soltamos e pensamos que seria melhor de outro jeito?
Quantas vezes encarar alguém que evitamos encarar durante muito tempo?
Quantas situações entramos sem saber o que dizer, ou que nada parece certo?

O mundo real é do improviso, interações sociais nos levam numa montanha russa de emoções e adrenalina, e negar isso é negar a vida.

No mundo virtual podemos rever nossas conversas, repensar nossas mensagens, e quer maior vantagem que essa?!
Quantos segundos ou as vezes minutos algumas pessoas ficam reeditando mensagens com medo de que a outra pessoa vai entender isso ou aquilo?
Nos editamos a todo instante, não postamos fotos que não mostra o nosso melhor lado, e temos a ilusão de que desviamos a atenção do interessado em nós sempre, nunca deixando nos ver, mas a imagem que projetamos.

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O Som de uma Folha Caindo e o Medo da Inexistência

Essa foi uma conversa que tive no começo do ano no Facebook.
Glenda: acho que as pessoas estão levando cada vez mais a serio aquela questão : ” se uma árvore cair numa floresta vazia, ela faz barulho?”. A maioria aqui no facebook , pelo jeito acredita que não
Mako: Adoro esse assunto, e a questão tem uma resposta.
Ela faz e nao faz barulho ao mesmo tempo.
Glenda: Se elas pintarem as unhas dos pés e não postarem uma foto, ou fizerem uma gelatina e não postarem uma foto, dar um beijo no namorado e não postarem uma foto, etc etc etc, é como se elas duvidassem da própria existência.
Mako: É preciso provar, é preciso que alguém observe, bem engraçado isso, pois a resposta pra a questão tem tudo a ver com isso. Apenas se alguém observar é que se verá se a árvore caiu ou não, até então ela é uma multiplicidade de possibilidades indefinidas, ou seja, algo não identificável.
*
A experiência da Fenda Dupla deixa a entender que no mundo subatômico as partículas se comportam como se fossem onda quando não há observador e como partícula quando há um observador.
E quem diria que até as pessoas tem esse mesmo comportamento?
Muitas pessoas se sentem sozinhas e tentam registrar suas ações, pois parece que a única maneira de validar suas experiências é com a observação de terceiros. E infelizmente foi construída uma cultura de compartilhar momentos e que isso está acima de viver eles.
Será que realmente somos uma multiplicidade de possibilidades até alguém observar, alguém interagir?
Talvez, já foi observado pela física quântica que objetos estão micromilimetricamente  em lugares diferentes quando temos observadores diferentes, o objeto está em um lugar para cada pessoa, mesmo que seja de forma minúscula.
Mas o que faz a gente existir? Sempre há observadores?
Precisamos de algo para existir?
Creio que não, na nossa sociedade há uma idéia implantada de que quem não aparece não existe, há a celebração do palhaço e dos 15 minutos de fama e por mais que saibamos no fundo que tudo isso é ridículo de tanto ver no nosso dia-a-dia acabamos por ceder mentalmente a isso.
Mas se pararmos para pensar ninguém disse que a partícula de fóton  no experimento não existe quando não há observador, mas sim ela é várias coisas ao mesmo tempo.
Nós também somos várias coisas ao mesmo tempo, mas porque queremos mostrar que somos uma? Por que queremos projetar apenas uma idéia de quem somos e não nossa complexa multiplicidade?
Porque queremos que outros pensem algo bom de nós, queremos ser aceitos, queremos que os outros nos vejam como quem gostaríamos de ser, e é aí o erro colossal de nossa sociedade.
Preferimos mentir a ser quem gostaríamos.
E uma imagem faz isso.
Tudo isso para fazer um som…
Apeas um som.

Documentário: A verdade sobre a mentira

Sinopse:
A verdade é… somos todos mentirosos.Os cientistas dizem que aos 4 anos nós já aprendemos a mentir. Mentimos para proteger nós mesmos e os outros. Mentimos para proteger os sentimentos dos outros, e para conseguir o que queremos e precisamos. A maioria de nós mente em uma a cada quatro conversas que durem mais de 10 minutos. Um estudo mostrou que estudantes universitários mentem para suas mães 50% do tempo. Mentimos em 1/3 das conversas com nossos parceiros, e contamos as mentiras mais sérias para as pessoas com quem mais nos importamos.”A Verdade sobre a Mentira” revela que a única coisa que sabemos com certeza sobre a mentira é: todos fazem isso, e não conseguimos detectá-la facilmente.Aliás, pra todos que já viram a série Lie to Me sabe que tem muito a ver com essas micro-expressões e não é atoa, a série toda foi inspirada nos livro e na vida do Paul Ekman, o cara que foi estudar expressões faciais na áfrica. (Vou comprar o livro dele e depois conto o que acho)

Dados do Arquivo:
Direção: Andy Blicq
Qualidade: TVRip
Áudio: Inglês
Legenda: Português (Embutida)
Tamanho: 567 MB
Duração: 00:52:53
Formato: AVI
Servidor(es): Depositfiles (DF) | Rapidshare (RS)
————————————————————————————————————————————–
Download (DF)
Download (RS):
Fonte:Docprimus

Documentário: A Guerra que Você Não Vê – Legendado

Com vocês, todas as mentiras sobre a guerra dos Estados Unidos.

Sinopse:

Neste documentário, John Pilger expõe como os grandes meios de comunicação dos países imperialistas (assim como seus representantes nos países periféricos) manipulam as informações com o objetivo de justificar suas guerras de rapina e outras políticas contrárias aos interesses das maiorias populares. John Pilger revela como estes meios agem de modo orquestrado para beneficiar as políticas imperialistas dos Estados Unidos, por exemplo, e de seus agentes no Oriente Médio (Israel). A vida humana nada conta para estas potências imperialistas (ou sub-imperialistas) nem para a mídia que as defende. Nada está por cima dos interesses econômicos ou estratégicos militares dos estados e grupos econômicos que exergem a hegemonia política no planeta. As cenas das atrocidades cometidas no Iraque, no Afeganistão e na Palestina são amostras do grau de perversidade a que se pode chegar com o objetivo de garantir privilégios.

*

Algumas informações rápidas que o documentário apresenta.

Durante a I Guerra Mundial 10% das mortes eram de civis.
Durante a II Guerra Mundial 50% das mortes eram de civis.
Durante a Guerra do Vietnã 70% das mortes eram de civis.
Durante a Guerra do Iraque mais de 90% das mortes eram de civis.

A matança de Civis e causar-lhes grande sofrimento é crime de Guerra – IV Convenção de Genebra

A ONU era usada para travar um guerra invisível contra o povo iraquiano, que carecia de medicamentos, causando a morte de milhões de crianças com idade abaixo dos 5 anos. Lembrando que a ONU é principalmente financiada pelos EUA.

Destruir as estruturas bases do país como escolas, hospitais e moradias são os principais alvos das guerras atuais, assim como lucrar com os recursos do país dominado, como o petróleo no caso do iraque,  e claro, testar novas armas como a bomba de fósforo que é proibida ser usada em guerras, mas foi usada no iraque como mostrado no documentário e Israel (financiada pelos EUA) também usou uma em uma escola de crianças na palestina.

Após um helicóptero atirar em civis, e matar duas crianças  uma pessoa fala “isso é culpa deles, quem mandou trazerem crianças para a batalha?”. Impressionante!

Mais de 300 jornalistas foram mortos desde a guerra do Iraque.

Obs: Terrorismo é uma das palavras mais usadas hoje, principalmente na época da guerra do Iraque e que na verdade não significa nada, pois perdeu seu significado e valor durante os anos, pois o terrorismo que as nações ricas apontam tanto são apenas epifenômenos de todo o período em que essas pessoas governaram, o descaso traz revolta, e a forma dos revoltados agirem é usada para justificar mais atrocidades. E o ciclo continua… até todos percebermos os mecanismo usados pela propaganda e não nos deixarmos enganar mais.

Torrent

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Legendas

Opção de legenda e torrent

Chomsky e as 10 Estratégias de Manipulação da Mídia


O lingüista esquerdista estadunidense Noam Chomsky elaborou a lista das “10 estratégias de manipulação” através da mídia:

1- A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO.

O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes.

A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto ‘Armas silenciosas para guerras tranqüilas’)”.

2- CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES.

Este método também é chamado “problema-reação-solução”. Cria-se um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos
direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.

3- A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO.

Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.

4- A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO.

Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se
com a idéia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.

5- DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO CRIANÇAS DE BAIXA IDADE.

A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê? “Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestão, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma
resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver “Armas silenciosas para guerras tranqüilas”)”.

6- UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO.

Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos…

7- MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE.

Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. “A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossível para o alcance das classes inferiores (ver ‘Armas silenciosas para guerras tranqüilas’)”.

8- ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE.

Promover ao público a achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto…

9- REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTOCULPABILIDADE.

Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução!

10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM.

No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como
psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si amesmos.

Obs: Agradeço a leitora Adriana Mion pela dica por email, aliás, desculpem-me o formato estranho do post, mas apesar de ser 2 anos de existência eu ainda apanho do wordpress pra ele fazer o que eu quero.

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Os Quatro Grandes Mitos do Governo Lula

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Autogestão – Primeiro mito: com Lula, o Brasil “cresceu enormemente”, a renda “disparou” e o desemprego “é o menor da história”:

É verdade que, comparado ao desgoverno FHC, o Brasil cresceu mais. Mas o suposto “sucesso” petista desaparece ao analisarmos o desempenho da economia mundial nos últimos vinte anos. Com FHC, o Brasil cresceu ao ano apenas 2,3% em média, metade da média dos países “em desenvolvimento” no período (4,3%). Já com Lula, o aparente maior crescimento brasileiro mascara o mesmo fracasso do desgoverno tucano. Pois o crescimento médio de 3,6% na era Lula ficou bem abaixo da média do mundo “em desenvolvimento”, de 6,5% no período. Com Lula, novamente o Brasil cresceu só a metade do mundo “em desenvolvimento”. O mesmo fracasso em alavancar o desenvolvimento nacional que o desgoverno tucano, dessa vez no entanto camuflado por uma conjuntura mundial bem mais favorável.

Na crise de 2008-2009, o governo encheu a boca pra falar que “saímos ilesos da crise”, algo que pouco condiz com a realidade. Apesar das gordas mesadas do governo a empresas “em dificuldade”, muitos postos de trabalho foram cortados e a economia do Brasil encolheu, registrando um péssimo resultado em comparação com outros países. De acordo com cálculos do CIA World Factbook, entre 134 países de todo o mundo, o Brasil ficou em 84º lugar em desempenho econômico em 2009, com uma queda do PIB de 0,19%. Só mesmo comparando o Brasil com os países ditos desenvolvidos, centro nevrálgico da crise, que se pode achar que esta não nos afetou…

Diz-se também que, com Lula, os empregos e a renda dispararam. Nada mais falso. De acordo com o SEADE, o desemprego médio anual total das principais capitais atingiu o absurdo valor de 16,99% de 2003 a 2009, apenas um pouco melhor do que a horrorosa média de 19,2% do segundo mandato de FHC. Contra esses números, os lulistas enchem a boca pra dizer que, de acordo com o IBGE, o desemprego atingiu em julho a menor média da série histórica do instituto. Pra entender a piada, porém, é preciso lembrar que a série histórica do IBGE, não por coincidência um órgão do governo federal, começa em 2002, já às portas do primeiro mandato de Lula. Que bom que só agora, no fim do seu mandato e às vésperas das eleições, que Lula conseguiu registrar o menor desemprego do seu próprio governo!

Sobre o “sucesso da distribuição de renda”, outro mito que representa uma “falsa verdade”. Observando por baixo, é verdade que, no governo Lula, houve um crescimento real do salário mínimo muito maior do que na era FHC; mas observando pelo meio, em contrapartida, o rendimento médio real dos assalariados no Brasil diminuiu no governo Lula, indo, de acordo com o SEADE, de R$ 1.314 em 2002 a R$ 1.309 em 2009! Isso apesar da economia brasileira ter crescido 27,7% no acumulado do período!

Com todos esses números, só mesmo um aumento exponencial no crédito para o consumo, como registrado no governo Lula, poderia manter o consumo, a economia e a popularidade do presidente em alta. Mas com os salários em baixa e o crédito em alta, até quando iremos antes que estoure a bolha do super-endividamento?

Em resumo, Lula aproveitou a conjuntura econômica externa tanto quanto o desgoverno tucano (ou seja, em quase nada), pouco fez contra a crise de 2008/09 e fez menos ainda pra combater o desemprego e melhorar o rendimento médio do trabalhadores. Este portanto é o balanço econômico da era Lula: um “sucesso retumbante” que só existe na propaganda governista.

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Documentário: The Obama Deception Leg pt

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Sinopse: “The Obama Deception“, é um documentário que destrói completamente o mito de que Barack Obama está trabalhando pelos melhores interesses do povo americano.
Este documentário mostra: para quem Obama trabalha, as mentiras que ele diz, e sua verdadeira agenda.

Eu já vinha tendo dúvidas sobre Obama, ele realmente veio com a ultima esperança da Terra, praticamente um herói da profecia, todos adoravam ele, por ser negro simbolizava a mudança também.
E como vemos no documentário o incômodo que muitos tinhamos com relação a essa presidência nos mostra verdadeiros
Nosso herói faz parte e perpetua o grupo bilderberg, que tem planos que fazem muito sentido, porém ao um olhar nú e ignorante parece loucura.
O doc fala também do aquecimento global de Al gore, que já foi desmitificado aqui nesse blog em vários posts, com documentários e textos.
O grupo Bilderberg é também falado em um outro documenário das pessoas que aparecem nesse do Obama, chamado EndGame.

Para Baixar o Doc Clique nos links abaixo.

Parte 1
Parte 2
Parte 3
Parte 4

Para ver Online


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Documentário: A Revolução não será Televisionada legendado Pt

Sinopse :

(The revolution will not be televised) Documentário. 2003. Irlanda.

O documentário A revolução não será televisionada, filmado e dirigido pelos irlandeses Kim Bartley e Donnacha O’Briain, apresenta os acontecimentos do golpe contra o governo do presidente Hugo Chávez, em abril de 2002, na Venezuela. Os dois cineastas estavam na Venezuela realizando, desde setembro de 2001, um documentário sobre o presidente Hugo Chavez e o governo bolivariano quando, surpreendidos pelos momentos de preparação e desencadeamento do golpe, puderam registrar, inclusive no interior do Palácio Miraflores, seus instantes decisivos, respondido e esmagado pela espetacular reação do povo.

É apresentado o cenário em que se desencadeiam os acontecimentos de abril de 2002. A Venezuela está entre os cinco maiores países produtores de petróleo do mundo, sendo um dos maiores fornecedores dos Estados Unidos. Ao assumir a presidência, em 1998, Hugo Chavez passou a defender a distribuição dos rendimentos auferidos com o petróleo para investimentos sociais voltados à maioria do povo e intensificou as críticas às políticas liberais inspiradas nos EUA, o que levantou a ira das classes dominantes locais e do imperialismo norte-americano, acostumados a governos submissos.

A partir de então, o governo de Hugo Chavez e a “revolução bolivariana” passariam a enfrentar, diariamente, uma verdadeira cruzada na mídia empreendida pelos cinco canais de televisão privada do país. A cruzada foi respondida com o avanço da mobilização e a organização da grande massa de explorados do país, abrangendo mais de 80% da população pobre. Em 1999 foi aprovada, por meio de referendo popular, a nova Constituição da Venezuela. Ela ampliou a participação política das massas populares através da organização dos círculos bolivarianos pelos bairros e favelas.

Com bastante propriedade, o documentário consegue mostrar a permanente campanha de mentiras urdida pelos meios de comunicação contra o governo de Hugo Chavez, as relações da grande mídia com a elite econômica, militares dissidentes e a articulação dos EUA na manipulação dos fatos. Evidencia também a intervenção direta do imperialismo norte-americano na organização do golpe, em sua preparação e organização na embaixada americana em Caracas que foi, posteriormente, comprovada com documentos. Como disse o então diretor da CIA George Tenet, em entrevista na TV Venezuelana, dias antes do golpe, Chavez “não está preocupado com os interesses dos EUA”.

As articulações que envolveram a grande mídia na tentativa golpista foram por ela mesma reveladas, momentos depois de empossarem Pedro Carmona. Momentos, aliás, muito bem registrados no documentário: mostram a arrogância do procurador, designado por Carmona, ao anunciar a dissolução do Congresso, da Corte Suprema e revogar a Constituição, e depois de algumas horas, todo assustado, ao ser preso, num canto de uma sala do palácio.

Outro aspecto importante do documentário é a revelação da manipulação dos canais de televisão comerciais sobre os responsáveis pelos assassinatos dos manifestantes em 11 de abril de 2002. Todos os canais privados de televisão que, junto à imprensa escrita e radiofônica, justificaram o golpe de estado de 11 de abril com uma edição de imagens em que aparece um grupo de apoiadores de Chavez, situados na Ponte Llaguno de Caracas, realizando disparos. Estas imagens foram utilizadas para afirmar que “Chávez foi quem ordenou disparar contra a multidão”. “A revolução não será televisionada” demonstra, ao apresentar a edição completa da seqüência de imagens (manipulada na edição das TVs), que os grupos situados sobre a Ponte Llaguno de Caracas respondem ao fogo de franco-atiradores (estes sim atiram nos manifestantes) e não disparam sobre os manifestantes.

O ponto alto do documentário é registrar a força das massas exploradas que derrotam os golpistas e restituem o governo a Hugo Chavez. O povo enfrentou e passou por cima de toda a mentira, fraude, manipulação da informação, da repressão iminente e mostrou que é mais forte. Não aceitou as “notícias”, recusou-as e saiu às ruas na manhã de sábado, 13 de abril, para denunciar que Chavez “não renunciou! Está seqüestrado!” e “não te queremos Carmona! Ladrão!”. Centenas de milhares de pessoas nas ruas cercam o Palácio Miraflores para exigir “Queremos a Chavez!” e clamar “Chavez amigo, o povo está contigo!”.

Um ponto importante a ser identificado e debatido: durante a noite do dia 11 de abril e na madrugada do dia 12, o Palácio Miraflores foi cercado e os golpistas ameaçaram bombardeá-lo caso Chavez não renunciasse.
Chavez resistia e afirmara que não renunciaria. As horas passam e o prazo dado pelos golpistas estava por terminar. A maioria do governo considerou que não havia saída: “O jogo acabou… é a vitória da morte” afirmara seu Ministro do Desenvolvimento. O Conselheiro Político expressou que “os adversários eram muito poderosos e não deu tempo… Não organizamos uma política de comunicações”. Por volta das 3:30 h da madrugada, Chavez comunica que sairia e se entregaria, mas sem renunciar, para ficar claro que se tratava de um golpe. Um sinal de que aquele não seria o desfecho final é manifestado pelo próprio Chavez, na saída do Palácio, diante da afirmação de um aliado que grita: “Presidente voltaremos”. Chavez afirma “Ora! Nem fomos embora”.

Download do documentário: Em torrent e com legenda em Pt-Br
cliquei Aqui.

Documentário: BBC – A Verdade Sobre as Vitaminas legendado

medico

A verdade sobre as vitaminas_BBC
Produzido pela BBC, em parceria com alguns dos laboratórios e instituições médicas mais importantes do mundo, o programa faz uma apanhado do que as vitaminas realmente fazem ao corpo. E revela ainda recentes pesquisas mostrando que, longe de ser um inofensivo remédio natural, a vitamina pode se tornar uma droga poderosa com a capacidade de causar grandes estragos.

Esses suplementos são recomendados e “vendidos” na mídia não apenas para pessoas com problemas ou deficiências específicas, mas sim como elemento indispensável para quem não tem nenhum problema poder viver naturalmente. Estrelas como Paul McCartney os promovem. O pior efeito que as vitaminas podem causar, eles dizem, é neutro. O melhor, afirmam, é transformar a vida de uma pessoa, prevenindo doenças que vão desde uma simples gripe até câncer. Afinal de contas, elas são a “medicina da natureza”. Como estratégia de marketing, parece funcionar.

Miranda Keswick, por exemplo, toma dez tabletes por dia. Ela tem 35 anos e não está doente, mas quer viver para sempre. Ela acredita que a vitamina A que abastece seu corpo a livrará de radicais livres perigosos e irá prevenir o desenvolvimento de um possível câncer. Infelizmente, além de tomar os remédios, ela fuma. Miranda não faz idéia de que a vitamina na realidade aumentará suas chances de ter câncer. Nem de que toda essa vitamina A está envenenando seu fígado.

Já a família Budd toma vitamina C diariamente para se prevenir de resfriados. Mas eles não imaginam que nem uma molécula sequer fica em seus corpos. Elas passam diretamente, porque a vitamina C manufaturada interage com o corpo de uma maneira completamente diferente que a sua forma natural.

Baixe por Aqui:
http://thepiratebay.org/torrent/4099479/BBC_-_A_verdade_sobre_as_vitaminas_(The_truth_about_vitamins)_-_

Para ver um documentário que complementa esse por favor clique no Post abaixo:
Documentário: O Alimento é Importante – Food Matters

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