Tag: medo

Video: As 5 Emoções primordiais, saiba como elas funcionam e aprenda a sentir

Não existem emoções negativas, o  que existe são reações a essa emoções que as transformam em algo negativo.

Nossas emoções são naturais, não controlamos se a sentimos ou não, mas escolhemos o que fazemos com elas.

Elas querem nos dizer algo, mas nossa relação com nossas emoções não são das mais transparentes, pois evitamos umas, condenamos outras, e ainda tem umas que engrandecemos, mas será que isso é certo? Devemos mesmo evitar certas emoções, algo tão natural?

As 5 emoções que sentimos são:

1- Tristeza – Quando reprimida se torna em depressão, você controla a tristeza, mas a depressão controla você

2- Raiva – Quando reprimida se torna Ira, você controla a raiva, mas a Ira controla você

3- Inveja – Quando reprimida se torna Ciúmes, você controla a inveja, mas o ciúme controla você

4- Medo – É fruto da Quinta emoção, o Amor.

Continue reading

Os Inimigos do Homem de Conhecimento 2 – Medo, Clareza e Poder.

Medo, Clareza e Poder.

Realmente, podemos dividir as pessoas assim, o seu verdadeiro ser vai estar em um desses estágios (veja o post anterior), pois todos somos Homens de Conhecimento, todos nascemos para descobrir e crescer, mas nas primeiras duas décadas de nossas vidas, nos ensinam o contrário.

Ao começar a aprender, e a seguir no caminho do Homem de Conhecimento as pessoas sentem que estudar não lhe traz aquilo que ele sentia que ia trazer, ele se sente diferente, a maioria das pessoas desmotivadas, outras evitam ir ao encontro do conhecimento, pois isso pode levar ele a auto-reflexão, e nesse mundo cheio de imperativos, o ser com dúvida é mastigado  e engolido pelos dentes do capitalismo e os caninos do mercado. Refletir é se deixar transparente um instante para poder ver melhor dentro do caleidoscópio pessoal, tarefa difícil…

Mas para derrotar O Medo há apenas um processo.

“- Isso acontece de uma vez, Dom Juan, ou aos poucos?

– Acontece aos poucos e no entanto o medo é vencido da repente e depressa.

– Mas o homem não terá medo outra vez, se lhe acontecer alguma coisa nova?

Continue reading

Atalho Social, Um Desvio da Sinceridade

O ser humano atual tem o costume de pegar o caminho menos doloroso, o menos trabalhoso, mesmo que isso signifique um menor resultado no final. E isso também pode ser aplicado nas amizades, amigos muito complicados geralmente são deixados de lado em vez de serem ajudados, mas isso não chega a ser uma decisão tomada e sim acaba sendo uma construção para o abandono do velho amigo.

Quando tocamos algum instrumento sempre nos é apresentado uma forma de tocar mais fácil e outra mais difícil, e claro que a mais difícil é muito mais bonita, na maioria dos casos pelo menos, mas a satisfação e o comodismo nos impedem de ir pelo modo mais árduo, o que em alguma situações é bem cabível, como no caso da música, algumas pessoas só querem tocar algum instrumento por diversão, não querem se dedicar realmente a ele, tudo depende de como encaramos aquilo que estamos fazendo.

Mas é possível ver esse tipo de atitude nas amizades mais estreitas. inFelizmente não vivemos num mundo onde tudo dá certo e acaba bem, temos muitos problemas a enfrentar e alguns infelizmente não sabemos lidar e temos que aprender, o que pode demorar certo tempo, e nos abalar. Podemos ver isto também quando estamos fazendo algo que não está certo, ou que a(s) pessoa(s) não estão gostando, e isso acontece bastante no nosso dia-a-dia. Mas existem poucas pessoas no mundo que tem a capacidade de ser sincero, claro, exige um pouco de iniciativa, e muitas vezes nem precisa de uma bagagem de experiências grande, pois o que realmente conta nessa situação é você saber que sua atitude que por mais que pareça um “tapa na cara” ela apenas irá fazer bem.

Os mais sensíveis podem condená-lo por ter tocado num assunto sensível à pessoa, como por exemplo: um amigo seu só fala de sua ex-namorada ou então está falando sobre como ele não consegue fazer as escolhas da sua vida, que se sente muito perdido e começa a se lamentar sobre isso e acabando muitas vezes se matirizando com o sofrimento algumas vezes sensacionalista dele. Essa palavra carregada de sinceradade tem que ser jogada na cara da pessoa, pois a ilusão de premeditar o bem estar alheio não tem nenhuma efetividade, palavras otimistas não resolvem, apenas anestesiam.

Quando o ciclo de “deixa acontecer” acabar talvez poderiamos finalmente perder a síndrome de culpa, comodismo niilismo que atingi grande parte da humanidade. Além do mais quando se sai de cima do muro para dar esse “salto quântico” (termo tirado do salto que o eletron dá quando troca de camada) de sinceridade a relação sua com a pessoa fica mais estreita, algumas vezes isso pode ser não tão bem recebi a primeira instância, mas poderá ser ajustado alguns momentos depois, pois não há razão para ficar nervoso com quem está lhe querendo bem, e a maioria das pessoas consegue ver isso quando formos conversar com elas de canto.

Como muitos atalhos o que você pode tomar pode ser o mais rápido e menos cansativo, porém não o mais bonito e agradável.

Assim funciona nossos relacionamentos também.

Chomsky e as 10 Estratégias de Manipulação da Mídia


O lingüista esquerdista estadunidense Noam Chomsky elaborou a lista das “10 estratégias de manipulação” através da mídia:

1- A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO.

O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes.

A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto ‘Armas silenciosas para guerras tranqüilas’)”.

2- CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES.

Este método também é chamado “problema-reação-solução”. Cria-se um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos
direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.

3- A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO.

Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.

4- A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO.

Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se
com a idéia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.

5- DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO CRIANÇAS DE BAIXA IDADE.

A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê? “Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestão, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma
resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver “Armas silenciosas para guerras tranqüilas”)”.

6- UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO.

Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos…

7- MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE.

Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. “A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossível para o alcance das classes inferiores (ver ‘Armas silenciosas para guerras tranqüilas’)”.

8- ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE.

Promover ao público a achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto…

9- REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTOCULPABILIDADE.

Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução!

10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM.

No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como
psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si amesmos.

Obs: Agradeço a leitora Adriana Mion pela dica por email, aliás, desculpem-me o formato estranho do post, mas apesar de ser 2 anos de existência eu ainda apanho do wordpress pra ele fazer o que eu quero.

Posts semelhantes:
Como Controlar as Pessoas

Facebook