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Como funciona a reencarnação?

Muitas religiões falam da evolução espiritual: de que voltaremos a viver novas vidas, com corpos diferentes, sexo diferente e até orientação sexual diferente. Algumas falam que já vivemos como animais – outras até falam que a forma mais pura do ser é finalmente encarnar um animal.

Mas como escolher quem você vai ser na próxima vida? Como funciona a dinâmica complexa do voltar a viver num mundo totalmente diferente? Se o propósito é a evolução da nossa consciência, como sabermos que vida viver?

No espiritismo é explicado que planejamos nossa vida futura com outros seres divinos, mas como saber em que família nascer, que experiências teremos para evoluir e qual a melhor estratégia de eventos em nossa vida fará com que haja desafios não tão fáceis assim a ser conquistados em prol da evolução pessoal?

No outro mundo (céu), o espiritual – ou na outra dimensão, como alguns costumam dizer – teria que ter uma espécie de computador que praticamente tocasse o tecido do universo. Seus circuitos seriam o próprio mundo ou tudo seria feito a partir da própria consciência em contato com o todo, pois nenhuma máquina conseguiria calcular tantas coisas a não ser que ela   

Saberíamos dizer que tipo de família nos daria amor – ou traumas. Que tipo de família nos incentivaria ou, simplesmente, que tipo de família nos esqueceria.

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Geoglifos no Acre

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O que são?

Geoglifos são vestígios arqueológicos representados por desenhos geométricos (linhas, quadrados, círculos, octógonos, hexágonos etc…), zoomorfos (animais) ou antropomorfos (formas humanas), de grandes dimensões e elaborados sobre o solo, que podem ser totalmente e melhor observados se vistos do alto, em especial, através de sobrevôo.
Geoglifos podem ser encontrados em várias partes do mundo. Os mais conhecidos e estudados estão na América do Sul, principalmente na região andina do Chile, Peru e Bolívia.
As linhas e geoglifos de Nasca, no Peru, são os exemplos mais conhecidos desses desenhos. Os mesmos foram descobertos em 1927, com o advento da aviação comercial. A Dra. Marie Reich dedicou a sua vida aos estudos dos geoglifos de Nasca. Embora bastante conhecidos, os geoglifos de Nasca ganharam fama mundial com o lançamento do livro “Eram os Deuses Astronautas” de Erich von Daniken.
Há alguns anos geoglifos também foram encontrados na região amazônica brasileira. Mais precisamente no Estado do Acre. Foram percebidos em 1977, quando o Prof. Ondemar Dias, do Instituto de Arqueologia Brasileira do Rio de Janeiro esteve nesta região localizando e estudando sítios arqueológicos, como parte do inventário nacional que estava sendo realizado pelo PRONAPABA – Programa Nacional de Pesquisas Arqueológicas da Bacia Amazônia.
De lá para cá outros locais com estas estruturas foram descobertos e, entre 1985 e 1994 um desses sítios (Los Angeles, na Fazenda Ouro Branco) foi escavado por duas equipes, das quais participaram o Dr. Ondemar Dias (Coordenador), Profa.Mauricélia Sousa, Prof. Marcos Vinícius das Neves (Sub-coordenadores), Dra. Rosângela Menezes, Dra. Jandira Neto Dias, Prof. Divino de Oliveira, Valmir de Araújo, David Barroso, Maria Luiza Ochoa, Dr. Jacó Piccoli e Dr. Ondemar Blasi, entre outros. Os pesquisadores encontraram muita cerâmica indígena, o que indicava locais de antigas aldeias. ((Dias Júnior, O.F. & Carvalho, E.T. 1988 e Neves, M.V. 2002).

Visão Aérea

A real dimensão e extensão da área geográfica de ocorrência dessas estruturas, no entanto, só foi realmente percebida através de observação aérea.
Em meados da década de 1980, o Prof. Alceu Ranzi, ao olhar pela janela de um avião, em vôo comercial entre Porto Velho e Rio Branco, percebeu uma estrutura circular dupla, na margem da BR 317. Na época, em avião monomotor, uma equipe sobrevoou a área e o registro fotográfico foi obtido pelo fotógrafo Agenor Mariano. A nota da descoberta e as fotos foram publicadas na edição de 15 de Agosto de 1986 no jornal “O Rio Branco”.
Em 1999, em outra viagem, um vôo comercial de Porto Velho para Rio Branco, novamente o Prof. Alceu Ranzi, percebeu uma dessas gigantescas estruturas da janela do avião. Passou então a pesquisar o assunto, primeiro conseguindo pequenos aviões para sobrevoar a área, e depois visitando pessoalmente, em terra, para a obtenção de medidas.
A partir de 2000, com as fotos aéreas obtidas pelo fotógrafo Edison Caetano, os geoglifos do Acre tiveram repercussão nacional e internacional.
No dia 16 de abril 2000, os jornais A Tribuna e A Gazeta, ambos de Rio Branco, deram notícias de capa, com fotos aéreas dos geoglifos. Em 17 de abril de 2000 a TV Acre e TV Gazeta, noticiaram o assunto.
A Revista IstoÉ, edição de 23 de junho de 2000, publicou reportagem assinada por Peter Moon, com as fotos aéreas do Edison Caetano.
Com o incentivo positivo da repercussão na imprensa, foi apresentado em 2001, à Fundação Elias Mansour, do Governo do Acre, o Projeto “Geoglifos Patrimônio Cultural do Acre”, o qual foi aprovado para receber apoio financeiro da Lei de Incentivo à Cultura e ao Desporto. Os recursos obtidos permitiram sobrevôos e mais fotos aéreas foram obtidas pelo Edison Caetano.
Em 28 de julho de 2002, reportagem sobre os geoglifos foi divulgada no Programa Fantástico da Rede Globo. O trabalho foi produzido pelo repórter Jefson Dourado da TV Acre.
Em 2005, em vôo patrocinado pela Secretaria de Turismo do Estado do Acre, o fotógrafo Sergio Vale, registrou os geoglifos da região das Quatro Bocas e da Fazenda Colorada.
Até agora está confirmada a existência de pelo menos uma centena dessas estruturas e a cada dia que passa mais geoglifos são descobertos.

Fonte: www.geoglifos.com.br

Para ver mais fotos clique aqui.

ou para usuários do Earth Google

Usuários do Google Earth ou Maps Google podem apreciar alguns dos 120 geoglifos do Acre, a partir das seguintes coordenadas: (10°12′13.32″S 67°10′18.09″W), (10°22′1.61″S 67°43′24.89″W), (10°18′24.51″S 67°13′12.50″W), (10°13′49.01″S 67° 7′26.71″W), (10°17′14.08″S 67° 4′32.97″W), (10°13′5.25″S 67° 9′28.94″W), (10°18′ 06.64″S 67° 41′41.55″W), (10°11′27.65″S 67°43′20.11″W).

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