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Dinheiro Compra Felicidade Sim, e outras coisas.

É o paradigma social hoje em dia, aliás já faz algum tempo. Mas por que chegamos nisso? O dinheiro se transformou em motivo de tantas ações ruins, mas será ele apenas o culpado?

Cultuamos o Deus do dinheiro, e quando sentimos ele em nossas vidas, alcançamos uma espécie de realização divina. Completamos a missão, achamos e cumprimos o nosso intuito vital!

Nascemos já com o objetivo de termos dinheiro, o que mais? Temos que ter uma casa (se possível mais), ter um emprego de sucesso, uma família e um carro… Certo, tudo isso já sabemos, pois nascemos com essas missões, mas como lidamos com tudo isso?

Com certeza nada bem, algumas pessoas nem se questionam sobre a verdade dessas tarefas vitais.

Mas saiba que dá sim pra viver feliz por causa do dinheiro! Continue reading

Teleologia e Sociedade

Como Atlas, todos temos seguramos o planeta. O que faremos com ele?

Olá pessoal, hoje estou postando algo que é de um grande colaborador nosso, o Eduardo Cruz, que vai contribuir muito com nosso site. Esse texto ele fez como resposta e complemento a um de meus posts, aquele sobre teleologia (para ler, clique aqui). Vou deixar a resposta dele, que nos chegou por e-mail, na íntegra, somente ajustando algumas coisas para tornar mais fácil a leitura.

Agradeço Mako e Hugo, por esse post. Com humildade afirmo que não conhecia o termo Teleologia. E após ler e refletir sobre as questões propostas em seu post, eu concordo com você. Nos falta teleologia…! Isso de certa forma justifica a obsolência dos nossos atuais valores morais, da nossa ética. Digo isso pois me parece evidente a existência de um processo de evolução. É evidente que a natureza evolui, de um estado para o outro, agrega, acumula experiências, interage com/nos os diversos níveis de ambiente.

 Eu não sinto as “coisas” com propriedade. Não há evidências para mim de que exista “ideias próprias”, em indivíduos distintos. O que há é a possibilidade de alguns indivíduos, se conectarem, “sintonizarem” com essa busca (das finalidades, por exemplo). A capacidade existe em cada ser humano! Como um músico disse uma vez, que não tinha “criado aquela” melodia, apenas captado, esbarrado, se sintonizado na frequência daquela possibilidade…

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O que falta não é energia, mas Teleologia!

 

Pintura de Alex Grey

Estava hoje lendo na internet sobre o conceito de energia. Para falar a verdade, não entendo nada de física, não a estudei na escola nem para o vestibular. Sempre tive problemas com cálculos, e estudar as fórmulas era inútil. Mesmo assim, sempre senti um profundo respeito por essa área, e li algumas coisas sobre vários assuntos dessa disciplina, sobretudo os livros que “romantizam” a física, ou seja, que traduzem as fórmulas em teorias mais fáceis de serem compreendidas por nós, pobres mortais…

Fico sobretudo atento aos novos avanços da ciência física, principalmente a quântica, e os efeitos que elas criam em nossa concepção de realidade. Muitos se baseiam nessas novas teorias, como o caso das ciências noéticas, que mostram o poder da consciência e do pensamento em modificar o mundo. Esse é o novo paradigma: temos o poder para mudar tudo, para criar novas realidades. O pensamento possui um poder gigantesco, que se souber ser usado daria conta dos fenômenos parapsicológicos, como mover objetos (telecinesia) ou ler pensamentos.

O conceito de energia aqui ganha um estatuto essencial: compreende-se que o corpo possui campos energéticos, alguns provados e outros a serem provados, o que daria status científico a essas explicações.

Entretanto, acho que o buraco é mais embaixo… ou seja, compreender a mecânica de como o corpo realiza esses fenômenos ainda não aceitos pela ciência oficial, compreender também que há, para além do corpo físico, um corpo energético capaz de sobreviver após sua decomposição no mundo físico, tudo isso somente possibilita para a gente dizer: tá, é assim que funciona!

Sim, esses fenômenos seriam então considerados reais, novas pesquisas seriam realizadas e o campo científico seria modificado grandemente. Sim, as religiões teriam muito de seus dogmas confirmados ou refutados, as pessoas repensariam na forma como vêem o mundo… mas ainda falta algo, que a explicação em termos da física ainda não dá conta.

– Em primeiro lugar, é o que se chama de Teleologia, o estudo das finalidades últimas das coisas. Esse mundo que temos aqui, ele é gratuito? Ele surgiu do nada, por uma explosão (Big Bang), sem causa e nem motivo? Há algo que age, como em Aristóteles, como causa final, aquilo que explica o porquê de todas as coisas?

– Em segundo lugar, a Liberdade: há alguma liberdade, ou seja, alguma escolha livre e indeterminada, que parte de algum lugar, ou de alguém, ou de algum ponto no espaço? Ou tudo tem uma determinação específica, tem uma causa e um efeito específico?

Ora, não importa que haja uma alma, ou seja, que haja uma espécie de “corpo espiritual” exterior ao corpo material, biológico. Interessa sim se essa alma, ou mesmo esse corpo biológico antes da morte, possui uma liberdade de escolha, uma individualidade que opta por algo. E, no contexto mais geral, como é que fica a questão entre o mundo ter uma finalidade, um propósito, ou em ser aleatório, determinado pela rede de causa e efeito?

Assim, a questão muda de figura. Os espiritualistas querem a física para se mostrarem reais e científicos, mas o que fica de lado é o essencial. Somos livres? somos determinados? há um propósito em tudo isso? Não posso responder diretamente a essas questões. Muito o que diria seria crença, fé, ou apenas opinião. Me entusiasmo mais em achar a verdadeira questão do que em respondê-la. Pergunto à vocês, leitores, o que acham? Qual a opinião de vocês e como vocês defendem essa opinião? Vou deixar aqui duas perguntas, e seria interessante se quiserem se envolver nesse debate.

– Existe liberdade? onde (no espiritual, no material, etc) ou em quem (no homem, em Deus, na alma, em todos os seres, etc)?

– O que existe possui finalidade, propósito? Essa finalidade, se existe, é vontade de alguém (ou seja, os homens ou Deus ou qualquer outro ser é quem deseja e faz o mundo ser o que é), ou ela é fruto do acaso, das coisas como surgiram (por exemplo, somo o que somos pois as vivências que tivemos aumentaram a possibilidade de sermos desse jeito)?

E aí, o que vocês acham?


A Peste Emocional

Esse texto, com a autoria de Elisabeth Cavalcante, foi-me enviado por e-mail, sem fontes. Como é um texto interessante, com uma temática muito importante para o site, decidimos postá-lo aqui para que todos tenham acesso às contribuições proporcionadas por Reich, um dissidente da psicanálise que deu atenção ao corpo e suas energias na constituição de nossas vidas.
A peste Emocional
A maior contribuição que Wilhelm Reich, – um dos gênios que a existência enviou a este planeta – deu à humanidade, foi a forma brilhante com que ele definiu as raízes da insanidade humana, a qual chamou de “a peste emocional”.

Para Reich, ela é o resultado da maneira como, ao longo da história, o ser humano foi se afastando cada vez mais de sua verdadeira natureza, livre, inocente, espontânea. E um dos motivos que mais contribuiu para isto foi a repressão da sexualidade, que passou a ser condenada e vista como algo pecaminoso.

As emoções e impulsos naturais do corpo se reprimidos, acabam por se manifestar como violência, ambição, busca de poder sobre o outro, enfim, pela mais diversas manifestações de inconsciência.

Respeite Minha Religião

Nessa fase da minha vida de muito trabalho e busca pelo deus mais popular do século XXI – o Sr. Dinheiro –  é tão bom encontrar pessoas que expressam o que sinto! Além de me economizar tempo e “penso”* para organizar a escrita, acabo por me expressar sem me atrapalhar com as palavras!

*penso = a trabalheira de pensar, segundo uma mulher muito prática! Um dia conto a historinha desse “neologismo”.

Então, abaixo está um texto da escritora  Dorothy Murdock, mais conhecida  como “Acharya S”expert em religião. O texto foi traduzido pelo querido fundador deste site: o Mako, a quem sou grata! E o texto expressa o que sinto com relação as religiões, e vou além: quando as pessoas trocarem as religiões dos homens por Meditação, aquela que leva ao autoconhecimento e consciência, então o amor florescerá!

“Respeite minha religião” texto de  Acharya S

“Nos dizem freqüentemente para “respeitar a religião das pessoas.” Em primeiro lugar: muitas idéias religiosas são muito desrespeitosas para com o ser humano, assim, não merecem ser respeitadas. Em segundo lugar: e a troca sobre as pessoas respeitarem a nossa religião?

A palavra “religião” vem do latim religiō, que significa, dentre outras coisas, “consciência” ou “escrupulosidade.” Em minha perspectiva da realidade, eu me esforço para ser extremamente escrupulosa e consciente. Portanto, alguém poderia me chamar de “religiosa” e minha perspectiva de “religião”. Continue reading

PIPA, SOPA e agora ACTA: até quando tentarão algemar nossas mentes?

Para ver com legendas, ative a opção “CC” do Youtube

Assunto de extrema urgência! Claro, pois se depender do ritmo das leis citadas no título, mesmo blogs como esse, que buscam alertar a todos sobre as ameaças à nossa liberdade de pensamento e de expressão, talvez vocês nem poderão ler esse post.

O PIPA, SOPA e agora o ACTA são leis, a última de nível internacional, que visam proteger os direitos autorais, mas que acabam tornando-se concessões para que as grandes corporações controle o conteúdo da internet, e limitam nossa liberdade de expressão. Cliquem aqui e assinem a petição contra o abuso das corporações sobre nossa liberdade!

ONG – Instituto Pensamentos Filmados

Falar da minha cura ativa a cura alheia. E também diante da minha história de vida e de quem eu sou, não me restaram muitas alternativas a não ser fundar e tocar uma Ong – o Instituto Pensamentos Filmados e também escrever para este site “Destruidor de Dogmas”, que é muito interessante e vai de encontro a meu Ser rebelde!

Ao longo de meu longuíssimo caminho da cura, descobri diversas ferramentas, ainda pouco divulgadas como a medicina integrativa, para melhorar da Depressão agressiva que estourou na minha infância devido ao ambiente familiar disfuncional em que vivi, onde apesar de estar junto de adultos inteligentíssimos, amorosos e espíritas kardecistas, sofri abusos morais e sexuais por parte de meu pai, e ninguém me ouviu.

Meu pai foi um médico muito amado e famoso na cidade em que cresci, de uma inteligência (Q.I.) brilhante que o fez passar em uma excelente residência médica, em primeiro lugar do Brasil todo! Mas a falta de conhecimento acerca do funcionamento psicológico e dos mecanismos da mente, a falta de Consciência, como ele mesmo colocou para mim anos mais tarde quando se desculpou por tudo que fizera comigo, o fez se perder.

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Qual é o preço do futuro? – Parte 2: O Outro “eu” na Internet

A internet possibilita hoje que nos dupliquemos dentro da rede, e tenhamos assim um “avatar”. Essa palavra é interessante. Em seu sentido original, avatar significa a manifestação corporal de um ser imortal, segundo o hinduísmo. Já na linguagem da internet, o avatar é uma representação que as pessoas fazem de si mesmo. Essa representação não precisa ser fiel, uma foto de si mesmo, mas é através dela que interagimos com os outros na rede. Toda vez que você se cadastra em algum site, você preenche uma série de informações pessoais: nomes, endereços, e-mails, etc. É assim que os sistemas informatizados e as pessoas do outro lado vão conhecer você.

Mas e suas emoções, suas vivências pessoais, suas reações corporais quando você fica surpreso ou leva um susto? Isso também faz parte de você, mas ainda não pode ser completamente “informatizado”, ou seja, transformado em informação da internet.

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Qual é o Preço do Futuro? – Parte 1: Internet e controle

Big Brother, do filme 1984, baseado na obra homônima de George Orwell

As redes sociais são hoje uma das maiores formas de se manter contato com diversas pessoas, próximas ou distantes, e de reencontrar pessoas que há tempo não se vê. Facebook, Orkut, Twitter, entre outras, elas estabelecem diversas formas de contato entre as pessoas, e se tornaram uma febre mundial, uma nova forma de se relacionar com as pessoas. Entretanto, a maioria das pessoas não compreende o potencial de controle das redes sociais. Se pararmos para pensar, a informatização da vida (ou seja, o quanto dependemos da tecnologia para viver) já controla nosso corpo: Por exemplo, em vez de escrevermos cartas à mão, ter de ir até o correio para enviá-la, aguardar dias por uma resposta, precisamos somente acessar a internet, digitar e clicar em “enviar”.

Digitar significa que você não precisa de uma boa caligrafia, pois todas as letras seguem os padrões definidos pelo programa de edição de textos. O corpo muda assim sua forma de interagir com o mundo: é mais fácil, ágil e econômico. O contato à distância também fica mais fácil. Cada vez mais podemos falar e ver o outro. E ainda sonhamos com o dia em que poderemos sentir o outro, com novas tecnologias que possibilitarão a criação de um mundo virtual e de instrumentos para codificar o tato, o cheiro, o gosto. Desejamos isso.

Desejamos entrar na Matrix.

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Do Panóptico para as Redes Sociais: quem controla quem?

Banksy

Acho importante compartilhar com vocês um filósofo importante para compreendermos os dias atuais, Michel Foucault. Francês, nascido em 1926, contribuiu intensamente para o exame das formas de poder de nossa sociedade. Em uma de suas obras, Vigiar e Punir (que você pode ler clicando aqui), ele examina sistemas prisionais, de punição de condenados, entre outros temas na área.

O que acho mais interessante nesse livro é como ele descreve os efeitos subjetivos desses sistemas e instituições. Com efeito subjetivo quero dizer: a forma como uma sociedade trata as pessoas forma seu modo de ver o mundo, ou seja, você nem sempre é livre nas opiniões ou nas coisas que você pensa, existe um poder invisível, porém muito presente, das instituições sociais, que controlam nossa vida. Claro que é bem mais complicado, não somos cordeirinhos que seguem o que nos dizem para seguir. É bem mais assombroso: nos fazem crer que o que escolhemos foi por nossa liberdade, quando na verdade estamos sendo controlados!

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