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Antigo Conto Cherokee sobre a Origem das doenças

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Há muito tempo, os seres humanos e os animais ainda se davam bem. Todos os povos, humana e animal, podiam se comunicar entre si e estavam em paz. Os animais há muito tempo atrás eram muito maiores do que os animais de hoje. De fato, os animais de hoje são apenas sombras daqueles que já foram.

Chegou um momento em que nós, humanos, esquecemos o nosso lugar e quebramos a harmonia. Nós, seres humanos começamos a nos reproduzir em um ritmo alarmante, e nós começamos a produção de todos os tipos de armas destinadas a destruição dos animais: lanças, arcos e flechas, zarabatanas e armadilhas de todos os tipos. Começamos a caçar, e não apenas para obter comida, mas simplesmente pelo prazer de matar. Nós, humanos, também matamos muitos animais apenas por descuido puro, nunca parando para pensar nos resultados de nossas ações. Mesmo enquanto caminhávamos de lugar para lugar, não fomos cuidadosos aonde pisávamos, de modo que muitas das pequeninas criaturas foram esmagadas até a morte ou mutiladas. Alguns seres humanos foram tão longe para matar propositadamente pequenos animais apenas por um sentimento de aversão ou repugnância, sair de sua maneira de pisar em um inseto ou esmagar uma aranha inofensiva. Ficou claro que nós, humanos, acreditávamos ser os únicos que importavam em toda a criação, e à medida que continuamos limpar a terra e construir nossas cidades.

Parecia que logo haveria mais espaço para mais ninguém a viver na terra.

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A Origem da Ilha de Páscoa

Em 1722 o holandês Jacob Roggeveen saiu do Chile para atravessar o pacífico em 3 navios europeus e no décimo sétimo dia chegou a ilha que era denominada como Rapa Nui (“Ilha Grande”), Te Pito O Te Henúa (“Centro Do Mundo”) e Mata Ki Te Rangi (“Olhos Fixos No Céu”).

Jacob não sabia, mas encontraria lá 200 habitantes bem diferentes dos encontrados na América Latina, não eram seres com pele vermelha e sem pelos no corpo, eram homens brancos e barbudos, na ilha não existiam animais e havia pouca vegetação. Além disso uma outra coisa chamou chamou muito a atenção de Jacob, eram as estátuas gigantes, os Moais, que levaram ele a crer que a ilha era habitada por gigantes, e isso em 1722, de tão inacreditável que eram essas estátuas. Há 593 moais na ilha, de 1 a 80 toneladas, muitas delas estão em bases de pedras que chegam a medir 200 metros, e há uma estátua que não foi terminada, a pedra que serviu para sua base está na montanha ainda, e outra que parece o buda curiosamente. Ver imagens nesse Post.

Os nativos da ilha tem uma história sobre Hotu Matu’a, o lendário primeiro colonizador e ariki mau (“chefe supremo” ou “rei”), que em um sonhos seu espírito viajou para Mata Ki te Rangi. Hotu Matu’a da sua  terra chamada Hiva (ou Hawaiki), um lugar desconhecido, mas estudiosos acham que seriam as ilhas Marquesas pelo estudo de sua língua. Em muitas de suas histórias mitológicas o maoris referem sua terra natal, antes de terem chegado na Nova Zelândia como um mundo subterrâneo. Continue reading

Documentário: Superestruturas das Profundezas

Link para o Documentário.

Cientistas se reúnem em busca de cidades perdidas nas profundezas para desvendar os segredos enterrados no fundo do mar, e o que é achado é supreendente. Centenas de cidades são achadas no mar mediterrâneo, uma cidade sagrada lendária da India, uma estrutura ainda gigante no japão que permenace um mistério e muitas coisas.

Existe também outro documentário sobre o assunto na segunda temporada da série de documentário Alienígena Ancestral, irei postar todos quando achar eles legendados.

O dilúvio pode não ser algo tão distante como todos nós pensávamos.

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Os Quatro Grandes Mitos do Governo Lula

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Autogestão – Primeiro mito: com Lula, o Brasil “cresceu enormemente”, a renda “disparou” e o desemprego “é o menor da história”:

É verdade que, comparado ao desgoverno FHC, o Brasil cresceu mais. Mas o suposto “sucesso” petista desaparece ao analisarmos o desempenho da economia mundial nos últimos vinte anos. Com FHC, o Brasil cresceu ao ano apenas 2,3% em média, metade da média dos países “em desenvolvimento” no período (4,3%). Já com Lula, o aparente maior crescimento brasileiro mascara o mesmo fracasso do desgoverno tucano. Pois o crescimento médio de 3,6% na era Lula ficou bem abaixo da média do mundo “em desenvolvimento”, de 6,5% no período. Com Lula, novamente o Brasil cresceu só a metade do mundo “em desenvolvimento”. O mesmo fracasso em alavancar o desenvolvimento nacional que o desgoverno tucano, dessa vez no entanto camuflado por uma conjuntura mundial bem mais favorável.

Na crise de 2008-2009, o governo encheu a boca pra falar que “saímos ilesos da crise”, algo que pouco condiz com a realidade. Apesar das gordas mesadas do governo a empresas “em dificuldade”, muitos postos de trabalho foram cortados e a economia do Brasil encolheu, registrando um péssimo resultado em comparação com outros países. De acordo com cálculos do CIA World Factbook, entre 134 países de todo o mundo, o Brasil ficou em 84º lugar em desempenho econômico em 2009, com uma queda do PIB de 0,19%. Só mesmo comparando o Brasil com os países ditos desenvolvidos, centro nevrálgico da crise, que se pode achar que esta não nos afetou…

Diz-se também que, com Lula, os empregos e a renda dispararam. Nada mais falso. De acordo com o SEADE, o desemprego médio anual total das principais capitais atingiu o absurdo valor de 16,99% de 2003 a 2009, apenas um pouco melhor do que a horrorosa média de 19,2% do segundo mandato de FHC. Contra esses números, os lulistas enchem a boca pra dizer que, de acordo com o IBGE, o desemprego atingiu em julho a menor média da série histórica do instituto. Pra entender a piada, porém, é preciso lembrar que a série histórica do IBGE, não por coincidência um órgão do governo federal, começa em 2002, já às portas do primeiro mandato de Lula. Que bom que só agora, no fim do seu mandato e às vésperas das eleições, que Lula conseguiu registrar o menor desemprego do seu próprio governo!

Sobre o “sucesso da distribuição de renda”, outro mito que representa uma “falsa verdade”. Observando por baixo, é verdade que, no governo Lula, houve um crescimento real do salário mínimo muito maior do que na era FHC; mas observando pelo meio, em contrapartida, o rendimento médio real dos assalariados no Brasil diminuiu no governo Lula, indo, de acordo com o SEADE, de R$ 1.314 em 2002 a R$ 1.309 em 2009! Isso apesar da economia brasileira ter crescido 27,7% no acumulado do período!

Com todos esses números, só mesmo um aumento exponencial no crédito para o consumo, como registrado no governo Lula, poderia manter o consumo, a economia e a popularidade do presidente em alta. Mas com os salários em baixa e o crédito em alta, até quando iremos antes que estoure a bolha do super-endividamento?

Em resumo, Lula aproveitou a conjuntura econômica externa tanto quanto o desgoverno tucano (ou seja, em quase nada), pouco fez contra a crise de 2008/09 e fez menos ainda pra combater o desemprego e melhorar o rendimento médio do trabalhadores. Este portanto é o balanço econômico da era Lula: um “sucesso retumbante” que só existe na propaganda governista.

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