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O JARRO DE VIDRO: UMA HISTÓRIA QUE VOCÊ NUNCA MAIS VAI ESQUECER

20121017-215457“Big Rocks” (ou “Jarro da vida”) é uma historia curtinha, sobre a importância do conceito de prioridade, bastante utilizada por professores, filósofos, palestrantes e em muitos textos pela internet. Por aqui acho que ainda não tinha sido publicada, então vamos lá.

Um professor coloca um grande jarro de vidro vazio sobre uma mesa.

Em seguida, pega uma sacola cheia de bolas de golfe e vira todas dentro do jarro, até a boca.

 

PROF: “Muito bem. Meus caríssimos alunos, como vocês puderam observar, acabei de encher esse jarro de vidro. Certo?”

ALUNO: “Certo.”

PROF: “Não. Errado.”

O professor agora pega outra sacolinha, cheia de pedrinhas bem pequenas e, segurando o jarro com as mãos, dá umas chacoalhadas até elas irem preenchendo os espaços vazios.

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PROF: “Ahá. Como vocês podem ver, o jarro não estava cheio! Ainda cabiam umas pedrinhas nos espaços vazios. Agora sim está cheio! Ou … não está?

ALUNO: (…)

Mais uma vez o professor pega outra sacolinha, cheia de açúcar.

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E sorrindo para a turma, que já desconfiava que vinha algo assim pela frente, fala:

PROF: “Muito bem, o jarro ainda não estava cheio – como vocês desconfiaram – e ainda dá para colocar um monte de açúcar aqui dentro. Agora sim! Cheio! Certo?”

ALUNOS: “Hmmm acho que agora sim”

O professor pega então seu cafezinho que estava em cima da mesa, levanta à sua frente como quem faz um brinde e abre um sorriso esperto. Os alunos dão risada. E o café é despejado beeeeeeem lentamente no jarro.

cafe

A CONCLUSÃO

 

PROF: “O jarro é a sua vida. As bolas de golfe são as coisas que você acha mais importantes: sua família, sua saúde, seus amigos, suas crenças, seus valores, suas paixões. São aquelas coisas que, se todo o resto faltasse, ainda assim sua vida estaria preenchida.

As pedrinhas são as outras coisas que você vai acumulando: a sua casa, o seu carro, suas músicas, seus filmes, o seu emprego, seu smartphone, etc.

E o açúcar é todo o resto, é o seu cotidiano.

Então… qual é a melhor conclusão dessa história?”

ALUNOS: “Hãnn.., tem sempre espaço para tudo na sua vida?”

PROF: “Melhor que isso. A parte importante é a sequência.

Se eu tivesse começado pelas pedrinhas pequenas, ou pelo açúcar, não teria conseguido preencher totalmente o jarro. É uma demonstração da importância das prioridades e da consequente hierarquia dessas coisas. De outra forma, nem todos os espaços teriam sido preenchidos.

Se você usar toda a sua energia e seu foco só nas coisinhas pequenas o tempo todo, vai chegar uma hora que aquilo te ocupa tanto que não sobra espaço para coisas maiores. Saber dar prioridade para as coisas que são realmente importantes é algo crítico nas tomadas de decisões. Investir tempo na sua família, fazer seus check-ups médicos, viajar com alguém importante para você são bolas de golfe. Mas muitas vezes a gente fica só brincando no açúcar o tempo todo porque distrações docinhas não faltam por aí.

Aprenda a despejar as coisas na ordem certa. Aprenda a dizer sim, aprenda a dizer não. Aprenda a priorizar.

Escreve aí um post it: “BOLAS DE GOLFE” e gruda no monitor. Faz uma telinha de fundo “BOLAS DE GOLFE” pro celular. Dois lugares muito indicados para o lembrete.

ALUNO: “Professor, mas e o café? Representa o quê?”

PROF: “Ah é! O café! O café é só pra lembrar que sempre dá pra enfiar um cafezinho despretensioso com alguém na sua agenda. Esse sempre cabe”

 

Obs: essa história, que era contada inicialmente com pedras grandes (e por isso o “Big Rocks”) é de autor desconhecido, mas há registros na internet que datam lá de 2005. Existem também alguns videos, são fáceis de achar pelo Google. A narrativa acima é uma adaptação livre minha, de texto e também do açúcar ao invés da areia original ;)

Documentário: O Poder Do Mito / Joseph Campbell

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Sinopse:
Escritor norte-americano nascido em 1904, Joseph Campbell é considerado uma das maiores autoridades em mitologia comparada. Abordando com igual eficiência os mais variados ramos do conhecimento, seus livros descrevem com desenvoltura desde os mitos antigos e os aspectos mais complexos das civilizações primitivas, passando pelos estudos de filosofias orientais, até chegar aos símbolos mais significativos das artes e da literatura contemporâneas.
“O Poder do Mito” é o fruto de uma série de conversas mantidas entre Joseph Campbell, pouco antes da sua morte em 1987, e o destacado jornalista Bill Moyers, numa brilhante combinação de sabedoria e humor. O casamento, os nascimentos virginais, a trajetória do herói, o sacrifício ritual e até os personagens heróicos do filme Guerra nas Estrelas são aqui tratados de modo original. Ao contrário do que considera o senso comum, mito não é mentira; Campbell afirmava que os mitos são importantes instrumentos psicológicos, legados de milhares de anos de experiência que podem nos ajudar a compreender o presente e a nós mesmos.
Wikipédia (Inglês)

Vale ainda rever a história do século XXI?

Esta semana estou preparando uma aula, e resolvi fazer uma retomada sobre o século XX. Fiz-me uma pergunta: Ainda é válido retomar com as pessoas nossa história. A cada dia que passa, só faz me confirmar que sim, necessitamos sempre insistir na reflexão de nossa história. Por exemplo, qual foi a novidade das revoltas de Junho no Brasil? Quem poderia pensar nisso, sem comparar (semelhanças mas principalmente as diferenças) tais revoltas com outros momentos de nossa história, como as revoltas de 1968?

Para quem está cansado das velhas interpretações de nossa história, relanço aqui o documentário “Nós que aqui estamos por vós esperamos”, do diretor Marcelo Masagão, com a brilhante trilha sonora  de Wim Mertens. Revi este documentário, e percebi que ele continua atual. Vale a pena ver.

O Poder da História

“A melhor clínica (melhor que a psicologia) é o romance” – Deleuze do livro é “Crítica e clínica”

“Um Leitor vive centenas de vidas antes de morrer. Um homem que nunca lê vive apenas uma” - George R.R. Martin

Queria falar aqui da importância da leitura, ou melhor, da experiência, como adquirir experiência? A primeira coisa que tem que fazer para entender coisas ou tirar sentido de coisas banais até é estar disposto a aprender, tomar a posição de que o mundo realmente é cheio de informação e não digo de forma leviana, mas com relação as pessoas, as coisas, como são construídas como foram pensadas, fazer as perguntas certas é um serviço que quase ninguém faz.

Muitas pessoas desistem antes de tentar, ou já logo falam “como você consegue fazer isso”, quando se você parar 5 minutos você pode ver que é só seguir uma série de ações.

A idéia de que temos quando alguém fala em aprender geralmente é a da escola, a escola para muitos foi a única fonte de informação para ela, o que é muito triste, pois na escola não se ensina a pensar, e sim o que pensar. E o formato com que isso é dado é desanimador, todos já passamos por isso, e infelizmente o ato de aprender fica carregado com vários significados como tedioso, chato, trabalhoso, individualista e por aí vai. Continue reading

Educação atrasada e o Mito de uma Epidemia

Devemos atualizar as linguagens e provocar mais os alunos para que se sintam encorajados a aprender e a descobrir, pois o mundo é uma aventura, basta apenas saber que pisa em cima do mapa que irá iniciá-la.

Ótima dica da leitora Gabriela Fernandes.

Pirâmides Submersas no Triângulo das Bermudas

E a Ficção vira realidade, ou melhor, talvez nunca tenha deixado de ser uma realidade. Escrevi algo aqui sobre a história de um cara que disse ter visto pirâmides de vidro submersos no triângulo das bermudas, algo tão  inacreditável que fez parecer bobagem, ainda mais depois de ter virado livro de ficção.

Mas quem diria que realmente achariam uma cidade submersas com estruturas do formato de pirâmide e ainda pelo que parece que uma delas realmente é de vidro.

Sempre quando vão relatar essa descoberta as pessoas vão falar sobre Atlântida e como a o Triângulo das Bermudas é um lugar misterioso e talvez até mortal, mas vou falar sobre algo mais interessante e pertinente.

 Pág. 306 do livro As Máscaras de Deus – Mitologia Oriental – Joseph Campbell

“… é óbvia a analogia entre os dez reinos sumérios, os patriarcas bíblicos (10), e os monarcas chineses (10 também), junto com a lenda comum de um Dilúvio dominado pelo último da série.”

O que Campbell fala aqui é que em vários lugares do mundo existiu o mito de que houveram 10 reinos, não 10 reinados de um mesmo lugar, mas sim 10 reinos que poderia existir ao mesmo tempo, em uma época antes do Dilúvio, se é que foi um só.

Nas reportagens sobre o assunto é indicado que essa cidade poderia datar do período pré-clássico que seria do século XX até III A.C. o que seria bem estranho ao meu entender, pois nessa época o mundo não estaria tão frio ao ponto de congelar as águas dos oceanos e fazer o nível do mar abaixar mais de 700 metros (pois a cidade está a 700 metros de profundidade). Essa data foi estipulada provavelmente para se encaixar no paradigma da evolução humana no planeta, como consta nos livros de história, mas se provará errada com certeza.

Observe esse gráfico que indica a temperatura do mundo nos últimos 10 mil anos, realmente seria impossível ser nessa data específica, e seria mais provável que essa cidade seria um dos reinos pré-diluvianos, como a cidade de puma punko no Peru que data de 16 mil anos atrás, sem contar o livro antigo Ramanayama que conta histórias incacreditáveis, sobre naves e bombas há milhares de anos.

E para finalizar, um fato que talvez tenha uma importância nessa história. Submerso na ilha Bimini, uma das ilhas do Triângulo das Bermudas, está o que parece ser um enorme complexo de pedras, uma muralha gigantesca e de formato incomum.

Pela precisão das linhas desse muralha muito provavelmente seriam feitas pelo homem.

Quando Deus disse na Bíblia que escreve certo por linhas tortas, ele dizia ao meu ver que a natureza não possui linhas retas, e que ela é perfeita por causa disso.

Resto-nos esperar para ver o que se descobre mais…

Obs: No sul do Japão em Yonaguni descobriram uma estrutura que muito provavelmente foi feita pelo homem e está submersa, vale a pena conferir nesse Post aqui do site.

História do Calendário Moderno

VIdeo: A História da Escravidão

Para ver a Fazenda é preciso deixá-la.

Respeite Minha Religião

Nessa fase da minha vida de muito trabalho e busca pelo deus mais popular do século XXI – o Sr. Dinheiro –  é tão bom encontrar pessoas que expressam o que sinto! Além de me economizar tempo e “penso”* para organizar a escrita, acabo por me expressar sem me atrapalhar com as palavras!

*penso = a trabalheira de pensar, segundo uma mulher muito prática! Um dia conto a historinha desse “neologismo”.

Então, abaixo está um texto da escritora  Dorothy Murdock, mais conhecida  como “Acharya S”expert em religião. O texto foi traduzido pelo querido fundador deste site: o Mako, a quem sou grata! E o texto expressa o que sinto com relação as religiões, e vou além: quando as pessoas trocarem as religiões dos homens por Meditação, aquela que leva ao autoconhecimento e consciência, então o amor florescerá!

“Respeite minha religião” texto de  Acharya S

“Nos dizem freqüentemente para “respeitar a religião das pessoas.” Em primeiro lugar: muitas idéias religiosas são muito desrespeitosas para com o ser humano, assim, não merecem ser respeitadas. Em segundo lugar: e a troca sobre as pessoas respeitarem a nossa religião?

A palavra “religião” vem do latim religiō, que significa, dentre outras coisas, “consciência” ou “escrupulosidade.” Em minha perspectiva da realidade, eu me esforço para ser extremamente escrupulosa e consciente. Portanto, alguém poderia me chamar de “religiosa” e minha perspectiva de “religião”. Continue reading

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