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O Som de uma Folha Caindo e o Medo da Inexistência

Essa foi uma conversa que tive no começo do ano no Facebook.
Glenda: acho que as pessoas estão levando cada vez mais a serio aquela questão : ” se uma árvore cair numa floresta vazia, ela faz barulho?”. A maioria aqui no facebook , pelo jeito acredita que não
Mako: Adoro esse assunto, e a questão tem uma resposta.
Ela faz e nao faz barulho ao mesmo tempo.
Glenda: Se elas pintarem as unhas dos pés e não postarem uma foto, ou fizerem uma gelatina e não postarem uma foto, dar um beijo no namorado e não postarem uma foto, etc etc etc, é como se elas duvidassem da própria existência.
Mako: É preciso provar, é preciso que alguém observe, bem engraçado isso, pois a resposta pra a questão tem tudo a ver com isso. Apenas se alguém observar é que se verá se a árvore caiu ou não, até então ela é uma multiplicidade de possibilidades indefinidas, ou seja, algo não identificável.
*
A experiência da Fenda Dupla deixa a entender que no mundo subatômico as partículas se comportam como se fossem onda quando não há observador e como partícula quando há um observador.
E quem diria que até as pessoas tem esse mesmo comportamento?
Muitas pessoas se sentem sozinhas e tentam registrar suas ações, pois parece que a única maneira de validar suas experiências é com a observação de terceiros. E infelizmente foi construída uma cultura de compartilhar momentos e que isso está acima de viver eles.
Será que realmente somos uma multiplicidade de possibilidades até alguém observar, alguém interagir?
Talvez, já foi observado pela física quântica que objetos estão micromilimetricamente  em lugares diferentes quando temos observadores diferentes, o objeto está em um lugar para cada pessoa, mesmo que seja de forma minúscula.
Mas o que faz a gente existir? Sempre há observadores?
Precisamos de algo para existir?
Creio que não, na nossa sociedade há uma idéia implantada de que quem não aparece não existe, há a celebração do palhaço e dos 15 minutos de fama e por mais que saibamos no fundo que tudo isso é ridículo de tanto ver no nosso dia-a-dia acabamos por ceder mentalmente a isso.
Mas se pararmos para pensar ninguém disse que a partícula de fóton  no experimento não existe quando não há observador, mas sim ela é várias coisas ao mesmo tempo.
Nós também somos várias coisas ao mesmo tempo, mas porque queremos mostrar que somos uma? Por que queremos projetar apenas uma idéia de quem somos e não nossa complexa multiplicidade?
Porque queremos que outros pensem algo bom de nós, queremos ser aceitos, queremos que os outros nos vejam como quem gostaríamos de ser, e é aí o erro colossal de nossa sociedade.
Preferimos mentir a ser quem gostaríamos.
E uma imagem faz isso.
Tudo isso para fazer um som…
Apeas um som.

O Ser da Quarta Dimensão

Primeiramente queria pedir desculpas por esse texto bem grande, pois não costumo fazer isso, mas prometo a vocês que valerá a pena.

Livro Nada Brahma,  pg.119 …


Ao tentar tornar compreensível a natureza “ilusória” de nosso conceito de espaço e tempo, é comum posrtular-se  existência de dois seres dimensionais como um espécie de “ponte mental” pois, se não conseguimos imaginar um mundo com mis de 3 dimensões, só podemos até certo ponto abordá-lo imaginando-o com menos de três dimensões. Ele conhece apenas duas dimensões: altura e largura. Para esse ser, “um círculo ou um quadrado girando em torno do seu centro será um fenômeno inexplicável e incompreensível por causa do seu movimento duplo, tal como é incompreensível o fenôomeno da vida para o físico moderno”.

Quando um cubo multicolorido passa pela superfície onde vive o ser bidimensional, se uma linha azul substituir uma vermelha, o ser desse plano verá a linha vermelha como um fato do passado. Não estará em condições de captar a idéia de que a linha vermelha ainda existe em algum lugar… No Tertium Organum P.D. Ouspensky fala sobre a multidimensionalidade do mundo. E prossegue:”Para esse ser que vive na superfície existe o que se encontra em cima ou embaixo… no tempo, no passado e no futuro… Portanto, embora ser ter a idéia da forma do seu universo, e olhando-o como infinito em todas as direções, o ser da superfície pensará involuntariamente no passado como algo localizado em algum lugar, em algum ângulo do todo, e pensará no futuro como que estando em algum lugar do outro lado dessa totalidade.

Desse modo, o ser da superfície terá a idéia de tempo. Percebemos que essa idéia surge  porque o ser bidimensional capta apenas duas das três dimensões do espaço a terceira ele só captará depois que seus efeitos se tornarem manifestos na superfície; portanto, ele a vê como algo diferente das primeiras duas dimensões do espaço, e a chama de tempo.” Continue reading

O que falta não é energia, mas Teleologia!

 

Pintura de Alex Grey

Estava hoje lendo na internet sobre o conceito de energia. Para falar a verdade, não entendo nada de física, não a estudei na escola nem para o vestibular. Sempre tive problemas com cálculos, e estudar as fórmulas era inútil. Mesmo assim, sempre senti um profundo respeito por essa área, e li algumas coisas sobre vários assuntos dessa disciplina, sobretudo os livros que “romantizam” a física, ou seja, que traduzem as fórmulas em teorias mais fáceis de serem compreendidas por nós, pobres mortais…

Fico sobretudo atento aos novos avanços da ciência física, principalmente a quântica, e os efeitos que elas criam em nossa concepção de realidade. Muitos se baseiam nessas novas teorias, como o caso das ciências noéticas, que mostram o poder da consciência e do pensamento em modificar o mundo. Esse é o novo paradigma: temos o poder para mudar tudo, para criar novas realidades. O pensamento possui um poder gigantesco, que se souber ser usado daria conta dos fenômenos parapsicológicos, como mover objetos (telecinesia) ou ler pensamentos.

O conceito de energia aqui ganha um estatuto essencial: compreende-se que o corpo possui campos energéticos, alguns provados e outros a serem provados, o que daria status científico a essas explicações.

Entretanto, acho que o buraco é mais embaixo… ou seja, compreender a mecânica de como o corpo realiza esses fenômenos ainda não aceitos pela ciência oficial, compreender também que há, para além do corpo físico, um corpo energético capaz de sobreviver após sua decomposição no mundo físico, tudo isso somente possibilita para a gente dizer: tá, é assim que funciona!

Sim, esses fenômenos seriam então considerados reais, novas pesquisas seriam realizadas e o campo científico seria modificado grandemente. Sim, as religiões teriam muito de seus dogmas confirmados ou refutados, as pessoas repensariam na forma como vêem o mundo… mas ainda falta algo, que a explicação em termos da física ainda não dá conta.

– Em primeiro lugar, é o que se chama de Teleologia, o estudo das finalidades últimas das coisas. Esse mundo que temos aqui, ele é gratuito? Ele surgiu do nada, por uma explosão (Big Bang), sem causa e nem motivo? Há algo que age, como em Aristóteles, como causa final, aquilo que explica o porquê de todas as coisas?

– Em segundo lugar, a Liberdade: há alguma liberdade, ou seja, alguma escolha livre e indeterminada, que parte de algum lugar, ou de alguém, ou de algum ponto no espaço? Ou tudo tem uma determinação específica, tem uma causa e um efeito específico?

Ora, não importa que haja uma alma, ou seja, que haja uma espécie de “corpo espiritual” exterior ao corpo material, biológico. Interessa sim se essa alma, ou mesmo esse corpo biológico antes da morte, possui uma liberdade de escolha, uma individualidade que opta por algo. E, no contexto mais geral, como é que fica a questão entre o mundo ter uma finalidade, um propósito, ou em ser aleatório, determinado pela rede de causa e efeito?

Assim, a questão muda de figura. Os espiritualistas querem a física para se mostrarem reais e científicos, mas o que fica de lado é o essencial. Somos livres? somos determinados? há um propósito em tudo isso? Não posso responder diretamente a essas questões. Muito o que diria seria crença, fé, ou apenas opinião. Me entusiasmo mais em achar a verdadeira questão do que em respondê-la. Pergunto à vocês, leitores, o que acham? Qual a opinião de vocês e como vocês defendem essa opinião? Vou deixar aqui duas perguntas, e seria interessante se quiserem se envolver nesse debate.

– Existe liberdade? onde (no espiritual, no material, etc) ou em quem (no homem, em Deus, na alma, em todos os seres, etc)?

– O que existe possui finalidade, propósito? Essa finalidade, se existe, é vontade de alguém (ou seja, os homens ou Deus ou qualquer outro ser é quem deseja e faz o mundo ser o que é), ou ela é fruto do acaso, das coisas como surgiram (por exemplo, somo o que somos pois as vivências que tivemos aumentaram a possibilidade de sermos desse jeito)?

E aí, o que vocês acham?


Debate: Corpo, alma e consciência: somos o mesmo depois da morte?

Para esquentar as discussões no site, começaremos a promover, esporadicamente, discussões entre os moderadores, tendo um tema em comum e buscando conflitar ideias, debater pontos opostos, para que todos possam ver os diversos lados que cada reflexão pode nos levar.

O tema desse debate, realizado entre Vitor e Mako, foi a questão da alma, da consciência e da vida após a morte. a inspiração para essa discussão está nesse texto (clique aqui) postado no site, sobre Reich.

Vitor:

Sabe q to ensaiando ler Reich? Gosto da ideia das couraças de carater, mas não entendo de onde ele tira a ideia do orgônio, essa energia única que move o individuo. Eu acredito em multiplas energias. Você já leu Frijof Capra, principalmente o livro “A teia da vida”? O interessante de sua teoria é que a vida é considerada um sistema sintrópico (o oposto da lei da entropia – enquanto a entropia fala da tendência à desordem, ao menor nível de energia, a sintropia fala das organizações que visam manter um nível estável de tensão, como os organismos vivos, que precisam constantemente de energia, senão morrem), uma organizacao contraria a entropia, e que necessita de um constante fluxo de material e energia para que mantenha a organizacao.

Entao, creio q somos, como dizem as modernas filosofias, uma “dobra”. Imagine o mundo como um conjunto de forças, que se degladiam constantemente. Em um determinado momento, essas forcas exteriores se dobram, criam um “dentro”, o sujeito. A dobra, como um espelho, reflete as forcas (Quem quiser saber mais sobre isso, leia o livro de Deleuze sobre Foucault, clique aqui, principalmente a partir da página 101)… ou seja, o sujeito adquire a capacidade de manipular o mundo, mudar suas forcas… surge uma forma de liberdade.

Entretanto, essa ideia de sujeito acaba por eliminar a vida eterna, pois a dobra se desfaz com a morte. A não ser que se considere haver um “tecido” que mantenha a forma, a dobra, sem o mundo.

Essa é a questao da alma. A alma seria compreendida como uma forma, que existiria fora da matéria. Mas na teoria do Capra, a materia que se organiza, e a forma depende do fluxo de materia. Se cessa o fluxo (ar nos pulmões, água, comida, e a saída, urina, fezes, isso sem falar na entrada e saida do fluxo de informação e de conhecimento), cessa a forma, como quando forma um redemoinho de agua na pia, que acaba quando a agua acaba.

A questao é: quem garante a forma do espirito? Teríamos que imaginar que as formas são independentes, e que elas vem de outro lugar. Esse seria um problema semelhante ao de Platão, aristóteles, Descartes, das filosofias religiosas, etc., de todos que acreditavam em algo fora da matéria.

Perguntaria pra você, como provocação: de onde vem a alma?

Mako:

 Nunca li Capra, mas milhares de pessoas ja me falaram para ler…. Reich eu acho demais, queria ler mais sobre ele, o Orgone que ele fala seria o Chi dos chineses e o Ki dos japoneses, uma energia que participa da vida e a move, seria uma energia eletromagnética de algum tipo de frequência alguns dizem, mas acho que está além do que nossa ciência consegue captar por enquanto, assim como a teoria do Campo morfogenético, algo que não compreendemos totalmente por enquanto, pelo menos a maioria das pessoas, mas que desconfiamos de sua existencia pelo simples fato de sentirmos ela…

É claro, existem estudos sérios sobre chakras e canais de energia no corpo, mas energia que fica a solta na natureza como o orgone ainda não há estudos pelo o que eu sei.
Muitos pensadores tentam explicar a alma, mas quando se fala na alma se vê a necessidade de separá-la do corpo, e mostrar que ela pode sim existir depois do término do corpo físico. Mas ela faz parte das engrenagens da vida, eu costumo dizer para as pessoas que, quanto menos algo é sólido, mais necessitamos dele, se formos colocar em ordem, sem comida duraríamos uma semana, sem água alguns dias, sem ar, alguns minutos, sem energia, nenhum segundo.
Nos meu estudos sobre espiritismo e o mundo espiritual,percebo que a alma é algo constante, ela está entrelaçado com várias coisas e pessoas, não de um modo físico, como por exemplo você se amarra a sua TV, celular e computador na sala com linhas, mas sim algo de frequência, como na física quântica (que fótons distantes vibram na mesma frequencia e agem da mesma forma a milhões de km de distância), há uma conexão ainda não desvendada.
No espiritismo parece que vamos perdendo a “forma” com o elevar da consciência até nos tornarmos parte do todo, ainda não descobri o propósito de crescer pessoalmente, e nem de onde surgiu a iniciativa de se ajudar as pessoas para isso, mas como tudo indica que há um caminho correto, esse caminho tem que ser algo que faz parte da estrutura do universo, como o sentimento de amor ter a frequência que une pessoas, tudo é interconectado.
É como você falou de multiplas energia, eu realmente acredito que elas existam, mas tendemos a acreditar que quando falamos de algo mais “sutil” estamos determinando sua energia, como por exemplo o chakra ser um campo eletromagnético, os estudos indicam e confirmam que sim, mas se for muito mais,  e se tivermos esse véu de ignorância e limitações tecnológicas nos privando de ver um pouco mais do que chamamos de realidade?
É muito provável que sim.
Outra questão:
Como deixar de ter consciência de si mesmo com um individuo único pode significar a morte? Acho que a morte foi mal compreendida, ela é apenas uma palavra para identificarmos o fim de uma fase, não diriamos que os peixes estão mortos por não terem consciência de si próprios, eles, assim como os outros animais e plantas, fazem parte de um organismo maior, que seria o Planeta inteiro sendo um ser vivo, eles (os animais) fazem parte da mecânica, ou se preferir, consciência da Terra, acho que perdemos a capacidade de nos distinguir dos outros seres vivos é rumar em direção a fonte primordial da vida, do universo, fazer parte do todo de novo.
Realmente acho que não perdemos a consciência, e sim iremos fazer parte de outra ainda maior, que contém outras da nossa frequência, ou elevação espiritual, e todos desse nível teriam a mesma compreensão do universo, sendo assim tomando as mesmas decisões, e nunca entrando em conflito, como olhar para um cardume de sardinhas e ver que apesar da gigantesca numerosidade delas, elas nunca colidem. Acho que deixamos o que nos faz humano para tras e nos tornamos algo a mais.
Muitos escritores de ficção cientifica se deparam com algo parecido quando vão falar de vida artificial, ou seja, robôs, alguns teriam uma consciência compartilhada, um cérebro que controla todos, outros teriam a noção de indivíduo e nunca tomariam decisões contando com todos, pois ele não faz parte daquele grupo.
Mas não diria que um deles é mais evoluído que outro, mas com certeza ter uma consciência compartilhada tem suas vantagens.
Vitor:

A questão aqui, creio que não é a morte, mas a concepção de sujeito por trás de tudo. Homem e animal são vivos, mas não há como saber se o animal possui uma subjetividade.

O homem enquanto sujeito já está integrado a um todo, ele não é um indivíduo isolado. Porém, isso não tem relação com o que se chama de alma. O conceito de alma, historicamente falando, se associa a uma essencia individual, ou seja, a algo que determina a individualidade de uma pessoa. Estou falando de forma grosseira, mas a questão é: essa mudança de fase que a morte cria, ela mantem essa “individualidade”? Se unir ao todo, á consciência do todo, é se ver misturado ao outro. Ora, o que marca nossa relação com o mundo é a diferenciação/identificação: como em Espinoza – algo nos compõe e algo nos decompõe. Para ser afetado, deve haver uma relação de diferença, para haver diferença, não pode haver o todo. Ser tudo é, ao mesmo tempo, ser nada.

Como conceber que somos uma alma que se integra ao todo, e ainda tem conciência dessa união? Se não é importante ter consciência de si, o conceito de alma se torna irrelevante, pois a materia do corpo e sua energia já se integram ao todo do mundo. Nossos átomos estão por aí a bilhões de anos.

Creio que ai está um problema: de que tipo de sujeito falamos? Um sujeito, totalmente consciente de si, cuja unidade persiste depois da materia, ou uma subjetividade momentânea, que depende das relações que traça com as coisas e com os outros?

A ideia de alma perde sentido quando se fala em uma consciencia partilhada. Aliás, consciência de si implica em um poder de conhecimento para além do que o homem pode ter, e por isso hoje vemos tantas críticas as teorias de Descartes.

Creio que a ideia de se sentir parte de um todo maior é somente pensar numa consciencia em grande escala. Um Deus formado por todos os seres unidos. Aí, a individualidade e a consciência de si, que não sentimos no unico homem, passa a fazer parte da Terra, um ser cósmico.

Então, a questão seria: há um ser cósmico? Bom, essa e outra questão, e não cabe aqui, talvez para uma próxima conversa…

Itajubá em Foco- Dr. Francisco Di Biase

Perdido na Floresta

http://espanol.video.yahoo.com/watch/4986108/13270560

Na entrevista acime o Phd. Neurocientista Dr. Fracisco di Biase fala de modo bem consciente sobre seus livros e suas idéias, a compreensão dele foge do comum, pois por ser cientista deveria ser cético ao que errôneamente chamamos sobrenatural ou esotérico, o que na verdade não passa da sutil estrutura e mecânica do universo, mas não, ele fala com base em experiências, assim como Amit Goswami, como a consciência e a mente podem tendenciar coisas, e até curar o seu próprio corpo, como já disse em post antigos.
Uma pessoa que tem cara de cientista dá uma outra face para o tema, apesar de falar a mesma coisa que os livros de Goswami.

Peço que vejam a parte de Pensamento Quântico do blog.

Palestra de Nassim Haramein

O grande Físico Nassim quebra VÁRIOS dogmas com suas idéias e teorias, vejam calmamente, pois é muita informação, ainda não está todo legendado, mas espero que logo será.

As Dimensões e o Universo 1
As Dimensões e o Universo 2
As Dimensões e o Universo 3
As Dimensões e o Universo 4
O Vácuo e a Densidade do Infinito 5
O Vácuo e a Densidade do Infinito 6
O Vácuo e a Densidade do Infinito 7
Vácuo, Campo Magnético e o Tetrahedron 8
Relação do Tetrahedro e a Esfera da Realidade 9
Teotihuacan e a Matriz Vetorial Isotrópica 10
O Octahedro e Número 12 na Antigüidade 11
Os Crop Circles e os Octahedros 12
Os Crop Circles 13
Os Crop Circles e a natureza Fractal 14
Crop Circles e o Pi 15
Sobre os Buracos Negros 16
Geometria do Colapso 17
Sobre a Física Quântica 18
A trandução da Água, as Ondas e a Geometria do Vácuo 19
As Ondas, Orbitação e o Campo Magnético 20

Caso queiram ver a outra metade não legendada, que não tão difícil, pois o inglês dele é bem fácil.
Clique aqui.

Não é a mesma palestra, mas você pode seguir a partir da parte 20 desse link.

Aconselho a verem logo depois o Documentário O Olho de Hórus, pois tem sua teoria posta em cima de outras.

Amit Goswami no Roda Viva

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=nzfIwwp3Gc8]

Um dos poucos homens a tentar refazer a ponte entre a Espiritualidade e a Ciência, usando a Física quântica,
veja o vídeo para saber um pouco sobre ele e seus livros que me inspiraram a fazer esse blog.

Livros que indico:
A Física da Alma
A Janela Visionária
Deus Não Está Morto

Percepção Além da Matéria

Esse documentário é muito interessante, pois realmente nos mostra o quanto nosso corpo apenas interpreta fatos a nossa volta, a realidade seria a interpretação de tudo, nada verdade nunca chegaremos a experimentá-la como corpo físico, para experimentar a realidade verdadeira, essencial deveriamos estar no mesmo nível essencial.

Se pensarmos só no fato que o azul que vejo pode ser totalmente diferente do seu, ou que como um tipo de camarão que existe que enxerga mais de 100 mil cores a mais que o homem. A combinação de sentidos de diferente pontecialidades nos dá uma infinidade de interpretações da mesma coisa que na minha opnião não dá pra se sentir no plano físico.

O Que É Essa Tal Cura Quântica?

Cura Quãntica é o termo usado por Deepak Chopra desde 1990, para a cura através de um Insight.
ele usa uma metáfora da física quântica para explicar tal fato.

Os elétrons giram em torno de um de um núcleo, isso todo mundo já sabe, mas eles costumam trocar de camadas de rotação, e ele fazem isso de um jeito bem CURIOSO, em vez de simplesmente irem ampliando adistância de seu trajeto circular, não, o elétron dá o que é chamado de Salto Quântico, ou seja,

Se ele for pra uma camada pra cima ele consome energia liberando luz e se teletransportando para a outra camada, se ele quiser descer ele apenas libera energia.

Agora com a Base dada, vamos aplicar isso na Cura Quântica, Além de ter o fator focar suas intenções,pois você pode determinar as possibilidades até mesmo de seu corpo, afinal seu corpo produz todo o tipo de enzimas e outras coisas, basta saber a quantidade. Quando um paciente está com poucas chances de voltar a andar depois de um acidente, ele (como no caso do filme The Secret) foca suas intenções de tal maneira que dá um insight, esse insight possibilidade o salto quântico, vo citar uma analogia para ver se consigo explicar, imagine que a doença está agindo em uma frequência sobre você e você está afinado com ela, mas depois do insight você mudou tanto sua percepção e está determinado que você muda sua frequência a ponto da doença não  estar mais em sintonia com seu corpo, anulando-a.

Também existem os casos chamados Visualização criativa, que é quando um paciente imagina algum animal feroz comendo britalmente células cancerigenas (ou algo equivalente a doença dele), que depois de algum tempo faz com que ele tenha um insight e cura imediata dependendo do caso claro, essa visulalização criativai acontece no Centro de Cura de Carl Simonton.

Claro isso poder levar um pouco de tempo como meses ou segundos.
Seria um estado de Samadhi (igual dos dois pólos) em certo nível.

Um certo grau de iluminação em que você sente que faz parte do universo, que sente a união com a consciência unitiva ou Deus.

Lembrando que ser feliz é um grande remédio natural.

Extra:

Lembrando que existem muits técnicas de cura Yogue e indianas, como o pranamaiana (cura pela respiração),fiquei impressionado por ter descobrido esse sozinho, eu já tinha a idéia que não sabemos respirar e imaginei que se soubermos respirar iremos aumentar a eficiência de nosso corpo vital e físico, logo se nosso corpo se encontra em equilibrio ele funciona melhor, então quando passar mal, tente apenas respirar e ficar tranquilo.

Selo aqui no Brasil, que cada um auxilia em certa região do corpo, basta apenas meditar 10 a 20 min por Existem muitas posições de mãos chamadas Mudras, na India, Jutsu no japão (usado muito no Ninjitsu), e dia se precisar com a mãos em posição.

Já é fato que temos um campo magnético em volta da gente, também chamado de Corpo vital, existem até meios de tirar fotos de nossa “aura” e ver que cores ela apresenta, quanto mais cura uma região mais  Já é fato que temos um campo magnético em volta da gente, também chamado de Corpo vital, existem  até desequilibrida ela está, e com isso você pode prever doenças, o Reiki por exemplo trabalha nessa área, passando energia pro corpo vital e o equilibrando, repitindo, a doença antes de aparecer no corpo físico aparece no corpo vital.

No equilíbrio tudo funciona sem erros.

Procure ser Feliz para prolongar sua vida.

O Que é o *The Secret* Afinal?

the-secret-logo

Quais serão  os mistérios que há nisso?

Vamos explicar isso de modo lógico, quântico e rápida.

Como explicado no Post anterior (Cérebro cria a consciência ou a Consciência cria a realidade?)

A realidade ou o universo é feito de possibilidade e probabilidades, mas como isso se aplica ao The Secret, talvez seja até óbivio depois do ultimo post.

Nada daquilo que falam no Filme/Livro acontece realmente daquele jeito a não ser a auto-cura.

O The secret começou na década de 80, quando o grande físico e especialista em Tempo/espaço Alan Fred Wolf falou a frase. ” Você Cria sua própria Realidade”, mas as pessoas como de costume e vício da humanidade aniquilam e interpretam do modo que convém a verdade.
O Que Wolf quis dizer com isso é que se o mundo é feito de possibilidades, você pensando e visualizando algo em sua mente você possa focar as possibilidades de que isso aconteça.
E isso foi sensação na época assim como está sendo agora.
Essa idealização de momentos ou coisas futuras é muito, mas muito mais sutil do que mostrado no filme, no Filme the Secret é mostrado como a Nova Fé, ou um “Deus” aceitável para os materialistas mais fracos, pois envolve “fisica quantica” e você não depende mas do divino (convencional, pois como veremos em um post a seguir, definirei o que é Deus).

Será que você conseguirá carros, meditando sobre eles? talvez, mas Esperar não é esperançar já dizia a música, esperançar é batalhar e saber que virar algo disso, esperar é não fazer nada e se achar no direito de receber algo.

Tenho que lembrá-los que os entrevistados não tinham consciência do que seria esse The Secret, eles apenas deram a entrevista de acordo com as perguntas.

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