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A Farsa do Aquecimento Global PT 3


Parte 1

Parte 2

Informações do Video

O nível do mar não subiu com os anos. Algumas praias podem estar mais curtas e outras mais cumpridas, mas tudo faz parte do ciclo de mudanças que o mundo tem chamado agradação e degredação.

O gelo não derreteu com os anos, apenas fez o seu ciclo de derreter e congelar, mas a mídia só mostra quando derrete, pois imagem estática não atrai ninguém.

Desmatamento não interfere no Clima mundial.

Co2 não interfere no clima. O planeta Vênus é repleto de Co2 e é muito quente, 400 graus, mas é por causa de sua pressão enorme.

A Camada de ozónio é uma farsa inventada pelos criadores da patente de do gás CFC, nos anos 80 eles criam o HCFC, que em vez de custar 1 dólar o Kg, custa mais de 30. As patentes tem duração de 25 anos, e o próximo gás que será utilizado pelas impresas custará 128 dólares o Kg. Continue reading

Documentário: Revelações da Pirâmide

Simplesmente o melhor documentário e o mais revelador sobre as pirâmides, tratando não apenas delas, mas das várias estrutura pré-civilzação humana como a conhecemos, como tiahuanaco, mohenjo daro, e os observadores da Ilha de Páscoa. Existiu um arquiteto planetário que ensinou todos nós como construir essas muralhas e edificações gigantes espalhadas pelo mundo, hoje em dia impossíveis de fazer (a não ser o caso de Coral Castle). E esse arquiteto nos deixou dicas matemáticas para descobrirmos quando fosse a hora. É o que tudo indica, eu realmente não acredito que construimos tudo isso pelo simplesmente fato de inconsciente coletivo, ou algo inato do ser humano com os anos.

Não falam dos geoglifos do acre, mas pouca gente conhece eles também.

Download: Torrent – Legenda

Duas Pirâmides de Vidro achadas submersas no Triângulo das Bermudas

Pirâmides de vidro são encontradas submersas no Triângulo das Bermudas.

Segundo um artigo, do site apparentlyapparel.com, pirâmides gigantescas de vidro (ou algo semelhante) teriam sido encontradas submersas no triângulo das bermudas, seriam construções da lendária Atlântida? Confira um trecho do artigo:

Estas estruturas em pirâmide estranhas subaquáticas a uma profundidade de dois mil metros foram identificadas com a ajuda de um sonar de acordo com oceanógrafo Dr. Verlag Meyer. Estudos de outras estruturas, como Yonaguni atualmente no Japão, permitiram aos cientistas determinar que as duas pirâmides gigantes, aparentemente feitas de algo como um vidro de grande espessura, são realmente impressionantes – cada uma delas é maior que a pirâmide de Quéops, no Egito.

Recentemente, cientistas americanos e franceses, bem como de outros países que estão conduzindo pesquisas em áreas do leito do mar do Triângulo das Bermudas, afirmam ter encontrado uma pirâmide de pé no fundo do mar, que nunca foi descoberta. O comprimento da base dessa pirâmide atingiu os 300 metros, 200 metros de altura, e à distância desde a base até a ponta da pirâmide é de cerca de 100 metros acima do fundo do mar. Os resultados preliminares mostram que esta estrutura parece ser feita de vidro ou um material semelhante a vidro (cristal?), como é totalmente lisa e parcialmente translúcida.

Quando se fala de tamanho, esta pirâmide recém re-descoberto é maior em escala do que as pirâmides do antigo Egito. No topo da pirâmide existem dois furos muito grandes, água do mar em movimento, à alta velocidade, passa através do segundo orifício e, portanto, as ondas turbulentas rolam pela formação de um vórtice gigante, que faz com que as águas em torno desta, causem um aumento maciço de ondas e névoa sobre o mar, na superfície. Esta nova descoberta faz com que os cientistas se perguntem se este está tendo um efeito sobre a passagem de barcos e aviões, o que poderia ser a razão para todo o mistério que cerca a área.

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Feriado Bandeiras Brancas

Muito bonito o video, e com intenções muito boas, mas denovo batemos com um tópico recorrente aqui no site, há apenas o foco no sintoma.

As pessoas não fazem guerras porque gostam, elas não roubam porque gostam (talvez exista alguns casos que sim), isso é consequência de um governo, de um ambiente hostil, onde nos coloca a todo instante ao stress, e nos encurrala a cada segunda, pois temos que lutar pelas coisas que nos falam ser essenciais para a vida, mas muitas das pessoas batalham em vão por isso, e o sentimento de sobrevivência e/ou o de ter essa vida “digna” que nos vendem é que faz ter essa violência.

Nosso ambiente é tão hostil as vezes que se fôssemos animais seria algo comparado a ter um bando pequeno de bizões sendo cercado por muitos leões, é não conseguir durmir, se preocupar com o mais próximos, com a sua vida, e mesmo assim perder um pedaço de si a cada dia, estar no estado mental de defesa durante muito tempo faz muito mal para o corpo e para a mente, aposto até que já ouviram aquela frase de alguém “estou cansado, mas mentalmente cansado”.

Antigamente só se causava problemas vendendo como soluções, agora estamos imaginando soluções que não buscam ações apenas simbolos, e sou todo a favor a usar esse tipo de atitude, mas nesse caso não é efetivo. A equipe do DDD está pensando nesse assunto.

Vou citar o Batman para finalizar esse post, não adianta ele ser o melhor detetive do mundo e ser o maior bilionário da cidade ao mesmo tempo, ou arrancamos a raiz ou poda-se a árvore.

Documentário: Inside Job, A Verdade sobre a Crise Mundial

“Inside Job, Documentario sobre a crise de 2008.”

SINOPSE: “Através de uma pesquisa extensiva e entrevistas com economistas, políticos e jornalistas, “Inside Job – A Verdade da Crise”, mostra-nos as relações corruptas existentes entre as várias partes da sociedade. Narrado pelo actor Matt Damon e realizado por Charles Fergunson, este é o primeiro filme que expõe a verdade acerca da crise económica de 2008. A catástrofe, que custou mais de $20 triliões, fez com que milhões de pessoas tenham perdido as suas casas e empregos.”

Obs: Achei o filme muito bom, apesar de tentar ser didático o documentário se mostra bem confuso para a mente menos atenta, mas é possível com facilidade entender como funciona a mecânica principal das multiplas falências apesar das várias palavras e termos desconhecidos para a grande maioria leiga do que chamam de “economia”.

Download do Filme e Legenda

Trailer do Filme

As Enigmáticas Pedras de Ica

 

Mais uma vez, encontramos fatos que podem indicar ter existido outras humanidade…
Nos idos de 1960, na região de Ocucaje, nos arredores da cidade de Ica, Perú, uma estranha coleção de pedras gravadas começou a chegar às mãos do doutor Javier Cabrera Darquea. O doutor Darquea começou a receber estas “incríveis e fantásticas” pedras de humildes camponeses da região. Estas pedras contém as mais inacreditáveis cenas, como caçadas de animais ante-iluvianos, transplantes de órgãos, operações cirúrgicas de toda a espécie, homens que voavam no dorso de enigmáticos e gigantescos “pássaros”, massas continentais que diferem quase que totalmente das conhecidas hoje, mapas celestes, e uma porção de etc.
Algumas destas mais de onze mil pedras gravadas, referenciam o que parecem ser homens e dinossauros convivendo, em uma mesma época. Se assim o for, teríamos que recuar ao período cretáceo, ao final da Era Secundária, isto é, mais de 65 milhões de anos. Isso pode parecer difícil, senão impossível. Porém, na região da Califórnia – EUA, foram encontradas pegadas fossilizadas, lado-a-lado, de homens e dinossauros, em uma camada calcárea já enterrada, indicando que estes conviveram a mesma época… Isso indica que talvez tenha existido outra, ou outras humanidades anteriores à nossa.
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Chomsky e as 10 Estratégias de Manipulação da Mídia


O lingüista esquerdista estadunidense Noam Chomsky elaborou a lista das “10 estratégias de manipulação” através da mídia:

1- A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO.

O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes.

A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto ‘Armas silenciosas para guerras tranqüilas’)”.

2- CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES.

Este método também é chamado “problema-reação-solução”. Cria-se um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos
direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.

3- A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO.

Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.

4- A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO.

Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se
com a idéia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.

5- DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO CRIANÇAS DE BAIXA IDADE.

A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê? “Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestão, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma
resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver “Armas silenciosas para guerras tranqüilas”)”.

6- UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO.

Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos…

7- MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE.

Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. “A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossível para o alcance das classes inferiores (ver ‘Armas silenciosas para guerras tranqüilas’)”.

8- ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE.

Promover ao público a achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto…

9- REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTOCULPABILIDADE.

Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução!

10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM.

No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como
psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si amesmos.

Obs: Agradeço a leitora Adriana Mion pela dica por email, aliás, desculpem-me o formato estranho do post, mas apesar de ser 2 anos de existência eu ainda apanho do wordpress pra ele fazer o que eu quero.

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Como Controlar as Pessoas

Reduzir CO2 não impede aquecimento, diz meteorologista

Carolina Oms Especial para Terra Magazine

Para o professor Luiz Carlos Molion, representante da América Latina na Organização Meteorológica Mundial e pós-doutor em meteorologia, as reduções de emissões de carbono propostas pela 15ª Conferência das Partes sobre o Clima (COP-15), não vão produzir efeito no clima mundial, “o gás carbônico não controla o clima global”, garante.

- A quantidade de carbono lançada pelo homem é ínfima, é irrisória, se comparada com os fluxos naturais dos oceanos, solo e vegetação. Para a atmosfera, saem 200 bilhões de toneladas de carbono por ano. O homem só lança seis.

“De todas as pessoas que estão aqui no Brasil, talvez eu seja o climatologista mais sênior“. Molion estuda o clima desde 1970 e conta que, quando concluiu seu doutorado, há 35 anos, nos Estados Unidos, o “consenso” da época era que o mundo estava em uma Era Glacial. Hoje, ele também leciona na Universidade Federal de Alagoas.

Na sua avaliação Copenhague “é um discurso que não vai adiante”, pois, à medida em que a população aumenta, há a necessidade de gerar mais energia elétrica.

- Como incluir essas pessoas sem aumentar o consumo? Não existe como. Somos ainda muito dependentes dos combustíveis fósseis. Acho que vai ter muito discurso em Copenhague, vão fazer muitas promessas, mas são só demagógicas. Não tem como cumprir essas metas. Se você olhar o Protocolo de Kyoto, a Europa não reduziu absolutamente nada, ao contrário. Conversa é conversa, na prática não há como fazer isso.

O pós-doutor em meteorologia e membro do Instituto de Estudos Avançados de Berlim garante, baseado em estudos de paleoclimatologia (estudo das variações climáticas ao longo da história da Terra), que as mudanças do clima são muito complexas para serem influenciáveis pelo ser humano.

Leia os principais trechos da entrevista:

Qual a opinião do senhor sobre as movimentações em torno da Conferência do Clima? Essas reduções de emissões de carbono não vão produzir efeito nenhum no clima. O gás carbônico não controla o clima global. Isto já foi demonstrado com pesquisas feitas no que nós chamamos de paleoclimatologia, em que se tenta reconstruir o clima passado, com base nos cilindros de gelo da estação de Vostok, na Antártica. O cilindro de gelo retirado de lá, que reconstitui os últimos 4.020 anos, mostra claramente que já houve períodos em que tivemos temperaturas altas e baixa presença de CO2 na atmosfera. Ocorreu forte aquecimento entre 1925 e 1946, e nessa época, o homem lançava na atmosfera menos de 10% do carbono do que lança hoje. Então, aquele aquecimento, que é ainda maior do que esse atual, na realidade foi explicado por fenômenos naturais. O sol esteve mais ‘ativo’ nessa primeira metade do século XX. Além disso, foi um período que praticamente não ocorreram erupções vulcânicas. Assim, a atmosfera ficou mais limpa e entrou mais radiação solar, causando o aquecimento. Todos os recordes de temperatura nos Estados Unidos, que têm uma série de dados bastante longa, ainda são daquela década de 1930.

Como essas temperaturas são medidas? Termômetros na superfície. O problema é que eles estão sujeitos aos fenômenos de ilha de calor, muito comuns nas cidades. E a maior parte desses termômetros está em cidades que sofrem esses efeitos da urbanização.

Como seria mais seguro medir as temperaturas mundiais? Tem um sistema a bordo de satélites que leva a sigla MSU, um sensor de microondas que existe desde 1968. Ele indica que, nesses 30 anos passados, não há um aumento significativo de temperatura. Houve um aquecimento entre 77 e 99, que coincide com o aquecimento do Oceano Pacífico Tropical. Os oceanos são grandes controladores do clima, em particular o Pacífico, porque ele sozinho ocupa 35% da superfície terrestre. Então, quando ele se aquece, o clima também fica mais quente: A atmosfera, o ar, é aquecido por baixo, as temperaturas mais elevadas estão próximas da superfície. Desde 1999, o Oceano Pacífico esfria. Hoje, não só monitoramos os oceanos, mas existem mais de 3.200 boias à deriva e mergulhadoras. Elas mergulham até 2.000 metros de profundidade, se deslocam com a corrente marinha e nove dias depois elas sobem, e passam os dados para o satélite. Esse sistema mostra que os oceanos, de maneira geral, estão esfriando nos últimos seis, sete anos. E, nos últimos 10 anos, a concentração de CO2 continua subindo.

Mas há uma sensação de que existem muitas mudanças climáticas ocorrendo no mundo… Não. O que acontece é que hoje, a população está mais vulnerável aos fenômenos meteorológicos. Na realidade, os fenômenos intensos sempre ocorreram no passado. Por exemplo, a maior seca do nordeste foi em 1877 até 1879. O furacão americano mais mortífero foi no Texas em 1900. Então, temos esses eventos intensos que ocorreram numa época em que o homem não lançava a quantidade que lança hoje. Aliás, a quantidade de carbono lançada pelo homem é ínfima, é irrisória, se comparada com os fluxos naturais dos oceanos, solo e vegetação. Para atmosfera, saem 200 bilhões de toneladas de carbono por ano. O homem só lança seis. Qual a incerteza que nós temos nesses ciclos naturais? É de 40 bilhões de toneladas para cima e para baixo. Ou seja, existe uma incerteza de 80 bilhões que é oito vezes maior que o que o homem lança na atmosfera. Não tem como se controlar o carbono. E se controlar, se reduzir as emissões, não haverá impacto nenhum no clima. O clima hoje deixou de ser um problema científico, ele é um problema político-econômico.

Como assim? Hoje a matriz energética mundial, com exceção do Brasil, que é um país privilegiado, está baseada nos combustíveis fósseis (petróleo e carvão mineral, principalmente). Quando se diz, ‘vamos reduzir as emissões’, o que se quer dizer é: ‘Vamos reduzir a geração de energia elétrica’. Os países não crescem. Tudo está baseado na energia elétrica. Isso vai afetar um desenvolvimento social e econômico dos países.

Mas, de acordo com esse raciocínio, os EUA seriam os maiores interessados em um acordo climático e, no momento, eles parecem ser o maior empecilho… Os Estados Unidos adorariam que a China reduzisse as suas emissões. Os EUA estão “pendurados”, a China tem cerca de 700 bilhões de dólares em papéis do tesouro americano. A ida de Obama à China, no mês passado, visou à redução de emissões da potência oriental.

Mas a redução seria mundial, a China não seria a única a reduzir, os EUA também reduziriam… Uma coisa é você já estar com a sua população em condições humanas adequadas, como é o caso da Europa, dos EUA, do Canadá. Outros países, como é o caso do Brasil, e todos os países latinos e africanos, ainda não têm. Então, precisaria desenvolver, não consumindo como se consome nos EUA, mas com condições adequadas para viver, saúde, educação… Para os países subdesenvolvidos e emergentes, excetuando-se o Brasil, reduzir significa gerar menos energia elétrica. Em muitos países só tem carvão mineral e petróleo para gerar energia. Eu não quero dizer com isso, que nós devemos sair por aí depredando o meio ambiente, tem que haver mudanças de hábito de consumos, mas as emissões de carbono não são o caminho correto.

O senhor levanta questões sobre o clima que parecem, nos jornais e nas reuniões políticas, serem consensos. Quem fabricou esse consenso? Não existem consensos na ciência, ciência não é política, é experimentação. A ciência progride pelos contras que vão surgindo. Se você tem uma teoria e mostra que ela vale, e se surge um único experimento que diz o contrário, então você tem que repensar toda a teoria. Consensos são políticos, cientificamente eles não existem, cientificamente existem experimentações.

Então porque a impressão do consenso? Existe uma trama por detrás disso tudo. Países como os do G7. Eles já não dispõem de recursos naturais, recursos energéticos. Por outro lado, eles não querem perder a hegemonia.

Os pesquisadores que vão de encontro a esse “consenso” sofrem algum tipo de represália? Sim, mas isso é normal. A gente é perseguido, taxado como um indivíduo desatualizado e tem mais dificuldade de conseguir verba para pesquisa. Mas, de todas as pessoas que estão aqui no Brasil, talvez eu seja o climatologista mais sênior. Estudo clima há setenta anos e conclui meu doutorado há 35 anos, nos Estados Unidos. No período que eu fazia meu doutorado, o clima estava tão frio que o “consenso” da época era que nós estávamos entrando numa Era Glacial. O clima é muito complexo e jamais poderia ser dominado pelo CO2. Ao contrário, o CO2 é resultante do aumento da temperatura, quando a temperatura aumenta os oceanos liberam mais CO2.

Mas a vantagem dessa discussão toda em torno das mudanças climáticas é colocar o meio-ambiente em pauta. É, mas não da maneira correta. Quando você olha para os livros didáticos das crianças, diz lá que o homem está destruindo a camada de ozônio, que a Terra está se aquecendo, que o nível do mar vai subir… Isso está errado! O que nós estamos fazendo? Educação ou lavagem cerebral? Na minha opinião, olhando todos os indicadores climáticos, nós vamos ter um resfriamento climático nos próximos vinte anos. O que vai acontecer com essa criançada quando eles perceberem que, ao invés de aquecer, está esfriando, e que esse esfriamento é muito pior para a humanidade?

Os países parecem dispostos a fazer acordos de redução em Copenhague… É um discurso que não vai adiante. À medida em que a população aumenta, há a necessidade de mais energia elétrica, se a gente quiser incluir esse pessoal em uma sociedade que viva adequadamente. Como incluir essas pessoas sem aumentar o consumo? Não existe como. Somos ainda muito dependentes dos combustíveis fósseis. Acho que vai ter muito discurso em Copenhague, vão fazer muitas promessas, mas são só demagógicas. Não tem como cumprir essas metas. Se você olhar o Protocolo de Kyoto, a Europa não reduziu absolutamente nada, ao contrário. Conversa é conversa, na prática, não há como fazer isso.

Links Relacionados:

Aquecimento Global Existe?!
Documentário: A Farsa do Aquecimento Global legendado Pt

Documentário: The Obama Deception Leg pt

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Sinopse: “The Obama Deception“, é um documentário que destrói completamente o mito de que Barack Obama está trabalhando pelos melhores interesses do povo americano.
Este documentário mostra: para quem Obama trabalha, as mentiras que ele diz, e sua verdadeira agenda.

Eu já vinha tendo dúvidas sobre Obama, ele realmente veio com a ultima esperança da Terra, praticamente um herói da profecia, todos adoravam ele, por ser negro simbolizava a mudança também.
E como vemos no documentário o incômodo que muitos tinhamos com relação a essa presidência nos mostra verdadeiros
Nosso herói faz parte e perpetua o grupo bilderberg, que tem planos que fazem muito sentido, porém ao um olhar nú e ignorante parece loucura.
O doc fala também do aquecimento global de Al gore, que já foi desmitificado aqui nesse blog em vários posts, com documentários e textos.
O grupo Bilderberg é também falado em um outro documenário das pessoas que aparecem nesse do Obama, chamado EndGame.

Para Baixar o Doc Clique nos links abaixo.

Parte 1
Parte 2
Parte 3
Parte 4

Para ver Online


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Documentário: A Farsa do Aquecimento Global legendado Pt

Aquecimento Global Existe?
Meat the truth

Black Water, o exército mercenário.

Blackwater5

Quando nós pensamos em Guerra, é normal que algumas imagens surjam na nossa mente. Geralmente, a idéia de guerra, pelo menos pra mim, é marcada por uma idéia de um país contra o outro, lutado por alguma coisa, seja ideologia, seja terreno, seja um ativo qualquer, como o petróleo.

O senso comum é claramente marcado pela percepção de que soldados lutam nas guerras. Matam e morrem, mas como poderíamos supor, este pensamento não é de todo preciso. A utilização de mercenários em situações de conflito não é recente. Antes mesmo da criação do conceito de um exército profissional, trabalhando a serviço de uma nação específica, era comum que grandes líderes recrutassem grupos mercenários, que lutam pelo dinheiro.

Dados recentes mostram que a guerra como nós conhecemos e imaginamos pode estar mudando mais rápido do que poderíamos supor. Durante anos as guerras foram travadas por militares profissionais, gerenciados pelas forças armadas de seus países, obedecendo ordens – algumas que nos impressionam até hoje, como a jogada das bombas atômicas de Hiroshima e Nagazaki, quase cegamente. O que me espanta é que esta tendência está mudando rapidamente. Pra se ter uma idéia do que eu estou falando, hoje o uso de massa das forças armadas mercenárias pelos EUA chega a impressionantes 30% do total de pessoas empregadas no exército de coalizão no Iraque. Para perceber est mudança, bastou uma rápida pesquisa para descobrir que o uso de mercenários na guerra do Bush pai, em 1991 foi de apenas 10%.

A guerra, meus amigos, parece estar se tornando a profissão de muitas pessoas no mundo. A exemplo dessa afirmativa, posso citar que o número de servidores particulares no Departamento de Defesa dos EUA (180 mil cabeças, provindas de 630 empresas) é maior do que o de soldados (130 mil cabeças).

Então temos aqui um pequeno elemento de curiosidade e estranheza, que é o que costumo mostra nesse blog. Existem exércitos ocultos, que faturam em torno de CEM BILHÕES DE DÓLARES anuais para matar e efetuar serviços diversos, legitimados por contratos cujo teor passa longe dos olhos e das mentes dos contribuintes que estando contra ou a favor das guerras, financiam essas operações.

Ao que parece, a farta utilização dos exércitos secretos surgiu nos anos 90, durante a primeira Guerra do Golfo, quando Dick Cheney ocupou a secretaria de Defesa. Hoje, a empresa de maior porte – ao que se sabe oficialmente – é a Black Water.

Para quem não sabia até agora, a Blackwater é uma espécie de empresa, que cresceu fortemente em poderio e influência na última década, e cuja atuação não se restringe ao Iraque, atuando (oficialmente) em nove países. Só no Iraque, números não oficiais apontam para 18 mil homens da organização em atividade.

Mas o que a BlackWater faz?

A BlackWater faz todo o serviço “sujo” ou excessivamente secreto/sigiloso/bizarro/estranho que os militares de carreira não podem fazer. Um exemplo da ação da BlackWater no Iraque? Preparar atentados para provocar a violência sectária xiitas X sunitas.

De acordo com um relatório do Congresso dos Estados Unidos, a BlackWater esteve envolvida em nada menos que 195 tiroteios no Iraque desde 2005.

Segundo especialistas em defesa, a Blackwater tem uma divisão para praticamente qualquer atividade. Uma divisão de aviação – Aviation Worldwide ou Presidential Airways. A Aviation Worldwide conta hoje com mais de 40 aeronaves, destinado a operações de pouso em locais de difícil acesso (recentemente, o Brasil vendeu meia dúzia de Embraer EMB-314 Super Tucanos à Blackwater)

A empresa conta com uma divisão com atividades na Colômbia e em vários países – [Greystone], e uma divisão de “serviços de inteligência” – a Total Intelligence Solutions e tem também uma divisão responsável pelos serviços secretos que a companhia faz juntamente com a CIA, denominada Blackwater Select, segundo revelações do New York Times em 20 de agosto de 2009.

Segundo alguns conspiradores de plantão, a BlackWater seria um braço armado muito usado para operações de interceptação, retaliação e até resgate de… UFOS.

Seja isso realidade ou exagero, o fato real é que os homens da BlackWater não são nem civis e nem militares e, portanto, a empresa não pode ser processada por eventuais crimes cometidos, seja na justiça comum, seja na justiça militar. Este aparente limbo legal, propicia à BlackWater atuar com contundência e poderio necessários para derrubar governos, representando uma séria ameaça à democracia, não só americana como mundial.

Evidência disso é que seguranças da Blackwater que escoltavam um comboio americano atiraram e mataram 17 civis iraquianos. A despeito dos protestos e exigências do governo do Iraque para que fossem punidos, os homens da Blackwater estão livres e em atividade até hoje. Sequer responderam processos em Washington.

É natural que surja a questão: Se a BlackWater é tão poderosa e representa tanto perigo, por que os EUA a financia nos campos de batalha?

Basicamente, o uso dos exércitos mercenários traz consigo vantagens diversas. A maior delas é que suas baixas não são contabilizadas oficialmente. Logo, um soldado da BlackWater que for capturado e torturado nunca vai aparecer nas estatísticas, mas os homens que ele matar irão. Logo, em termos de números ( e Washington funciona com números) isso se mostra vantajoso. Já que o número de homens mortos e feridos é um dos mais fortes fatores que influencia a opinião pública norte-americana, usar soldados que morrem em silêncio, mesmo pagando caro, vale à pena, já que cada morte de mercenário poupa a vida de um soldado.

Em segundo lugar, a BlackWater participa de ações sigilosas em sua maioria. Oficialmente, 15% de todos os contratos dos EUA com a BlackWater são mantidos em segredo. São estes contratos sigilosos que estimulam a especulação e imaginação. Muitos sites conspiratórios apontam a empresa como principal detentora de contratos que visam a interceptação de Ufos, com os famosos helicópteros pretos de uso exclusivo militar sem numeração que aparecem em todo o mundo. Verdade ou não, os fatos conhecidos são que a grande maioria desses contratos são sigilosos por bons motivos. A maioria deles é que as missões ferem sumariamente às leis da Guerra e são contrárias a ética, infringindo inúmeros artigos de tratados dos quais os EUA são signatários.

Mas talvez o aspecto mais importante e que justifica a utilização da BlackWater é seu custo. Embora cada soldado da Blackwater ganhe muito mais do que um soldado normal e os contratos bilionários produzam lucros extraordinários para as empresas envolvidas, ainda assim o governo economiza muito, pois não precisa gastar nem um centavo com treinamento, aparelhamento, alimentação, transporte, alojamentos, hospitalização, remoção, assistência médica.

Ou seja, no cômputo geral, é bom negócio contar com mercenários altamente treinados. Quem chegou a esta conclusão foi a ONU que em 2007 estudou o caso em detalhes durante dois anos para então declarar que a utilização dos exércitos mercenários em questões políticas de conflitos era ilegal sob a lei internacional. Como sempre, os EUA deram de ombros e ignoraram solenemente às opiniões da ONU.

Sabe-se que a BlackWater e suas divisões continuam em ação em áreas de grande hostilidade, mas segundo às determinações internacionais, os homens da BlackWater não tem direito de serem protegidos durante ataques, e se forem capturados não terão cobertura das leis internacionais que tratam da tortura e outras determinações sobre a questão dos prisioneiros de guerra.

Analistas militares estimam que com o Governo Obama, as atividades da Blackwater irão se intensificar, na medida em que os militares de carreira vão sendo retirados do local do conflito.

Após uma série de abusos cometidos pelos homens da Blackwater e a conseqüente a perda de um contrato no Iraque, a empresa alterou seu nome para Xe. A mudança de nomes e marcas são uma estratégia comum de despiste. Atualmente existem uma série de novas empresas atuando no ramo. Algumas seriam de fachada, operando da mesma forma e com o mesmo “padrão de qualidade” da famosa BlackWater.

Em 2007, após uma controversa renovação do contrato com o governo dos EUA, a Blackwater mudou o logo. Isso não seria de se estranhar, afinal, empresas mudam suas marcas de tempos em tempos – tirando a Coca-Cola.

Mas neste caso, a mudança soa assustadora. A Blackwater USA (como era o nome original) se transformou em Blackwater Worldwide, mudança que marca o sucesso corporativo do negócio e a visão de futuro da empresa, que agora pretende agir globalmente. O que significa isso? Que esses homens fortemente armadaos e altamente treinados, superiores a praticamente qualquer exército, seja em armamento, seja em treinamento, seja em tecnologia, estarão disponíveis a quem puder pagar mais.

Recentemente, muitas pessoas ligadas a àrea da Defesa Nacional se viram às voltas com a sombra da BlackWater e da Halliburton no Brasil. Segundo o General Surval Nery, coordenador do Centro Brasileiro de Estudos Estratégicos, a Halliburton, companhia que originou a Blackwater, já se encontra no Brasil, fazendo a sehgurança de plataformas de petróleo pertencentes a empresas da família Bush. Curiosamente, esta informação surgiu no momento em que George Bush resolveu recriar a IV frota. A desicsão do governo dos Estados Unidos de recriar a IV Frota foi apresentada como destinada a proteger o livre fluxo do comércio nos mares da região. Obviamente, se alguém tem condições de proteger, tem condições de impedir esse fluxo comercial. A questão que fica é: Por que proteger o comércio de uma área que não vive situação de guerra? E isso quando o Brasil dá notícia da extensão das jazidas do pré-sal como uma das maiores de todo o mundo.

Ainda mais curioso é saber que um dos diretores da ANP é ex-diretor da Halliburton. Esta empresa, que está envolvida com o apoio logístico em todo o mundo no que diz respeito ao petróleo, principalmente no Iraque, mantém um de seus ex-diretores como diretor da ANP (Nelson Narciso Filho, indicado pelo presidente Lula e aprovado em sabatina no Senado). Esse homem tem acesso a dados secretos das jazidas de petróleo no Brasil. Lindo, não? (mais informações sobre a halliburton e a ANP aqui)

É bom lembrar que George Bush disse para a imprensa que ele não reconhece a soberania brasileira sobre as 200 milhas. Sabendo que o pré-sal ultrapassa as 200 milhas náuticas, e que segundo a ONU tudo que existe ali é para exploração econômica do Brasil, é suspeita a declaração do Bush. Por que o presidente norte-americano recria a IV Frota logo após não reconhecer nossa soberania? E qual a razão para manter um caro armamento militar composto de porta-aviões nucleares com 50, 60 e 100 aviões, navegando permanentemente nos mares do sul, comandados por Joseph Kernan, contra-almirante especializado em táticas de guerra submersa para uso “humanitário” – numa região que não necessita disso?

Evidente que tudo pode não passar de uma série mórbida de coincidências e exageros com claras intenções políticas. Será?

Mas a julgar pela história que precede a Halliburton e a Blackwater, o pessoal da inteligência brasileira devia ficar de olho aberto.

Fonte: http://www.mundogump.com.br/

Estava a muito tempo querendo postar sobre o Black Water, mas não tive a oportunidade de ler o livro ainda.

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