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Quer ser um cidadã0 do primeiro país fora da Terra? Conheça Asgardia

Nação Espacial Asgardia
Divulgação | James Vaughan

 

Se você sempre se sentiu deslocado na Terra, sua hora chegou. O primeiro país espacial foi oficialmente fundado – pelo menos no papel – e você já pode até dar entrada no pedido de dupla cidadania.

A astronação ganhou o nome de Asgardia, em homenagem a Asgard, terra de Thor, Odin e os outros deuses nórdicos. O slogan do país é “Paz no Espaço” e a ambição do projeto é evitar que os conflitos geopolíticos da Terra sejam transferidos junto com a colonização humana do espaço.

Mais de 370 mil pessoas já se inscreveram para ganhar a cidadania de Asgardia. A maioria delas mora hoje na China, nos EUA e na Turquia. Com a população atual, Asgardia seria o 178º país mais populoso do mundo, à frente de Belize e da Islândia, e os números só crescem.

As condições básicas para ser um asgardiano é ter mais de 18 anos e morar em um país que permite a dupla cidadania. Os candidatos  podem se inscrever no Asgardia.space.

A ideia é que os primeiros 100 mil inscritos tenham preferência no processo de seleção, mas os experts por trás do novo conceito de nação também estão buscando as pessoas baseadas em suas competências. Profissionais de tecnologia, ciência e direito espacial estão entre os mais cobiçados. Investidores nessas áreas também podem furar a fila para ganhar a carteirinha de asgardianos.

A nova nação pretende decidir sua bandeira, sua insígnia e seu hino com participação popular. O concurso para o design da bandeira, inclusive, já está disponível. Qualquer um pode mandar sua ideia, que vai ser votada online pelos asgardianos.

Falando sério

O fundador de Asgardia é o cientista e empresário Igor Ashrbeyli, russo nascido no Azerbaijão. Ele se cercou de cientistas renomados para seu projeto visionário. Um dos que mais chamam a atenção é Ram Jakhu, diretor do Instituto de Direito Aéreo e Espacial da Universidade McGill, uma das mais importantes do mundo (a Harvard canadense, de acordo com Os Simpsons).

Em termos práticos, o time de empresários e cientistas por trás da iniciativa está colocando grana própria e buscando parcerias para lançar um satélite na órbita terrestre e dar o primeiro passo na democratização da exploração espacial, que hoje só faz parte da realidade de um pequeno grupo de nações desenvolvidas. A ideia é que esse satélite seja lançado entre 2017 e 2018, em homenagem ao aniversário de 60 anos desde que o primeiro satélite humano entrou em órbita.

Como o lançamento tem que ser feito da Terra e Asgardia não pretende ter território no nosso planetinha, o objetivo dos fundadores é fazer uma parceria com um país em desenvolvimento, que não tem tradição de exploração espacial – tipo o Brasil.

É aí que entra o dilema muito sério que o projeto de Asgardia, por mais bizarro que seja, se propõe a discutir. Só 20 dos mais de 200 países da Terra tem algum acesso ao espaço e alguns deles já estão pensando em como explorar recursos extraterrestres. Enquanto isso, o direito espacial está anos-luz de ter criado medidas regulatórias para lidar com esse tipo de situação. O risco é que se criem monopólios nacionais, que a desigualdade aumente absurdamente (aqui e lá) e que as tensões econômicas e geopolíticas que temos por aqui se reflitam no Universo afora.

No momento, o que Asgardia vai fazer é reunir pessoas dispostas a pensar sobre essas questões indo além das limitações nacionais, porque estariam todos unidos sob a nação asgardiana, para proteger os direitos da humanidade.

Para que o país seja reconhecido pela ONU, ele precisa ter território próprio. Então, a ideia é que Asgardia tenha uma nave tripulada passeando pelo espaço – sim, a nave seria um território perambulante. Mas pode segurar a empolgação. O objetivo não é que Asgardia seja uma nação geográfica, em que todo mundo vive junto. Então, dificilmente todo cidadão vai sair da Terra para conhecer o país.

 Fonte: Super

Existe vida fora da Terra? Tudo que você precisa saber sobre vida no Universo

Quando você está em algum lugar propício para admirar as estrelas, e se a noite estiver especialmente boa para vê-las, é incrível olhar para cima e se deparar com algo semelhante à imagem acima.

Algumas pessoas ficam impressionadas pela beleza do céu, ou se deslumbram com a vastidão do universo. No meu caso, eu passo por uma leve crise existencial, e depois ajo bem estranhamente por meia hora. Cada um reage de um jeito diferente.

O físico Enrico Fermi também reagia diferente, e se perguntou: “cadê todo mundo?”

Os números

Um céu estrelado parece imenso, mas tudo o que estamos vendo é a nossa vizinhança. Nas melhores noites estreladas, nós podemos ver até 2.500 estrelas (mais ou menos um centésimo de milionésimo do total de estrelas em nossa galáxia). Quase todas estão a menos de mil anos-luz de nós (ou 1% do diâmetro da Via Láctea). Então, na verdade estamos olhando para isto:

DivulgaçãoNosso céu noturno é formado por uma pequena parte das estrelas próximas e mais brilhantes dentro do círculo vermelho.

Quando somos confrontados com o assunto de estrelas e galáxias, uma questão que atormenta a maior parte dos humanos é: “há vida inteligente lá fora?” Vamos colocar alguns números nessa questão; se você não gosta de números, pode ler só o negrito.

Nossa galáxia tem entre 100 bilhões e 400 bilhões de estrelas; no entanto, este é quase o mesmo número de galáxias no universo observável. Então, para cada estrela da imensa Via Láctea, há uma galáxia inteira lá fora. No total, existem entre 10^22 e 10^24 estrelas no universo. Isso significa que para cada grão de areia na Terra, há 10.000 estrelas no universo.

O mundo da ciência não está em total acordo sobre qual porcentagem dessas estrelas são parecidas com o Sol (similares em tamanho, temperatura e luminosidade). As opiniões tipicamente vão de 5% a 20%. Indo pela mais conservadora (5%) e o número mais baixo na estimativa total de estrelas (10^22), isso nos dá 500 quintilhões, ou 500 bilhões de bilhões de estrelas similares ao Sol.

Também há um debate sobre qual porcentagem dessas estrelas similares ao Sol poderiam ser orbitadas por planetas similares a Terra (com condições parecidas de temperatura, que poderiam ter água líquida e que poderia sustentar vida similar à da Terra). Alguns dizem que é até 50%, mas vamos ficar com os conservadores 22% que apareceram em um recente estudo no PNAS. Isso sugere que há um planeta similar à Terra, potencialmente habitável, orbitando pelo menos 1% do total de estrelas do universo: um total de 100 bilhões de bilhões de planetas similares à Terra.

Então existem 100 planetas parecidos com a Terra para cada grão de areia do mundo. Pense nisso na próxima vez que for à praia.

Daqui para a frente, nós não temos outra escolha senão sermos especulativos. Vamos imaginar que, depois de bilhões de anos de existência, 1% dos planetas parecidos com a Terra tenham desenvolvido vida (se isso for verdade, cada grão de areia representaria um planeta com vida). E imagine que em 1% desses planetas avance até o nível da vida inteligente, como aconteceu na Terra. Isso significaria que teríamos 10 quatrilhões, ou 10 milhões de bilhões de civilizações inteligentes no universo observável.

Voltando para a nossa galáxia e fazendo as mesmas contas usando a estimativa mais baixa de estrelas na Via Láctea, estimamos que existem 1 bilhão de planetas similares à Terra, e 100 mil civilizações inteligentes na nossa galáxia. (A Equação de Drake traz um método formal para esse processo limitado que estamos fazendo).

A SETI (Busca por Inteligência Extraterrestre, na sigla em inglês) é uma organização dedicada a ouvir sinais de outras vidas inteligentes. Se nós estivermos certos e houver 100 mil ou mais civilizações inteligentes na nossa galáxia, uma fração delas estaria emitindo ondas de rádio, ou raios laser, ou qualquer coisa para realizar contato. Então os satélites da SETI deveria estar recebendo sinais de todo tipo, certo?

Mas não está. Nunca recebeu.

Cadê todo mundo?

 

Tipos de civilização

E tudo fica mais estranho. Nosso Sol é relativamente jovem em relação ao universo. Há estrelas muito mais velhas, com planetas muito mais velhos e semelhantes à Terra, o que em teoria representaria civilizações muito mais avançadas que a nossa. Por exemplo, vamos comparar nossa Terra de 4,54 bilhões de anos com um hipotético planeta X, com seus 8 bilhões de anos.

Divulgação

Se o planeta X tiver uma história similar a da Terra, vamos olhar para onde sua civilização estaria hoje:

DivulgaçãoHoje, o Planeta X estaria a 3,46 bilhões de anos de desenvolvimento além do que temos hoje.

A tecnologia e o conhecimento de uma civilização mil anos à nossa frente poderia ser tão chocante quanto nosso mundo seria para uma pessoa medieval. Uma civilização um milhão de anos à frente poderia ser tão incompreensível para nós quanto a cultura humana é para chimpanzés. E o planeta X está a 3.4 bilhões de anos à frente de nós…

Existe algo chamado de Escala Kardashev, que nos ajuda a agrupar civilizações inteligentes em três grandes categorias, de acordo com a quantidade de energia que usam:

  • uma Civilização Tipo I tem a habilidade de usar toda a energia de seu planeta. Nós não somos exatamente uma Civilização Tipo I, mas estamos perto (Carl Sagan criou uma fórmula para essa escala que nos coloca como uma Civilização Tipo 0,7);
  • uma Civilização Tipo II pode colher toda a energia de seu sistema solar. Nosso débil cérebro Tipo I mal consegue imaginar como alguém faria isso, mas nós tentamos nosso melhor, imaginando coisas como a Esfera de Dyson.
  • uma Civilização Tipo III ultrapassa fácil as outras duas, acessando poder comparável ao da Via Láctea inteira.

Se esse nível de avanço parece difícil de acreditar, lembre-se do planeta X e de seus 3,4 bilhões de anos de desenvolvimento além do nosso (cerca de meio milhão de vezes mais do que o tempo que a raça humana existe). Se uma civilização no planeta X for similar à nossa e foi capaz de sobreviver até chegar no Tipo III, é natural pensar que a essa altura eles provavelmente já dominaram a viagem interestelar, possivelmente até mesmo colonizando a galáxia inteira.

Como essa colonização galáctica teria acontecido? Uma hipótese: cria-se um maquinário que pode viajar para outros planetas, passam-se uns 500 anos se auto-replicando usando os materiais que encontrarem no novo planeta, e então enviam-se duas réplicas para fazerem a mesma coisa.

Mesmo sem alcançar nada perto da velocidade da luz, esse processo colonizaria a galáxia inteira em 3,75 milhões de anos, relativamente um piscar de olhos quando estamos falando de uma escala de bilhões de anos:

Divulgação

Nesta evolução exponencial, a galáxia estaria completamente colonizada em 3,75 milhões de anos. Fonte: J. Schombert, U. Oregon

Continuando a especular, se 1% da vida inteligente sobreviver tempo suficiente para se tornar uma colonizadora de galáxias Civilização Tipo III em potencial, nossos cálculos acima sugerem que haveriam mil Civilizações Tipo III só em nossa galáxia. Dado o poder de tal civilização, sua presença provavelmente seria fácil de se notar. E, ainda assim, nós não vemos nada, não ouvimos nada e não fomos visitados por ninguém.

Então cadê todo mundo?

Sejam bem-vindos ao Paradoxo de Fermi.

Ainda não há uma resposta para o Paradoxo de Fermi. O melhor que podemos fazer é conseguir “explicações possíveis”. E se você perguntar a dez cientistas diferentes qual o palpite deles sobre a explicação correta, você terá dez respostas diferentes. Sabe quando humanos de antigamente discutiam se a Terra era redonda, ou se o Sol girava em torno da Terra, ou achavam que os raios aconteciam por causa de Zeus? Por isso, hoje eles parecem primitivos e ignorantes; no entanto, esse é mais ou menos o ponto em que estamos neste assunto.

Ao analisar as hipóteses mais discutidas sobre o Paradoxo de Fermi, vamos dividi-las em duas grandes categorias: as explicações que supõem que não há sinal de Civilizações Tipo II e III porque elas não existem; e as explicações que sugerem que elas estão lá, só que não estamos vendo ou ouvindo nada por outros motivos.

Grupo 1 de Explicações: não há sinais de civilizações superiores (Tipos II e III) porque elas não existem.

Aqueles que acreditam em explicações do Grupo 1 recusam qualquer teoria do tipo “existem civilizações maiores, mas nenhuma delas fez qualquer tipo de contato conosco porque todas _____”. O pessoal do Grupo 1 vê os números, entende que deveria haver milhares (ou milhões) de civilizações superiores, e intui que pelo menos uma delas deveria ser a exceção à regra. Mesmo se uma teoria abarcasse 99,99% das civilizações superiores, o 0,001% restante se comportaria de alguma outra forma e nós perceberíamos sua existência.

Por isso, dizem as explicações do Grupo 1, não entramos em contato com civilizações superavançadas porque porque não existem. Como a matemática sugere que existem milhares delas só na nossa galáxia, alguma outra coisa deve estar acontecendo.

Essa “outra coisa” é o Grande Filtro.

A teoria do Grande Filtro diz que, em algum ponto entre o início da vida e a inteligência Tipo III, há uma barreira. Há algum estágio naquele longo processo evolucionário que é improvável ou impossível de ser atravessado pela vida. Esse estágio é chamado de O Grande Filtro.

DivulgaçãoAs linhas amarelas mostram saltos evolucionários comuns de serem alcançados. A linha vermelha é o Grande Filtro. A linha verde representa uma espécie que, passando por eventos extraordinários, consegue ultrapassar o Grande Filtro.

Se essa teoria for real, a grande questão é: quando acontece o Grande Filtro na linha do tempo?

Acontece que, quando o assunto é o destino da humanidade, essa questão é muito importante. Dependendo de quando O Grande Filtro ocorre, sobram para nós três possíveis realidades: nós somos raros; nós somos os primeiros; ou nós estamos ferrados.

1. Nós somos raros (já passamos do Grande Filtro)

Uma esperança é que já tenhamos passado do Grande Filtro. Nós conseguimos atravessá-lo, portanto é extremamente raro que a vida alcance nosso nível de inteligência. O diagrama abaixo mostra apenas duas espécies passando por ele; nós somos uma delas.

Divulgação

Esse cenário explicaria por que não existem Civilizações Tipo III… mas isso também poderia significar que nós podemos ser uma das exceções, já que chegamos até aqui. Isso significaria que há esperança para nós. Superficialmente, isso parece com as pessoas de meio século atrás, sugerindo que a Terra é o centro do universo. Sugere que nós somos especiais.

Mas se nós somos especiais, quando exatamente nos tornamos especiais? Isto é, qual passo nós superamos, apesar de quase todo mundo ficar preso nele?

Uma possibilidade: o Grande Filtro pode estar no comecinho de tudo; pode ser incrivelmente raro que a vida comece. Esse é um candidato porque demorou um bilhão de anos para a vida na Terra finalmente acontecer, e porque nós tentamos exaustivamente replicar esse evento em laboratórios e jamais conseguimos. Se este é mesmo o Grande Filtro, isso significaria que não deve existir vida inteligente lá fora – pode simplesmente não haver vida.

Outra possibilidade: o Grande Filtro pode ser o salto de células procariontes simples para células eucariontes complexas. Após o surgimento das procariontes, elas permaneceram dessa forma por quase dois milhões de anos antes de darem o salto evolucionário para se tornarem complexas e ganharem um núcleo. Se esse é o Grande Filtro, isso significaria que o universo está repleto de células procariontes simples e quase nada além disso.

Há outras possibilidades. Alguns acham até que nosso salto evolucionário mais recente, alcançando nossa inteligência atual, é um candidato a Grande Filtro. Ainda que o salto de vida semi-inteligente (chimpanzés) até a vida inteligente (humanos) a princípio não pareça um passo miraculoso, Steven Pinker rejeita a ideia de que a “escalada ascendente” da evolução seja inevitável:

Uma vez que a evolução apenas acontece, sem ter um objetivo, ela usa a adaptação mais útil para um certo nicho ecológico. O fato que, na Terra, até hoje isso levou a inteligência tecnológica apenas uma vez, pode sugerir que essa consequência da seleção natural é rara e, consequentemente, não é um desenvolvimento infalível da evolução de uma árvore da vida.

A maioria dos saltos não se qualifica como candidatos a Grande Filtro. Qualquer Grande Filtro possível deve ser algo que só acontece uma vez em um bilhão, onde uma ou mais anomalias devem ocorrer para proporcionar uma enorme exceção.

Por esse motivo, algo como pular de uma vida unicelular para uma multicelular está fora de questão como filtro, porque isso aconteceu pelo menos 46 vezes em incidentes isolados, só no nosso planeta. Pela mesma razão, se nós encontrarmos uma célula eucarionte fossilizada em Marte, ela iria tirar o salto “de-célula-simples-para-complexa” da lista de possíveis Grandes Filtros (assim como qualquer outra coisa que esteja antes desse ponto na cadeia evolucionária). Se isso aconteceu tanto na Terra quanto em Marte, claramente não é uma anomalia.

Se nós formos mesmo raros, isso pode ser por causa de um acidente biológico, mas isso também pode ser atribuído ao que se chama de Hipótese da Terra Rara. Ela sugere que, ainda que existam muitos planetas similares a Terra, as condições particulares do nosso planeta o tornam tão conveniente à vida — sejam as relacionadas a seu sistema solar, seu relacionamento com a Lua (uma lua tão grande é incomum para um planeta tão pequeno, contribuindo para as condições peculiares de nosso clima e nosso oceano), ou algo sobre o planeta em si.

2. Nós somos os primeiros

DivulgaçãoA civilização humana é representada pela linha laranja.

Para pensadores do Grupo 1, se já não tivermos passado pelo Grande Filtro, nossa única esperança é que, do Big Bang até hoje, as condições no universo estão alcançando um nível que permita o desenvolvimento de vida inteligente. Nesse caso, nós podemos estar a caminho da super inteligência, mas isso ainda não aconteceu. Por acaso, nós estaríamos na hora certa para nos tornarmos uma das primeiras civilizações super inteligentes.

Um exemplo de um fenômeno que poderia tornar isso realístico é o predomínio de explosões de raios gama, detonações absurdamente imensas que observamos em galáxias distantes. Levou algumas centenas de milhões de anos para que os asteróides e vulcões se acalmassem e a vida se tornasse possível.

Da mesma forma, pode ser que o começo das existências no universo esteja cheio de eventos cataclísmicos, como explosões de raios gama que incinerariam tudo à sua volta de tempos em tempos, evitando que qualquer vida se desenvolva a partir de um certo estágio. Talvez estejamos agora no meio de uma fase de transição astrobiológica, e essa seja a primeira vez que qualquer vida tenha sido capaz de se desenvolver ininterruptamente por tanto tempo.

3. Nós estamos ferrados (o Grande Filtro está chegando)

Divulgação

O Grande Filtro é representado pela linha vermelha.

Se nós não somos nem raros nem pioneiros, os pensadores do Grupo 1 concluem que O Grande Filtro deve estar no nosso futuro. Isso implicaria que a vida frequentemente evolui até onde estamos, mas alguma coisa impede, em quase todos os casos, que a vida vá muito adiante e alcance a inteligência avançada — e dificilmente nós seremos uma exceção.

Um possível Grande Filtro seria algum evento cataclísmico que ocorra regularmente, como as já mencionadas explosões de raio gama. Só que ela ainda não teria ocorrido e, infelizmente, é uma questão de tempo até que ela acabe com toda a vida na Terra. Outra candidata é a destruição possivelmente inevitável que quase todas as civilizações inteligentes acabariam trazendo para si mesmas, uma vez atingido certo nível de tecnologia.

É por isso que o filósofo Nock Bostrom, da Universidade de Oxford, diz que “boa novidade é não haver novidade“. Se descobrirem vida em Marte, mesmo que simples, isso seria devastador, porque eliminaria diversos potenciais Grandes Filtros no passado. E se encontrarmos fósseis de vida complexa em Marte, Bostrom diz que “seria a pior notícia já impressa em uma primeira página de jornal”, porque significaria que o Grande Filtro está quase que definitivamente à nossa frente, condenando toda nossa espécie de uma vez. Bostrom acredita que, quando se trata do Paradoxo de Fermi, “o silêncio do céu noturno é ouro”.

Grupo 2 de Explicações: civilizações inteligentes dos Tipos I e II existem, mas há razões lógicas para que não tenhamos ouvido falar delas.

As explicações do Grupo 2 abandonam qualquer ideia de que nós somos raros, especiais ou qualquer coisa parecida. Pelo contrário, elas acreditam no Princípio da Mediocridade: ou seja, até que se prove o contrário, não há nada de especial ou incomum em nossa galáxia, sistema solar, planeta ou nível de inteligência. Além disso, elas são mais cautelosas antes de assumir que, se não há evidências de uma inteligência superior, ela não existe. Elas enfatizam o fato de nossas buscas por sinais só alcançarem mais ou menos até 100 anos-luz de nós (0,1% da galáxia) e só terem ocorrido há menos de uma década, o que é pouquíssimo tempo.

Pensadores do Grupo 2 têm uma ampla gama de possíveis explicações para o Paradoxo de Fermi. A seguir, eis as nove mais discutidas:

Possibilidade 1: a vida superinteligente pode ter visitado a Terra antes de estarmos aqui. Humanos sencientes só estão por aí há uns 50 mil anos, um piscar de olhos se comparado à existência do universo. Se o contato ocorreu antes disso, deve ter assustado alguns patos e só. Além disso, nossa história documentada só vai até uns 5.500 anos atrás. Por isso, talvez tribos humanas de caçadores-coletores pode ter passado por algumas experiências loucas com aliens, mas não tinham como contá-las para as pessoas do futuro.

Possibilidade 2: a galáxia foi colonizada, mas nós moramos em uma área despovoada. As Américas podem ter sido colonizadas pelos europeus muito antes de qualquer um daquela pequena tribo Inuit ao norte do Canadá ter percebido o ocorrido. Pode haver um elemento de urbanização nas moradias estelares das espécies mais avançadas: todos os sistemas solares de uma certa área são colonizados e estão em comunicação, mas seria pouco prático e inútil pra qualquer um deles vir até o canto distante e aleatório em que vivemos.

Possibilidade 3: todo o conceito de colonização física é comicamente atrasado para uma espécie mais avançada. Uma Civilização Tipo II consegue usar toda a energia de sua estrela. Com toda essa energia, eles podem ter criado um ambiente perfeito para eles, satisfazendo todas as suas necessidades. Eles podem ter meios hiperavançados de reduzir a necessidade de recursos, e interesse zero em deixar sua utopia feliz para explorar um universo frio, vazio e pouco desenvolvido.

Uma civilização ainda mais avançada poderia ver todo o mundo físico como um lugar horrivelmente primitivo, tendo há muito dominado sua própria biologia e feito upload de seus cérebros para uma realidade virtual, um paraíso da vida eterna. Viver em um mundo físico de biologia, morte, desejos e necessidades pode soar para eles da mesma forma como nos soam as espécies primitivas vivendo no oceano escuro e gelado.

Possibilidade 4: há civilizações predatórias e assustadoras lá fora, e as formas de vida mais inteligentes sabem que não devem transmitir sinais e divulgar sua localização. Essa é uma ideia desagradável, mas que ajudaria explicar a falta de sinais recebidos pelos satélites SETI. Ela também significaria que, ao transmitir nossos sinais lá pra fora, estamos sendo novatos inocentes e descuidados. Há um debate envolvendo METI (Mensagem às Inteligências Extraterrestes na sigla em inglês; o inverso de SETI, que só escuta). Basicamente, deveríamos mesmo enviar mensagens para o universo? A maioria das pessoas diz que não.

Stephen Hawking adverte: “se aliens nos visitarem, o resultado pode ser parecido com a chegada de Colombo nas Américas, que não terminou bem para os nativos”. Mesmo Carl Sagan, que geralmente acredita que qualquer civilização avançada o bastante para viagens interestelares seria altruísta, não hostil, diz que a prática de METI é “profundamente imprudente e imatura“, e recomendou que “as crianças mais novas de um cosmo estranho e incerto deveriam ouvir em silêncio por um longo tempo, aprendendo pacientemente e tomando notas sobre o universo, antes de gritar para uma selva desconhecida que não conseguimos compreender”. Assustador.

Possibilidade 5: existe apenas uma única inteligência superior, uma civilização “superpredadora” (mais ou menos como os humanos aqui na Terra) que é muito mais avançada que todas as outras e mantém as coisas assim, exterminando qualquer civilização que ultrapasse um certo nível de inteligência. Isso seria um saco. Poderia funcionar se o extermínio de todas as inteligências emergentes fosse um desperdício de recursos, já que a maioria se mata sozinha. Mas, ultrapassado um certo ponto, esses super seres agiriam porque, para eles, uma espécie inteligente emergente se tornaria um vírus, conforme começasse a crescer e se expandir. Essa teoria sugere que a vitória é de quem foi o primeiro a alcançar a inteligência superior. Ninguém mais tem chance. Isso explicaria a falta de atividade lá fora, porque o número de civilizações superinteligentes seria 1.

Possibilidade 6: há muito barulho e atividade lá fora, mas nossas tecnologias são muito primitivas e nós estamos procurando pelas coisas erradas. É como entrar em um prédio de escritórios, ligar um walkie-talkie (que ninguém mais usa) e, ao não ouvir nada, concluir que o prédio está vazio. Ou talvez, como apontou Carl Sagan, pode ser que nossas mentes trabalhem exponencialmente mais rápido ou mais lentamente do que a de qualquer outra forma de vida lá fora. Ou seja, eles levam 12 anos pra dizer “oi” e, quando nós ouvimos essa comunicação, isso parece apenas ruído.

Possibilidade 7: civilizações mais avançadas sabem sobre nós e estão nos observando, mas se ocultam de nós (a “Hipótese do Zoológico”). Até onde sabemos, civilizações super inteligentes existem em uma galáxia controlada rigidamente, e nossa Terra é tratada como parte de um safári amplo e protegido, e planetas como o nosso estão sob uma estrita regra de “olhe, mas não toque”. Nós não estamos cientes deles porque, se uma espécie muito mais inteligente quisesse nos observar, ela saberia como fazer isso sem nos deixar saber. Talvez haja uma regra similar à “Primeira Diretriz” de Jornada nas Estrelas, que proíbe seres super inteligentes de fazerem qualquer contato aberto com espécies inferiores como a nossa, ou de se revelarem de qualquer forma, até que a espécie inferior alcance um certo nível de inteligência.

Possibilidade 8: civilizações superiores existem à nossa volta, mas somos primitivos demais para percebê-las. Michio Kaku resumiu isso assim:

Digamos que há um formigueiro no meio da floresta. Ao lado do formigueiro, estão construindo uma super autoestrada de dez faixas. E a questão é, “as formigas seriam capazes de entender o que é uma super autoestrada de dez faixas? Elas seriam capazes de entender a tecnologia e as intenções dos seres construindo a autoestrada a seu lado?”

Então não é que, usando nossa tecnologia, não sejamos capazes de receber os sinais do planeta X. É que nós não conseguimos sequer entender o que são os seres do planeta X, ou o que eles estão tentando fazer. É tão além de nós que mesmo se eles quisessem nos esclarecer, seria como tentar ensinar às formigas sobre a internet.

Seguindo essa linha, essa pode ser uma resposta para “se existem tantas exuberantes Civilizações Tipo III, por que ainda não entraram em contato conosco?”. Para responder isso, vamos nos perguntar: quando Pizarro chegou ao Peru, ele parou um tempo em um formigueiro e tentou se comunicar com ele? Ele foi magnânimo, tentando ajudar as formigas? Ele foi hostil e atrasou sua missão original só para esmagar e destruir o formigueiro? Ou, para Pizarro, o formigueiro era completa e absoluta e eternamente irrelevante? Essa pode ser a nossa situação nesse caso.

Possibilidade 9: nós estamos completamente enganados sobre nossa realidade. Há muitas maneiras pelas quais nós podemos estar totalmente iludidos em tudo que pensamos. O universo pode parecer ser de um jeito e ser de outro completamente diferente, como um holograma. Ou talvez nós sejamos os alienígenas e fomos plantados aqui como um experimento. Há até mesmo a chance de que sejamos parte de uma simulação de computador de algum pesquisador de outro mundo, e outras formas de vida simplesmente não foram programadas na simulação.

Conclusão

Conforme continuamos em nossa possivelmente inútil busca por inteligência extraterrestre, eu não tenho certeza o que queremos encontrar. Francamente, tanto faz saber se estamos oficialmente sozinhos no universo ou se estamos oficialmente na companhia de outros, ambas são opções assustadoras. É um tema recorrente em todos os enredos surreais acima: qualquer que seja a verdade, ela é de enlouquecer.

Além de seu chocante ingrediente de ficção científica, o Paradoxo de Fermi também me deixa profundamente humilde. Não só lembra que sou microscópico e minha existência dura uns três segundos, algo que me vem à cabeça sempre que penso sobre o universo. O Paradoxo de Fermi traz à tona uma humildade mais mordaz, mais pessoal, do tipo que só acontece depois de passar horas de pesquisa ouvindo os mais renomados cientistas de nossa espécie apresentando as teorias mais insanas, mudando de ideia e contradizendo um ao outro freneticamente. Ele nos faz lembrar que as futuras gerações olharão para nós da mesma forma que nós olhamos para os antigos, que tinham certeza que as estrelas estavam sob o domo do céu; no futuro, lembrarão de nós dizendo “uau, eles não tinham ideia nenhuma do que estava acontecendo”.

E ainda temos mais outro golpe à autoestima com todo esse assunto de Civilizações Tipos II e III. Aqui na Terra, nós somos os reis de nosso pequeno castelo, comandando os rumos do planeta mais do que qualquer outra espécie. Nessa bolha, sem competição e sem ninguém para nos julgar, é raro que sejamos confrontados com a ideia de sermos uma espécie inferior a qualquer outra. Mas não somos nem uma Civilização Tipo I!

Dito isso, toda essa discussão é maravilhosa para mim. Sim, tenho minha perspectiva de que a humanidade é uma órfã solitária em uma pequena rocha no meio de um universo solitário. Mas as hipóteses apontam que provavelmente não somos tão espertos como pensamos. Além disso, muito do que temos certeza pode estar errado. Tudo isso me deixa esperançoso em conhecer e descobrir mais, nem que seja um pouquinho, porque existem muito mais coisas do que nós temos consciência.

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Video: Perigo, Humanos. (Em inglês)

Exteriorizar nossa raça desse jeito é algo tão triste, realmente ainda somos animais com complexo de gradeza.

Perdemos a educação emocional que tínhamos em algumas culturas e sociedades, e somos sim, seres emocionais ao contrário do que muitos pensam de si e dos outros. Deixamos nossos prazeres, sentimentos e emoções guiarem nossas ações e sem um guia palpável muitas pessoas acabaram por cair nessa marcha invisível, acabando por achar que a vida é somente isso.

Quando estamos num Universo ainda por ser desvendado, se é que nossa inteligência é capaz de compreender toda a complexidade e simplicidade do Todo. Talvez simplesmente não sejamos inteligentes o suficiente para dissecar o Universo.

E ainda nos preocupamos com coisas tão banais. Se nos olharmos de cima como o vídeo faz teríamos vergonha das coisas que fazemos, das que perseguimos, e das que acreditamos.

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Documentário: Sirius, a realidade sobre UFO’s

Não costumo postar esse tipo de assunto, mas esse é sério, financiado pelo público ainda que acredita no Doutor Greer e em sua pesquisa.

A legenda e áudio não estão dos melhores, mas quando tiver um melhor eu posto.

Não liguem para as referências histórias e artísticas no começo do filme que são todas já desmentidas aqui no site, mas de resto vale a pena ver sim.

Muitos pessoas que meditam ou tomam psicotrópicos relatam encontrar seres e até fazer viagens em seus corpos astrais, pelo o que eu entendi é isso que ele se refere ao CE-5, o encontro com alienígenas de intenção humana.

É bom também saber que o alienígena mostrado no filme parece ser humano apesar de deixarem a entender que provavelmente é alienígena, mas pode ser contra-informação também. Leia esse texto da Uol.

O vídeo pode ser visto no site deles também em português www.sirius.neverendinglight.com

Gigantes, nossos irmãos mais velhos e mestres.

Há milhares de anos, e em milhares de lugares se contam a história de que gigantes um dia viveram entre nós e nos ensinaram muitas coisas, astronomia, matemática, arquitetura, ética… Nos civilizaram.

Essa ao que tudo indica não é uma história fictícia extraída do imaginário humano, pois ela está em todo lugar mesmo. E assim como em uma investigação se observamos a mesma história sendo contada diversas vezes é porque algo de verdade tem.

A maioria, se não todas as construções megalíticas do mundo parecidas com Tiahuanaco, Sascsayhuacan, ilha de páscoa, muro das lamentações e por aí vai, são datas de outra era, mais de 10 mil anos atrás. As civilizações que lá moravam que conhecemos geralmente acharam esse lugares já construídos!

Representação da partida de Aztlan no códice Boturini.

Representação da partida de Aztlan no códice Boturini.

Wikipedia:
“A terra prometida por profecias foi encontrada através de um sinal numa ilha do lago Texcoco: alguns indivíduos avistaram uma águia (símbolo do deus Huitzilopochtli) sobre um cacto, e foi nesse local que se estabeleceu Tenochtitlán.” “A palavra asteca significa “gente de Aztlan”, uma importante cidade com localização desconhecida”

“Em meados do século XIX, Ignatius Donnelly, no seu livro Atlantis: The Antediluvian World, procurou estabelecer a ligação entre Aztlan e o suposto “continente perdido” Atlântida da mitologia grega; contudo os pontos de vista de Donnelly nunca foram reconhecidos como credíveis pela maioria dos académicos.”

Mas existem muitos documentários tentando provar a conexão entre a lenda e os povos antidiluvianos. Depois de acharem a estrutura megalítica no Japão em Yonaguni, e as pirâmides submersas do triângulo das bermudas (post altamente indicado pra complemento) fica realmente difícil de não acreditar, pois tudo leva a crer em uma civilização antes da nossa, antes de pelo menos 10.000 anos antes de cristo.

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Prosperar: O que será Necessário na Terra? – Thrive

Esse filme é altamente recomendável para quem gosta do Zeitgeist e outros documentários que pedem por mudanças no mundo, fala muita coisa boa sobre os símbolos das religiões e cropcircles e conseguem ver aonde eles podem se aplicar e o que isso faria caso aproveitássemos esse conhecimento. Aqui mesmo no DDD já abordei várias das idéias apresentadas, por favor pesquisem no site caso queiram saber um pouco mais sobre um assunto específico.

Sinopse: Thrive é um documentário não-convencional que levanta o véu sobre o que realmente está acontecendo em nosso mundo – descobrindo a consolidação mundial do poder em quase todos os aspectos de nossas vidas. Tecendo avanços na consciência, ciência e ativismo, Thrive oferece soluções reais, capacitando-nos com estratégias inéditas e ousadas para a recuperação de nossas vidas e nosso futuro.

Agradeço ao André Graneto pela dica.

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Trailer
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As Enigmáticas Pedras de Ica

 

Mais uma vez, encontramos fatos que podem indicar ter existido outras humanidade…
Nos idos de 1960, na região de Ocucaje, nos arredores da cidade de Ica, Perú, uma estranha coleção de pedras gravadas começou a chegar às mãos do doutor Javier Cabrera Darquea. O doutor Darquea começou a receber estas “incríveis e fantásticas” pedras de humildes camponeses da região. Estas pedras contém as mais inacreditáveis cenas, como caçadas de animais ante-iluvianos, transplantes de órgãos, operações cirúrgicas de toda a espécie, homens que voavam no dorso de enigmáticos e gigantescos “pássaros”, massas continentais que diferem quase que totalmente das conhecidas hoje, mapas celestes, e uma porção de etc.
Algumas destas mais de onze mil pedras gravadas, referenciam o que parecem ser homens e dinossauros convivendo, em uma mesma época. Se assim o for, teríamos que recuar ao período cretáceo, ao final da Era Secundária, isto é, mais de 65 milhões de anos. Isso pode parecer difícil, senão impossível. Porém, na região da Califórnia – EUA, foram encontradas pegadas fossilizadas, lado-a-lado, de homens e dinossauros, em uma camada calcárea já enterrada, indicando que estes conviveram a mesma época… Isso indica que talvez tenha existido outra, ou outras humanidades anteriores à nossa.
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Ashtar Sheran – Trabalhador da Luz


Pode-se seguir o texto através desse link aqui.

Por mais que eu odeie não saber de coisas que possam ser importantes, eu não sei muito e não pude descobrir muito sobre Ashtar Sheran. Ao lerem ou ouvir com dificuldade uma transmissão via rádio em português, ou por lerem os livros de psicografias do Ashtar Sheran, devo sim falar que é difícil de acreditar, mas nas minhas pesquisas sobre diversos assuntos na internet ou livros sempre me deparo com alguma interpretação desse tipo, e eu mesmo já cheguei a uma conclusão parecida sendo que até escrevi uma história curta sobre essa mudança que ocorrerá, que Ashtar nos avisa também, aliás, seu nome “Ashtar Sheran” vem do idioma Sânscrito significa: “O SOL QUE MAIS BRILHA”, mas também li que ele é o Arcanjo Miguel,que aliás denovo, não é seu nome como todos pensam e sim uma “ordem” ou organização de seres como explicado pelo Professor Laercio B. Fonseca em sua palestra.

A civilização maya fala sobre a consciência da luz que alguns de nós iremos adquirir, da mudança difícil que irá ocorror, também a bíblia fala do arrebatamento, que muitos irão sumir do nada pra serem levados para o “céu” ou para uma dimensão elevada, seja lá a interpretação que pudermos dar. 2012 como retratado diversas vezes aqui no blog, pode ser apenas o final de um dia galáctico,ou seja, entraremos na era de aquário, o fim do ciclo de mudança de pólos magnéticos do sol que emitem grnades quantidades de energia eletro-magnéticas que podem fritar tudo que é eletrônico na terra como já aconteceu antes, a marcação que em 2012 ocorrerá um eclipse que só ocorre a cada 6 dias galácticos, o eclipse do sol com o centro da Via-Láctea e não se sabe o que isso pode acarretar, entre outras coisas.

Mas o que quero dizer é que sempre me deparo com o assunto alienígenas, não os convencionais, mas uma espécie de humanos elevados como descritos no seriado Stargate, e que existe uma federação cuidando de nós e que essa federação considera Jesus parte dela, o que de acordo com a teoria do Alien Ancestral pode ser possível, mas seriam seres evoluídos espiritualmente e que tentam nos guiar, assim como os grandes iluminados, como Sidarta Gautama, O Buda. Cheguei a postar também material sobre interpretações sobre a história suméria de que houve intervenção alien no DNA humano, e por causa disso não se acha o Elo Perdido, o que pra mim faz bastante sentido.

E me sinto realmente numa dúvida que pode soar tola para os mais céticos, mas para pessoas que estudam o assunto leva a crer  nesse outro universo de informação que ainda não temos acesso, o de que há extra-terrestres superiores, muito disso já é citado em livros antigos da Índia ou nas tabuletas de argila sumérias, mas claro devemos levar tudo isso como uma possibilidade e não como uma certeza.

E o que me parece é que o ápice da busca pela verdade é o contato com a outra realidade seja ela alien ou humana, ou melhor dizendo, terrestre, e que eles realmente tiveram um contato conosco a muito tempo atrás.

Esse texto é mais uma reflexão do que uma conclusão, pois até então não houve uma experiência própria para comprovar tal conexão, e isso seria um outro tipo de ufologia daquele que estamos acostumados, pois se estamos falando de seres avançados tecnologicamente também seriam consequentemente uma consciência e sabedoria muito maior.

Estaremos se for verdade preparados para o arrebatamento da consciência? Uma abdução para outros níveis de existência de acordo com o grau de sabedoria.

Esperemos.

Links Relacionados:
Site da Fundação Ashtar Sheran

Palestra de Laércio B. Fonseca parte 1 2 3 4 5 6 7 8
Site do Laércio B. Fonseca
Post: Cientista Genético do Futuro

Documentário: NASA Transmissões Secretas – Ufos, Óvnis (Legendado, Português)

1/9 – NASA Transmissões Secretas – Ufos, Óvnis (Legendado, Português)
2/9 – NASA Transmissões Secretas – Ufos, Óvnis (Legendado, Português)
3/9 – NASA Transmissões Secretas – Ufos, Óvnis (Legendado, Português)
4/9 – NASA Transmissões Secretas – Ufos, Óvnis (Legendado, Português)
5/9 – NASA Transmissões Secretas – Ufos, Óvnis (Legendado, Português)
6/9 – NASA Transmissões Secretas – Ufos, Óvnis (Legendado, Português)
7/9 – NASA Transmissões Secretas – Ufos, Óvnis (Legendado, Português)
8/9 – NASA Transmissões Secretas – Ufos, Óvnis (Legendado, Português)
9/9 – NASA Transmissões Secretas – Ufos, Óvnis (Legendado, Português)

Imagina se você pudesse pegar as comunicações das naves da NASA. Pois é alguém fez isso e descobriu mais do que queria.

Sempre gostei desse assunto, mas nunca o estudei a finco, pois para mim seria egocentrismo demais chegar a acreditar que somos únicos, seria ignorância demais disfarçada de insegurança.
Se o universo realmente existi a bilhões de anos chega a ser óbvio que há alguém por aí.
O terceiro fenômeno eu acho revelador, pois nos mostra uma coisa na velocidade da luz quase, algo muito rápido e muitas vezes, mas que não vemos com clareza.
O que eu pensei é que poderia ser os vestígios de transporte por buraco de minhoca, ou realmente são naves extremamente rápidas e minúsculas, ou elas não são minúsculas, mas capaz que a uma velocidade extrema a luz nem tenha tempo de sair. Não tenho conhecimento necessário para falar da luz de um objeto super rápido, e também acho que ninguém o tem.
Acho que os céticos vão se assustar quando realmente aparecerem.

Palestra de Nassim Haramein

O grande Físico Nassim quebra VÁRIOS dogmas com suas idéias e teorias, vejam calmamente, pois é muita informação, ainda não está todo legendado, mas espero que logo será.

As Dimensões e o Universo 1
As Dimensões e o Universo 2
As Dimensões e o Universo 3
As Dimensões e o Universo 4
O Vácuo e a Densidade do Infinito 5
O Vácuo e a Densidade do Infinito 6
O Vácuo e a Densidade do Infinito 7
Vácuo, Campo Magnético e o Tetrahedron 8
Relação do Tetrahedro e a Esfera da Realidade 9
Teotihuacan e a Matriz Vetorial Isotrópica 10
O Octahedro e Número 12 na Antigüidade 11
Os Crop Circles e os Octahedros 12
Os Crop Circles 13
Os Crop Circles e a natureza Fractal 14
Crop Circles e o Pi 15
Sobre os Buracos Negros 16
Geometria do Colapso 17
Sobre a Física Quântica 18
A trandução da Água, as Ondas e a Geometria do Vácuo 19
As Ondas, Orbitação e o Campo Magnético 20

Caso queiram ver a outra metade não legendada, que não tão difícil, pois o inglês dele é bem fácil.
Clique aqui.

Não é a mesma palestra, mas você pode seguir a partir da parte 20 desse link.

Aconselho a verem logo depois o Documentário O Olho de Hórus, pois tem sua teoria posta em cima de outras.

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