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Escolarizando o Mundo – Completo Legendado [Schooling the World]

Sinpse:

O filme examina o pressuposto escondido da superioridade cultural por trás dos projetos de ajuda educacionais, que, no discurso, procuram ajudar crianças a “escapar” para uma vida “melhor”.
Aponta a falha da educação institucional em cumprir a promessa de retirar as pessoas da pobreza — tanto nos Estados Unidos quanto no chamado mundo “em desenvolvimento”.
E questiona nossas definições de riqueza e pobreza — e de conhecimento e ignorância — quando desmascara o papel das escolas na destruição do conhecimento tradicional sustentável agroecológico, no rompimento das famílias e comunidades, e na desvalorização das tradições espirituais ancestrais.

Finalmente, ESCOLARIZANDO O MUNDO faz um chamado por um “diálogo profundo” entre as culturas, sugerindo que nós temos, ao menos, tanto a aprender quanto a ensinar, e que essas sociedades sustentáveis ancestrais podem ser portadoras do conhecimento que é vital para nossa própria sobrevivência no próximo milênio.

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Documentário: O Fenômeno da Finlândia

 

*Infelizmente só achei com legenda em espanhol.

“The Finland Phenomenon” é o nome dado por Tony Wagner e Bob Compton neste documentário interessantíssimo sobre o sistema de educação finlandês – e tenta descobrir as raízes do seu sucesso. Para tal, ele se utiliza de comparações entre os Estados Unidos e o país escandinavo – e baseando-nos em estudos publicados, analisaremos as diferenças entre ambos e o Brasil. O que explicaria tamanha diferença entre os países quando se trata do tema “Educação”?

A revista “Newsweek” coloca a Finlândia como sendo a número 1 na educação – enquanto os EUA são os 26º e o Brasil, 48º. E levando em consideração vários aspectos que poderiam levar-nos a conclusões precipitadas, nos surpreendemos: Os professores norte-americanos passam em média 1100 horas por ano em salas de aula,  enquanto na Finlândia esse número cai para 600. O investimento que o governo finlandês têm com cada estudante é cerca de 1200 dólares menor por ano em relação aos estudantes americanos – e mesmo assim ela consegue ser melhor.

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Documentário: Dislexia, TDA e TDAH ( Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade)

Esse documentário fala de forma muito sóbria e profunda sobre o como que a sociedade Taxa as pessoas, crianças, como “sem um comportamento adequado”. Não se cria um espaço onde elas possam ser aceitas e sim uma diagnóstico onde elas são as erradas, as doentes, quando na verdade o que realmente precisamos é inovar nos espaços de aprendizado e em casa.

Entregamos drogas aos nossos filhos por acreditarmos nas opniões dos “Experts”, que estão nos bolsos das multinacionais farmacêuticas, ou então estão cobertos pela ignorância e falta de reflexão, deixando-se acreditar que realmente existem crianças doentes, e que há um tipo de comportamento único e “correto” para as pessoas, querem formatar elas, anular suas possibilidades criativas e de entendimento.

O Fora do normal hoje em dia é doença.

Fonte: http://www.nauweb.tv

A Visão Distanciada da Sociedade


Pedro Cardoso – Cotas


Curta – Nada a Declarar

Esses dois videos conseguem costurar um discurso que está presentíssimo na sociedade, e não é de agora, o falar sobre algo que você não tem a mínimo noção do que seja, como tudo desse pra aprender através de livros, internet e a observação apenas, é preciso experienciar.

Hoje é normal escrever num site sobre situação adversas, ou comportamentos, mesmo que você não esteja lá para ver, as pessoas querem dar o seu parecer, como se fosse necessário as pessoas ouvirem, tomando pressupostos que aquilo que ele pensa é importante, muitas vezes não o é, esse texto mesmo não tem o intuito de mudar tudo, mas sim parar e refletir. Por mais que intelectuais possam fazer textos bonitos eles não tem a menor idéia do que é ser pobre, negro, ou mesmo gay, há sim uma visão implantada pra não dizer em todas as pessoas, na maioria das pessoas sobre esse tipo de pessoa, que aliás, é ridículo se referir alguém por esses fatores, mas infelizmente acontece, nos distraímos pelas coisas que menos querem dizer sobre alguém.

Tomamos pressupostos que negros ouvem pagode e samba e são pobres, pessoas brancas bonitas são burguesas, realmente o dia-a-dia as vezes nos diz isso, mas devemos nos educar nessa parte. Podemos citar paralelamente as faculdades de São Paulo com símbolo máximo do como a sociedade nos mostra o lugar de cada um na sociedade, comecemos pelas faculdades mais burguesas, FAAP, ESPM e Mackenzie, as pessoas que estudam lá se vestem de um jeito específico na sua maioria, homens de camiseta pólo e mulheres com roupas pra sair praticamente, todos seguem um padrão de beleza europeu, e sim a taxa de pessoas “bonitas” é alta lá, praticamente todas tem muito dinheiro, pois a própria faculdade é uma fortuna (o curso de cinema na FAAP é 2800 reais), agora se você for em faculdades mais humildes como Uninove e Unip a quantidade de negros, mulatos, pardos aumenta colossalmente e o tipo de música que as pessoas ouvem é diferente, já na USP muitas das pessoas que lá entram são pessoas de interior que tem uma educação diferente e disciplina diferente, mas deixaram de ter uma vida social muito ativa para chegar lá, ou simplesmente são imaturos mas tem uma vida social irresponsável e exagerada, não ligam para roupas, e acham que porque lá é um campus gigante e são os “Top’s” do Brasil podem estar acima da lei ou que sua voz é mais importante que a dos outros, claro, esse é o esteriótipo de cada uma, não quer dizer que são a maioria, mas são os tipos de grupo mais expressivos de cada uma.

Eu mesmo já ouvi falar que em muitas faculdades a cota não ajuda nenhum negro a mais a entrar, acabam entrando as pessoas que entrariam desde o princípio (mas não me recordo aonde), e devo dizer que com relação a elas se alguém me perguntasse se eu concordo devo dizer um sim, mas com um gigante “MAS”, pois é claro que é bom pras pessoas negras e pardas estudarem em faculdades melhores, como disse o Pedro Cardoso, a Sociedade tem uma visão da raça negra pelo contexto histórico cultural, não há como tirar isso, mas há como superar, e não digo que a cota é a melhor solução, longe disso, ela é o bandaid de uma gigantesca ferida, o melhor obviamente seria investir numa educação nova, não digo investir apenas com dinheiro, mas num novo tipo de forma de educar, como as Escolas da Suécia fazem, escolas sem paredes, sem salas de aula, dando responsabilidade pros alunos, ensinando trabalho em equipe e em algumas utilizando até video-games para ensinar, o que buscam e devem fazer é criar um ambiente não de formatação, mas de expansão do criativo humano, o mundo de ensino também deve ser visto como uma aventura, e aventuras envolvem todo tipo de coisas.

Por que aprender tem que ser chato? Fica aí a pergunta que responderei em outro post.

Escola na Suécia sem Classes de Aula – Será o Futuro da Educação

 

Se a sua escola fosse assim, você não teria chorado, se fingido de doente ou batido o pé tantas vezes com seus pais para poder faltar, não é mesmo?

Basta olhar para as fotos. Essa é uma verdadeira “escola do futuro”, saída de um filme de sci-fi. Ou, melhor ainda, não é muito diferente de um escritório do Google.

Os alunos parecem estar funcionando de forma independente em seus laptops, em qualquer lugar que lhes seja confortável e conveniente. Claro que o ambiente não parece propício para uma boa postura – tantos puffs e posições “confortáveis” podem levar a dor nas costas. Tirando isso, você se sentiria bem à vontade, não?

Essa escola é uma ideia da organização escolar sueca Vittra. Eles operam 30 escolas ao redor da Suécia, com o objetivo de garantir que a aprendizagem ocorra em todos os lugares.

Por todos os lugares, eles querem dizer qualquer lugar. Tanto que eliminaram totalmente as salas de aula.

A escola da foto é a mais recente, chamada Telefonplan, inaugurada em agosto passado. Projetada e construída pela empresa de arquitetura Rosan Bosch, lá os alunos são livres para trabalhar de forma independente, e se quiserem colaborar com os colegas em um projeto, eles têm algumas opções para isso também.

A “aldeia” é uma pequena casa destinada a trabalhos em grupo, e “móveis orgânicos conversacionais” permitem que as crianças interajam umas com as outras também. Cada aluno recebe um computador da escola, que é usado como uma ferramenta importante para a aprendizagem.

 

Na Vittra Telefonplan, eles acreditam que, ao quebrar as divisões de classe físicas, as crianças podem ser ensinadas a viver com a curiosidade intelectual, autoconfiança e comportamento comunal responsável.

De acordo com a diretora da escola, Jannie Jeppesen, o projeto se destina a permitir que “a curiosidade e a criatividade” floresçam nas crianças. A melhor parte? Lá você nunca receberia uma nota vermelha, porque eles não dão notas.

O que você acha? Esse tipo de instituição é melhor ou pior para as crianças e para o futuro da educação?[OddityCentral]

Fonte: Hypescience

Talvez dar o poder de decisão e responsabilidade para as crianças seja o melhor caminho, e claro, ilimitar e despadronizar o ensino com certeza é uma pista de que essa idéia é algo que vai melhorar o ensino, o ensino não muda desde que foi inventado praticamente, está na hora de pegarmos ela pela mão e fazer andar com a cultura e a tecnologia.

A Educação, e a Nova Geração.


 

Já percebeu como existem algumas pessoas diferentes apenas e outras milhares que você provavelmente fica classificando em “divertida”, mal humorada” e outras coisas?!

Nós nascemos com infinitas variantes de personalidade, gostos, desejos e jeitos, até nossa fase adulta nós conseguimos batalhar para termos ainda nossa persona intacta e autosuficiente, mas sofremos golpes demais da mídia, de parentes ortodoxos, das religiões, e das culturas, tentaram nos dobrar a sua maneira, mas percebemos que ainda temos sonhos, gostamos de investigar e fantasiar sobre as coisas, nossa curiosidade continua lutando para perpetuar a faísca singular que temos em nós.
Mas infelizmente nossos sonhos são subjugados pela realidade fria e dominadora quando alcançamos a fase adulta, e pessoas que tinham muito potencial acabam por se corromper com as leis do mercado/sociedade, e aos novos valores impostos a essa nova era de sua vida, o leão se cansou de rugir e acabou apenas aceitando a comida que vem no mesmo horário todos os dias.

O que todas as pessoas querem, mas são desviadas por todos esses fatores citados acima  é o amor apenas, é a única coisa essencial e eterna em nossas vidas, quando criança queremos carinho e atenção, quando adolescente queremos nos enquadrar, e para isso nos sujeitamos aos padrões declarados na sociedade de como fazer isso, e muitas pessoas não conseguem sair dessa fase até o final de suas vidas, já quando adulto queremos nos projetar, ir estabelecendo nosso terreno, ter o poder de aplicar suas idéias seria uma dessas fases, mas ela foi apagada do plano que se tem para nós, e poucos conseguem alcançar essa fase.

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Ted Talk – Escolas Matam a Criatividade

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=yFi1mKnvs2w]

Escolhi os melhores desse Talk show.

[TED pt_BR] Ken Robinson: Escolas matam a criatividade? (parte 1/2)
[TED pt_BR] Ken Robinson: Escolas matam a criatividade? (parte 2/2)

[TED pt_BR] Matthieu Ricard: Habitos da Felicidade (parte 1/3)
[TED pt_BR] Matthieu Ricard: Habitos da Felicidade (parte 2/3)
[TED pt_BR] Matthieu Ricard: Habitos da Felicidade (parte 3/3)

[TED pt_BR] Jill Taylor: Um derrame de lucidez (parte 1/3)
[TED pt_BR] Jill Taylor: Um derrame de lucidez (parte 2/3)
[TED pt_BR] Jill Taylor: Um derrame de lucidez (parte 3/3)

Com certeza o Sistema de ensino é falho e tem a urgência de mudanças.
Somos seres ilimitados a aprender sistemas de pensamentos na escola, e muitos deles inuteis para a vida inteira. Mas um sistema de pensamento tem a função de alienar as pessoas, anulando muito as possibilidades de se superar criativamente.
Assim como artes(música, pintura, cinema) deveríamos visar atividades que nos faça olhar para dentro, nos conhecer, não apenas decorar coisas que raramente teremos a chance de por em prática na vida. Penso que essas matérias que visam nos dar um pouco de consciência da mecânica do mundo tem pouco a nos dizer com relação a experiências de insight ou gestalt. A filosofia por exemplo nos dá uma ótima oportunidade de várias visões sobre vários aspectos, e como já foi provado muitas vezes em livro, histórias e filmes, há como abordar esse tipo de assunto com crianças e adolescentes de forma aceitável, que traga discussão e perspectivas, que visem inovar e criar novas experiências, momentos de reflexão, pois é num momento “IN” que nos conhecemos e que nos fará crescer.
A vida não é só uma quantificação de informação, muito melhor que decorar e ter uma noção de algo, é compreendê-la por inteiro e saber destruir e recriá-la quando quiser.

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