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Se você teve, ou tem, uma doença grave e não é otimista, seus dias podem estar contados

122 homens que tiveram um primeiro ataque cardíaco foram avaliados quanto ao grau de otimismo ou pessimismo. 8 anos depois, dos 25 mais pessimistas, 21 haviam morrido; dos 25 mais otimistas, apenas 6. A forma como encaravam a vida revelou-se um melhor previsto de sobrevivência do que qualquer outro fator clínico de risco, incluindo a extensão do dano causado ao coração no primeiro ataque.

Nosso sistema nervoso e imunológico são ligados às emoções.

Nosso corpo é uma máquina e nossas emoções fazem a manutenção de tudo no devido tempo. Mas as vezes podemos não estar animados e a máquina funcionará mal, causando assim doenças ou complicações.

Quando o paciente vai começar uma cirurgia é muito importante saber o estado emocional dele, pois caso ele esteja nervoso ou com medo as chances de criar infecções, ou o que acontece com mais frequência, a veias se dilatam por causa do stress e há perda considerável de sangue, muitas vezes levando a morte.

Os pessimistas já são descuidados com a saúde, eles fumam mais, bebem mais , e fazem menos ou não fazer exercícios.

A esperança é outro fator que ajuda muito na recuperação, principalmente em casos de danos da coluna que vai envolver longos períodos de tratamento para conseguir um pouco mais de mobilidade e melhorar o seu desempenho socialmente.

O isolamento social também é um grande problema para a saúde, representando umas das taxas de mortalidade tão importantes quanto o fumo, pressão alta,colesterol alto.

O cigarro aumenta a chance de morrer e contrairmos doença em 1,6%, o isolamento em 2%.

São muitos os fatores para se ter uma vida saudável ou para recuperarmos a saúde , mas hoje temos pesquisar suficientes para apontarmos as mudanças necessárias se quisermos viver mais e melhor.

*Fica a pergunta: Se você tivesse uma doença agora quem você seria, o pessimista ou o otimista?

A resposta pode determinar o seu futuro, caso não goste da resposta, o que você pode fazer pra mudar?

Emoções – Expressões

Quantas expressões faciais você já deu hoje?

Dá pra contar? Provavelmente foram muitas. Fazemos expressões a todo instante e com bem mais frequência do que imaginamos, pois é algo automático.

Mas alguns pesquisadores tinham dúvidas sobre elas, e Paul Ekman foi um dos primeiros pesquisadores e ir visitar tribos que tiveram nenhum ou pouquíssimo contato com a sociedade para descobrir se nossas expressões são universais.

“Como assim?” – Você deve estar se perguntando.

Uma pessoa quando ri vai ter sempre a mesma expressão com um sorriso e bochechas pra cima? Uma pessoa com raiva sempre comprimirá os lábios, irá comprimir a sobrancelha e arregalar os olhos?

Todos teriam as mesmas expressões em todo o mundo ou as expressões seriam uma bagagem cultural que nós temos levado conosco desde a muito tempo atrás?

Perguntas importantíssimas que Paul Ekman e outros procuraram achar suas respostas.

A Carta Roubada –  Edgar Allan Poe

“Quando desejo descobrir quão sábia ou quão estúpida ou quão boa ou quão má é uma pessoa, ou quais são seus pensamentos no momento, amoldo a expressão da minha face tão perfeitamente quanto possível, de acordo com a expressão dessa outra pessoa, e, em seguida, espero pra ver quais pensamentos ou sentimentos resultam em minha mente ou coração, como se para combinar ou corresponder com a expressão.”

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