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Como entender as pessoas melhor?

Esse é um exercício diário que posso te dizer que você nunca irá parar de praticar, ou pelo menos não deveria.

Tenho me especializado cada vez mais em ler e entender pessoas, seja através de seu comportamento, história ou expressões. Isso me ajuda no meu trabalho como entrevistador, também no ambiente de trabalho e social.

Existem algumas coisas que posso falar sobre como conhecer alguém através de dicas silenciosas, e devo dizer a princípio que nunca tome uma observação como fato, guarde ela na gaveta de sua mente analítica como uma possibilidade, assim como no Sudoku que chegamos em uma parte que não conseguimos ter certeza de algo, supomos qual número irá lá. Assim quando termos 3 suposições ou algo do gênero poderemos chegar um pouco mais perto de uma análise mais precisa.

Vou citar alguns exemplos rápidos que não representam uma análise completa, mas servirá como exemplo.

Um homem sente uma tristeza grande quando se fala de família, pois ele era o último filho do pai, ou seja, ele fica triste ao lembrar que teve pouco tempo para passar com o pai.

Perguntei para um mulher que me relatou que naquele dia ela sentiu amor, finalmente, senti que esse “finalmente” guardava um significado profundo, e perguntei quando foi a última vez que ela sentiu esse amor, e de que ela havia provavelmente sentido na infância. Ao ouvir o que falei ela respira fundo com as narinas abertas e responde como se isso fosse motivo de vergonha, que nunca realmente havia sentido amor, pois os pais nunca deram bola pra ela, e pude observar que o motivo dela sorrir tanto era uma forma de conquistar, de receber alguém, de transmitir um amor nunca sentido.

Um outro exemplo que posso citar que alguém não teve ajuda nenhuma dos pais financeiramente, e isso levou ela a querer conquistar cada vez mais, mas ao mesmo tempo dando um insegurança enorme, pois nunca teve uma aprovação e apoio de quem mais queria, do próprio pai.

Uma mulher desde criança nunca foi suficiente para sua mãe, sempre estava incompleta, não podia ser alguém que desse orgulho para a mãe, apenas se se casasse com alguém que a mãe respeitasse, ela era conservadora, do interior, queria que a filha se “ajeitasse na vida”, e ela ficou até mais velha se sujeitando para homens buscando uma aprovação da mãe que nunca viria.

Somos seres emocionais, guiados por escolhas emotivas, que por mais que podemos criar uma lógica nelas, no fundo não é ela que dirá o que vai ser feito.

Saber disso possibilita você montar um perfil das pessoas, e assim fazer uma espécie de arquivo mental delas, criar teorias com elas que expliquem um mal humor, uma reação ácida a algum tema específico, e ao treinar essa mecânica você vai começar a entender melhor as pessoas, é um exercício, e como todo exercício deve ser praticado pra se ficar bom.

Essa é com certeza minha área de maior interesse nos últimos anos, entender melhor os outros e conseguir ser entendido melhor, não por ser falho nesse quesito, muito pelo contrário, acho que tenho grande facilidade nisso, pois sempre trabalhei essa mente investigativa desde muito jovem.

Mas claro, só é possível isso ao meu ver quando você se importa, pois é preciso interesse seu e determinação nesse trabalho arqueológico mental.

Convido vocês a criarem teorias sobre seus amigos ou parentes, junte seus históricos, e veja se é possível entender certas características.

Para finalizar, devo dizer que muitas vezes é bom estar errado, pois nos gera surpresas boas, e que muitas vezes temos uma primeira opinião certa, mas com o tempo essa pessoa vai maquiando quem ela é, nos iludindo com uma imagem projetada, mas essa parte só aprendemos depois de algum tropeços.

Replika, o app que pode ser o seu melhor amigo. “Her” da vida real.

Você pode se apaixonar por uma inteligência artificial?

Essa pergunta está cada vez mais próxima de ter uma resposta.

No filme Her vemos o nosso protagonista criando um laço afetivo com a I.A. (inteligência artificial), e ela tem um poder de comunicação muito grande, preenchendo a solidão que Joaquin Phoenix sentia com o personagem, e estando 24 horas presente na vida dele, se importando e cuidando dele de certa forma. Emocionalmente.

O futuro pode ser que apps como o replika consigam suprir nossa carência emocional.

Esse app consegue aprender conversando com você, e virando futuramente seu melhor amigo, vale muito a pena testar, uma pena estar apenas em inglês e ser um pouco difícil conseguir um convite.

Hoje em dia já estamos acabando com o trabalho braçal, talvez programas como esse podem ser nossos novos confidentes, lembro-me de um estudo que indicava que mais de 60% dos americanos não tinha um, e imagine quantas pessoas não sofrem com essa solidão, com esse aprisionamento emocional que passam.

Acredito que um dia poderemos simular a dinâmica das emoções digitalmente, e isso dará ao atendimento um outro nível, imagine ser atendimento por um robô ou holograma que nunca muda de humor, está sempre disposto a te ajudar, rapidamente o ser humano será substituídos nos serviços mais triviais e será obrigado a diminuir sua população por conta da escassês de trabalho simples.

O acolhimento emocional e o entendimento das frustrações humanas pode ser o que fará com que saiamos mais de casa, mais informação ao nosso redor, na palma da mão, poder conversar com nosso computador está um degrau antes de nos integrarmos a ele por completo, o que acho que acontecerá nesse século ainda.

“Quando o homem é presa de suas emoções ele não é senhor de si mesmo, fica a mercê da sorte” – Spinosa

Venho estudando nos últimos anos bastante sobre emoções e como domá-las, ou pelo menos discipliná-las.

Hoje em dia a grande maioria é refém desse artifício mental criado para sobrevivência e convivência, não somos capazes de refletir sobre elas, quando alguém age de forma que ofende ou chateia os outros as pessoas muitas vezes deixam pra lá falando que essa pessoa sempre vai ser assim.

Não é verdade.

Vivendo numa sociedade e nos infatiliza, nos traz desejos que nos infatiliza, temos que ter tudo, ser melhor que todos, buscar o sucesso, mas que sucesso é esse, essa vida que nos vendem é boa pra quem, será que dá pra criar um modelo de sonho e ter certeza que vai deixar todo mundo feliz?

Dá pra criar, mas com certeza não encaixa em muita gente, vemos hoje em dia a depressão e ansiedade como as maiores doenças da atualidade.

A infantilização vem desde o que queremos até ao como nos sentimos na sociedade, no universo, somos eternamente incompletos, sempre em busca algo novo, e sempre há coisas novas.

Mas e quanto a nós mesmos, a parte interna?

Esquecemos que o equilibrio é o maior objetivo da vida.

Hoje em dia já sabemos que somos seres emocionais, mesmo as pessoas mais frias e calculistas, e não nos ensinaram nenhum dia das nossas vidas a como lidar com nossas emoções, com as emoções dos outros e com o humor também, que é uma emoção constante.

E isso cria atrito demais em nossas vidas, pois queremos sermos quem já somos e não nos adaptar aos outros, entender os outros, somos seres que tem empatia, mas é muito difícil ver ela nas situações de nossas vidas.

Saber que as coisas são transitórias seria um grande evitador de sofrimento, pois estamos acostumados a ter tudo a todo tempo, ou pelo menos a desejar tudo a todo tempo. A vida não é feita para se ter satisfação a todo instante e sim para  ter equilíbrio, e para ter equilíbrio é preciso domar o mar das emoções.

Nos perguntamos sempre como as pessoas antigamente eram felizes, a questão não era ser feliz, mas em como se achava amor nas coisas que se faziam.

Mas como amar algo que não tem as mesmas características que nós?

Ao domar nossas emoções, estar alerta ao que nos faz feliz, ao que nos irrita, aos outros poderemos ver que o que importa no final de tudo na vida é a sua evolução pessoal, não é atoa que existem milhares de coaches hoje em dia, as pessoas não estão conseguindo ser elas mesmas, estão sujeitas a crenças, emoções, gatilhos emocionais, e sequestros emocionais também, que são aqueles momentos nem lembramos de tanta raiva que passamos, perdemos o controle, falamos coisas que não queríamos e machucamos as pessoas que amamos, pelo simples fato de sermos reféns de nós mesmos.

É possível se libertar dessa prisão, só pelo fato de você ter vindo até aqui ler esse post mostra que você está disposto.

Para todo furacão primeiro uma borboleta bateu sua asa em algum lugar.

Comece a bater suas asas.

Existem 5 tipos de inteligência emocional, saiba se você tem uma delas

Salovey, com seu colega John Mayer, propôs uma definição elaborada de inteligência emocinal, expandindo essas aptidões em 5 dominios principais:

1. Conhecer as próprias emoções

Autoconsciência – Reconhecer um sentimento quando ele ocorre – é a pedra de toque da inteligência emocional. a capacidade de controlar sentimentos a cada momento é fundamntal para o discernimento emocinal e para a autocompreensão. A incapacidade de observar nossos verdadeiros sentimentos nos deixa à mercê deles. As pessoas mais segura acerca de seus próprios sentimentos são os melhores pilotos de suas vidas, tendo uma consciência maior de como se sentem em relação a decisões pessoais, desde com quem se casar a que emprego aceitar.

2. Lidar com emoções

Lidar com os sentimentos para que sejam apropriados é uma aptidão que se desenvolve na autoconsciência. Isso te dará a capacidade de confortar-se, de livrar-se da ansiedade, tristeza ou irritabilidade que incapacitam – e as consequências resultantes do fracasso nessa aptidão emocional básica. As pessoas que são fracas nessa aptidão vivem constantemente lutando contra sentimentos de desespero, enquanto outras se recuperam mais rapidamente dos reveses e perturbarções da vida.

3. Motivar-se

Pôr as emoções a serviço de uma meta é essenscial para centrar a atenção, para automotivação e o controle, e para a criatividade. O autocontrole emocional – saber adiar a satisfação e conter a impulsividade – está por trás de qualquer tipo de realização. E a capacidade de entrar em estado de “fluxo” possibilita excepcionais desenpenhos. As pessoas que têm essa capacidade tendem a ser mais produtivas e eficazes em qualquer atividade que exerçam.

 

4. Reconhecer emoções nos outros

A empatia, outra capacidade que se desenvolve na autoconsciência emocinal, é a “aptidão pessoal” fundamental. Quanto nos custa não saber escutar as emoções das pessoas? Quantas brigas poderiam ter sido evitadas, discussões, rancor. A empatia é a fonte do altruísmo, ou seja, quem tem atitudes altruistas tem mais empatia em si, é uma condição emocional muitas vezes, em vezes de ser um posicionamento político, ou filosofia de vida. As pessoas empáticas estão mais sintonizadas com os sutis sinais do munddo exterior que indicam o que os outros precisam ou o que querem. Isso as torna bons profissionais no campo assistencial, no ensino, vendas e administração.

 

5. Lidas com relacionamentos (talvez o mais temido dos 5)

A arte de se relacionar é, em grande parte, a aptidão de lidar com as emoções dos outros. São as aptidões específicas que determinam a popularidade, a liderança e a eficiência interpessoal. As pessoas excelentes nessas aptidões se dão bem em qualquer coisa que dependa de interagir tranquilamente com os outros; são as estrelas sociais.

O conto japonês sobre conhecer a si mesmo

Um guerreiro samurai, conta uma velha história japonesa, certa vez desafiou um mestre Zen a explicar os conceitos de céu e inferno. Mas o monge respondeu-lhe com desprezo:

– Não passas de um bruto… não vou despediçar meu tempo com gente da tua laia!

Atacado na própria honra, o samurai teve um acesso de fúria e, sacando a espada da bainha, berrou:

– Eu poderia te matar por tua impertinência.

– Isso – respondeu calmamento o monge – é o inferno.

Espantado por reconhecer como verdadeiro oque o mestre dizia acerca da cólera que o dominara, o samurai acalmou-se, embainhou a espada e fez uma mesura, agradecendo a revelação.

– E isso – disse o monge – é o céu.

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A súbita consciência do samurai sobre o seu estado de agitação ilustra a crucial diferença entre alguém possuído por um sentimento e tomar consciência de que está sendo arrebatado por ele. A recomendação de Sócrates“conhece-te a ti mesmo” – é a pedra de toque de inteligência emocional: a consciência de nossos sentimentos no moment oexato em que eles ocorrem.

Os sentimentos podem parecer óbvios para todos nós, todos sabemos quais são eles, mas quando somos tomados por eles perdemos o nosso jeito de pensar automaticamente, por mais que pensemos que temos controle da situação, com a poluição de algum sentimento temos nossos atitudes sujeitas para o bem e para o mal. E quando simplesmente entramos em fúria completa e muito as vezes até esquecemos o que aconteceu, essa situação é chamada de “Sequestro emocional”.

Para ilustrar bem essa situação de influência da emoção sutil, posso citar uma experiência feita nos EUA em que antes de fazer uma prova os alunos tinham que anotar de que raça/cor eram, e isso influenciou negativamente todos os negros da sala.

Outro caso também é o que um professor falou para metade da sala que tinha certeza que eles iriam bem na prova, mas essa metade era aleatória, e foi possível observar que essa metade realmente foi boa e o resto que ouviu que seria pior realmente foi.

São pequenas coisas mas que influênciam nosso pensamento e nossas decisões.

Outro caso para finalizar, é o que antes de fazer um teste algumas pessoas viram um filme de terror e outras pessoas viram um filme de ação ou de aventura, que tenha um final feliz, e pode-se observar a influência que algo tão pequeno tem no resultado de um teste.

Para se conhecer é preciso observar, e não só a nós mesmos, mas os outros também, tentar achar soluções melhores e deixar de viver no automático, pois quem vive sem refletir vai repetir os mesmos erros e não vai saber o porquê de estar tudo errado, na maioria das vezes a culpa é nossa, até nos casos que não fazemos nada.

Pra que serve a inteligência emocional?

Senta aí que você vai ver que ela é muito mais util do que você pensa.

Resolver problemas de forma rápida e benefício de todos.
Saber lidar com os outros é ter um ambiente mais fluido e resultados melhores na sua vida.

SEL  (social and emotional learning) já está nas escolas do mundo como qualquer matéria, você precisa entender as emoções para ter sucesso.

O sel é usado nas escolas para combater a violência e a resolução pacífica de conflitos , assim melhorando o desempenho de todos na escola.

Com isso podemos melhorar a auto consciência e a confiança, dando as ferramentas para controlar suas emoções e impulsos perturbadores, sem contar que com isso aumentamos sua empatia com relação as pessoas. E tudo isso com base científica, é um fato.

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Video: As 5 Emoções primordiais, saiba como elas funcionam e aprenda a sentir

Não existem emoções negativas, o  que existe são reações a essa emoções que as transformam em algo negativo.

Nossas emoções são naturais, não controlamos se a sentimos ou não, mas escolhemos o que fazemos com elas.

Elas querem nos dizer algo, mas nossa relação com nossas emoções não são das mais transparentes, pois evitamos umas, condenamos outras, e ainda tem umas que engrandecemos, mas será que isso é certo? Devemos mesmo evitar certas emoções, algo tão natural?

As 5 emoções que sentimos são:

1- Tristeza – Quando reprimida se torna em depressão, você controla a tristeza, mas a depressão controla você

2- Raiva – Quando reprimida se torna Ira, você controla a raiva, mas a Ira controla você

3- Inveja – Quando reprimida se torna Ciúmes, você controla a inveja, mas o ciúme controla você

4- Medo – É fruto da Quinta emoção, o Amor.

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14 Sinais de que você tem Inteligência Emocional

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“A vida corre muito mais suavemente se você tiver boa inteligência emocional”, disse ao Huffington Post o psicólogo Daniel Goleman

Homem pensando: a IE é formada por autoconsciência, autorregulação, motivação, habilidades sociais e empatia

O que torna algumas pessoas mais bem-sucedidas que outras no trabalho e na vida? QI e ética são importantes, mas não são tudo.

Nossa inteligência emocional – o modo como gerenciamos as emoções, tanto as nossas como as dos outros – pode ter um papel crítico para determinar nossa felicidade e nosso sucesso.

Platão disse que todo aprendizado tem uma base emocional, e talvez ele tenha razão.

O modo como interagimos com nossas emoções e as regulamos tem repercussões em quase todos os aspectos de nossa vida.

Para colocar em termos coloquiais, a inteligência emocional (IE) é como a “sabedoria da rua”, em oposição à “sabedoria dos livros”, e é responsável por grande parte da capacidade de uma pessoa de navegar com eficiência pela vida.

“Quem tem inteligência emocional geralmente é confiante, sabe trabalhar na direção de suas metas, é adaptável e flexível. Você se recupera rapidamente do estresse e é resistente”, disse ao Huffington Post o psicólogo Daniel Goleman, autor de “Focus: The Hidden Driver of Excellence” [“Foco: O Motor Oculto da Excelência”].

“A vida corre muito mais suavemente se você tiver boa inteligência emocional.”

Os cinco componentes da IE, como definidos por Goleman, são autoconsciência, autorregulação, motivação, habilidades sociais e empatia.

Podemos ser fortes em algumas dessas áreas e deficitários em outras, mas todos temos o poder de melhorar em qualquer uma delas.

Não tem certeza de qual é seu nível de inteligência emocional? Aqui estão 14 sinais de que você tem uma IE alta.

1. Você sente curiosidade sobre pessoas que não conhece.

executivos conversando

PhotoRack

Você gosta de conhecer novas pessoas e naturalmente tende a fazer muitas perguntas depois de ser apresentado a alguém?

Nesse caso, tem um certo grau de empatia, um dos principais componentes da IE.

Pessoas altamente empáticas – as que estão extremamente sintonizadas com as necessidades e os sentimentos dos outros, e agem de uma maneira sensível a essas necessidades – têm uma coisa importante em comum: são muito curiosas sobre estranhos e se interessam genuinamente em saber mais sobre os outros.

 

Ter curiosidade sobre os outros também é uma maneira de cultivar a empatia.

“A curiosidade expande nossa empatia quando conversamos com pessoas de fora do nosso círculo social habitual, encontrando vidas e visões de mundo muito diferentes das nossas”, escreveu Roman Krznaric, autor do livro “Empathy: A Handbook For Revolution” [“Empatia: Um Manual para a Revolução”], em seu blog Greater Good.

2. Você é um ótimo líder.

homem subindo escada

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Líderes excepcionais costumam ter uma coisa em comum, segundo Goleman.

Além dos tradicionais requisitos para o sucesso – talento, ética profissional e ambição, por exemplo -, eles possuem um alto grau de inteligência emocional.

Em sua pesquisa comparando os que se saíram extremamente bem em papéis de liderança com aqueles que eram simplesmente medianos, ele descobriu que cerca de 90% da diferença em seus perfis se devia à IE, e não à capacidade cognitiva.

“Quanto mais alta a categoria de uma pessoa considerada um ator excelente, mais capacidades de inteligência emocional apareciam como motivo de sua eficácia”, escreveu Goleman na “Harvard Business Review”.

3. Você conhece suas forças e suas fraquezas.

Um grande fator da autoconsciência é ser honesto consigo mesmo sobre quem você é – saber onde você se sai muito bem e onde você tem dificuldade, e aceitar essas coisas.

Uma pessoa emocionalmente inteligente aprende a identificar suas áreas de força e de fraqueza e analisa como pode trabalhar com maior eficácia dentro desse quadro.

Essa consciência gera a autoconfiança, que é um dos principais fatores da IE, segundo Goleman. “Se você sabe em que é realmente eficaz, pode operar a partir dessa confiança”, diz ele.

4. Você sabe prestar atenção.

Sala de aula

Você é distraído por cada tuíte, mensagem e pensamento que passa por sua cabeça?

Nesse caso, isso pode estar impedindo que você funcione em seu mais alto nível de inteligência emocional.

Mas a capacidade de suportar distrações e se concentrar na tarefa a ser feita é um grande segredo da inteligência emocional, diz Goleman.

Sem estar presente consigo mesmo e com os outros, é difícil desenvolver autoconsciência e relacionamentos fortes.

“Sua capacidade de se concentrar no trabalho que está fazendo ou na sua tarefa escolar, e deixar para ler aquela mensagem ou jogar aquele videogame quando terminar – seu nível de eficiência nesse aspecto durante a infância vem a ser um fator de previsão mais forte de seu sucesso financeiro quando adulto do que seu QI ou a riqueza de sua família”, diz Goleman. “E podemos ensinar as crianças a fazer isso.”

5. Quando você está chateado, sabe exatamente por quê.

desmotivação

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Todos nós experimentamos uma série de flutuações emocionais ao longo do dia, e muitas vezes nem sequer compreendemos o que está causando uma onda de raiva ou de tristeza.

Mas um aspecto importante da autoconsciência é a capacidade de reconhecer de onde vêm suas emoções e saber por que você está chateado.

Autoconsciência também se trata de reconhecer as emoções quando elas brotam, em vez de identificá-las mal ou ignorá-las.

Pessoas emocionalmente inteligentes recuam um passo diante das emoções, examinam o que estão sentindo e o efeito dessa emoção sobre elas.

6. Você se dá bem com a maioria das pessoas.

“Ter relacionamentos satisfatórios e eficazes – esse é um sinal [de inteligência emocional]”, diz Goleman.

7. Você se importa profundamente em ser uma pessoa boa e moral.

abraço

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Um aspecto da IE é nossa “identidade moral”, que tem a ver com a extensão em que queremos ver a nós mesmos como pessoas éticas e cuidadosas.

Se você é uma pessoa que se importa em construir esse lado de si mesma (independentemente de como você atuou em situações morais anteriores), pode ter um alto índice de IE.

8. Você se dá um tempo para desacelerar e ajudar os outros.

Se você criar o hábito de desacelerar para prestar atenção nos outros, seja saindo ligeiramente do seu caminho para cumprimentar alguém ou ajudar uma mulher idosa no metrô, você demonstra inteligência emocional.

Muitas pessoas, uma boa parte do tempo, estão completamente concentradas em si mesmas. E com frequência é porque estamos tão ocupados correndo em um estado de estresse, tentando fazer as coisas, que simplesmente não temos tempo para perceber os outros, quanto menos ajudar.

“[Existe um] espectro que vai da total autoabsorção a perceber e a sentir empatia e compaixão”, disse Goleman em uma palestra TED sobre compaixão.

“O simples fato é que se estivermos focados em nós mesmos, se estivermos preocupados – o que muitas vezes estamos durante o dia todo -, realmente não perceberemos totalmente o outro.”

Ser mais atencioso, em contraste com estar absorvido em seu mundinho, planta as sementes da compaixão – um componente crucial da IE.

9. Você é bom em ler as expressões faciais das pessoas.

Homem pensando próximo de outros homens

Getty Images

Ser capaz de sentir como os outros estão se sentindo é uma parte importante de ter uma boa IE.

Faça este teste da Universidade da Califórnia em Berkeley (em inglês) para descobrir sua eficiência em ler as emoções dos outros.

10. Depois de cair você se levanta rapidamente.

Como você lida com os erros e reveses diz muito sobre quem você é. Indivíduos com alta IE sabem que se há uma coisa que todos temos de fazer na vida é seguir em frente.

Quando uma pessoa emocionalmente inteligente sofre um fracasso ou revés, ela é capaz de se recuperar rapidamente.

Isto acontece em parte por causa da capacidade de experimentar com atenção as emoções negativas sem deixar que elas saiam do controle, o que oferece um grau mais alto de resistência.

“A pessoa resistente não fica presa às emoções negativas, mas deixa que elas fiquem lado a lado com outros sentimentos”, disse Barbara Fredrickson, autora de “Positivity” [Positividade], à “Experience Life”.

“Por isso, ao mesmo tempo que elas estão sentindo ‘estou triste por causa disso’, também tendem a pensar ‘mas estou grata por isto’.”

11. Você é um bom juiz de caráter.

Benefícios

Procsilas/Creative Commons

Você sempre consegue ter a sensação de quem uma pessoa é desde o início – e suas intuições raramente se enganam.

12. Você confia em seu instinto.

Uma pessoa com inteligência emocional é alguém que se sente à vontade seguindo sua intuição, diz Goleman.

Se você é capaz de confiar em si mesmo e em suas emoções, não há motivo para não escutar aquela voz interior (ou aquela sensação na barriga) que lhe diz que caminho deve seguir.

13. Você sempre foi automotivado.

Funcionários felizes em uma das salas de escritório da empresa

GettyImages

Você sempre foi ambicioso e trabalhador quando criança, mesmo quando não era recompensado por isso? Se você é uma pessoa atuante e motivada – e consegue focar sua atenção e sua energia para perseguir seus objetivos -, provavelmente tem um alto nível de IE.

14. Você sabe dizer não.

Autorregulação, um dos cinco componentes da inteligência emocional, significa ser capaz de se disciplinar e evitar hábitos insalubres.

As pessoas dotadas de IE geralmente são bem equipadas para tolerar o estresse (um gatilho dos maus hábitos para muitas) e controlar seus impulsos, segundo Goleman.

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Envelhecer, e o Espaço Insuficiente

A memória humana é registrada de várias maneiras, mas todas envolvem os sentidos. Sentimos o cheiro de cachoeira e lembramos aquela em que fomos aos 8 anos com a família em uma cidade já esquecida do interior, um dia sentindo o sol forte do meio dia lembramos dos dias em que jogávamos o dia inteiro sem pensar no amanhã em algum lugar com os amigos.

Eu, por ter um irmão gêmeo, posso ainda acrescentar algo muito palpável a como a memória funciona. Já que a memória funciona através de sentidos e sentimentos, logo as pessoas que tiveram as sensações parecidas ao passar por um mesmo cheiro, ou situação por exemplo, iria lembrar das mesmas coisas se elas tivessem tido a mesma experiência lembrada, como no programa infantil Bananas de Pijama, quando o B1 perguntava para o B2 se ele estava pensando o mesmo que ele. Isso realmente acontece em gêmeos, pois são tantas as memórias que se tem parecidas, por crescereem juntos e acaba que suas lembranças são as mesmas em muitas ocasiões.

Outro fato relevante é ver como esquecemos memórias recém adquiridas de coisas que fazemos todos os dias como por exemplo trancar a porta de casa, fechar o carro, puxar o freio de mão, e por aí vai.

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Emoções – O Gatilho Emocional

Muitas vezes as pessoas reagem de maneiras distintas ao mesmo evento, todavia há gatilhos que geram a mesma reação emocional em todo mundo. Como isto ocorre? Como nós adquirimos nosso conjunto próprio de gatilhos emocionais e ao mesmo tempo reagimos exatamente da mesma maneira que todo mundo quando determinados gatilhos são acionados?

Nós não nos emocionamos sobre todas as coisas e nem o tempo todo. As Emoções vem e vão. Sentimos uma emoção em um momento e podemos não sentir nenhuma emoção em outro. Algumas pessoas são muito mais emocionais que outras, mas mesmo a pessoa mais emocional tem momentos no quais não sente emoção alguma.
Já que cada minuto de nossa vida não é emocional, fica a pergunta: Quando nos emocionamos, qual é a razão? A maneira mais comum pela qual emoções ocorrem é quando sentimos que algo que afeta seriamente nosso bem-estar, pra melhor ou pior, está acontecendo ou prestes a acontecer. Este não é o único motivo, mas é o motivo central de nos emocionarmos. As emoções evoluíram para nos preparar para lidar rapidamente com os eventos mais vitais de nossas vidas.
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