Tag: economia (page 1 of 2)

Qual será a economia em Marte?

Na próxima década já está marcado que iremos para Marte, colonizar o planeta vermelha nomeado com o nome do Deus da Guerra, centenas ou milhares de pessoas irão ter o trabalho árduo de lentamente terraformar o planeta, podendo ficar apenas alguns anos por causa da radiação e gravidade muito menor que a Terra.

E como Philip k. Dick prevê em seus livros, e eu concordo, haverá de alguma maneira contrabando, ou, no melhor dos casos, apenas comércio, mesmo que as pessoas tenham tudo nas mãos, como é na estação internacional, mas com tantas pessoas acredito que haverá desejo por coisas, seja para passar tempo ou para gerar prazer/interesse.

E como precisarão disso num mundo de tédio e atividade repetitivas.

Mas que tipo de economia será implantada mesmo que não oficial?

Será que começará com o escambo e a partir daí surgirá a necessidade de uma moeda marciana?

Talvez.

Ou será que criarão uma moeda desde o início e transportaremos o capitalismo para o lugar mais distante de sua origem?

Imagino que nenhuma dessas opções seja a ideal.

Muitos falam que no planeta Terra o melhor seria começar do Zero, alguns países mostraram que é possível uma grande revolução e ascensão de uma sociedade através de planejamento.

Mas começar do zero dá uma oportunidade jamais vista na humanidade.

Finalmente será possível como sociedade sem dinheiro? Se há um primeiro bom momento para isso será agora em alguns anos.

Mas talvez o investimento de países diferentes na colonização impeça esse sonho.

Afinal de contas, Marte precisará de uma constante e enorme necessidade de suprimentos que serão mandados pelos terráqueos.

Caso realmente aconteça como Marcianos e terráqueos se sentirão com essa grande diferença de estilo de vida?

Talvez um inicie a mudança no outro, estou sendo bem otimista aqui.

Não tem como dar previsões, mas com certeza seria incrível a humanidade dar esse passo nesse momento, não seria?

Comente abaixo o que acha que acontecerá ao colonizarmos Marte.

O futuro sem dinheiro de Star Trek

Alguns anos atrás, Manu Saadia, um fã de longa data de Star Trek, foi à procura de um livro sobre a economia de Star Trek. Quando ele não conseguiu encontrar um, ele decidiu escrever o seu próprio. O resultado, Trekonomics, atraiu elogios de economistas como Brad DeLong e Joshua Gans. Saadia diz que Star Trek é um dos poucos universos de ficção científica que lidam com a ideia de que o dinheiro pode algum dia se tornar obsoleto.

“É claro e enfatizado várias vezes no decorrer do programa que a Federação não tem dinheiro”, diz Saadia no episódio 205 do podcast do Guia do Geek para a Galáxia. “Você tem o capitão Picard dizendo: ‘Nós superamos a fome e a ganância, e não estamos mais interessados ​​no acúmulo de coisas’“.

Saadia é fascinada pela ideia de uma sociedade na qual a riqueza material tornou-se tão abundante que possuí-la não tem mais apelo. Em tal mundo, a única maneira de ganhar status seria cultivando talento e intelecto.

“O que realmente faz sentido no universo de Star Trek e na sociedade Star Trek é competir por reputação”, diz ele. “O que não é abundante no universo de Star Trek é a cadeira do capitão.”

Ele aponta para tecnologias como GPS e internet como modelos de como podemos nos estabelecer no caminho para um futuro de Jornada nas Estrelas.

“Se decidirmos, como sociedade, disponibilizar mais dessas coisas cruciais para todos como bens públicos, provavelmente estaremos indo bem para melhorar as condições de todos na Terra”, diz ele.

Mas ele também adverte que a tecnologia por si só não criará um futuro pós-escassez. Se não tivermos cuidado, poderemos acabar como o ganancioso Ferengi, que cobra dinheiro pelo uso de seus replicadores em vez de disponibilizá-los para todos.

“Isso não é algo que será resolvido por mais aparelhos ou mais iPhones”, diz Saadia. “Isso é algo que tem que ser tratado em um nível político, e nós temos que enfrentar isso.”

Ouça nossa entrevista completa com Manu Saadia no episódio 205 do Geek’s Guide to the Galaxy (acima). E confira alguns destaques da discussão abaixo.

Manu Saadia em Isaac Asimov:

“Em 1941, ele publica sua primeira história sobre robôs e sua grande ideia e insight é que os robôs não serão nossos inimigos ou nossa desgraça como uma sociedade, como os robôs geralmente eram retratados, como Frankensteins. Os robôs nos libertarão, e assim Asimov está tentando descobrir um mundo onde o trabalho humano não seja mais necessário para a sobrevivência. E isso é algo que você vê ao longo de Star Trek, muito mais em The Next Generation do que na série original. Em The Next Generation, você tem essas máquinas incríveis que farão qualquer coisa para você no local e sob demanda – os replicadores – e, de certa forma, o replicador é uma metáfora para a automação universal da maneira descrita nas histórias dos robôs de Asimov. ”

Manu Saadia em personagens de Star Trek:

“Eles são consistentes com as circunstâncias econômicas em que vivem. Imagine-se crescendo em uma sociedade onde nunca há necessidade ou insegurança financeira de qualquer espécie. Você será uma pessoa muito diferente. Você estará absolutamente desinteressado em consumo conspícuo. … Você provavelmente estará interessado em coisas de natureza superior – o cultivo da mente, educação, amor, arte e descoberta. E assim, essas pessoas são muito estóicas nesse sentido, porque não têm interesses mundanos com os quais nos relacionamos hoje. Eu costumo dizer que eles são todos alienígenas, de certa forma. Meu amigo Chris [Black], que escreveu no programa, disse que foi muito difícil para os roteiristas, porque é um drama no ambiente de trabalho, mas não há drama. ”

Manu Saadia no Ferengi:

“Eu amo os Ferengi porque eles são uma espécie de paródia dos anos 90 ou dos anos 2000 do empresário aquisitivo americano. … Os Ferengi são realmente ignóbeis, pessoas realmente terríveis, e eles são muito engraçados como resultado. Mas eles mudam com o tempo. Quando você assiste a todo o arco dos Ferengi em Deep Space Nine, os Ferengi, apenas por contato com a Federação, se tornam mais parecidos com a Federação, eles se tornam social-democratas Keynesianos, no final. De repente você tem o direito de ter sindicatos e greves, e há cuidados de saúde para todos. … Eu sempre achei que essa história do Ferengi se tornando mais humanitária apenas pelo contato com a Federação era uma metáfora para todos nós nos tornarmos melhores assistindo Star Trek. ”

Manu Saadia no Borg:

“Os borgs são ótimos vilões porque são muito parecidos com a federação, quando você pensa sobre isso. Os borgs têm perfeita alocação de bens, e oferta e demanda, e todos estão conectados a todos na colmeia, e eles parecem ser extremamente eficientes. Eles também são a outra sociedade em Star Trek que poderia ser caracterizada como “pós-escassez”. Qualquer drone Borg nunca quer ou precisa de nada, é sempre fornecido pelo Coletivo. Assim, é a imagem espelhada – e quase a imagem perigosa – de como uma sociedade redistributiva e saciada poderia parecer. É quase como se os escritores tentassem incorporar as críticas à sociedade que propuseram. ”

Fonte: www.wired.com

 

Como os índios tupinambas entendiam o mundo e sua economia

RESUMO A partir de relato do século 16 sobre a visão econômica de um velho tupinambá, o ensaísta expõe como as teorias do valor dominantes no Ocidente conceberam o papel da natureza. De Aristóteles a Marx, as concepções se modificaram até que, nas últimas décadas, parecem ter reencontrado a ideia central do indígena.

*

O francês Jean de Léry passou um bom tempo na baía de Guanabara na década de 1560. Descreveu assim a principal atividade econômica local:

“Quanto ao pau-brasil, direi que tem folhas semelhantes às do buxo, embora de um verde mais claro, e não dá frutos. Quanto ao modo de carregar os navios com essa mercadoria, direi que tanto por causa da dureza, e consequente dificuldade em derrubá-la, como por não existirem cavalos, asnos ou outros animais de carga para transportá-la, é ela arrastada por muitos homens. Se os estrangeiros que por aí viajam não fossem ajudados pelos selvagens não poderiam, nem sequer em um ano, carregar um navio de tamanho médio”.

O termo “ajudados” é bondoso em relação a seus compatriotas. O processo de trabalho quase não tinha participação francesa:

“Os selvagens, em troca de algumas roupas, camisas de linho, chapéus, facas, machados, cunhas de ferro e demais ferramentas trazidas por franceses e outros europeus, cortam, serram, racham, atoram e desbastam o pau-brasil, transportando-os nos ombros nus às vezes por duas ou três léguas de distância, através de montes e sítios escabrosos até chegarem à costa, junto aos navios ancorados, onde os marinheiros o recebem”.

Continue reading

Documentário: Belo Monte, Anúncio de uma Guerra

Sinopse:
Documentário sobre a maior obra de engenharia do país da atualidade, na qual depoimentos a favor e contra Belo Monte apontam para um desastre do ponto de vista ambiental, econômico e social.
Belo Monte é uma usina hidrelétrica que o governo pretende instalar no coração da Amazônia, na Volta Grande do rio Xingu na cidade de Altamira, Pará. O documentário “Belo Monte, Anúncio De Uma Guerra” é um projeto independente e coletivo a respeito desta obra, que foi filmado durante 3 expedições à região do rio Xingu. Trata-se de material riquíssimo sobre os bastidores da mais polêmica obra planejada no Brasil, com imagens de alto impacto e entrevistas com os principais envolvidos na obra, incluindo lideranças indígenas (como o Cacique Raoni e Megaron), o Procurador da República (Dr. Felício Pontes), o Presidente da FUNAI (Márcio Meira) e políticos locais a favor da construção da Usina.
Dados do Video:
Direção: André D’Elia
Áudio: Português
Legenda: Português
Duração: 01:44:01

Teleologia e Sociedade

Como Atlas, todos temos seguramos o planeta. O que faremos com ele?

Olá pessoal, hoje estou postando algo que é de um grande colaborador nosso, o Eduardo Cruz, que vai contribuir muito com nosso site. Esse texto ele fez como resposta e complemento a um de meus posts, aquele sobre teleologia (para ler, clique aqui). Vou deixar a resposta dele, que nos chegou por e-mail, na íntegra, somente ajustando algumas coisas para tornar mais fácil a leitura.

Agradeço Mako e Hugo, por esse post. Com humildade afirmo que não conhecia o termo Teleologia. E após ler e refletir sobre as questões propostas em seu post, eu concordo com você. Nos falta teleologia…! Isso de certa forma justifica a obsolência dos nossos atuais valores morais, da nossa ética. Digo isso pois me parece evidente a existência de um processo de evolução. É evidente que a natureza evolui, de um estado para o outro, agrega, acumula experiências, interage com/nos os diversos níveis de ambiente.

 Eu não sinto as “coisas” com propriedade. Não há evidências para mim de que exista “ideias próprias”, em indivíduos distintos. O que há é a possibilidade de alguns indivíduos, se conectarem, “sintonizarem” com essa busca (das finalidades, por exemplo). A capacidade existe em cada ser humano! Como um músico disse uma vez, que não tinha “criado aquela” melodia, apenas captado, esbarrado, se sintonizado na frequência daquela possibilidade…

Continue reading

O Brasil na Visão dos Americanos

Reportagem da TV americana mostrando o potencial do Brasil.

Muito interessante.

O programa que fez esta reportagem chama – se 60 minutes da tv CBS. Não quer dizer que a reportagem sobre o brasil tenha 60 minutos, a reportagem está completa e dura 13 minutos.

Reparem quando o reporter compara Brasília a cidade dos Jetsons(desenho animado futurista dos anos 60), fala da alta tolerância dos brasileiros a corrupção, a falta de ambição e o famoso jeitinho brasileiro.

Na minha opinião faltou falar é claro, do maior responsável do bom momento que o Brasil atravessa = O PLANO REAL

The American Dream – O Sonho Americano (2011)

(EUA, 2011, 30 min. – Direção:Tad Lumpkin e Harold Uhl)

Uma animação bem humorada desse assunto tão abordado hoje que é a Economia Global, e quem são os donos dos bancos e empresas famosas do mundo, como os Rockfeller, Rothchilds e outros. Muitas coisas que eles fizeram foram escondidas da população mundial, e hoje em dia começa a ser revelada com a ajuda de muitas pessoas que já foram envolvidas ou que simplesmente estão levantando seus punhos contra esse sistema.

Esse sistema monetário irá cair logo, pois sua base é a dívida, e o FED (semelhante a Casa da Moeda) não é uma instituição público, e sim privada, ou seja, visará o lucro em cima dos trabalhadores americanos.

Para saber mais sobre isso indico ler esse texto que explica detalhadamente, de forma leve e fluida, o como tudo isso começou, é muito bom, o texto chama A Criatura da Ilha Jekyll – O Sistema da Reserva Federal, indicação do leitor Hiroshi John.

Site Oficial

Video: Permissão para um Mundo Livre

1- A maior preocupação da humanidade é o Combinado o bem comum da comunidade humana, a biosfera e sua biodiversidade.
2- A vida, em todas as suas formas, é rara, preciosa e livre para florescer dentro do comum e uma boa.
3- Cada pessoa é um cidadão igual da comunidade humana, sem o estigma, o rótulo ou privilégio.
4- Cada pessoa tem acesso a todas as exigências de uma vida saudável, sustentável e cumprindo, livremente e sem subordinação a dívida ou obrigação.
5- Toda a energia e os recursos de que dispomos são a propriedade comum de todas as pessoas, e são alocados de acordo com as necessidades do comum e uma boa.
6- Cada pessoa aceita que os recursos mundiais são limitados, ea necessidade de consumo mínimo e dos resíduos.
7- Cada pessoa reconhece que se trata de uma única peça de uma única comunidade, que conta com todos os seus membros de forma igual para a sobrevivência e progresso.
8- Nós reconhecemos a eficácia ea imparcialidade do método científico e sua aplicação como nosso principal meio de resolução de problemas.
9- Reconhecemos a necessidade de uma educação relevante para os nossos filhos e nosso dever de cuidar de membros da comunidade são incapazes de contribuir ou manter-se.
10- Cada pessoa aceita a nossa responsabilidade colectiva de pessoas ainda não nascidas, e manter uma biosfera diversificada e sustentável para as gerações futuras possam desfrutar.

 

Acho que a maioria das pessoas se perguntam como uma sociedade pode ter essa mudança de paradigma sem acabar com os recursos naturais, pois temos muitas pessoas no mundo, e se tudo for de graça todos quereremos tudo. O que é uma idéia completamente errada, pois nossa mente ocidental pode imaginar essa impossibilidade, mas quando se vê pelo mundo o que acontece quando temos pessoas mais educadas (escolas e faculdades), vê-se que as pessoas tem consciência que ter muitos filhos é desnecessário e prejudicial para o ambiente, como podemos ver no ótimo documentário da BBC, “Quantas Pessoas Podem Viver no Planeta Terra?”.

 

Hearst Tower: O Primeiro Arranha-Céu Verde de Nova York

hearst tower arquitetura sustentavel green building new york

O nome desta torre vem do magnata da imprensa William R. Hearst, fundador da Hearst Corporation. A antiga sede de sua empresa era um edifício Art Deco de 1928, projetado pelo arquiteto Joseph Urban, situado próximo ao Columbus Circle. Hearst já visualizava o edifício Art Deco como pedestal de outro ainda maior, que no entanto não chegou a ser construído durante a sua vida.

Quase 80 anos depois, o novo edifício surgiu. O projeto do arranha-céus deveria estabelecer um diálogo perfeito entre o novo e o velho, como no British Museum, em Londres, e no Reichstag, em Berlim, ambos do arquiteto britânico Norman Foster. E foi ele, juntamente com Adamson Associates, quem assinou a Hearst Tower.

Todo o miolo do edifício Art Deco foi demolido, restando apenas as paredes das fachadas externas, que passaram a servir de vedação para o grande lobby do novo prédio. O edifício antigo foi ligado ao novo por painéis de vidro que inundam de luz natural os espaços internos, gerando uma leveza visual e a impressão de que o arranha-céus flutua.

A Hearst Tower definitivamente não é um arranha-céus convencional. Sua estrutura é composta por um sistema denominado diagrid, palavra da língua inglesa composta pela junção de duas outras: grade e diagonal. Esse sistema estrutural é uma malha diagonal de alta eficiência em termos de peso, pois necessita de aproximadamente 20% menos de aço do que uma armação estrutural convencional. Tal permitiu uma economia de aproximadamente 2000 toneladas do material.

Continue reading

Documentário: Inside Job, A Verdade sobre a Crise Mundial

“Inside Job, Documentario sobre a crise de 2008.”

SINOPSE: “Através de uma pesquisa extensiva e entrevistas com economistas, políticos e jornalistas, “Inside Job – A Verdade da Crise”, mostra-nos as relações corruptas existentes entre as várias partes da sociedade. Narrado pelo actor Matt Damon e realizado por Charles Fergunson, este é o primeiro filme que expõe a verdade acerca da crise económica de 2008. A catástrofe, que custou mais de $20 triliões, fez com que milhões de pessoas tenham perdido as suas casas e empregos.”

Obs: Achei o filme muito bom, apesar de tentar ser didático o documentário se mostra bem confuso para a mente menos atenta, mas é possível com facilidade entender como funciona a mecânica principal das multiplas falências apesar das várias palavras e termos desconhecidos para a grande maioria leiga do que chamam de “economia”.

Download do Filme e Legenda

Trailer do Filme

Older posts
Facebook