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Documentário: Potes, Panelas e Outras Soluções / Pots, Pans and Other Solutions (2012)

Soluções para um país a sair da crise financeira.
A Islândia é um dos países periféricos da Europa Ocidental mais duramente atingidos pela crise financeira (entenda por que no documentário Inside Job), assim como a Grécia, a Espanha e Portugal. Mas com uma grande diferença: em vez de ajudar os banqueiros que faliram o país, decidiram prendê-los, para isso o povo se uniu, criou o chamado Movimento Cívico, tirou os políticos do poder, realizou uma constituinte popular, questionou o modelo representativo viciado, as medidas de ajustes fiscais impostas pelo FMI e Banco Mundial e a corrupção que dominava o país a favor dos bancos.
Iniciou dessa maneira o que mais a mídia oligopolista teme: a Democracia Direta.
Por essas razões, a Islândia provavelmente será o primeiro país a sair da crise. E por estas mesmas razões, todas essas intensas movimentações e manifestações sociais que aconteceram no país não foram divulgadas na imprensa tradicional.

Dinheiro Compra Felicidade Sim, e outras coisas.

É o paradigma social hoje em dia, aliás já faz algum tempo. Mas por que chegamos nisso? O dinheiro se transformou em motivo de tantas ações ruins, mas será ele apenas o culpado?

Cultuamos o Deus do dinheiro, e quando sentimos ele em nossas vidas, alcançamos uma espécie de realização divina. Completamos a missão, achamos e cumprimos o nosso intuito vital!

Nascemos já com o objetivo de termos dinheiro, o que mais? Temos que ter uma casa (se possível mais), ter um emprego de sucesso, uma família e um carro… Certo, tudo isso já sabemos, pois nascemos com essas missões, mas como lidamos com tudo isso?

Com certeza nada bem, algumas pessoas nem se questionam sobre a verdade dessas tarefas vitais.

Mas saiba que dá sim pra viver feliz por causa do dinheiro! Continue reading

O Materialismo está Morto.

 

(C) Paulo Ferreira, 2012. Todos os direitos reservados.
(Autorizada a publicação, desde que citada a fonte.)

 

Foi Nietzsche, em A Gaia Ciência e depois em seu Assim Falou Zaratustra, de 1883, que cunhou a famosa frase “deus está morto”. Foi mal compreendido, como é tão comum a todos que trazem idéias novas ou as registram em frases emblemáticas como ele fez. Para qualquer um que entenda minimamente o pensamento de Nietzsche, claro está que ele se referia ao deus “pequeno, vingativo e excessivamente humano” ou seja, aquele deus criado pelos homens à imagem e semelhança do homem. Um arquétipo de deus medieval, declarado morto desde o século dezenove – morto para o pensamento, para a relevância, morto para o mundo pensante.

Bem sabemos que mesmo este arquétipo vencido continua ocupando espaço em muitas cabeças mundo afora, mais de um século depois disso tudo. Porque este mundo é muitos mundos, porque a fome de pão e a fome de conhecimento foi sempre o estado no qual se preferiu manter grande parte do povo em nas eras governadas por poucos, aqueles que se aproveitam da fome e da ignorância para manter cativos os homens.

Mas vemos que hoje, no século XXI, este arquétipo morto não fala mais às novas gerações. Estas não se identificam com ele minimamente, não concebem em que cela escura da alma alguém poderia acreditar em tal deus humano e falido. E isso é por demais evidente para merecer muita discussão a respeito – mesmo considerando que há ainda hoje filhos famintos de pão e de luz, vivendo na ignorância professada por seus ancestrais.

Mas há hoje uma nova morte sendo anunciada, insistentemente, ainda parcialmente (e muito intencionalmente) ao largo da devida atenção da grande mídia comercial: A morte do materialismo.

Esta crença na matéria como única realidade; talvez a mais estranha dentre tantas crenças bizarras as quais o homem foi sempre tão pródigo em produzir; ganhou um impulso imenso com a desesperança criada no século marcado por duas guerras mundiais.

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Transcendências

 

No inicio, o homem criou o computador à sua imagem e semelhança.

Todo o processo partindo de um mesmo princípio:

Impulso elétrico = 1

Sem impulso elétrico = 0

Impulso elétrico computacional = sinapse mental

Com esta simples afirmação, estão abertas as portas para uma nova percepção.

Por meio da nossa criatura, o computador, podemos começar a entender  nossa origem e nossa criação.

 

 

Introdução

Meu objetivo não é discutir em profundidade as crenças das pessoas. Nenhuma delas em especial, nem todas elas em geral.

Meu objetivo é propor algo diferente. É construir uma ponte de entendimento para as pessoas de diversas crenças, inclusive aquelas com nenhuma crença.

Uma ponte que cria aceitação, entendimento e que abre possibilidades.

Uma ponte feita de ISTO E AQUILO, para que passemos acima e além dos muros feitos de ISTO OU AQUILO.

 

Onde não há matéria, não precisa haver escolha.

 

Onde não há matéria, não existem as limitações das leis da física.

Não há a limitação nem necessidade da escolha. Não existe OU. Tudo é, ou pode ser, ao mesmo tempo, no mesmo espaço.

Mas vamos tratar isso de modo bem simples e objetivo:

Onde há matéria física, a escolha é indispensável: você está numa sala escura, com a luz apagada, por exemplo. Pode acender a luz, e a sala ficará clara. Imediatamente, todos na mesma sala, anteriormente escura, passarão a estar numa sala clara. A sala está clara ou escura, para todos ao mesmo tempo, no mundo físico.

Num mundo não-físico, não há necessidade de escolher: numa sala de bate papo virtual, por exemplo, qual é a realidade objetiva? Que aspecto tem a sala? A luz está acesa?

Isso depende apenas da sua vontade e da sua interpretação. Numa mesma sala virtual, dez pessoas podem conceber dez versões diferentes da mesma sala. Podem representar essa visão em suas telas. Todas essas visões do mesmo espaço são individualmente válidas e verdadeiras ao mesmo tempo. Ainda assim, todas as dez pessoas estão na mesma sala, trocando idéias ao mesmo tempo. Qual é a sala real? A sala real é composta apenas de energia elétrica mantendo impulsos digitais. A sala real é apenas um constructo digital. Mas ela não é menos real por ser virtual. As pessoas naquela sala podem fechar negócios. Podem propor casamento. Podem trocar de emprego. Podem mudar suas vidas.

O que elas fazem e vivem ali é absolutamente real, embora estejam dentro de um ambiente diferente do mundo físico material.

Agora imagine que duas daquelas dez pessoas na sala querem se conectar de modo diferente. Querem compartilhar algo apenas entre elas. Então elas escolhem ver a sala do mesmo modo. Com a mesma luz. Escolhem falar, ao invés de teclar. E elas podem permanecer na mesma sala – mas estarão invisíveis aos demais oito ocupantes da sala – apenas porque escolheram isso.

Isso significa o fim do OU. Isso é o início do E.

Isto E aquilo. Claro E escuro. Cheio E vazio.

Isso é uma realidade que nós construímos. Nós, os seres que segundo nossas próprias estimativas, usamos de dez a vinte por cento de nossa capacidade mental, no máximo.

Agora permita-me passar do virtual ao transcendente:

Porque a vida transcendente, aquela que acontece fora da matéria física, deveria ser de um modo OU de outro?

Sim: este é o ponto. Não precisa, e não é.

A vida fora da matéria É de muitos modos, ao mesmo tempo. Todos verdadeiros e válidos.

E qual é a vida fora da matéria que é REAL? Assim como a sala virtual REAL é apenas energia elétrica mantendo impulsos digitais; a vida fora da matéria é feita apenas de energia mantendo processos.

A nossa sala, no alem – tem exatamente as mesmas características que usei para descrever a nossa sala virtual. Ela é, ao mesmo tempo, clara E escura. Tem inúmeros ocupantes, mas nem todos se vem. E nem por isso é menos real.

Ela é, isto sim, imaterial, não-física. E por isso está alem do OU, alem da escolha e dos limites. Mas é absolutamente real, tanto quanto nossa sala virtual.

Agora, vamos nos provocar mais um pouco: algumas pessoas nunca estiveram numa sala virtual. Não sabem o que é. Não conseguem imaginá-la. Não podem conceber um lugar ao mesmo tempo claro para uns e escuro para outros.

Em suma, elas não acreditam na existência da sala virtual.

E agora? Você já esteve numa sala virtual. Você sabe que ela existe. Você inclusive fechou um trabalho ali, pelo qual foi pago. Mas de nada adianta apresentar o recibo do trabalho. Ele não prova a existência da sala virtual. Aliás, se amanhã o provedor mudar ou fechar aquela sala, como você provaria que esteve na sala que você descreveu?

Outras pessoas estiveram lá. Mas para elas, a sala era outra, diferente. E de fato, isso é verdade.

Bem, você pode falar com a pessoa que contratou seu serviço, e ela testemunharia que vocês estiveram na sala virtual. Mas qualquer um poderia continuar não acreditando. Pensando que você e seu parceiro se falaram, na verdade, por telefone ou fax. Por fim, por que você se ocuparia com isso? Você sabe que a sala existe. Você esteve lá. Mas não existe uma prova material incontestável disso. Esse jogo poderia continuar pela eternidade, mas você não se interessaria por ele.

Porque, acima de qualquer discussão, você ESTEVE lá.

 

Esferas e freqüências

Há muito tempo  sabemos que na verdade não existe apenas um mundo. Há muitos mundos no nosso mundo, mesmo no material. O mundo de alguém de alto poder aquisitivo que vive em Manhattan não tem a menor semelhança com o mundo habitado por um índio isolado na Amazônia. Parecem dois planetas distintos. Mas são ambos reais, partes do mesmo mundo material.

Você sabe, eu escrevi este texto em São Paulo, num computador criado na Califórnia e construído com peças vindas do oriente. E você talvez o esteja lendo em outro lugar muito distante. E pode ter pago por ele com seu cartão de crédito, através de um site de compras na internet. O dinheiro eventualmente foi transferido para a minha editora, que depositou uma parte na minha conta. Talvez a sua copia seja digital, jamais torne-se papel. E eu usei o dinheiro que recebi pela sua compra do meu livro para adquirir um casaco, que comprei com o meu cartão.

Tudo muito corriqueiro, hoje em dia. Mas completamente imaterial. Todas as transação aconteceram, no caso do livro digital, sem que houvesse um único produto material a ser vendido ou comprado. E no caso dos pagamentos com cartões e transferências, nenhum dinheiro material. Apenas Dígitos sendo transferidos de um lado para outro, até que finalmente eles se materializaram no meu casaco.

Agora me diga: como é que eu explico isso para um índio isolado da Amazônia? Ele sequer sabe muito bem porque nós consideramos que algumas Cédulas de papel pintado podem valer mais que um peixe de verdade que pode virar comida em sua panela.

Este é um exemplo das muitas esferas que existem no nosso mundo material. Para o índio, tudo que eu e você fizemos nessa transação não tem o menor sentido, ele não pode entender. Está alem daquilo que ele pode considerar verdade. Por isso, ele não acredita.

Esse jogo, também, poderia continuar pela eternidade, mas não temos interesse por ele. Porque, acima de qualquer discussão, nós sabemos o que fizemos, pelo que, e como pagamos.

 

Negação

Enfim, para terminar:

Nós criamos este mundo virtual composto de fios, cabos, impulsos elétricos e endereços de internet.

Nós criamos um mundo real e verdadeiro que não existe de fato na matéria.

Nós criamos uma realidade imaterial, na qual muitas vezes não precisamos optar entre uma coisa OU outra. No qual é Possível que uma sala seja CLARA E Escura, ao mesmo tempo.

Nós fomos capazes de fazer isso.

Negar a possibilidade de um mundo real, porém imaterial, no qual as coisas podem ser ISTO E AQUILO ao mesmo tempo, é negar aquilo que nós mesmos criamos, e sabemos que pode ser feito.

Já não podemos negar essa possibilidade, se quisermos ter um mínimo de coerência e de pensamento inteligente.

Muita gente pode continuar não acreditando na existência e negando a possibilidade.

Esse é um jogo que também pode continuar para sempre. Mas porque teríamos interesse nele?

Acima de qualquer discussão, nós sabemos, não somente, que é possível.

Nós sabemos que é real. Nós fizemos.

Paulo Ferreira, 2012. (autorizada a reprodução total ou parcial, desde que citada a fonte)

Documentário: Devidocracia/Debtocracy 2011 Legendado

(Grécia, 2011, 74 min. -Direção: Katerina Kitidi e Aris Hatzistefanou)

Comentários de Jair de Souza: “Documentário que revela a crise econômico-social pela qual passam os países periféricos da União Europeia, em especial a Grécia. Vemos como as políticas econômicas neoliberais impostas pelos agentes financeiros da UE levam à bancarrota os países de sua periferia e os deixam maniatados às decisões das grandes corporações financeiras extranacionais. O interesse primordial é sempre a defesa dos ganhos dos grandes grupos financeiros dos países mais fortes, principalmente da Alemanha, em detrimento das maiorias populares dos países de segunda linha, como Grécia e Irlanda.

O filme também nos mostra que é possível enfrentar com êxito às pressões dos aparelhos a serviço do capital financeiro mundial (FMI, Banco Mundial, etc.) quando os governantes do país ameaçado têm suficiente dignidade para colocar em primeiro lugar a satisfação das necessidades de seu povo, e não a obsessão por lucros dos magnatas financeiros. É o caso do Equador dirigido por Rafael Correa.

Este documentário expõe a crueldade que move o neoliberalismo em seu afã por ganhar cada vez mais às custas do sacrifício de todos os demais setores da população. Ele também deixa claro que, com a decidida mobilização das maiorias populares, o monstruoso aparato financeiro pode ser derrotado.”

Site Oficial: http://www.debtocracy.gr/
Download:
Torrent
Legendas pt-br 

Ou assista diretamente em parte única aqui

Agradecimentos à Juliana Mendes Svete, João Costa, Celestino Cele, Cristiane Adiala e Jair de Souza pela sugestão e links.

Fonte: blog docverdade

A Visão Distanciada da Sociedade


Pedro Cardoso – Cotas


Curta – Nada a Declarar

Esses dois videos conseguem costurar um discurso que está presentíssimo na sociedade, e não é de agora, o falar sobre algo que você não tem a mínimo noção do que seja, como tudo desse pra aprender através de livros, internet e a observação apenas, é preciso experienciar.

Hoje é normal escrever num site sobre situação adversas, ou comportamentos, mesmo que você não esteja lá para ver, as pessoas querem dar o seu parecer, como se fosse necessário as pessoas ouvirem, tomando pressupostos que aquilo que ele pensa é importante, muitas vezes não o é, esse texto mesmo não tem o intuito de mudar tudo, mas sim parar e refletir. Por mais que intelectuais possam fazer textos bonitos eles não tem a menor idéia do que é ser pobre, negro, ou mesmo gay, há sim uma visão implantada pra não dizer em todas as pessoas, na maioria das pessoas sobre esse tipo de pessoa, que aliás, é ridículo se referir alguém por esses fatores, mas infelizmente acontece, nos distraímos pelas coisas que menos querem dizer sobre alguém.

Tomamos pressupostos que negros ouvem pagode e samba e são pobres, pessoas brancas bonitas são burguesas, realmente o dia-a-dia as vezes nos diz isso, mas devemos nos educar nessa parte. Podemos citar paralelamente as faculdades de São Paulo com símbolo máximo do como a sociedade nos mostra o lugar de cada um na sociedade, comecemos pelas faculdades mais burguesas, FAAP, ESPM e Mackenzie, as pessoas que estudam lá se vestem de um jeito específico na sua maioria, homens de camiseta pólo e mulheres com roupas pra sair praticamente, todos seguem um padrão de beleza europeu, e sim a taxa de pessoas “bonitas” é alta lá, praticamente todas tem muito dinheiro, pois a própria faculdade é uma fortuna (o curso de cinema na FAAP é 2800 reais), agora se você for em faculdades mais humildes como Uninove e Unip a quantidade de negros, mulatos, pardos aumenta colossalmente e o tipo de música que as pessoas ouvem é diferente, já na USP muitas das pessoas que lá entram são pessoas de interior que tem uma educação diferente e disciplina diferente, mas deixaram de ter uma vida social muito ativa para chegar lá, ou simplesmente são imaturos mas tem uma vida social irresponsável e exagerada, não ligam para roupas, e acham que porque lá é um campus gigante e são os “Top’s” do Brasil podem estar acima da lei ou que sua voz é mais importante que a dos outros, claro, esse é o esteriótipo de cada uma, não quer dizer que são a maioria, mas são os tipos de grupo mais expressivos de cada uma.

Eu mesmo já ouvi falar que em muitas faculdades a cota não ajuda nenhum negro a mais a entrar, acabam entrando as pessoas que entrariam desde o princípio (mas não me recordo aonde), e devo dizer que com relação a elas se alguém me perguntasse se eu concordo devo dizer um sim, mas com um gigante “MAS”, pois é claro que é bom pras pessoas negras e pardas estudarem em faculdades melhores, como disse o Pedro Cardoso, a Sociedade tem uma visão da raça negra pelo contexto histórico cultural, não há como tirar isso, mas há como superar, e não digo que a cota é a melhor solução, longe disso, ela é o bandaid de uma gigantesca ferida, o melhor obviamente seria investir numa educação nova, não digo investir apenas com dinheiro, mas num novo tipo de forma de educar, como as Escolas da Suécia fazem, escolas sem paredes, sem salas de aula, dando responsabilidade pros alunos, ensinando trabalho em equipe e em algumas utilizando até video-games para ensinar, o que buscam e devem fazer é criar um ambiente não de formatação, mas de expansão do criativo humano, o mundo de ensino também deve ser visto como uma aventura, e aventuras envolvem todo tipo de coisas.

Por que aprender tem que ser chato? Fica aí a pergunta que responderei em outro post.

Documentário: Patente para o Porco: O Grande Negócio da Genética / Patent For a Pig: The Big Business Of Genetics (2007)

 

Sinopse:
O documentário exibido pelo canal Management TV debate a partir de opiniões da comunidade científica e de ativistas na defesa dos consumidores a tentativa da multinacional Monsanto em patentear genes do porco, alguns deles encontrados naturalmente em animais não submetidos à modificação genética.
Especialistas, e até um ex-funcionário, demonstram como funciona o poderoso lobby realizado pela empresa junto ao governo e a agência regulamentadora do setor nos EUA, o FDA, para estabelecer, com base no discurso assistencialista, o domínio da multinacional sobre a produção de alimentos em todo o mundo. Também mostra sua atuação predatória para com os produtores de grãos norte-americanos, e as consequências nas taxas de fertilidade de bovinos e suínos alimentados exclusivamente a partir de rações de soja e milho geneticamente modificados.
Dados do Arquivo:
Direção: Christian Jentzsch
Qualidade: TVRip
Áudio: Inglês (Dublado)
Legenda: Português (embutida)
Tamanho: 376 MB
Duração: 00:43:00
Formato: AVI
Servidor: Peeje
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Por que as Igrejas recebem Dinheiro?

Uma pergunta com muitas respostas, qual será a mais profunda?

Por que dar dinheiro para a Igreja?

Caso não saibam eu tive uma família muito ligada a religião (não digo que era religiosa, pois eles não praticavam) e pude presenciar que ela e muitas outras pessoas de várias igrejas me contarem seus casos e o porquê delas estarem ali, o que elas desejavam em suas vidas e entender o porquê delas irem lá buscar como última forma desesperada de salvação.

Não preciso, para os leitores do DDD, nem explicar o quão absurdo é você participar das milhares de campanhas que as igrejas mercenárias de hoje em dia exigem e fazem parecer, para o povo ignorante e desesperado, que sua necessidade é elemental para o sucesso da sua vida, desconsiderando todo fator pessoal de mudança, todo o potêncial humano, para eles somos apenas zumbis andando a esmo. Post Sobre a Igreja Universal. E também nem preciso citar todo o histórico da igreja com relação ao dinheiro, que a igreja católica fazia lavagem cerebral em seu povo e ele, inocentemente, acreditava nesse sentimento de culpa que a igreja vendia, pois caso peque, pague algo para se redimir, e o pagamento é equivalente a sua redenção, e também, como é sub entendido ao seu lugar no céu, até hoje esse pensamento se perpetua nas mente do povo.

Mas acho que devemos começar pela superfície, a igreja utiliza do sofrimento do povo médio e das necessidades fúteis implantadas pela mídia para suprir de forma infantil os desejos do povo. Não há necesidade de dizer que dar dinheiro para uma casa/instituição ou pessoa e esperar receber algo isso de forma aleatória, ou divina é algo absurdo, como se as regras do universo se contorcessem quando você utiliza o dinheiro na igreja, essa foi a jogada que os produtores do documentário/livro The Secret tiveram. Utilizar dessa nova onda Quântica para explicar de forma “científica” a fé (ou pensamento positivo, mentalização) é algo exagerado, mas a necessidade é tão grande pelo povo que ela consegue vendar qualquer olhar sóbrio. É engraçado que antigamente se pagava para não ir pro inferno, e hoje se paga para conseguir coisas, evitar o sofrimento que nós mesmos criamos, a igreja vende a idéia do caminho mais curto, a fé na recompensa material.

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Feriado Bandeiras Brancas

Muito bonito o video, e com intenções muito boas, mas denovo batemos com um tópico recorrente aqui no site, há apenas o foco no sintoma.

As pessoas não fazem guerras porque gostam, elas não roubam porque gostam (talvez exista alguns casos que sim), isso é consequência de um governo, de um ambiente hostil, onde nos coloca a todo instante ao stress, e nos encurrala a cada segunda, pois temos que lutar pelas coisas que nos falam ser essenciais para a vida, mas muitas das pessoas batalham em vão por isso, e o sentimento de sobrevivência e/ou o de ter essa vida “digna” que nos vendem é que faz ter essa violência.

Nosso ambiente é tão hostil as vezes que se fôssemos animais seria algo comparado a ter um bando pequeno de bizões sendo cercado por muitos leões, é não conseguir durmir, se preocupar com o mais próximos, com a sua vida, e mesmo assim perder um pedaço de si a cada dia, estar no estado mental de defesa durante muito tempo faz muito mal para o corpo e para a mente, aposto até que já ouviram aquela frase de alguém “estou cansado, mas mentalmente cansado”.

Antigamente só se causava problemas vendendo como soluções, agora estamos imaginando soluções que não buscam ações apenas simbolos, e sou todo a favor a usar esse tipo de atitude, mas nesse caso não é efetivo. A equipe do DDD está pensando nesse assunto.

Vou citar o Batman para finalizar esse post, não adianta ele ser o melhor detetive do mundo e ser o maior bilionário da cidade ao mesmo tempo, ou arrancamos a raiz ou poda-se a árvore.

Vamos Festejar? Brasil, País de “Ricos”

Reuni alguns dados de jornais, revistas e sites oficiais para ver como nós, brasileiros, temos motivo pra festejar o ano todo.
abaixo apresento algumas informações recolhidas:

Segundo o matemático gaúcho Gilberto Flach, em matéria publicada no Jornal Meia Hora, a grande diferença entre Brasil e China é de apenas uma ponte.

Explico:
Em junho de 2011 o governo da China inaugurou a ponte da baía de Jiaodhou, que liga o porto de Qingdao à ilha de Huangdao. Mais ou menos no mesmo tempo o DNIT (Departamento Nacional de Infra-instrutora de Transportes) escolheu o projeto da nova ponte do Guaíba, em Ponte Alegre.
Temos aqui um comparativo bem interessante:
A ponte chinesa tem 42km de extensão, custou R$ 2,4 bilhões para os chineses e ficou pronta em 4 anos.
Nossa ponte também ficará pronta em 4 anos e custará “apenas” R$ 1,16 Bi, porém tem apenas 2,9Km.

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