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Gigantes, nossos irmãos mais velhos e mestres.

Há milhares de anos, e em milhares de lugares se contam a história de que gigantes um dia viveram entre nós e nos ensinaram muitas coisas, astronomia, matemática, arquitetura, ética… Nos civilizaram.

Essa ao que tudo indica não é uma história fictícia extraída do imaginário humano, pois ela está em todo lugar mesmo. E assim como em uma investigação se observamos a mesma história sendo contada diversas vezes é porque algo de verdade tem.

A maioria, se não todas as construções megalíticas do mundo parecidas com Tiahuanaco, Sascsayhuacan, ilha de páscoa, muro das lamentações e por aí vai, são datas de outra era, mais de 10 mil anos atrás. As civilizações que lá moravam que conhecemos geralmente acharam esse lugares já construídos!

Representação da partida de Aztlan no códice Boturini.

Representação da partida de Aztlan no códice Boturini.

Wikipedia:
“A terra prometida por profecias foi encontrada através de um sinal numa ilha do lago Texcoco: alguns indivíduos avistaram uma águia (símbolo do deus Huitzilopochtli) sobre um cacto, e foi nesse local que se estabeleceu Tenochtitlán.” “A palavra asteca significa “gente de Aztlan”, uma importante cidade com localização desconhecida”

“Em meados do século XIX, Ignatius Donnelly, no seu livro Atlantis: The Antediluvian World, procurou estabelecer a ligação entre Aztlan e o suposto “continente perdido” Atlântida da mitologia grega; contudo os pontos de vista de Donnelly nunca foram reconhecidos como credíveis pela maioria dos académicos.”

Mas existem muitos documentários tentando provar a conexão entre a lenda e os povos antidiluvianos. Depois de acharem a estrutura megalítica no Japão em Yonaguni, e as pirâmides submersas do triângulo das bermudas (post altamente indicado pra complemento) fica realmente difícil de não acreditar, pois tudo leva a crer em uma civilização antes da nossa, antes de pelo menos 10.000 anos antes de cristo.

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A Escuridão da Noite

O Título do post é o nome de um livro de Edward Harrison, fisíco discute uma questão intrigante, o paradoxo de Olbers: Pensem, se o universo é infinito, e se há infinitas estrelas, a luz  de maioria delas seria o suficiente para fazer nosso céu brilhar como o Sol. Teríamos um céu tão iluminado quanto a superfície do Sol. E porque isso não ocorre? O livro é muito interessante, e busca a explicação dessa questão explorando a história das diferentes concepções da astronomia, desde os gregos até os dias de hoje, quando chega a uma solução mais satisfatória. Tentei achar uma versão on-line do livro mais não consegui, quem puder compre ou pegue o livro na biblioteca. O conteúdo é acessível, mas os apêndices no final requerem um bom conhecimento em física. Mas eles não fazem falta na leitura do texto principal.

Para vocês terem uma palhinha, estou postando um video aqui muito bom que explora a mesma questão do livro. Cuidado, o video apresenta spoiler do livro (hehehe)

Video: Pet Goat II

Primeiro tenho que falar que esse curta e incrível, ha tantas referências religiosas e políticas, é uma crítica enorme.

Repare em todos os detalhes, veja duas vezes, três vezes, você vai achar ainda mais incrível se for pausando.

Comente aqui suas impressões.

Dica do leitor Gary Gananian

Para ver algumas leituras minhas que talvez possam ajudar vocês clique abaixo.

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Respeite Minha Religião

Nessa fase da minha vida de muito trabalho e busca pelo deus mais popular do século XXI – o Sr. Dinheiro –  é tão bom encontrar pessoas que expressam o que sinto! Além de me economizar tempo e “penso”* para organizar a escrita, acabo por me expressar sem me atrapalhar com as palavras!

*penso = a trabalheira de pensar, segundo uma mulher muito prática! Um dia conto a historinha desse “neologismo”.

Então, abaixo está um texto da escritora  Dorothy Murdock, mais conhecida  como “Acharya S”expert em religião. O texto foi traduzido pelo querido fundador deste site: o Mako, a quem sou grata! E o texto expressa o que sinto com relação as religiões, e vou além: quando as pessoas trocarem as religiões dos homens por Meditação, aquela que leva ao autoconhecimento e consciência, então o amor florescerá!

“Respeite minha religião” texto de  Acharya S

“Nos dizem freqüentemente para “respeitar a religião das pessoas.” Em primeiro lugar: muitas idéias religiosas são muito desrespeitosas para com o ser humano, assim, não merecem ser respeitadas. Em segundo lugar: e a troca sobre as pessoas respeitarem a nossa religião?

A palavra “religião” vem do latim religiō, que significa, dentre outras coisas, “consciência” ou “escrupulosidade.” Em minha perspectiva da realidade, eu me esforço para ser extremamente escrupulosa e consciente. Portanto, alguém poderia me chamar de “religiosa” e minha perspectiva de “religião”. Continue reading

Prosperar: O que será Necessário na Terra? – Thrive

Esse filme é altamente recomendável para quem gosta do Zeitgeist e outros documentários que pedem por mudanças no mundo, fala muita coisa boa sobre os símbolos das religiões e cropcircles e conseguem ver aonde eles podem se aplicar e o que isso faria caso aproveitássemos esse conhecimento. Aqui mesmo no DDD já abordei várias das idéias apresentadas, por favor pesquisem no site caso queiram saber um pouco mais sobre um assunto específico.

Sinopse: Thrive é um documentário não-convencional que levanta o véu sobre o que realmente está acontecendo em nosso mundo – descobrindo a consolidação mundial do poder em quase todos os aspectos de nossas vidas. Tecendo avanços na consciência, ciência e ativismo, Thrive oferece soluções reais, capacitando-nos com estratégias inéditas e ousadas para a recuperação de nossas vidas e nosso futuro.

Agradeço ao André Graneto pela dica.

Página Oficial
Trailer
Download: FilmeLegenda

O Mistério do Ouro dos Deuses


Uma “biblioteca de metal” milenar, que poderia conter o plano cósmico da humanidade, encontrada na Cueva de los Tayos – no Equador, anos 60 – tornou-se um dos mais intrigantes mistérios da arqueologia. Pablo Villarrubia fez uma investigação que esclarece a verdadeira história do tesouro do padre Crespi.

Texto e fotos: Pablo Villarrubia Mauso

Tinha chegado a Cuenca, Equador, para tentar jogar alguma luz sobre um dos maiores enigmas da América: a existência de uma arcaica biblioteca metálica que conteria toda a história oculta da humanidade, desde a origem do Homem até os conhecimentos científicos de uma civilização desaparecida.

Essa espécie de “arquivo akashico” não era uma biblioteca com livros comuns, mas lâminas de ouro e blocos de pedra gravados com uma escrita deixada por uma antiga civilização, supostamente igual ou mais avançada que a nossa. Seus habitantes viveriam dentro de túneis e cavernas que se estendem por milhares de quilômetros sob a terra, cruzando quase todo o continente americano.

Em Cuenca – uma bonita cidade colonial onde os cholos (mestiços de europeus e indígenas) dão um colorido às ruas com suas vestimentas alegres –, ninguém sabia me dizer qual era o paradeiro das relíquias que, até o início dos anos 70, eram guardadas pelo padre Carlos Crespi, no colégio dos salesianos. No entanto, voltemos a 1969 para lembrar o que aconteceu…

No dia 21 de julho de 1969, o búlgaro naturalizado argentino Juan Moricz (Janos Moricz) depositou num cartório de Guayaquil, Equador, uma escritura legalizada, confirmada por várias testemunhas, que o reconhecia diante do estado do Equador como o descobridor de uma série de túneis subterrâneos em Los Tayos, na região da selva amazônica. O documento dizia:

“Na região oriental, província de Morona-Santiago, dentro dos limites da República do Equador, descobri valiosos objetos de grande valor cultural e histórico para a humanidade. Os objetos consistem principalmente de lâminas metálicas; contêm, provavelmente, o resumo da história de uma civilização desaparecida da qual, até essa data, não tínhamos o menor indício. Os objetos se encontram espalhados por várias cavernas e são de natureza variada […]”

Moricz ainda dizia: “[…] trata-se de uma verdadeira biblioteca metálica, que poderia conter um compêndio da história da humanidade, assim como revelar a origem do Homem ou fornecer informações sobre uma civilização já extinta”.

Graças à amizade que estabeleceu com indígenas da etnia shuar, ou jíbaros, ele foi levado às misteriosas passagens, talvez às mesmas às quais as lendas fazem referência: milhares de quilômetros de túneis embaixo da terra, que se conectam com outros ao longo de todo o continente americano, e com várias entradas ocultas.

Em 1972, o conhecido escritor suíço Erich von Däniken se dispôs a visitar as cavernas em companhia de Moricz. Em seu livro O Ouro dos Deuses, Däniken conta como desceu por uma furna a uma profundidade de 80 metros, utilizando cordas, fazendo uma incursão por galerias cujas paredes pareciam ter sido polidas pela mão humana. Moricz advertiu Däniken que ali embaixo a bússola descontrolava-se. A luz das lanternas revelou um esqueleto humano.

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Toth – Uma Extraordinária Descoberta

“Vê! Aqui está Thot,
Senhor dos Mistérios!
Prepara as libações ante o
Mestre de Milhões de Anos,
E abre-lhe o caminho ao longo do firmamento.
Que Thot regozije meu coração!”
Do Hino CXXX do Livro dos Mortos egípcio

“Os Lipika […] são os […] cronistas que imprimem sobre tábuas invisíveis (para nós) da Luz Astral, o grande museu de quadros da eternidade, um registro fiel de cada uma das ações e até de cada um dos pensamentos do homem, e de tudo o que foi, é e será no Universo fenomenal. […] esse repositório divino e invisível é o Livro da Vida. […] Os Lipika são os que projetam […] o plano ideal do Universo […] pelo qual os Construtores reconstroem o Cosmos depois de cada Pralaya. […] Os Anais Eternos não são um sonho platônico…”.
H.P. Blavatsky, em A doutrina secreta

Isto é parte das Memórias Cósmicas da Terra:

Há milhões de séculos terrestres, Thot, um dos mais evoluídos Seres Cósmicos, fez uma extraordinária descoberta quando era apenas uma criança. Certa noite, observando o céu, intuiu, subitamente, que tudo estava unido no Universo, pois compreendeu o “Valor Objetivo do Número Zero”. A partir desse instante dedicou toda a sua existência a comprovar matematicamente sua genial hipótese. Os anos se passaram e, sendo já adolescente, finalmente anunciou, num dos grandes encontros intergalácticos de sábios-cientistas vindos de vários pontos do Universo, para alegria de todos, sua Teoria “0” sobre a Unidade de Todas as Coisas. Graças a ela demonstrou:

Primeiro: Que todo ser vivo, em qualquer nível de existência vibratória, faz parte e obedece a um único, delicado e complexo processo cósmico-sinérgico. Este processo é provocado pelo Onisciente e Onipresente Zero desde seu Centrum Primordial, mediante as Três Manifestações do seu Poder Eterno. Assim, juntamente com a realização das diversas bio-transformações destinadas a liberar as energias necessárias para sua Manutenção Geral e Harmônica, o Onipotente Zero supera o Tempo e suas conseqüências, razão pela qual é considerado o Eterno Ser Um.

Segundo: Que essa Unidade deve ser preservada, porquanto nos “Níveis Vibratórios Inferiores”, ou seja, aqueles mais afastados do Centrum Primordial, existem exatas possibilidades de “desvios” com respeito a ela. Estes podem interferir negativamente nos processos necessários à manutenção e equilíbrio do Zero-Todo e, conseqüentemente, do Universo que Ele tem como se fosse seu Sagrado Corpo.

Terceiro: Que estes “desvios” são provocados pelos freqüentes acidentes e choques, sofridos pelas diversas formas vibratórias de vida quanto mais afastadas do Centrum.

Quarto: Que o número de Leis que afeta cada Nível Vibratório de existência cresce quanto mais longe do Centrum ele estiver, o que implica uma maior probabilidade de “desvios”.

Calculou, ainda, com exatidão magistral estes “desvios possíveis”, enunciando uma fórmula matemática chamada “Fórmula Geral dos Resultados Paradoxais da Eterna Unidade Manifestada”.

Ainda que Grandes Seres Cósmicos tivessem vivenciado essa “Unidade Total de Todas as Coisas” por meios místicos, tais como a Meditação, em diversos planetas, Thot era o primeiro a fornecer provas empíricas e objetivas desse extraordinário fato e a advertir, matematicamente, sobre os perigos recorrentes dos possíveis “desvios”.

Mediante suas incontestáveis fórmulas físico-matemáticas, as razões objetivas da existência dessa Unidade Geral foram conhecidas no Universo pela primeira vez. Para facilitar seu estudo, Thot dividiu o Zero-Todo em “Nove Dimensões Alternativas e Sinérgicas de Atuação da Única — Consciência — Cósmica”. Esta divisão do Todo seria conhecida, séculos mais tarde, na Terra, durante a Terceira Raça, como “Eneagrama dos Processos Unificantes” cuja expressão simbólica é a seguinte:

Foi devido a estas extraordinárias descobertas que Thot foi integrado de imediato ao Conselho dos Dhyân-Chohâns, Iluminados Sábios Cósmicos que colaboram a “æones”(eons) na manutenção da Harmonia do Todo e Tudo. Estes, que esperavam há milênios essas maravilhosas descobertas para aperfeiçoar suas Altíssimas Obras, o receberam com alegria.

Motivado pelo amor à vida, Thot pediu licença ao Sublime Conselho para treinar todas as consciências preparadas, a fim de que esse extraordinário “nexo”, que une Todas as Coisas, fosse protegido e mantido segundo a Vontade Sublime do Zero em Todo o Cosmos.

Queria, especialmente, apoiar os seres de Nível Vibratório 3 — o nível que nós chamamos “humano” — que pudessem vir a transformar-se em canais conscientes e “promotores” da Eterna Unidade de Todas as Coisas. Assim, pensava, se realizariam os objetivos do Divino Zero em todos os cantos do Universo, especialmente naqueles “Níveis Vibratórios Inferiores” onde os “desvios” energéticos eram, matematicamente, mais prováveis.

Investido do Trino Poder do Amor, Thot iniciou sua transcendental missão em companhia de outros sábios colaboradores.

Para tanto, visitou diferentes mundos, teoricamente capazes de compreender a Unidade Cósmica, informando-lhes os resultados objetivos de sua valiosa descoberta científica. Trilhões de seres conscientes o apoiaram iniciando a aplicação imediata da Lei de Unidade de Todas as Coisas nos milhares de planetas superiores localizados nas milhões de diversas galáxias do Universo incomensurável.

Porém Thot não tardou a encontrar grandes obstáculos, tendo que  enfrentar os interesses egoístas de certos seres poderosos, governantes de mundos superiores localizados em setores cósmicos mais próximos dos Níveis Vibratórios Inferiores, que não aceitavam suas sábias propostas. Com efeito, durante séculos eles tinham vivido explorando diversos mundos afastados do Centrum, muitos dos quais habitados por seres Tipo 3 primitivos e, portanto, fáceis de dominar. Aceitar as propostas de Thot era abrir mão de todas essas fontes de riqueza, já que, uma vez que os habitantes dos mundos inferiores evoluíssem, graças às suas benéficas descobertas, nunca mais seria possível explorá-los nem submetê-los. Thot e seus aliados já esperavam esta oposição e sabiam que esses eram apenas alguns dos efeitos negativos dos “Três Desvios Primários no Eneagrama dos Processos Unificantes” previamente calculados.

Por esta razão, tentaram de todos os modos persuadir os governantes daqueles mundos das vantagens de aplicar a “Lei da Unidade de Todas as Coisas”, demonstrando-lhes matematicamente os benefícios que poderiam obter em longo prazo. Porém esses esforços foram inúteis e apenas provocaram algo inesperado e nefasto: o conhecimento desta nova Lei foi para eles o equivalente à descoberta de uma nova e poderosa arma.

Causas de uma Guerra Interestelar

“Houve uma guerra no céu: Miguel e seus anjos tiveram de combater o Dragão. O Dragão e seus anjos travaram combate, mas não prevaleceram. E já não houve lugar no céu para eles. Foi então precipitado o grande Dragão […] e com ele foram precipitados os seus anjos. […] Mas, ó terra e mar, cuidado! — porque o Demônio desceu para vós, cheio de ira, sabendo que pouco tempo lhe resta.”
São João, Apocalipse 12:7-12

Sim, antes de aceitar pôr em prática corretamente a “Lei de Unidade de Todas as Coisas”, os astutos líderes daqueles mundos perceberam que ela também podia ser aplicada às avessas.

Começaram, então, a mentalizar um ambicioso plano: dominariam o que chamavam de “bioformas inferiores” totalmente, assim como as energias que estas produziam, ainda que com isso ameaçassem o Equilíbrio do Todo e sua Unidade. Para tanto, procurariam controlar novos mundos nos quais os efeitos negativos dos “desvios” fossem notáveis. Conquistando-os garantiriam milhões de “guerreiros-escravos” cerebralmente submetidos e programados com suas “psicotecnologias”. Então, criariam um império intergaláctico, e, quando este fosse consolidado, iniciariam maciços ataques aos mundos superiores, dos quais faziam parte até esse momento, usando seus guerreiros-escravos, sem ter que arriscar suas próprias existências. Iludidos, imaginavam conquistar até o próprio Centrum! De nada adiantaram os apelos de Thot para que desistissem dos seus nefastos projetos.

Foi, então, quando os mais poderosos dentre estes rebeldes — os Ildamans do planeta Baoth, motivados por estas “razões”, unificaram os rebeldes dos outros mundos e declararam a mais terrível “Guerra Interestelar” conhecida no Universo, contra os planetas que apoiavam Thot e suas sábias idéias de unidade e harmonia.

Aquela guerra, longa e inimaginável para mentes humanas, durou vários séculos. Porém, apesar de seus inumeráveis poderes bélicos, os rebeldes foram finalmente derrotados pelos exércitos galácticos dos mundos favoráveis à “Lei da Unidade de Todas as Coisas”. O “castigo” para esses milhares de rebeldes foi a expulsão dos menos perigosos para os “Níveis Inferiores”. Objetivava-se que dessa maneira compreendessem em “carne própria” o que significava viver nesses Níveis mais afastados do Centrum e voltassem a evoluir, após os necessários ciclos de renascimentos, até os Níveis Superiores sendo conscientes da Lei de Unidade de Todas as Coisas. Outros, devido à sua alta periculosidade, foram submetidos ao processo de “re-integração matenergial”, o que significava voltar a fazer parte das energias cósmicas primárias, com as quais o Divino-Zero-Todo gera, ciclicamente, suas constantes “criações”. Eram, por assim dizer, “reciclados”. Afinal, no Universo “nada se destrói, tudo se transforma”. Porém o perigo não tinha sido totalmente superado. Um grupo de líderes Ildamans, alguns dos quais muito perigosos e poderosos, conseguiu fugir desta “reciclagem”, ocultando-se em dimensões de difícil acesso localizadas anos-luz dos sistemas superiores e, infelizmente, muito perto do nosso Sistema Solar. Séculos mais tarde, estes fugitivos unificariam todos os demais rebeldes exilados nesse setor do Cosmos e juntos seriam, num determinado momento, os protagonistas de uma das mais terríveis experiências proto-históricas que nossa espécie sofreu.

Após o fim da Guerra Intergaláctica, e superados temporariamente os nefastos resultados daquela Guerra, todos os mundos que tinham aceitado viver de acordo com a “Lei da Unidade de Todas as Coisas” criaram organizações interestelares para promovê-la e se uniram numa poderosa Confederação Intergaláctica atuante até nossos dias.

Origem do Código de Thot.

 

Seus Atuais Fragmentos na Terra.


O Eneagrama Hermético.

“Os Princípios da Verdade são Sete: aquele que compreender isso perfeitamente possui a Chave Mágica com a qual todas as Portas do Templo serão abertas, uma a uma.” O Kaibalion

Foram os membros desta Confederação Intergaláctica que, sensibilizados pelos sábios propósitos de Thot, solicitaram-lhe em certa oportunidade que pensasse numa maneira mais “didática” de fixar a “Lei da Unidade de Todas as Coisas” e seus complexos “9 Modos” de manifestar-se entre as criaturas de Terceiro Nível Vibratório… como nós. Assim surgiria o famoso “Código de Thot”, composto de 7 Princípios. Poderiam ser aplicados e compreendidos em qualquer mundo habitado, promovendo o harmônico e gradual desenvolvimento eneagramático dos seus habitantes mais conscientes, até que estes atingiram o Nível 4, ou Primeiro Nível de Razão Objetiva. Soube que os Seres de Nível 4 são aqueles capazes de realizar a vontade do Todo Mente nos 9 Níveis do Cosmos e que, além deste Nível evolutivo, existem outros 3 impossíveis de descrever por criaturas de Nível 3 como nós. Milênios mais tarde este mesmo Código seria trazido ao nosso planeta pelo próprio Thot, a quem milhares de anos depois os gregos chamariam de Hermes. Seus fragmentos são conhecidos até hoje como os “7 Princípios Herméticos” e fazem parte do milenar Kaibalion egípcio e da antiga e Mística “Tábua de Esmeralda”.

Sim, graças ao trabalho dos colaboradores de Thot em todos os cantos do Universo, aqueles Sábios que vieram pela primeira vez até nosso Sistema Solar, perceberam, cheios de alegria, que o Código de Thot serviria para dar aos humanos uma oportunidade ímpar de atingir o Nível Quatro de existência, superando os efeitos biopsíquicos provocados pelo segundo erro. Conscientes dos sofrimentos que nossos antepassados tinham suportado naquela longa e acidentada “oitava” evolutiva pediram a Thot que viajasse pessoalmente até o Sistema Solar de Ors (o nosso) e instruísse os seres “racionais” ali existentes nas Leis do seu Código, atendendo as especiais características que os faziam tão diferentes dos seres do mesmo nível em outros mundos habitados. Para Thot e seus colaboradores, estas razões foram mais que suficientes, já que, além de poder estudar in loco os efeitos dos “desvios” possíveis nesse afastado nível do Universo, teriam a oportunidade de verificar as estranhas características que, em função das acidentais experiências passadas, se tinham desenvolvido nessas desgraçadas criaturas, nossos antepassados.

Por estas razões, o Código foi trazido até nosso mundo pelo próprio Thot.

Naqueles tempos, a chamada “Terceira Raça”, conhecida hoje como Lemuriana, vivia seu último ciclo evolutivo.

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Documentário: Alienígenas Ancestrais, Os Visitantes Episódio 2

O que nem eu sabia até 3 semanas atrás era que existia uma continuação para o documentário Ancient Alien, documentário esse já postado aqui, e que também é muito bom.

Sinopse  do Primeiro Filme:

E se a vida na Terra começou no espaço? Milhões de pessoas aceitam a teoria de que formas de vida inteligentes tem visitado a Terra há milhares de anos e eram adorados como deuses pelos homens primitivos. Monumentos como Stonehenge e a Ilha de Páscoa seriam os últimos resquícios de uma antiga civilização alienígena?

Baseado no controverso livro Eram Os Deuses Astronautas, de Erich Von Daniken, a teoria dos alienígenas ancestrais tem abalado as crenças no progresso da humanidade.

Desde inexplicáveis super estruturas, conhecimento do sistema solar, matemática avançadíssima, desenhos antigos de criaturas estranhas nas cavernas, restos de pistas de pouso no Peru e textos indígenas que descrevem máquinas voadoras dos deuses, até a capacidade dos antigos em produzir eletricidade, entre outros, são citados por Von Daniken como prova de que astronautas eram bem conhecidos dos nossos antepassados, e que a humanidade não evoluiu em isolamento, mas com ajuda de viajantes de outros mundos.

Produzido com a colaboração E PARTICIPAÇÃO exclusiva do próprio Von Daniken, Ancient Aliens busca explorar evidências da influência de super humanos sobre o homem e faz novas expedições, embarcando em uma busca ao redor do mundo para buscar e avaliar essas provas e tentar obter respostas, concentrando-se nas descobertas dos últimos 30 anos, incluindo a até então inexistente análise de DNA e recentes descobertas e decodificações de artefatos antigos encontrados no Egito, na Síria e Iraque (antiga Suméria), que podem conter a chave de muitas destas respostas.

Como todo bom documentário, em especial os do History Channel, assim como foi com o aclamado Nostradamus 2012, deste mesmo canal, Ancient Aliens não impõe, apenas sugere, e chama o espectador ao raciocínio, oferecendo, para isso, argumentos sólidos, prós e contras o tema abordado, para que cada um forme sua própria opinião.

Ancient Aliens é uma investigação equilibrada e imparcial de uma teoria, que alguns podem até achar que não seja verdade, mas a verdade mesmo é que ela não pode ser ignorada!

Para baixar o torrent já com legenda do filme clique aqui.

Para ver online clique aqui

Geoglifos no Acre

geoglifo1

O que são?

Geoglifos são vestígios arqueológicos representados por desenhos geométricos (linhas, quadrados, círculos, octógonos, hexágonos etc…), zoomorfos (animais) ou antropomorfos (formas humanas), de grandes dimensões e elaborados sobre o solo, que podem ser totalmente e melhor observados se vistos do alto, em especial, através de sobrevôo.
Geoglifos podem ser encontrados em várias partes do mundo. Os mais conhecidos e estudados estão na América do Sul, principalmente na região andina do Chile, Peru e Bolívia.
As linhas e geoglifos de Nasca, no Peru, são os exemplos mais conhecidos desses desenhos. Os mesmos foram descobertos em 1927, com o advento da aviação comercial. A Dra. Marie Reich dedicou a sua vida aos estudos dos geoglifos de Nasca. Embora bastante conhecidos, os geoglifos de Nasca ganharam fama mundial com o lançamento do livro “Eram os Deuses Astronautas” de Erich von Daniken.
Há alguns anos geoglifos também foram encontrados na região amazônica brasileira. Mais precisamente no Estado do Acre. Foram percebidos em 1977, quando o Prof. Ondemar Dias, do Instituto de Arqueologia Brasileira do Rio de Janeiro esteve nesta região localizando e estudando sítios arqueológicos, como parte do inventário nacional que estava sendo realizado pelo PRONAPABA – Programa Nacional de Pesquisas Arqueológicas da Bacia Amazônia.
De lá para cá outros locais com estas estruturas foram descobertos e, entre 1985 e 1994 um desses sítios (Los Angeles, na Fazenda Ouro Branco) foi escavado por duas equipes, das quais participaram o Dr. Ondemar Dias (Coordenador), Profa.Mauricélia Sousa, Prof. Marcos Vinícius das Neves (Sub-coordenadores), Dra. Rosângela Menezes, Dra. Jandira Neto Dias, Prof. Divino de Oliveira, Valmir de Araújo, David Barroso, Maria Luiza Ochoa, Dr. Jacó Piccoli e Dr. Ondemar Blasi, entre outros. Os pesquisadores encontraram muita cerâmica indígena, o que indicava locais de antigas aldeias. ((Dias Júnior, O.F. & Carvalho, E.T. 1988 e Neves, M.V. 2002).

Visão Aérea

A real dimensão e extensão da área geográfica de ocorrência dessas estruturas, no entanto, só foi realmente percebida através de observação aérea.
Em meados da década de 1980, o Prof. Alceu Ranzi, ao olhar pela janela de um avião, em vôo comercial entre Porto Velho e Rio Branco, percebeu uma estrutura circular dupla, na margem da BR 317. Na época, em avião monomotor, uma equipe sobrevoou a área e o registro fotográfico foi obtido pelo fotógrafo Agenor Mariano. A nota da descoberta e as fotos foram publicadas na edição de 15 de Agosto de 1986 no jornal “O Rio Branco”.
Em 1999, em outra viagem, um vôo comercial de Porto Velho para Rio Branco, novamente o Prof. Alceu Ranzi, percebeu uma dessas gigantescas estruturas da janela do avião. Passou então a pesquisar o assunto, primeiro conseguindo pequenos aviões para sobrevoar a área, e depois visitando pessoalmente, em terra, para a obtenção de medidas.
A partir de 2000, com as fotos aéreas obtidas pelo fotógrafo Edison Caetano, os geoglifos do Acre tiveram repercussão nacional e internacional.
No dia 16 de abril 2000, os jornais A Tribuna e A Gazeta, ambos de Rio Branco, deram notícias de capa, com fotos aéreas dos geoglifos. Em 17 de abril de 2000 a TV Acre e TV Gazeta, noticiaram o assunto.
A Revista IstoÉ, edição de 23 de junho de 2000, publicou reportagem assinada por Peter Moon, com as fotos aéreas do Edison Caetano.
Com o incentivo positivo da repercussão na imprensa, foi apresentado em 2001, à Fundação Elias Mansour, do Governo do Acre, o Projeto “Geoglifos Patrimônio Cultural do Acre”, o qual foi aprovado para receber apoio financeiro da Lei de Incentivo à Cultura e ao Desporto. Os recursos obtidos permitiram sobrevôos e mais fotos aéreas foram obtidas pelo Edison Caetano.
Em 28 de julho de 2002, reportagem sobre os geoglifos foi divulgada no Programa Fantástico da Rede Globo. O trabalho foi produzido pelo repórter Jefson Dourado da TV Acre.
Em 2005, em vôo patrocinado pela Secretaria de Turismo do Estado do Acre, o fotógrafo Sergio Vale, registrou os geoglifos da região das Quatro Bocas e da Fazenda Colorada.
Até agora está confirmada a existência de pelo menos uma centena dessas estruturas e a cada dia que passa mais geoglifos são descobertos.

Fonte: www.geoglifos.com.br

Para ver mais fotos clique aqui.

ou para usuários do Earth Google

Usuários do Google Earth ou Maps Google podem apreciar alguns dos 120 geoglifos do Acre, a partir das seguintes coordenadas: (10°12′13.32″S 67°10′18.09″W), (10°22′1.61″S 67°43′24.89″W), (10°18′24.51″S 67°13′12.50″W), (10°13′49.01″S 67° 7′26.71″W), (10°17′14.08″S 67° 4′32.97″W), (10°13′5.25″S 67° 9′28.94″W), (10°18′ 06.64″S 67° 41′41.55″W), (10°11′27.65″S 67°43′20.11″W).

Documentário relacionado.
Alienígenas Ancestrais

Sabedoria Escondida como Mito.

Salvador_Dali_The_Temptation_of_St_Anthony

Imagine a raça humana daqui a 1000 anos, evoluída fisicamente e conscientemente.
Ela está na procura de novos planetas para morar, e acaba encontrando um em que há um tipo de vida inteligente e organizada, mas ainda sim primitiva.
E a raça humana pensou: ” Como podemos ajudar esse povo a descobrir algo essencial para a evolução sem interferir muito?”

Eles desceram para se comunicar com os seres até então desconhecidos, e resolveram mostrar símbolos para eles, tendo consciência de que esses seres achavam que eles eram seres divinos e que não iriam esquecer facilmente as informação não compreendidas, mas mesmo assim passadas paras os donos daquele planeta.

Os humanos do futuro sabiam que com o tempo eles teria sabedoria suficiente se é que já não tiveram um dia de compreender/decifrar os símbolos passados pelos “Deuses”(humanos).

e Partiram para outros sistemas solares a procura de novos seres vivos e planetas habitáveis.
Mas não deixando de acompanhar a evolução dos nossos amigos primitivos.

Teoria ligeiramente adaptada de Nassim Haramein

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