Creio que o mais importante é fugir das mídias quando se quer debater um tema de interesse humano ou que gere muita polêmica. No caso da mal-fadada “cura gay”, muito se diz, e a televisão e a internet sambam em cima da notícia, que, no clima atual, dá ibope. Marcos Feliciano, essa mistura de político e religioso, suas várias cenas e discussões acerca da sua posição frente ao fenômeno da Homossexualidade, geram inúmeros discursos, na sua maioria irrefletidos, com base em dados indiretos, distorcidos pelas mídias.

Já não sei mais de onde parte as distorções midiáticas: se é das grandes empresas, que “criam” informações vendáveis, ou se da mídia que eu chamaria de paralela, hoje na verdade dominante, que é aquela que percorre a internet, e que cada vez mais ganha espaço na vida das pessoas.
Assim, o que se chama “cura gay” se torna uma hidra de diversas cabeças.

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