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Quietude = Estagnação ?

JAMAIS! Devo exclamar.

A sociedade hoje em dia implanta muitos desejos/necessidades nas pessoas, são ordens arremessadas no espaço, esperando um olhar desatento, um inconsciênte despoliciado.
A frase imperativa invadi sua mente, e sistematiza sua capacidades, as ordena de acordo com as vibrações externas.

Devemos dar uma olhada cirurgica em nossos atos e padrões de necessidades que temos, pois muitas delas são inuteis e fazemos apenas por costume.

E depois de nos analisarmos deverá surgir mais momentos sozinhos, sem ter o que fazer ao primeiro olhar. Mas quem disse que ficar um instante parado, fora dessa onda de ações e reações é ruim? Pelo contrário.
O que falta muito nas pessoas hoje em dia, é se conhecer. Principalmente na época do fim da adolescência e começo de faculdade ou 20 e poucos anos, as pessoas não tem tempo pra respirar, e nessa idade é quando enchergamos o mundo de uma maneira ímpar, que muitas vezes jamais irá voltar a acontecer.

Estar silenciado, na quietudade, significa alcançar a si mesmo, uma parte que a maior parte do tempo se encontra subjugada pelo caos e movimentação externa.

Ter contato com seu eu interior acontece quando somos criativos, quando temos um Salto Quântico de Criatividade como diria Amit Gowsami, ou Satori em japonês, ou Moksa como se diz na india. É fazer algo que realmente venha do seu interior, que ti represente totalmente e que seja tudo de uma vez.

Como antiagamente na época dos reinos na Europa, apenas o primeiro filho iria herdar o reino então os outros livros não tinham ocupação, e todos eles vendo sua falta de objetivo ou funcionalidade no reino acabavam virando cantores, músicos, pintores e dançarinos, artes que ao meu ver necessita de criatividade para se fazer bem. O que quero dizer é que a quietudade nos faz aprender e fazer coisas envolvidas muito mais com nós mesmo do que simplesmente fazer parte de alguma coisa grande apenas por Status ou Funcionalidade Social. Isso é o que mais é valorizado hoje em dia, como um dever vital que já nascemos encarregados de cumprir, e quem se desvia desse caminho programado é tido como Corrupto dos Padrões Sociais, ou seja vagabundo ou alguêm que não presta.

Muitas Pessoas tem medo do Projeto Vênus, ele é apresentado no documentário Zeitgeist 2 Addedum já postado aqui no Destruidor de Dogmas. E essas pessoas tem medo, pois numa sociadade que teoricamente se aproximaria da perfeição o que as pessoas fariam se não quisessem ser uteis? Pois você poderia trabalhar no que quiser, e se existisse muitas coisas que facilitassem a vida, como aparato automáticos e robóticos, o que um ser humano que não queira se engajar faria?

Veja que a história pode se repetir denovo, as pessoas com medo ainda não descobriram a quietude.

Silencie-se para descobrir quem és.

A catarse acontecerá uma hora ou outra.

E ela tem mão dupla.

A Síndrome da Linha Reta

Que maneira mais fácil de incomodar uma pessoa do que não andar de um ponto a outro numa linha?!

Pouquíssimas pessoas o fazem, e isso incomoda boa parte das pessoas! A maioria das vezes é tão incômodo que não há como não falar algo, ou ouvir alguém falando pra você: “Por que você tá andando assim?! O que você tá fazendo?!”

Estamos tão condicionados a ser eficientes, ou a pensar de forma simples que qualquer alteração nesse paradigma de raciocínio é loucura, ou confusão.

Mas que fique bem claro, não falo que devemos fazer todas as coisas diferentes, pois realmente muitas vezes o diferente não é o eficiente, e quem vê algo que não é eficiente, se for um ser humano inteligente, irá tentar criar uma maneira de melhorar aquilo, ou seja, tentará ser criativo. Continue reading

Ted Talk – Escolas Matam a Criatividade

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=yFi1mKnvs2w]

Escolhi os melhores desse Talk show.

[TED pt_BR] Ken Robinson: Escolas matam a criatividade? (parte 1/2)
[TED pt_BR] Ken Robinson: Escolas matam a criatividade? (parte 2/2)

[TED pt_BR] Matthieu Ricard: Habitos da Felicidade (parte 1/3)
[TED pt_BR] Matthieu Ricard: Habitos da Felicidade (parte 2/3)
[TED pt_BR] Matthieu Ricard: Habitos da Felicidade (parte 3/3)

[TED pt_BR] Jill Taylor: Um derrame de lucidez (parte 1/3)
[TED pt_BR] Jill Taylor: Um derrame de lucidez (parte 2/3)
[TED pt_BR] Jill Taylor: Um derrame de lucidez (parte 3/3)

Com certeza o Sistema de ensino é falho e tem a urgência de mudanças.
Somos seres ilimitados a aprender sistemas de pensamentos na escola, e muitos deles inuteis para a vida inteira. Mas um sistema de pensamento tem a função de alienar as pessoas, anulando muito as possibilidades de se superar criativamente.
Assim como artes(música, pintura, cinema) deveríamos visar atividades que nos faça olhar para dentro, nos conhecer, não apenas decorar coisas que raramente teremos a chance de por em prática na vida. Penso que essas matérias que visam nos dar um pouco de consciência da mecânica do mundo tem pouco a nos dizer com relação a experiências de insight ou gestalt. A filosofia por exemplo nos dá uma ótima oportunidade de várias visões sobre vários aspectos, e como já foi provado muitas vezes em livro, histórias e filmes, há como abordar esse tipo de assunto com crianças e adolescentes de forma aceitável, que traga discussão e perspectivas, que visem inovar e criar novas experiências, momentos de reflexão, pois é num momento “IN” que nos conhecemos e que nos fará crescer.
A vida não é só uma quantificação de informação, muito melhor que decorar e ter uma noção de algo, é compreendê-la por inteiro e saber destruir e recriá-la quando quiser.

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