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É possível andar na linha sem o medo do Inferno ou de algum ser do além?

No zoroatrismo Deus e o mal estão em todos nós, independente de quem você seja.

Mas será que essa visão de maldade sem um ser, um inimigo agindo em nossas vidas é suficiente para nos colocar no caminho correto?

Acredito que sim.

Vemos o impacto negativo e positivo do ambiente nas pessoas, eu mesmo trabalhei na Bienal e era muito claro que de onde as pessoas vinham influenciavam tremendamente em sua educação e receptividade as novas ideias.

Educar os filhos é uma tarefa enorme, eu, por enquanto, só posso teorizar sobre isso, ainda não tenho filhos, mas estudo bastante a questão de comportamento, e posso apontar que é possível ser um ser moral/ético, tudo depende de como educamos eles moralmente, através de incentivo ou castigo?

Piaget, um dos maiores estudiosos de como o ser humano adquire conhecimento teorizou 3 fases da moral:

1- Anomia, seria o ser que não obedece as leis, que as evite e as infringe.

2- Heteronomia, seria o ser que aprendeu que certas coisas são erradas de fazer em uma sociedade, existe o socialmente aceitável, e ele deve aprender isso  se não haverá castigos ou punições. Muitas vezes o ser heteronomio faz algo considerado errado calculando o ganho dessa atitude com a punição. Esse tipo de visão pode gerar deliquentes.

3- a chamada Autonomia deveria vir na adolescência, mas a maioria das pessoas não entra nessa fase durante a vida toda. Essa fase o ser já teria as leis dentro de si, por exemplo não seria preciso uma multa para a pessoa andar na velocidade correta, ela faz a coisa certa, pois sabe o benefício que isso traz a sociedade, como são muitos europeus e americanos. Outro exemplo seria o metro não precisar de catraca para as pessoas pagarem.

A educação de uma sociedade nasce antes do berço e não tem aonde acabar.

Para se alcançar a autonomia é preciso recompensar as boas atitudes e não castigar as más como diria Piaget.

Sabendo como nossa moral se desenvolve é possível largar as velhas mitologias e dar um passo a frente, podemos criar novos contos, contos que façam sentido pra essa geração G (G de Gamer), pois caminharemos para um equilíbrio jamais visto na humanidade, talvez ainda nessa século.

Espero estar vivo até lá.

A Tribo que Criou a Primeira Enciclopédia Xamânica do Mundo

Nos isolados confins da floresta amazônica, os índios Matsés passaram os últimos dois anos metidos em um projeto iluminista: escrever uma enciclopédia capaz de salvar uma cultura à beira da extinção.

Também conhecidos como Mayorunas, os Matsés vivem ao longo do rio Javari, na fronteira entre Brasil e Peru, um lugar tão afastado que, ainda hoje, abriga tribos que nunca foram contatadas.

Para prosperar na região, os indígenas sempre contaram com técnicas particulares de caça, pesca e remédios cultivadas ao longo de séculos pelos xamãs. Cada um desses líderes espirituais possuía um catálogo mental capaz de transformar a mata em uma farmácia viva.

Hoje esse conhecimento é restrito à memória de alguns poucos anciãos, todos com mais de 60 anos. Conforme eles envelhecem e morrem, essas informações ficam perto de sumir da face da Terra.

Foi para evitar esse apagão cultural que, em 2012, cinco dos últimos xamãs da tribo se reuniram para escrever as mais de 500 páginas da Enciclopédia de Medicina Tradicional Matsés. Nela registraram nomes de plantas, animais, doenças e sua relação com a floresta.

Três xamãs discutem sobre a enciclopédia. Crédito: Acaté Amazon Conservation

“Essa é uma iniciativa revolucionária pois não houve nenhum forasteiro vindo para documentar esse conhecimento”, disse o médico — e forasteiro — Christopher Herndon, presidente da Acaté, uma ONG norte-americana dedicada a ajudar os Matsés do Peru em projetos de desenvolvimento e sustentabilidade.

Os membros do grupo foram os únicos de fora da tribo a ter acesso ao trabalho e ajudaram com aspectos técnicos do projeto. “A iniciativa foi coordenada pelos líderes Matsés e pela equipe da Acaté, mas a enciclopédia foi toda escrita pelos próprios índios, em suas vilas, usando suas próprias palavras e sua própria língua”, disse.

“Nenhum dos xamãs atuais possuía aprendizes. A sabedoria acumulada ao longo de gerações estava à beira da extinção”

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Os Inimigos do Homem de Conhecimento 2 – Medo, Clareza e Poder.

Medo, Clareza e Poder.

Realmente, podemos dividir as pessoas assim, o seu verdadeiro ser vai estar em um desses estágios (veja o post anterior), pois todos somos Homens de Conhecimento, todos nascemos para descobrir e crescer, mas nas primeiras duas décadas de nossas vidas, nos ensinam o contrário.

Ao começar a aprender, e a seguir no caminho do Homem de Conhecimento as pessoas sentem que estudar não lhe traz aquilo que ele sentia que ia trazer, ele se sente diferente, a maioria das pessoas desmotivadas, outras evitam ir ao encontro do conhecimento, pois isso pode levar ele a auto-reflexão, e nesse mundo cheio de imperativos, o ser com dúvida é mastigado  e engolido pelos dentes do capitalismo e os caninos do mercado. Refletir é se deixar transparente um instante para poder ver melhor dentro do caleidoscópio pessoal, tarefa difícil…

Mas para derrotar O Medo há apenas um processo.

“- Isso acontece de uma vez, Dom Juan, ou aos poucos?

– Acontece aos poucos e no entanto o medo é vencido da repente e depressa.

– Mas o homem não terá medo outra vez, se lhe acontecer alguma coisa nova?

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Os Inimigos do Homem de Conhecimento – Carlos Castaneda

Gostaria de compartilhar com vocês esse lindo trecho da descrição de Dom Juan (El Brujo) sobre o Homem de Conhecimento.

Página 114 do Livro A Erva do Diabo – Carlos Castaneda

Quando eu estava me preparando para partir, tornei a lhe perguntar acerca dos inimigos do homem de conhecimento. Argumentei que ia passar algum tempo sem voltar, e que seria uma boa idéia escrever as coisas que ele tivesse a dizer e pensar a respeito enquanto estivesse fora. Hesitou um pouco, mas depois começou a falar:

– Quando um homem começa a, aprender, ele nunca sabe muito claramente quais seus objetivos. Seu propósito é fumo; sua intenção, vaga. Espera recompensas que nunca se materializarão, pois não conhece nada das dificuldades da aprendizagem.

“Devagar, ele começa a aprender… a princípio, pouco a pouco, e depois em porções grandes. E logo seus pensamentos entram em choque. O que aprende nunca é o que ele imaginava, de modo que começa a ter medo. Aprender nunca é o que se espera. Cada passo da aprendizagem é uma nova tarefa, e o medo que o homem sente começa a crescer impiedosamente, sem ceder. Seu propósito torna-se um campo de >batalha.

“E assim ele se deparou com o primeiro de seus inimigos naturais: o Medo! Um inimigo terrível, traiçoeiro, e difícil de vencer. Permanece oculto em todas as voltas do caminho, rondando, à espreita. E se o homem, apavorado com sua presença, foge, seu inimigo terá posto um fim à sua busca.

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A Peste Emocional

Esse texto, com a autoria de Elisabeth Cavalcante, foi-me enviado por e-mail, sem fontes. Como é um texto interessante, com uma temática muito importante para o site, decidimos postá-lo aqui para que todos tenham acesso às contribuições proporcionadas por Reich, um dissidente da psicanálise que deu atenção ao corpo e suas energias na constituição de nossas vidas.
A peste Emocional
A maior contribuição que Wilhelm Reich, – um dos gênios que a existência enviou a este planeta – deu à humanidade, foi a forma brilhante com que ele definiu as raízes da insanidade humana, a qual chamou de “a peste emocional”.

Para Reich, ela é o resultado da maneira como, ao longo da história, o ser humano foi se afastando cada vez mais de sua verdadeira natureza, livre, inocente, espontânea. E um dos motivos que mais contribuiu para isto foi a repressão da sexualidade, que passou a ser condenada e vista como algo pecaminoso.

As emoções e impulsos naturais do corpo se reprimidos, acabam por se manifestar como violência, ambição, busca de poder sobre o outro, enfim, pela mais diversas manifestações de inconsciência.

Documentário: O Símbolo Secreto Perdido e as Escolas do Mistério ( Pirâmide, Sol, Phi e a Tecnologia Inversa)

Parte 2
Parte 3
Parte 4
Parte 5
Parte 6

Vida e obra do Homem que disse que dominava a levitação de pedras.

Edward Leedskalnin (1887 – 1951), provou esse conhecimento construindo um castelo chamado Coral Castle, que é no mínimo muito estranho, e com certeza indica as mesmas dúvidas que temos quando vemos as pirâmides, tiahuanaco, ou Cuzco, “como conseguiram colocar aquelas pedras lá?”.

Parece que o segredo estava implantado em simbolos religiosos, como já disse Nassim Haramein em sua Palestra

Edward deixa uma pista de como fazer a levitação em uma pedra com o formato parecido com uma estrela de David, e nela está escrito:
Adm 10 ¢.
Drop Bellow

e um código de números:
7 129
6 105 195

Puis eles separados, mas estão juntos na pista deixada por Edward.

E a partir daí surge um calculo bem complicado, mas se prestar atenção dá pra entender no video.

Se tudo isso der no que parece dar, então devemos rever nossos conceitos matemáticos mais do que já prescisávamos, eu mesmo pensava que número primo não passava de um tipo de qualificação apenas pra certos números, e na verdade é muito mais que isso.

“É simples, basta saber como” Edward Leedskalnin

Site oficial: http://www.code144.com/

Para ver Fotos do Coral Castle clique aqui
Para ver Foto da Flywheel clique aqui.
Para ver Videos do Coral Castle clique aqui.

Links Relacionados:
Documentário: O Olho de Hórus.
Como se construiram as Pirâmides?