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A Farsa do Aquecimento Global PT 3


Parte 1

Parte 2

Informações do Video

O nível do mar não subiu com os anos. Algumas praias podem estar mais curtas e outras mais cumpridas, mas tudo faz parte do ciclo de mudanças que o mundo tem chamado agradação e degredação.

O gelo não derreteu com os anos, apenas fez o seu ciclo de derreter e congelar, mas a mídia só mostra quando derrete, pois imagem estática não atrai ninguém.

Desmatamento não interfere no Clima mundial.

Co2 não interfere no clima. O planeta Vênus é repleto de Co2 e é muito quente, 400 graus, mas é por causa de sua pressão enorme.

A Camada de ozónio é uma farsa inventada pelos criadores da patente de do gás CFC, nos anos 80 eles criam o HCFC, que em vez de custar 1 dólar o Kg, custa mais de 30. As patentes tem duração de 25 anos, e o próximo gás que será utilizado pelas impresas custará 128 dólares o Kg. Continue reading

Reduzir CO2 não impede aquecimento, diz meteorologista

Carolina Oms Especial para Terra Magazine

Para o professor Luiz Carlos Molion, representante da América Latina na Organização Meteorológica Mundial e pós-doutor em meteorologia, as reduções de emissões de carbono propostas pela 15ª Conferência das Partes sobre o Clima (COP-15), não vão produzir efeito no clima mundial, “o gás carbônico não controla o clima global”, garante.

– A quantidade de carbono lançada pelo homem é ínfima, é irrisória, se comparada com os fluxos naturais dos oceanos, solo e vegetação. Para a atmosfera, saem 200 bilhões de toneladas de carbono por ano. O homem só lança seis.

“De todas as pessoas que estão aqui no Brasil, talvez eu seja o climatologista mais sênior“. Molion estuda o clima desde 1970 e conta que, quando concluiu seu doutorado, há 35 anos, nos Estados Unidos, o “consenso” da época era que o mundo estava em uma Era Glacial. Hoje, ele também leciona na Universidade Federal de Alagoas.

Na sua avaliação Copenhague “é um discurso que não vai adiante”, pois, à medida em que a população aumenta, há a necessidade de gerar mais energia elétrica.

– Como incluir essas pessoas sem aumentar o consumo? Não existe como. Somos ainda muito dependentes dos combustíveis fósseis. Acho que vai ter muito discurso em Copenhague, vão fazer muitas promessas, mas são só demagógicas. Não tem como cumprir essas metas. Se você olhar o Protocolo de Kyoto, a Europa não reduziu absolutamente nada, ao contrário. Conversa é conversa, na prática não há como fazer isso.

O pós-doutor em meteorologia e membro do Instituto de Estudos Avançados de Berlim garante, baseado em estudos de paleoclimatologia (estudo das variações climáticas ao longo da história da Terra), que as mudanças do clima são muito complexas para serem influenciáveis pelo ser humano.

Leia os principais trechos da entrevista:

Qual a opinião do senhor sobre as movimentações em torno da Conferência do Clima? Essas reduções de emissões de carbono não vão produzir efeito nenhum no clima. O gás carbônico não controla o clima global. Isto já foi demonstrado com pesquisas feitas no que nós chamamos de paleoclimatologia, em que se tenta reconstruir o clima passado, com base nos cilindros de gelo da estação de Vostok, na Antártica. O cilindro de gelo retirado de lá, que reconstitui os últimos 4.020 anos, mostra claramente que já houve períodos em que tivemos temperaturas altas e baixa presença de CO2 na atmosfera. Ocorreu forte aquecimento entre 1925 e 1946, e nessa época, o homem lançava na atmosfera menos de 10% do carbono do que lança hoje. Então, aquele aquecimento, que é ainda maior do que esse atual, na realidade foi explicado por fenômenos naturais. O sol esteve mais ‘ativo’ nessa primeira metade do século XX. Além disso, foi um período que praticamente não ocorreram erupções vulcânicas. Assim, a atmosfera ficou mais limpa e entrou mais radiação solar, causando o aquecimento. Todos os recordes de temperatura nos Estados Unidos, que têm uma série de dados bastante longa, ainda são daquela década de 1930.

Como essas temperaturas são medidas? Termômetros na superfície. O problema é que eles estão sujeitos aos fenômenos de ilha de calor, muito comuns nas cidades. E a maior parte desses termômetros está em cidades que sofrem esses efeitos da urbanização.

Como seria mais seguro medir as temperaturas mundiais? Tem um sistema a bordo de satélites que leva a sigla MSU, um sensor de microondas que existe desde 1968. Ele indica que, nesses 30 anos passados, não há um aumento significativo de temperatura. Houve um aquecimento entre 77 e 99, que coincide com o aquecimento do Oceano Pacífico Tropical. Os oceanos são grandes controladores do clima, em particular o Pacífico, porque ele sozinho ocupa 35% da superfície terrestre. Então, quando ele se aquece, o clima também fica mais quente: A atmosfera, o ar, é aquecido por baixo, as temperaturas mais elevadas estão próximas da superfície. Desde 1999, o Oceano Pacífico esfria. Hoje, não só monitoramos os oceanos, mas existem mais de 3.200 boias à deriva e mergulhadoras. Elas mergulham até 2.000 metros de profundidade, se deslocam com a corrente marinha e nove dias depois elas sobem, e passam os dados para o satélite. Esse sistema mostra que os oceanos, de maneira geral, estão esfriando nos últimos seis, sete anos. E, nos últimos 10 anos, a concentração de CO2 continua subindo.

Mas há uma sensação de que existem muitas mudanças climáticas ocorrendo no mundo… Não. O que acontece é que hoje, a população está mais vulnerável aos fenômenos meteorológicos. Na realidade, os fenômenos intensos sempre ocorreram no passado. Por exemplo, a maior seca do nordeste foi em 1877 até 1879. O furacão americano mais mortífero foi no Texas em 1900. Então, temos esses eventos intensos que ocorreram numa época em que o homem não lançava a quantidade que lança hoje. Aliás, a quantidade de carbono lançada pelo homem é ínfima, é irrisória, se comparada com os fluxos naturais dos oceanos, solo e vegetação. Para atmosfera, saem 200 bilhões de toneladas de carbono por ano. O homem só lança seis. Qual a incerteza que nós temos nesses ciclos naturais? É de 40 bilhões de toneladas para cima e para baixo. Ou seja, existe uma incerteza de 80 bilhões que é oito vezes maior que o que o homem lança na atmosfera. Não tem como se controlar o carbono. E se controlar, se reduzir as emissões, não haverá impacto nenhum no clima. O clima hoje deixou de ser um problema científico, ele é um problema político-econômico.

Como assim? Hoje a matriz energética mundial, com exceção do Brasil, que é um país privilegiado, está baseada nos combustíveis fósseis (petróleo e carvão mineral, principalmente). Quando se diz, ‘vamos reduzir as emissões’, o que se quer dizer é: ‘Vamos reduzir a geração de energia elétrica’. Os países não crescem. Tudo está baseado na energia elétrica. Isso vai afetar um desenvolvimento social e econômico dos países.

Mas, de acordo com esse raciocínio, os EUA seriam os maiores interessados em um acordo climático e, no momento, eles parecem ser o maior empecilho… Os Estados Unidos adorariam que a China reduzisse as suas emissões. Os EUA estão “pendurados”, a China tem cerca de 700 bilhões de dólares em papéis do tesouro americano. A ida de Obama à China, no mês passado, visou à redução de emissões da potência oriental.

Mas a redução seria mundial, a China não seria a única a reduzir, os EUA também reduziriam… Uma coisa é você já estar com a sua população em condições humanas adequadas, como é o caso da Europa, dos EUA, do Canadá. Outros países, como é o caso do Brasil, e todos os países latinos e africanos, ainda não têm. Então, precisaria desenvolver, não consumindo como se consome nos EUA, mas com condições adequadas para viver, saúde, educação… Para os países subdesenvolvidos e emergentes, excetuando-se o Brasil, reduzir significa gerar menos energia elétrica. Em muitos países só tem carvão mineral e petróleo para gerar energia. Eu não quero dizer com isso, que nós devemos sair por aí depredando o meio ambiente, tem que haver mudanças de hábito de consumos, mas as emissões de carbono não são o caminho correto.

O senhor levanta questões sobre o clima que parecem, nos jornais e nas reuniões políticas, serem consensos. Quem fabricou esse consenso? Não existem consensos na ciência, ciência não é política, é experimentação. A ciência progride pelos contras que vão surgindo. Se você tem uma teoria e mostra que ela vale, e se surge um único experimento que diz o contrário, então você tem que repensar toda a teoria. Consensos são políticos, cientificamente eles não existem, cientificamente existem experimentações.

Então porque a impressão do consenso? Existe uma trama por detrás disso tudo. Países como os do G7. Eles já não dispõem de recursos naturais, recursos energéticos. Por outro lado, eles não querem perder a hegemonia.

Os pesquisadores que vão de encontro a esse “consenso” sofrem algum tipo de represália? Sim, mas isso é normal. A gente é perseguido, taxado como um indivíduo desatualizado e tem mais dificuldade de conseguir verba para pesquisa. Mas, de todas as pessoas que estão aqui no Brasil, talvez eu seja o climatologista mais sênior. Estudo clima há setenta anos e conclui meu doutorado há 35 anos, nos Estados Unidos. No período que eu fazia meu doutorado, o clima estava tão frio que o “consenso” da época era que nós estávamos entrando numa Era Glacial. O clima é muito complexo e jamais poderia ser dominado pelo CO2. Ao contrário, o CO2 é resultante do aumento da temperatura, quando a temperatura aumenta os oceanos liberam mais CO2.

Mas a vantagem dessa discussão toda em torno das mudanças climáticas é colocar o meio-ambiente em pauta. É, mas não da maneira correta. Quando você olha para os livros didáticos das crianças, diz lá que o homem está destruindo a camada de ozônio, que a Terra está se aquecendo, que o nível do mar vai subir… Isso está errado! O que nós estamos fazendo? Educação ou lavagem cerebral? Na minha opinião, olhando todos os indicadores climáticos, nós vamos ter um resfriamento climático nos próximos vinte anos. O que vai acontecer com essa criançada quando eles perceberem que, ao invés de aquecer, está esfriando, e que esse esfriamento é muito pior para a humanidade?

Os países parecem dispostos a fazer acordos de redução em Copenhague… É um discurso que não vai adiante. À medida em que a população aumenta, há a necessidade de mais energia elétrica, se a gente quiser incluir esse pessoal em uma sociedade que viva adequadamente. Como incluir essas pessoas sem aumentar o consumo? Não existe como. Somos ainda muito dependentes dos combustíveis fósseis. Acho que vai ter muito discurso em Copenhague, vão fazer muitas promessas, mas são só demagógicas. Não tem como cumprir essas metas. Se você olhar o Protocolo de Kyoto, a Europa não reduziu absolutamente nada, ao contrário. Conversa é conversa, na prática, não há como fazer isso.

Links Relacionados:

Aquecimento Global Existe?!
Documentário: A Farsa do Aquecimento Global legendado Pt

Documentário: A Farsa do Aquecimento Global legendado Pt

 

Exibido em 8/3/2007 pelo Channel 4 britânico, “A Grande Farsa do Aquecimento Global” (de Martin Durkin) vai na contramão de “Uma Verdade Inconveniente” (de Al Gore), reunindo os depoimentos de cientistas reconhecidos para denunciar que a teoria do aquecimento global causado pelo homem não tem base científica e que a elevação da temperatura decorre de um ciclo natural. Depoimentos de Carl Wunsch, Eigil Friis-Christensen, Frederick Singer, Ian Clark, James Shikwati, John Christy, Lord Lawson de Blaby, Nigel Calder, Nir Shaviv, Patrick Michaels, Patrick Moore, Paul Reiter, Philip Stott, Piers Corben, Richard Lindzen, Roy Spencer, Shun-Ichi Akasofu e Tim Ball. Vødeo com legendas em português.

Download do documentário: Torrent com legenda em Português

Um post sobre o Documentário:
Aquecimento Global Existe?

Aquecimento Global Existe? Complemento de Leitor

Não é o CO2 o único responsável – e nem poderia ser -, há uma míriade de fatores. Mas antes de expô-los, há a necessidade de deixar claro que o planeta não esta torrando; o aquecimento se refere a deslocação da média da temperatura do Holoceno (período atual) para poucos graus acima. Isso não vai torrar nossos cérebros ou ferver os mares. O que realmente preocupa é que esse simples deslocamento da média muda de forma descomunal (e nunca presenciada por nossa espécie) os padrões climáticos e vegetacionais do nosso planeta azul (os quais são tão importantes pra nossa agronomia, por exemplo). Ou seja, partes do globo irão realmente ficar muito mais secas e quentes, mas outras partes irão ficar muito mais úmidas e frias.
E a vegetação é, sim, a reguladora da temperatura da Terra, principalmente as florestas (afinal, o vapor liberado pela evapotranspiração das plantas é um eficiente amortecedor da temperatuda, haja vista o valor alto do calor específico da água).
Agora podemos citar outros fatores que desencadearam as mudanças que estamos vendo (o Texas com suas plantações colapsando, o Rio Grande do Sul com uma lamentável catástrofe pluvial, São Paulo perdendo sua característica garoa diária há aproximadamente 20 anos atrás etc.). Primeiro, o Metano é um gás que contribui para o efeito estufa (o qual é benéfico, se não nosso lar planetário seria uma grande bola de gelo). Segundo, a atividade industrial crescendo exponencialmente, liberando não só gazes na atmosfera, mas retirando grandes áreas de vegetação (por extrativismo ou mesmo para construção de casas), as quais fixariam CO2 e manteriam o microclima de uma região mais estável. Terceiro, a poluição dos rios, os quais também contribuem para a estabilidade climática. (Neste terceiro ponto, devo recaptular tua informação sobre o vapor de água reter muito mais calor. Realmente, a água tem alto calor específico, e retem muito calor antes de mudar de estado. Mas conforme a molécula esquenta, ela sobe na atmosfera, e portanto resfria (e, então, temos chuva)!!
Só não compreendo o porquê do CO2 levar “centenas de anos” para mostrar efeitos aquecedores, afinal, a química nos ensina que, uma vez presente, o elemento demonstra seus efeitos no ambiente (exceto alguns efeitos radioativos, que precisam ser acumulados para serem percebidos na forma de câncer, por exemplo). Aliás, há várias décadas, como Al gore contou no seu documentário sobre a verdade inconveniente, que um pesquisador mede as concentrações de gazes do efeito estufa. O problema não está nas primeiras fases da concentração demasiada, e sim na parte alta do gráfico, onde uma curva sigmóide pode mostrar que a estabilidade chegou a mensuração; antes que os efeitos fossem relevantes, as causas não seriam notadas e, portando, controladas.
O último comentário que faço é sobre teu argumento de que a Terra já apresentou 10 vezes mais CO2 na sua atmosfera na sua história geológica. No entanto, deve-se considerar em que época essa concentração chegou a tais níveis; houve inúmeros períodos em que vulcões gigantescos vomitaram os gazes, como na barreira Permiano-Triássico ou ainda na famigerada Cretáceo-Terciário (sabemos disso graças a análises geológicas e a constatação das crises biológicas concomitantes). Nesses períodos, realmente as concentrações de CO2, enxofre, Metano e outros aumentou de forma incompreensível para nossos cérebros macacóides. Citei só duas, mas houveram 5 grandes extinções – além de muitas, muitas outras extinções mais regionalizadas.
Portanto, o aquecimento se refere a poucos graus, e apenas isso pouco preocupa; o que as pessoas que compreendem esse dado realmente temem são as consequências: a inversão/translocação/inserção de padrões que atingirão todos ecossistemas, os quais demoraram milhões de anos para se reestabelecer (e se reestabeleceram, pois a vida se mostra mais tenaz do que pensavamos). Mudanças, graduais ou não, são o insumo para extinção. E essa possibilidade não é paralela ao Homo sapiens.

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Gostaria  de agradecer ao Comentário e complemento do meu tópico a “Aquecimento global Existe?”.
Valorizo qualquer idéia potencializadora do nome desse blog.

Aquecimento Global Existe?!

planeta-ovo2

Todos falam que o Aquecimento Global está vindo, que devemos nos preparar e para de poluir tanto, que somos Os Culpados.

Agora deixando a culpa e a mega propaganda por traz disso, o que vemos, quais são as informações que podemos obter através da história propagandista mundial, climática,

profética e por que não economica.

ZeitGeist The movie
Meat the Truth
A Farsa do Aquecimento Global, documentário
Uma Verdade incoveniente
História do clima mundial
Mentiras dos poderosos americanos desde o século passado

Minha teoria é que isso é tão divulgado pelos Eua que todos os países teriam que modificar/adaptar suas industrias para o Protocolo de Kyoto e outro, diminuindo sua produtividade, isso todo mundo já sabe, mas alguém teve outra resposta além de “porque ele é um idiota” para o por que George W. Bush se recusou durante mais que uma década a assumir que o aquecimento global é culpa dos humanos?!

Não. Eu acho que ninguém nunca pensou que se fizessem uma propaganda tão grande usando como desculpa nosso descaso com a natureza e um conveniente aquecimento global NATURAL do mundo para fazer sua economia crescer. Pena que ela está em crise agora.

O ultimo degelo do mundo foi por volta de 30000 a.c., quando falam que foi o dilúvio, e a Terra sempre teve altos e baixos em sua temperatura, também já chegou a ter 10 vezes mais Co2 na Terra, mas Co2 para nossa felicidade nunca foi fator determinante da temperatura mundial.
Aquecimento Global hoje em dia se tornou uma indústria muito bem sucessidade, se as pessoas não acreditarem mais, milhares perderam empregos.
Assim como se Provasse a inexistência do Deus, Javé, milhares de pessoas não teriam para onde ir, acabaria-se com um mito criado pelo homem.

O Co2 em porcentagem de todos os gases do ar ele só é 0,054 por cento, isso é absurdamente minimo, nunca ia ser o fator de mudança climática.
Mesmo o efeito estufa é feito de 95% de vapor de água.

James Lovelock, o cientista que escreveu o livro sobre a Teoria/Hipótese de Gaia, fala que a mudança de temperatura era pra acontecer, mas está sendo acelerada, pois os

Humanos cortaram florestas muito importantes para o planeta, pois elas resfriavam muito o planeta em certas partes.

o Co2 tem uma relação com a temperatura, mas quando ele aumenta a temperatura demora centenas de anos para aumentar.
O que não explica o que a mídia fala de nós mesmo estarmos aquecendo o planeta, Não tinha fabricas a quase 1000 anos atrás.
Al gore em seu documentário não falou nenhuma mentira, só falou que tinha relação o Co2 e a temperatura, só não falou que quando se aumenta a temperatura é que o Co2 aparece mais.

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