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Duas Pirâmides de Vidro achadas submersas no Triângulo das Bermudas

Pirâmides de vidro são encontradas submersas no Triângulo das Bermudas.

Segundo um artigo, do site apparentlyapparel.com, pirâmides gigantescas de vidro (ou algo semelhante) teriam sido encontradas submersas no triângulo das bermudas, seriam construções da lendária Atlântida? Confira um trecho do artigo:

Estas estruturas em pirâmide estranhas subaquáticas a uma profundidade de dois mil metros foram identificadas com a ajuda de um sonar de acordo com oceanógrafo Dr. Verlag Meyer. Estudos de outras estruturas, como Yonaguni atualmente no Japão, permitiram aos cientistas determinar que as duas pirâmides gigantes, aparentemente feitas de algo como um vidro de grande espessura, são realmente impressionantes – cada uma delas é maior que a pirâmide de Quéops, no Egito.

Recentemente, cientistas americanos e franceses, bem como de outros países que estão conduzindo pesquisas em áreas do leito do mar do Triângulo das Bermudas, afirmam ter encontrado uma pirâmide de pé no fundo do mar, que nunca foi descoberta. O comprimento da base dessa pirâmide atingiu os 300 metros, 200 metros de altura, e à distância desde a base até a ponta da pirâmide é de cerca de 100 metros acima do fundo do mar. Os resultados preliminares mostram que esta estrutura parece ser feita de vidro ou um material semelhante a vidro (cristal?), como é totalmente lisa e parcialmente translúcida.

Quando se fala de tamanho, esta pirâmide recém re-descoberto é maior em escala do que as pirâmides do antigo Egito. No topo da pirâmide existem dois furos muito grandes, água do mar em movimento, à alta velocidade, passa através do segundo orifício e, portanto, as ondas turbulentas rolam pela formação de um vórtice gigante, que faz com que as águas em torno desta, causem um aumento maciço de ondas e névoa sobre o mar, na superfície. Esta nova descoberta faz com que os cientistas se perguntem se este está tendo um efeito sobre a passagem de barcos e aviões, o que poderia ser a razão para todo o mistério que cerca a área.

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Documentário: BBC Timewatch 2010 Atlantis The Evidence


 

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Parte 6

 

Esse é um documentário muito sério e sem fantasias, há uma preocupação nele de evitar todo o imaginário por trás do continente perdido, e ir atrás do que é concreto, de uma explicação sólida e convincente de onde poderia ter sido a terra de Poseidon, Atlântida.  A BBC sempre traz coisas coisas muito boas, espero que gostem.

Elenco:
Apresentador: Bettany Hughes
Diretor: Natalie Maynes
Produtor: Natalie Maynes

TAMANHO: 1,73 GB
ARQUIVO: MKV
QUALIDADE: 10
FORMATO: BLURAY
RESOLUÇÃO: 1280X720
AUDIO: INGLES
LEGENDA: NÃO POSSUI
TEMPO DE DURAÇÃO: 59 MINUTOS

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Tudo sobre Atlântida e Lemúria parte 6

TEORIAS ESOTÉRICAS

EDGAR CAYCE (1877-1945) – O médium americano, conhecido como o “Profeta Adormecido”, Edgar Cayce também mencionou várias vezes a Atlântida. Ele fez predições certeiras sobre a primeira e segunda guerra mundial; a quebra da bolsa de NY e a independência da Índia. Profetizou que aos finais dos anos 60 se encontrariam partes de Atlântida, e predisse também que o continente de Atlântida reapareceria no futuro em uma época acompanhada de terremotos, erupções vulcânicas e outros cataclismos em todo o planeta.


Edgar Cayce

O caminho de Bimini foi descoberto em 1968. Cayce morreu em 1945. Mas seu projeto seguiu adiante graças à sua fundação A. R. Edgar Cayce, que tem patrocinado projetos de busca de Atlântida; trabalham sobretudo na ilha de Andros.

Em 1901 ele perdeu a voz, durante um ano não conseguiu curar-se, até tratar-se com um hipnotizador de sua cidade. Para surpresa de muitos, ele mesmo indica a causa de sua enfermidade e indica o remédio adequado. Começa sua fama de curador. Afirmava poder contatar com os registros akásicos da humanidade, que são cúmulos de conhecimentos administrados por seres elevados.

Cayce tinha a suposta capacidade de ver o futuro e de se comunicar com os mortos. Ele identificou centenas de pessoas, incluindo a ele mesmo, como atlantes reencarnados; muitos dos consulentes de Cayce recebiam informações sobre o seu passado atlante nas “leituras” que o médium fazia de seus casos. Ele disse que o limite ocidental da Atlântida seria descoberto perto da costa de Bimini até o final da década de 60. Em 1969 mergulhadores britânicos descobriram duas “estradas” de pedra paralelas na costa de Bimini. Mas os primeiros pesquisadores e arqueólogos que estudaram o local, conhecido como “Estrada de Bimini”, logo o consideraram como uma ocorrência natural. No entanto, investigações recentes descobriram evidências que parecem sustentar a idéia de que as pedras foram moldadas e colocadas lá para formar uma parede. E essa descoberta de uma possível cidade submersa próxima de Cuba só vai aumentar o ímpeto dos que apóiam a teoria da Atlântida.

Em suas visões, o continente era habitado por seres tecnologicamente muito avançados. Ele acreditava que os atlantes possuíam tecnologias remarcáveis,  inclusive “cristais de fogo” extremamente poderosos que eles usavam para energia. Um desastre no qual esses cristais ficaram fora de controle foi responsável pelo afundamento da Atlântida, ele disse, o que parece com uma fábula de precaução sobre os perigos da energia nuclear. Tendo permanecido ativos abaixo das ondas oceânicas, os “cristais de fogo” danificados enviam campos de energia que interferem com os navios e aviões que passam – isto é como Cayce considerou as ocorrências do Triângulo das Bermudas. Segundo ele, a Atlântida já possuía muitas das tecnologias que julgamos modernas, haviam dominado a tecnologia da cirurgia com raios laser; tinham naves que navegavam pelo ar e pela água; haviam extraído gases que os ajudavam a erguer as pedras para a construção dos templos; e tinham um potente cristal que concentrava a luz do sol, e proporcionava luz e calor aos atlantes.

Edgar Cayce afirma que dois grupos diversos tiveram grande poder nessa época, um deles chamados de “Os Filhos de Belial”. Estes trabalhavam pelo prazer, tinham grandes posses, mas eram espiritualmente imorais. Um outro grupo chamado de “As Crianças da Lei Um”, era constituído por pessoas que invocavam o amor e praticavam a oração e a meditação juntas, esperando promover o conhecimento divino. Eles se chamavam “As Crianças da Lei Um” porque acreditavam em Uma Religião, Um Estado, Uma Casa e Um Deus, ou melhor, que Tudo é Um. Logo após essa divisão da civilização atlante, foi que ocorreu a primeira destruição da Atlântida, ocasião em que grande número de imensos vulcões entrou em erupção. Então uma parte do povo foi para a África onde o clima era muito favorável e possuíam muitos animais que podiam servir como fonte de alimentação. Ali os descendentes dos atlantes viveram bem e se tornaram caçadores. A outra parte direcionou-se para a América do Sul onde se estabeleceu na região onde hoje é a Bacia Amazônica. Biologicamente os atlantes do grupo que foi para a América do Sul começou a se degenerar por só se alimentarem de carne pensando que com isso iriam obter a força do animal, quando na verdade o que aconteceu foi uma progressiva perda das habilidades psíquicas. Assim viveram os descendentes atlantes até que encontraram um povo chamado Ohlm, remanescentes dos descendentes da Lemúria, que os acolheram e ensinaram-lhes novas técnicas de mineração e agricultura.

Em 1933, Cayce disse que a civilização de Atlântida conhecia raios que seriam “descobertos nos próximos vinte e cinco anos”. O laser foi descoberto em 1958, exatos 25 anos depois.

Segundo Edgard Cayce, o fim da civilização atlante deu-se devido a fatores como descontentamento do povo, escravidão dos trabalhadores e “misturas” (entre homens e animais), sacrifícios humanos, adultério, fornicação generalizada e mau uso das forças da natureza, mas ele afirmou que novas terras surgirão no Atlântico e no Pacífico, frente às costas americanas, vestígios de velhos continentes. Mudarão os pólos magnéticos da Terra, depois do que não haverá mais desastres geológicos. Depois de grandes transtornos no mundo, virá um Messias e novos dirigentes espirituais. “os homens serão avisados por videntes e por sinais no firmamento. Porém poucos acreditarão.

STEINER – Mais detalhes foram acrescentados ao mito por Rudolf Steiner, em “Lemuria and Atlantis”, que tratava dos dois continentes afundados ao mesmo tempo. Ex-integrante da Sociedade Teosófica, o criador da antroposofia, Rudolf Steiner, disse poder relatar o que havia acontecido na Atlântida recorrendo aos arquivos akáshicos (vestígios de todas as ocorrências preservados na luz astral). Segundo ele, os atlantes pensavam por imagens, tinham extraordinária capacidade de memória e usavam energia latente nos vegetais para pilotar aeronaves. Os mais evoluídos foram selecionados e levados para a Ásia Central, onde passaram por treinamento espiritual para entender os poderes divinos; eles foram a ascendência dos primeiros reis-sacerdotes arianos.


Rudolf Steiner

O médium Anthony Neate, fundador de um grupo inglês de pesquisa sobre os atlantes, que em transe afirmava manifestar um atlante, em 1957, disse:

“Os acontecimentos acontecerão gradualmente. Haverá terremotos onde normalmente não existem e vulcões extintos há séculos ficarão ativos. Predominarão condições meteorológicas anormais, que se agravarão com a progressão do tempo. As estações do ano perderão o significado, pois haverá dias quentes nos meses do inverno e frios nos períodos tradicionalmente cálidos (aparente inversão dos polos). À medida que a data se aproximar, será registrada uma escuridão crescente, pois os raios solares serão bloqueados. Cairá dos céus uma substância vulgarmente conhecida como chuva negra e haverá um grande caos. Quando estes acontecimentos atingirem um clímax, a Terra se inclinará. Muitas terras desaparecerão sob os mares em ebulição e algumas serão erguidas dos leitos submersos. Entre estas últimas, aparecerá o continente de Atlântida”.

SPENCE – Lewis Spence (o fundador da ordem Rosacruz AMORC) fez diversas abordagens em livros como: “The Problem of Atlantis”, “Atlantis in América”, “The History of Atlantis” e “The Problem of Lemuria, the Sunken continent of the Pacific”. Spence afirmou que o homem de Cro-Magnon era sobrevivente do cataclismo atlante, tal como os maias, que viveram num outro continente afundado, Antilia, uma Atlântida ocidental que afundou mais tarde – para preencher a lacuna de muitos milênios entre a ruína do continente-mãe e o estabelecimento da civilização da América Central. Mas os argumentos de Spence, em termos geológicos, antropológicos ou lingüísticos, eram bastante insustentáveis. Outra contribuição para o tema veio através de um livro de 1931 do rosacruz norte-americano Wishar Cervé, Lemúria: O Continente Perdido do Pacífico. Baseado em antigos manuscritos tibetanos e chineses que chegaram às mãos da fraternidade rosacruz em San Francisco, Cervé apresentou os lemurianos como um povo dedicado principalmente ao desenvolvimento espiritual. Uma saliência na testa permitia aos nativos manter comunicações telepáticas, ver objetos e seres da quarta dimensão e conhecer o passado e o futuro. Tal como nos outros relatos, o continente submergiu numa sucessão de erupções vulcânicas, terremotos e maremotos.


Spencer Lewis

PAPUS – “Por volta de 10.000 a.c., um fantástico dilúvio abalou a terra; a Atlântida foi tragada pelas águas e a atual Europa fez a sua aparição. O Egito é uma antiga colônia atlante”. PAPUS – “ABC do Ocultismo” – Papus, Editora Martins Fontes.

BLAVATSKY – O trabalho de Donnelly serviu de referência para um dos mais importantes livros ocultistas do século 19: “A Doutrina Secreta”, da russa Helena Blavatsky, publicado em 1888. Mas a controvertida criadora da Teosofia não admitiu abertamente o uso dessa fonte; segundo ela, as informações sobre a Atlântida apresentadas na obra provinham de sua leitura das “Stanzas de Dzyan” (um misterioso livro levado da ilha por homens santos antes que ela desaparecesse) e de conhecimentos secretos transmitidos por mahatmas tibetanos.


Blavatsky

A antropogênese teosófica, toda ela fundamentada em antigas escrituras hindus e tibetanas, postula que a espécie humana surgiu, na Terra, em simultâneo ao surgimento do próprio planeta. A espécie, humana, é essencialmente a mesma, porém, as Raças, diferem entre si em sua constituição bioquímica sempre em correspondência com seu desenvolvimento espiritual. Blavatsky atribuía às Stanzas o mapeamento dos sete estágios de vida da humanidade na Terra, cada qual controlado por uma raça-raiz.

A primeira raça-raiz habitara um continente que Blavatsky denominou de “A Imperecível Terra Sagrada”. Os indivíduos da Primeira Raça, se ainda existissem, teriam a idade da Terra e tal como a Terra em seus primórdios, seus corpos seriam massas gasosa de forma circular oscilante.

A segunda raça, um pouco mais densa, ainda assim seria etérea; são chamados de “Raça Hiperbórea” e habitaram a região polar norte.

A terceira, a Lemúria, habitaram um continente vasto que ocupava o atual oceano Pacífico e também áreas do Atlântico; Esse continente submergiu com o fim da civilização da Lemúria, ocasionado por convulsões geológicas como terremotos e erupções vulcânicas. Começou sua jornada ontológica também em corpos de matéria sutil; foram chamados de “os sem-ossos” e eram assexuados; mentalmente pouco desenvolvidos (e por isso também chamado “SEM-MENTE”). Produziram, já nas últimas gerações, seres dotados de esqueleto ósseo, dimensões agigantadas – em relação ao sapiens atual, e foram inicialmente bissexuais passando a ser heterossexuais, divididos em machos e fêmeas, no fim do período. Este foi o primeiro passo para um tipo de reprodução que iria se desenvolver dali por diante: a reprodução sexuada (os modos anteriores foram a EXUDAÇÃO e o BROTAMENTO).

A Quarta Raça é a dos Atlantes. A Atlântida data de pelo menos 100.000 a.C., então constituindo não uma ilha e sim um imenso continente que se estendia desde a Groelândia até o Norte do Brasil. Para se estudar bem a Atlântida deve-se considerar que esse nome diz respeito a três civilizações distintas, pois em cada uma das destruições os que restaram tiveram que recomeçar tudo do início.

Em 52.000 a.C. os Atlantes começaram a sofrer com ataques de animais ferozes, o que os fizeram aumentar seus conhecimentos em armas, motivando um avanço tecnológico na Atlântida. Novos métodos de agricultura foram implementados, a educação expandiu, e conseqüentemente bens materiais começaram a assumir um grande valor na vida das pessoas, que começaram a ficar cada vez mais materialistas e conseqüentemente os valores psíquicos e espirituais foram decaindo. Uma das conseqüências foi que a maioria dos atlantes foi perdendo a capacidade de clarividência e suas habilidades intuitivas por falta de treinamento e uso, a ponto de começarem a desacreditar na mencionadas habilidades.

A segunda destruição, motivada pela mudança do eixo da Terra, ocorreu em torno de 28.000 a.C., quando grande parte do continente afundou, restando algumas ilhas, das quais uma que conectava o continente Atlante à América do Norte. Com isso novamente os atlantes fugiram para as Antilhas, Yucatã, e para a América do Sul.

E a terceira destruição foi exatamente esta onde floresceu a civilização citada por Platão e que por fim foi extinta, em uma só noite, afundando-se no mar restando apenas as partes mais elevadas que hoje corresponde aos Açores descrita por Platão.

Diz-se haver sido colonizada pelos lemúrios que haviam fugido do continente onde habitavam, também sujeito a cataclismos imensos, quando então se estabeleceram correntes migratórias fugitivas das destruições que ocorriam na Lemúria, algumas delas dirigiram-se para o Sul da Atlântida. Eles foram os gigantes que viveram há 18 milhões de anos atrás, em um continente chamado Atlântida. São os primeiros que podemos chamar de “homens”.

Sua cultura era muito avançada; em muitos pontos, ultrapassava a nossa com facilidade. Esta tecnologia diferia muito da atual em termos de padrão de freqüência vibracional. Estava diretamente relacionada com as forças da Natureza e continha aspectos energéticos (metafísicos e radiônicos) e até espirituais unidos numa só Ciência (conceito praticamente impossível de ser aceito e assimilado pela “Ciência” atual).

Construíram aeroplanos, mas nada muito desenvolvido, algo que se assemelharia mais ao que é hoje é conhecido como “asa delta”. Isto, de acordo com a Teosofia, tem sido confirmado através de gravuras em certos hieróglifos egípcios e maias. Também fazia uso de tecnologia nuclear. Os Atlantes tinham grande conhecimento da engenharia genética, o que os levou a tentar criar “raças puras”, raças que não possuíssem nenhum defeito. Em busca do aperfeiçoamento racial, como é da natureza humana o querer sempre mais os cientistas atlantes tentaram desenvolver certos sentidos humanos mediante gens de espécies animais detentoras de determinadas capacidades. Tentaram que a raça tivesse a acuidade visual da águia, e assim combinaram gens deste animal com gens humano; aprimorar o olfato através de gens de lobos, e assim por diante. Mas na verdade o que aconteceu foi o pior, aqueles experimentos não deram certo e ao invés de aperfeiçoarem seus sentidos acabaram  criando bestas-feras, onde algumas são encontradas na mitologia grega e em outras mitologias e lendas. Ainda no campo da engenharia genética criaram algumas doenças que ainda hoje assolam a humanidade. A moral começou a ruir rapidamente e o materialismo começou a crescer. Começaram a guerrear. Por último os atlantes começaram a fazer experimentos com displicência de forma totalmente irresponsável com cristais e como conseqüência acabaram canalizando uma força cósmica, que denominaram de “Vril”, sob as quais não tiveram condições de controla-la, resultando disso a destruição final da Atlântida, que submergiu em uma noite.

Muitos atlantes partiram para onde hoje é a Grécia e com o uso a tecnologia que detinham se fizeram passar por deuses dando origem assim a mitologia grega, ou seja, constituindo-se nos deuses do Olimpio

Durante o ponto mediano da evolução dos Atlantes, eles se cruzaram com seres simiescos, produzindo os animais que hoje são chamados de primatas. Esta atitude condenou a Raça, pois perante o karma esta bestialidade era um pecado grave. Segundo Helena Petrovna Blavatsky os Atlantes foram punidos com a destruição da Raça e de seu continente. Foram quatro os grandes cataclismos, espaçados entre si por muitas centenas de anos, que destruíram a grande civilização atlante. O último deles, ocorrido aproximadamente 10.000 anos antes da época de Platão, submergiu a última terra remanescente do grande continente. À medida que as catástrofes iam se sucedendo, submergindo áreas inteiras do continente atlante, os povos remanescentes iam migrando em todas as direções. Aqueles que apresentavam um estado de consciência mais elevado e que não se imiscuíram na baixa magia e nos terríveis crimes perpetrados pelos povos revoltados que instalaram a desordem sob a égide dos perversos Rackshasas, seres híbridos provindos da Raça anterior, a Lemuriana, foram conduzidos por um enviado dos Céus, um Manú, chamado Vaisvásvata, para o Planalto do Pamir, no Norte da antiga Aryavartha, atual Índia. Os demais povos atlantes foram se dispersando nas terras que restaram da submersão. Isso aconteceu, segundo a cronologia esotérica, cerca de 850 mil a 1 milhão de anos atrás. Os sobreviventes deste cataclisma fundaram a quinta e atual Raça-raiz, a Ariana.

A corrente que  deu origem a civilização egípcia inicialmente teve muito cuidado com a transmissão dos ensinamentos científicos a fim de evitar que a ciência fora de controle pudesse vir a reeditar a catástrofe anterior. Para o exercício desse controle eles criaram as “Escolas de Mistérios”, onde os ensinamentos eram velados, somente sendo transmitidos às pessoas que primeiramente passassem por rigorosos testes de fidelidade.

A Quinta Raça é a atual, cujo surgimento datam em cerca de um milhão de anos. A Sexta e a Sétima Raças são seres humanos que ainda estão por vir e que tendem a ser mais evoluídos que seus predecessores em todos os aspectos da existência de um indivíduo realmente inteligente.

Por certo, estas afirmações da Sabedoria Oculta podem parecer delirantes, e mais ainda se dissermos que existiam homens ou proto-homens há 18, há 45, há 150 milhões de anos (desde há 18 milhões, a humanidade física; antes, a Humanidade astral). Entretanto, a Ciência Esotérica pode argumentar ponto por ponto para defender as suas teses”, escreveu Blavatsky. “Há algumas décadas, éramos ensinados nas escolas que o Homem tinha 600.000 anos. Hoje em dia, parece que vamos em 4, 5 milhões de anos, sete ou oito vezes mais… Veja-se a que ritmo se multiplicou a suposta idade do homem! São as luzes e sombras do método indutivo”, retrucam seus seguidores.

Um discípulo de Blavatsky, William Scott-Elliot, aprofundou as idéias da mestra em seu livro A Lemúria Perdida, de 1904. Na obra, ele descreve a Lemúria como um continente que “quase rodeava o globo”, habitado por humanóides de inteligência escassa e altura que variava entre 3,5 e 4,5 metros. Dotados de três olhos (um deles na parte posterior da cabeça), que lhes permitiam uma visão de 360 graus, eles caminhavam também para trás. Segundo Scott-Elliot, os lemurianos eram inicialmente hermafroditas e desenvolveram posteriormente a reprodução sexual. Mas esse processo não foi tranqüilo: no início, eles tiveram relações sexuais com animais, de onde resultaram os grandes símios de hoje. Os deuses criadores dos lemurianos ficaram tão horrorizados com esses cruzamentos que deixaram seus postos. No entanto, os humanóides não ficaram desprotegidos: magos vindos de Vênus encarregaram-se de orientar a evolução lemuriana. Tudo isso, porém, foi interrompido por erupções vulcânicas e sismos, que submergiram o continente.

Tudo Sobre Atlântida e Lemúria Parte 5

E SE A NOSSA CIVILIZAÇÃO DESAPARECESSE? – Se 90% de nossa civilização fosse dizimada por uma grande catástrofe global, o restante de nós voltaria em poucos anos a viver como os homens primitivos. Abandonariam as cidades, em busca dos campos, e em cerca de 5.000 anos não haveria quase nenhum registro de nossa civilização. [Vide documentário “O Mundo Sem Ninguém”, Discovery Channel]. E se isso já ocorreu antes?

E O QUE DIZ A CIÊNCIA? PODEMOS CONFIAR TOTALMENTE NELA? – Mas quão imparcial é a ciência? Ela realmente faz o que afirma fazer, pega os fatos e começa a partir disso? A ciência tem se concentrado mais em teorias do que em fatos. A partir dos fatos surge uma teoria para explicá-lo, e outros fatos são deixados de lado. Novos fatos podem mudar a teoria, mas são ignorados com freqüência. Chamamos estes fatos de “anomalias”, provas que não se encaixam. Às vezes é encontrada uma prova que pode quebrar todas as regras. No seu polêmico livro “Arqueologia Proibida”, os cientistas Thomson e Cremo, mostram o que acontece com provas que contradizem as regras. “Durante os últimos 150 anos os arqueólogos e antropólogos ocultaram quase todas as provas de suas descobertas” – Michael Cremo, Historiador.

“O que observamos é a chamada ‘filtragem do conhecimento‘. Este é um aspecto fundamental da ciência e da natureza humana. As pessoas tendem a ocultar aquilo que não se encaixa. E na ciência, as descobertas que não se encaixam no modelo padrão, tendem a ser eliminadas. Não são ensinadas ou discutidas. Mesmo as pessoas que têm conhecimentos científicos não sabem nada sobre isso.” – Dr. Richard Thompson, Filósofo da Ciência.

O que estamos falando, por exemplo, foi demonstrado em Hyatlico, no México, em 1996, quando a arqueóloga Jean Steen Mackintyre ameaçou desmentir a teoria de que a humanidade é relativamente nova na Terra, dizendo que na verdade ela começou na Sibéria há 30 mil anos e só surgiu na América há mais ou menos 20 mil anos.

Em 1996 a arqueologia Jean Steen Mackintyre, no México, ameaçou derrubar a base da teoria convencional de que o ser humano é relativamente novo na face da Terra. No México a arqueóloga descobriu ferramentas de pedras e ossos humanos e os submeteu a uma bateria de exames, que apontou 250.000 anos. Isso lhe arruinou a carreira por completo. “Pensávamos que era um sítio antigo em 1966. Talvez um sítio de 20 mil anos atrás, e naquela época isso foi considerado muito exagerado. Quando calculamos a data usando muitos métodos, concluímos que era um sítio de 250 mil anos. Eu ficaria feliz com esta data. Teria feito a minha carreira. Mas fui bastante ingênua e pensei: Vou continuar com esta data, temos a informação e os fatos. Vamos trabalhar a partir dos fatos. Não imaginava que isso arruinaria minha carreira”, disse ele em uma entrevista para um documentário no Discovery Channel. Todas as oportunidades profissionais se frustraram. O sítio foi fechado e foi negada a permissão para investigações, permanentemente. Não obstante, mais de 30 anos depois, arqueólogos descobriram na Sibéria vestígios de seres humanos de 300.000 anos de idade. A datação de Mackintyre não parecia tão improvável depois de tudo… O homem chegou até a Sibéria a cerca de 30.000 anos, e na América a uns 20.000 anos.

Supõe-se que esse antepassado humano vivia em Atlântida, e tinha o cérebro 30% maior. Enquanto o cérebro do homem moderno tem entre 1200 e 1300 centímetros cúbicos, o homem de Cro-Magnon, que apareceu na Europa há 60 mil anos A.C., tinha 1600 cm cúbicos. Segundo o estudioso, essa espécie viveu até uns 10 mil anos A.C.

Isso ocorre naturalmente na comunidade científica. Quando uma descoberta está em desacordo com a teoria existente, as pessoas não vão falar sobre isso, não será relatado. Isso significa que a ciência não evolui como as pessoas esperam.

A ciência está desprezando provas de um passado esquecido? São verdadeiros os mitos de uma antiga civilização do planeta que acabou milhares de anos antes dos primeiros relatos históricos? Pesquisadores estão estudando as anomalias que a ciência descarta. Eles questionam coisas que mudarão nossa visão sobre a humanidade.

Como começamos? Onde é a origem da civilização? Estudiosos desenvolveram muitas teorias, baseados no que observam. Mas sabemos mesmo?

Às vezes as provas contradizem as teorias!

É neutra a ciência? Não é realmente quando afirma limites aos feitos como ponto de partida. Novas evidências podem questionar as teorias, porém com freqüência são ignoradas. Chamamos a estas de anomalias, são evidências que não encaixam na teoria. Quando os cientistas vêm que algo não se encaixa aos paradigmas aceitos tendem a eliminá-lo. Nos últimos 150 anos, os arqueólogos têm enterrado evidências quase tanto quanto têm realizado descobertas, escondendo-as do público em museus e arquivos sem acesso.

Os teóricos da Atlântida argumentam que os historiadores, arqueólogos, e demais pesquisadores tentam esconder a verdade com medo de ter que reescrever toda a história antiga, rever conceitos oficialmente aceitos. Mas eles não explicam como foram construídas as pirâmides, como existiram inúmeros artefatos e achados arqueológicos encontrados na Ásia, África e América e inter-relacionados. O como foram construídos as pirâmides e outros monumentos até hoje é um enigma. Os menires encontrados na Europa, as obras megalíticas existentes em vários pontos da terra, os desenhos e figuras representativas de aparelhos e até mesmo de técnicas avançadas de várias ciências, os autores oficiais não dão qualquer explicação plausível.

A história não vêm em uma linha reta, mas em estágios, em algumas civilizações, sob alguns aspectos, foram muito mais sofisticadas do que as que lhe sucederam.

Por sua própria natureza, a ciência é um sistema de auto-correção. Talvez com mais evidências…

TEORIAS SOBRE ATLÂNTIDA – Ao estudarmos teorias modernas sobre a Atlântida e sua localização, percebemos o caráter um tanto “nacionalista” de algumas investigações principalmente no século XX.

Durante este século, observamos arqueólogos espanhóis tentando encontrar a Atlântida na Espanha e na África Espanhola e exploradores franceses tentando encontrá-la na França e na África Francesa. Muitos destes exploradores chegaram até a declarar que a Atlântida teria sido na própria França.

No mapa, três dos principais pontos de investigação sobre vestígios da Atlântida.

Tudo Sobre Atlântida Parte 4

LEMÚRIA NA VISÃO DOS TEOSÓFOS – Ao longo do século XIX, os seguidores das teorias de Madame Blavatsky, em sua Doutrina Secreta passaram a acreditar numa versão diferente da História do Mundo que encontrava respaldo na teoria geológica do Catastrofismo anteriormente referida. Esses indivíduos, influenciados por ideais pré-fascistas, defendiam que a raça humana havia passado por quatro estágios pré-evolutivos, se encontrando no quinto estágio. Embora algumas raças do quarto estágio (e, portanto, menos evoluídas) ainda coabitassem com as do quinto estágio, notadamente os judeus. Para esses teosóficos, a quarta raça seria muito semelhante à quinta e teria habitado principalmente em Atlântida. A terceria raça, contudo, seria bem diferente e, tendo habitado a Lemúria, teria esqueleto cartilaginoso, três olhos (sendo um na nuca, hoje atrofiado, tendo dado origem à glândula pituitária (atualmente conhecida como hipófise), mãe dos poderes paranormais de tal raça que, contudo, seria muito belicista e pouco desenvolvida intelectualmente). A segunda raça teria sido semi-etérea e a primeira raça não seria tangível, sendo feita de éter, no sentido metafísico da palavra. O principal seguidor de Blavatsky e maior propagador dessas histórias sobre a Lemúria foi W. Scott Eliott, em seu livro “Lendas de Atlântida e Lemúria”.

CRÍTICAS ÀS TEORIAS DOS CONTINENTES DE MU OU LEMÚRIA – Como nos outros casos, as fontes citadas pelo coronel eram intangíveis. As comunicações com o sacerdote hindu, por exemplo, eram feitas por “telegrafia cósmica”, o que eliminava correspondências ou outros documentos escritos. Tampouco se viram textos em naacal ou suas transcrições.

A maioria dos cientistas considera hoje continentes submergidos uma impossibilidade física, dado a teoria da Isostasia.

CRÍTICAS À HIPOTESE DA EXISTÊNCIA DE ATLÂNTIDA – Há somente uma fonte primária clássica de toda a complexa mitologia da Atlântida, que se torna, portanto, uma pirâmide de cabeça para baixo, construída a partir de um único ponto de referência. Esse ponto é Platão. Os demais relatos de outras civilizações (especialmente as pré-colombianas) não estão facilmente acessíveis, e o resultado das traduções é controverso.

O relato platônico foi um ouvir dizer de ouvir dizer. Ele afirmou que Sócrates ouvira a história de Crítias, que a ouvira em terceira mão do seu bisavô Drópida, que a ouvira de seu parente, o semilendário legislador ateniense Sólon, que a ouvira de uma sacerdotisa de Ísis no Egito, 150 anos antes de Sócrates. A sacerdotisa afirmara ter havido um grande império ateniense há nove mil anos, isto é, perto de 9.600 a.c., quando, na realidade, nem existiam antenienses. Segundo ela, essa potência ateniense entrara em conflito com o império de Atlântida, que fora fundado pelo deus do mar, Posídon, num continente do oceano ocidental.

Outros afirmam também que a história da Atlântida não seria nada mais do que um produto da imaginação fértil de Platão, que ele teria escrito a história da Atlântida para criticar a sociedade da época, já que a Grécia antiga era uma nação muito desenvolvida, e como toda nação desenvolvida, teria também suas corrupções. O arquétipo da Atlântida (e das diversas “sociedades desaparecidas”) contém todos os elementos comuns a mitos de todas as épocas e culturas [o que na verdade é característica comum aos arquétipos]: preceitos morais e advertências contra abusos de poder e à presunção quanto à capacidade criativa dos homens, o drama da catástrofe, a Queda de um paraíso perdido, e outra versão do Dilúvio.

As provas “científicas” do mito da Atlântida sempre provaram ser demasiado não-científicas para serem levadas a sério. Uma prova típica foi a proposta do geólogo francês Pierre Termier de que o taquilito vitroso recuperado do leito do Atlântico a 3 km de profundidade deve ter vindo originalmente de vulcões acima da terra, porque somente no ar esse material de lava se resfria bastante rápido para formar vidro não cristalino. Mais tarde, foi demonstrado que esse material se forma tanto no ar como sob a água, mas, mesmo assim, os adeptos da Atlântida ainda citam a teoria errônea de Termier para “provar” o mito.

Uma civilização comerciante, como a descreve Platão, com tecnologia avançada para a época, e com diversas colônias extracontinentais, a qual, todavia, existiu por centenas de anos sem ultrapassar as fronteiras do próprio continente! E embora tenha havido freqüentes ondas de migração no período de decadência atlante (América, Índia, Egito etc.), os sábios atlantes nunca levaram essa tecnologia consigo! Em pouco tempo, as colônias atlantes voltaram ao nível dos carros de bois e das jangadas, e o homem ao estágio pós-primata!!!

Talvez o nome de Atlântida tenha sido sugerido a Platão pela sua leitura de Tucídides, que mencionava um dilúvio provocado por um terremoto que destruiu um forte ateniense na pequena ilha de Atalanda (cujo nome vem da caçadora heróica da mitologia grega) e “danificou um dos dois navios que estavam atracados no porto”. Estrabo disse que a ilha de Atalanta fora partida em duas, criando com isso um canal navegável no golfo.

Platão conta uma versão mais metafísica da história de Atlântida em “Critias”.

Pelos registros egípcios, Keftiu (Creta) foi destruída pelos mares em um apocalipse. Parece que Sólon trouxe as lendas de Keftiu para a Grécia, onde ele passou para seu filho e seu neto. Platão provavelmente traduziu “a terra dos pilares que sustentam o céu” (Keftiu) como a terra do titan Atlas (que segurava o céu). Comparações com os antigos registros antigos de Keftiu identificam um número de similaridades com a Atlântida de Platão. Quando Platão identificou a localização da terra que ele havia chamado Atlântida, ele a colocou no oeste – no Oceano Atlântico. Na verdade, a lenda egípcia colocava Keftiu a oeste do Egito, mas não necessariamente a oeste do Mediterrâneo. Descrevendo Atlântida como uma ilha (ou continente) no oceano Atlântico, suspeitamos que Platão estivesse simplesmente equivocado em sua interpretação da lenda egípcia que ele estava recontando. A ilha nação de Keftiu, lar de um dos quatro pilares que sustentavam o céu, era considerada uma gloriosa civilização avançada que foi destruída e afundou no oceano.

OUTRAS EVIDÊNCIAS – As obras de Platão não são os únicos relatos que existem de um país perdido no meio do oceano Atlântico, que, por certo, deve seu nome a este continente desaparecido. Para aqueles que alegam que a Atlântida de Platão era uma analogia velada sobre a corrupção da Atenas, argumenta-se que o renomado filósofo não escreveria uma parábola tão complexa, em três volumes, criando toda uma civilização, tecnologia e cultura, que em nada faz paralelo com o mundo grego, envolvendo o nome de um grande líder político (Sólon) e seu neto (Crítias), com a real possibilidade de contrariar os interesses de seus descendentes. Além do mais suas descrições da tecnologia de Atlântida se encaixam perfeitamente nas descrições do MahaBahata hindu.

Existe uma diferença entre lenda e mito, o mito é uma história que realmente nunca aconteceu, mas a lenda é uma história real, “colorida” pela sucessão da narrativa emotiva, ao longo do tempo.

Outros pensadores gregos, como Aristóteles e Plínio, argumentaram sobre a existência da Atlântida, enquanto que Plutarco e Heródoto, considerado por alguns como o maior dos historiadores antigos, escreveu sobre a misteriosa civilização da ilha no Atlântico como um fato histórico. Um manuscrito intitulado “A Respeito do Mundo” e atribuído a Aristóteles evidencia a crença em outros continentes. O antigo historiador grego Diodoro da Sicília (séc. I a.C.), escreveu que milhares de anos antes dos fenícios, havia uma imensa ilha atlântica (no local em que Platão descreveu que a Atlântida estava), e os atlantes eram vizinhos dos líbios; também mencionou que eles tiveram uma guerra com os amazônicos! Dentre outras afirmações e registros, descreveu a Atlântida como uma “ilha de tamanho considerável e situada no oceano a uma distância de alguns dias de viagem da Líbia (entende-se Líbia a África conhecida até então) para o oeste e cujo povo era chamado Atlatioi.

Homero (sec. VIII a.C.) em sua Odisséia, refere-se a Scheria, uma ilha afastada no oceano, que ficava depois das Colunas de Hércules a oeste, onde viviam os faécios, “os mais famosos homens”… Faz também uma outra referência à cidade de Aleino, a qual segundo suas descrições, lembra em muito a Atlântida de Platão. Também em sua Odisséia, Homero se refere a duas tribos, uma chamada Atarantes e a outra Atlantes, a qual o nome derivada de uma montanha cônica e arredondada chamada Atlas. Dizem que era tão alta, que seu cume nunca poderia ser visto, pois as nuvens jamais o permitiriam.

Tucídides (460 – 400 a.C.) nas Guerras do Peloponeso descreveu terremotos e inundações as quais destruíram cidades e ilhas e menciona uma terra a qual também fora atingida chamada Atalante.

E mais dezenas de outros registros de historiadores famosos assim como Heródoto (século V), Apolodoro (século II), Teoponipos (século IV a.C.), Tertuliano (160 – 240), Philo Judaeus (20a.C. – 40 a.D.), Aelius (Claudius Aelianus – século III). Como podemos ver, era crença comum os habitantes do antigo mundo mediterrâneo acreditar no afundamento de uma grande ilha continente a oeste dali e também em invasões e dominações de um povo mais desenvolvido.

A Atlântida se tornou parte do folclore em todo o mundo, foi colocada em mapas oceânicos e buscada pelos exploradores.

Também na Bíblia, Ezequiel dedica várias passagens de seu livro a um arquipélago ao qual denomina de “Ilhas Tarsis”. Fala de suas riquezas, e de uma completa decadência, e por último o aviso de Deus: “farei subir por ti o abismo e muitas águas te cobrirão” (Ez. XXVI-19). E prosseguindo com o texto de Ezequiel (XXVI e XXXII): “… Disse o senhor: E fazendo lamentações sobre ti, dir-te-ão: como pereceste tu que existias no mar, ó cidade ínclita, que tens sido poderosa no mar e teus habitantes a quem temiam? Agora passarão nas naus, no dia da tua espantosa ruína, e ficarão mergulhadas as ilhas no mar, e ninguém saberá dos teus portos; e quanto tiver feito vir sobre ti um abismo e te houver coberto com um dilúvio de água, eu te terei reduzido a nada, e tu não existirás, e ainda que busquem não mais te acharão para sempre…”. Também o profeta Isaias fala do desaparecimento da Atlântida com palavras bastante diretas: “… Ai da terra dos navios que está além da Etiópia; do povo que manda embaixadores por mar em navios de madeira sobre as águas. Ide, mensageiros velozes, a uma gente arrancada e destroçada; a uma gente que está esperando do outro lado, e a quem as águas roubaram suas terras…“(Is XVIII , 1-2).

O Dilúvio narrado no Gênesis era um mito comum tanto aos babilônios, assírios, persas, egípcios, gregos, italiano quanto às cidades-Estado da Ásia Menor – sem mencionar os povos do Mediterrâneo, Golfo Pérsico, Mar Cáspio e até mesmo Índia e China. A lenda de Tamandaré, dos índios guaranis, também retrata um dilúvio e a salvação de um casal no alto de uma montanha;

O Livro de Enoch consagra 105 capítulos aos “anjos” descidos do céu para desposar as belas terrestres. Quem eram esse “anjos?

Gilgamés* se lamenta do destino de alguns homens para os quais teria sido melhor morrer por causa da fome, que em conseqüência de um dilúvio. De forma parecida se refere o Alcorão (livro sagrado dos muçulmanos) às pessoas de Ad, uma raça muito avançada, que havia construído a cidade das colunas e que foi aniquilada por Alá por causa de sua maldade.

No fim do século passado foram descobertas, na colina de Kuyundjik, no Kazaquistão, doze placas de argila, escritas em acádico, que descrevem uma epopéia heróica: o Poema de Gilgamés, tido como o texto mais antigo da humanidade escrita por volta de 2.500 anos antes de Cristo. Gilgamés foi rei de Uruk na Babilônia, hoje Iraque. O vitorioso herói seria dois terços deus e um terço homem, realiza uma série de proezas e feitos fantásticos. O poema contém o relato exato do dilúvio, precedendo em séculos as primeiras versões manuscritas da Bíblia e do mito de Noé. Na epopéia de Gilgamesh, Noé é chamado de Utnapisti. É considerada como fonte de onde deriva o texto do Gênesis hebreu.

Gilgamés

O caso é que em quase todas as civilizações, incluída a tibetana, a egípcia, a hindu, a mesopotâmica, maia, pré-inca e chinesa sempre aparece um povo desaparecido sob as águas do mar, cujos sobreviventes, que se anteciparam à eminente catástrofe, se espalharam pelo mundo.

Os índios, especialmente os maias e astecas, diziam ter vindo de uma ilha situada no meio do oceano, mais além do Golfo do México, à qual os astecas chamavam Aztlan, na qual reinava um soberano conhecido como Atlanteoltl, e os maias de Tollan. Artistas maias e astecas esculpiram elefantes, quando na América nunca existiram estes animais [Platão descreve um animal similar ao elefante na Atlântida]. As lendas maias falam de um povo que chegou por mar para a fundação de uma civilização. Antigos escritos dos astecas e dos maias, como o Chilam Balam, Dresden Codex, Popuhl Vuh, Codex Cortesianus e Manuscrito Troano também foram traduzidos como histórias da destruição da Atlântida e Lemúria.

Os sacerdotes Maias tinham tabelas para prever os eclipses. Mas há algo muito estranho sobre os Maias: aparentemente, eles nunca dominaram o uso da roda. Eles visualizavam a eternidade como nenhum outro povo. Pensavam em milhares de anos adiante, mas nunca aprenderam a pesar um saco de grãos. Essa sofisticada civilização foi extinta por não desenvolver métodos básicos de agricultura de subsistência. O que pergunto é: se eles herdaram uma parte de seu conhecimento de uma civilização mais antiga e sábia?

O Popol Vuh, o livro sagrado dos Maias, fala de ondas gigantes, dilúvios, céus escuros durante meses, uma chuva escura e gelada, e granizo.

Este rosto enorme foi esculpido pelos Olmecas, do México. Acredita-se que ele tenha pelo menos 2.000 anos. Sua aparência é inconfundivelmente africana. Mas os negros só viriam para a América após a chegada de Colombo.


As “grandes cabeças”, encontradas na Bolívia, Três Zapotes, com traços e feições da raça negra assim como as estátuas da cultura olmeca. Crê-se que tenham ao menos 2.000 anos. Inequivocamente têm características africanas. Todavia, se supõe que os negros não chegaram à America senão depois de Colombo. Os olmecas, como eram chamados, ostentavam traços diferentes dos da população nativa e também guardam semelhanças impressionantes com as feições da esfinge do Egito. Estátuas e cerâmicas da cultura maia representando homens brancos com nariz semita, roupas sapatos e elmos completamente diferentes dos usados pelos maias são mais provas de que perdemos algo de nossa história.

O “disco do sol” dos astecas fala de quatro ciclos de destruição. Por dilúvio, fogo, vento, por sangue e guerra. E prevêem o fim do mundo por uma sublevação das entranhas da Terra.

Mitos de outros lugares da América antiga falam de grandes dilúvios e uma inundação de fogo de erupções vulcânicas e terremotos. Eles falam, com um realismo perturbador, de um passado que não nos lembramos nem esquecemos completamente.

Mas ainda existe mais? A cada ano pode contemplar-se um grande grupo de aves que se dirigem em formação ao centro do oceano Atlântico e que revoam desesperadamente por cima das águas, como querendo pousar sobre elas. Seu instinto as levou ali. O mesmo acontece com outros animais, como os lemines, um pequeno grupo de roedores escandinavos que periodicamente, a cada três anos e meio, quando sua população cresce excessivamente, eles atravessam o país até chegar ao mar, nadando para o oeste, , para ir em manada morrer no centro do Atlântico. Lendas locais afirmam que os lemos tentam nadar para uma terra que existia a oeste, onde havia comida em abundância. Pássaros migratórios que cruzam o oceano da Europa para a América do Sul, quando se aproximam dos Açores, começam a voar em círculos concêntricos, como se procurassem uma terra onde estivessem acostumados a pousar para descansar e se alimentar. Não a encontrando, seguem viajem. Isso também acontece na viajem de volta.

Existem na Bretanha antiqüíssimas “avenidas” de menires as quais descem pelo litoral do Atlântico e continuam sob o mar? Alguns estudiosos acreditam que estas devam levar à cidades gaulesas que agora jazem sob o mar…

Curiosamente, Groelândia significa “terra verde”, o que é um paradoxo em nossos dias ao estar completamente coberta de neve e gelo praticamente todo ano. Mas a arqueologia descobriu restos de culturas tropicais, arados e outros utensílios que indicam o uso contínuo da agricultura e, portanto, a existência de um clima muito mais benigno

Groelândia

Existe uma quantidade enorme de dados que, processados com radiocarbono 14, confirmam uma repentina mudança na estrutura climática do planeta: o bosque petrificado de Wisconsin (EUA); os mamutes congelados encontrados na Sibéria, nos quais foram encontrados ervas sem digerir em seus estômagos (o que é prova da súbita morte dos animais por causa de um repentino esfriamento global). Essas e outras evidências apontam para uma catástrofe que se desenvolveu rapidamente e ao mesmo tempo em todo o planeta.

As construções milenares distribuídas por muitos lugares do globo, construções verdadeiramente colossais, não teriam sido possíveis sem o concurso de alguns conhecimentos geométricos e técnicos superiores, que surgiram em todos os continentes, em civilizações que aparentemente desconheciam princípios elementares de física, ou que levavam uma vida dedicada ao comércio, à agricultura ou outra atividade distinta, a qual não justifica o interesse por obras tão monumentais! Tanto os aquedutos incas quanto os da Ásia Menor tem o mesmo desenho, e a conhecida pirâmide escalonada do Egito também pode ser encontrada na arquitetura pré-colombiana da América. As pirâmides são um tipo de construção muito extensa. Elas são encontradas não somente no Egito, mas também na China e na América Central, mostrando a interligação dessas culturas no passado. Como tal conhecimento chegou a culturas tão distintas e em lugares tão distantes do globo? O que interliga todas essas civilizações antigas? A única resposta que melhor responde a essas perguntas, e outras a respeito do mundo antigo, é a existência da Atlântida.

Ambos demonstravam um conhecimento da astronomia assustador expresso nos grandes monumentos sagrados que construíram. Apesar de não conhecerem a polia ou a roda, podiam construir usando grandes pedras muito bem encaixadas em um estilo único, com ângulos em forma de L e prensas de metal. Ambas usavam a mumificação para preservar e honrar seus mortos. Aqui foi encontrado um novo e estarrecedor indício, quando a Dra. Balabanova, da universidade alemã de Ulm descobriu que muitas múmias egípcias continham cocaína e nicotina, nativas da América do Sul. “Recebi muitas cartas ameaçadoras e ofensivas, dizendo que isso era um absurdo, que eu estava inventando. Que era impossível, porque foi provado que antes de Colombo, essas plantas só eram encontradas na América.” Ela repetiu a pesquisa em centenas de múmias e provou sua teoria. Será que, em um passado distante, marinheiros influenciaram culturas nos dois lados do Atlântico? A idéia é até mesmo sugerida pelo que não está lá.

Curiosamente, os egípcios antigos eram imberbes (não possuíam pêlos faciais), mas os seus deuses eram representados com longas barbas, e os faraós, em determinados ritos, usavam uma espécie de barba decorativa.

Consta que existe um registro o qual descreve uma expedição enviada por um faraó da Segunda Dinastia para descobrir o que aconteceu à Atlântida e descobrir se ainda restara alguma coisa. Segundo o que pode ser levantado, a expedição voltou cinco anos depois, sem cumprir a missão.

A verdadeira questão aqui é: se existiu uma civilização antiga, ainda não identificada, que influenciou o Egito, o México e a América do Sul, deixando sua marca, ainda que difícil de ser reconhecida no conhecimento? Analisando as provas isoladamente, cada uma revela muito pouco. Mas vamos analisar todos esses elementos juntos. Ambos os lados tinham pirâmides enormes, alinhadas com os pontos cardeais, incorporando conhecimentos sofisticados da matemática.

Hieróglifos fenícios foram encontrados em numerosas ruínas nas selvas da América do Sul e são tão antigas que as tribos indígenas próximas perderam as lembranças de quem as construiu.

Inscrições fenícias no Brasil

O famoso continente submerso tornou-se conhecido por muitos nomes legendários – tais como Campos Elísios, pelos gregos; Campos dos Papiros (Sekhet Aaru), pelos Egípcios; Aztlan, pelos Maias; Rutas, pelos Hindus. Da mesma maneira, o Paraíso, local onde várias civilizações dizem ser a origem dos deuses, era Atlântida.

Dois sacerdotes católicos, o bispo espanhol Diego de Landa e o abade francês Charles de Bounbourg, ajudaram a reforçar o mito atlante. O primeiro, famoso por estudar as tradições mesoamericanas no fim da vida, após ter queimado praticamente todos os códices maias (poupou apenas três), observou num relatório que os habitantes do Yucatán diziam ter ouvido de seus ancestrais que sua península fora ocupada por um povo originário do leste, “ao qual Deus salvara, abrindo 12 passagens através do oceano”. Os estudos de Landa sobre a escrita maia – cuidadosos para a época, mas não comparáveis aos trabalhos contemporâneos – serviram de base para Bounbourg tentar traduzir os códices em 1864. Resultado: um deles narrava uma catástrofe que levara ao afundamento de uma ilha chamada Mu, tal qual Platão descrevera no caso da Atlântida.

Como atesta o documento que faz parte da famosa Coleção Plongeon (manuscrito troano), existente no Museu Britânico, em Londres:

No ano 6 de Kan, o 11 de Muluk, mês de Zac, ocorreram horríveis terremotos que continuaram sem interrupção, até o 13 Chuan. O país das lamas de barro, a terra de Mú foi sacrificada. Depois de duas tremendas convulsões, ela desapareceu durante a noite, sendo constantemente sacudida pelos fogos subterrâneos que fizeram com que a mesma tivesse tão trágico destino. O solo, continuamente influenciado por forças vulcânicas, subia e descia em vários lugares. Por fim, a superfície cedeu. As regiões foram então separadas umas das outras , e depois dispersas. Dez países separaram-se e desapareceram, levando consigo 64 milhões de habitantes. Isto se passou 8060 anos antes da composição deste escrito”.

Na tradição oral de muitos povos antigos, nos relatos de textos bíblicos, em documentos toltecas e nos anais da doutrina secreta, existem coincidências que nos fazem crer que outrora existiu um continente no meio do Oceano Atlântico, que um dia foi tragado pelas águas revoltas.

O grego Kantor relata uma visita ao Egito, onde ele viu uma coluna de mármore com hieróglifos sobre a Atlântida.

O historiador grego Ammianus Marcellinus escreveu sobre a destruição da Atlântida.

O historiador grego Timagenus escreveu sobre a Guerra entre a Atlântida e a Europa e disse que as tribos da antiga França diziam que ela era seu lar original.

Theopompos, um historiador grego, escreveu sobre o enorme tamanho da Atlântida e suas cidades de Machimum e Eusebius e sobre uma idade de ouro, sem doenças e sem trabalhos manuais.

Os bascos da Espanha, os guals da França, as tribos das Ilhas Canárias e dos Açores, uma tribo na Holanda e dezenas de tribos indígenas, todas falam de suas origens em uma grande perdida e submersa terra atlântica.

Os irlandeses tinham tanta certeza da existência da “Ilha de São Brendan” (como era chamada por eles), que foram realizadas 6 (seis) expedições a fim de encontrá-la, além de tratados para dividi-la quando assim a fosse. E os gauleses, habitantes da antiga Gália, acreditavam que haviam sofrido invasões de um povo cuja terra natal era uma ilha a qual afundara no meio do oceano.

As Ilhas Sandwich, a Nova Zelândia e a Ilha da Páscoa estão separados entre si por uma distância de mil e quinhentas a mil e oitocentas léguas, e os grupos das ilhas intermediárias, Viti (Fidji), Samoa, Tonga, Fortuna, Ouvea, as Marquesas, Taiti, Pumuta, as ilhas Gambier, distam daqueles pontos extremos de setecentas ou oitocentas a mil léguas. Todos os navegantes são unânimes em dizer que os grupos extremos e os grupos centrais não podiam comunicar-se entre si em virtude de sua posição geográfica e dos insuficientes meios de que dispunham. É fisicamente impossível transpor semelhantes distâncias numa piroga… sem uma bússola, e viajas durante meses sem provisões. Por outra parte, os aborígenes das Ilhas Sandwich, de Viti, da Nova Zelândia, dos grupos centrais de Samoa, de Taiti etc., jamais haviam se conhecido e nunca tinham ouvido falar uns dos outros, antes de chegarem os europeus. No entanto, cada um desses povos afirmava que a sua ilha outrora fazia parte de uma imensa superfície de terras que se estendia para o ocidente em direção à Ásia. Confrontando indivíduos de todos esses povos, viu-se que falavam a mesma língua, tinham os mesmos usos e costumes e adotavam a mesma crença religiosa. E à pergunta: Onde está o berço da vossa raça? – limitavam-se, em resposta, a estender a mão na direção do sol poente.

Deuses como Osíris, Viracocha e Quetzacoatl poderiam ter sido pessoas que vieram de longe? Sobreviventes de um dilúvio que destruiu seus lares e civilizações?

Mas há outra evidência. Existem velhos mapas revelando que antigos navegadores tinham um conhecimento sobre o globo que nunca foi explicado.

fonte:lumini

Tudo Sobre Atlântida Parte 3

O CONTINENTE PERDIDO DE MU – O Pacífico também foi, segundo o coronel inglês James Churchward (1851-1936), o abrigo de outro continente perdido, Mu – o mesmo nome da ilha citado pelo abade Bounbourg em sua tradução do códice maia. Em 1926 publicou um livro chamado “O Continente Perdido de Um”, no qual afirmou que Mu era um continente que havia existido no Pacífico, ao mesmo tempo em que Atlântida no Atlântico – mas esta havia sido uma mera colônia de Mu. Em seu livro ‘”Forças Cósmicas de Mu“, publicado em 1934, o militar contou que tomou conhecimento dessas terras a partir do contato com um sacerdote Rishi indiano, com quem supervisionara o atendimento às vítimas de uma epidemia de fome na Índia, no século 19. O sacerdote ensinou-lhe rudimentos de naacal, língua que seria a primeira da humanidade, e foi com esse aprendizado que Churchward traduziu as inscrições de algumas tabuinhas sagradas de pedra pertencentes a um templo na Índia (denominadas “tabuletas muvianas” ou Tábuas de Naacal), grafadas na mais antiga escrita humana, esse dialeto, de nome nagamaia, já havia desaparecido há milhares de anos, tábuas nas quais se falava da criação do mundo e da primeira colonização da terra, levada a cabo pelos habitantes de Mu, chamados uigures. Nelas se descreve uma religião de tipo monoteísta, que parece ser o modelo em que foram baseadas as demais.

O Continente Perdido de Mu, de James Churchward.

E o tal sacerdote, também havia falado da criação do mundo e das primeiras civilizações que povoaram a Terra. Segundo Churchward, o continente e continha uma população de 64 milhões de pessoas. As inscrições indicavam sua localização (ligeiramente abaixo da Linha do Equador), sua extensão (9.600 quilômetros de Leste a Oeste, e 4.800 quilômetros de Norte a Sul). O continente abrangia quase a metade do Oceano Pacífico.

Mapa de Mu, segundo James Churchward . Mu se estendia do Havaí às Ilhas Fiji e da Ilha da Páscoa às Ilhas Marianas, com uma extensão de 9.600 quilômetros de leste a oeste e 4.800 quilômetros de norte a sul. O continente estava coberto por uma vegetação luxuriante e era baixo e plano, porque as montanhas só surgiriam no mundo depois da catástrofe. Nos seus dias de glória, albergara 64 milhões de pessoas divididas em dez povos, governadas por um sacerdote-imperador chamado Rah, que também era o nome dado ao Sol e a Deus. Nesta época remotíssima, a Europa era um grande pântano, e grande parte dos atuais continentes ainda  estavam submersos.

Churchward também se referiu a cerca de 2.600 tabuinhas de pedra (andesita) encontradas em “Santiago Ahuizoctla” (na verdade, San Miguel Amantla, em Azcapotzalco, ao norte da Cidade do México), pelo mineralogista norte-americano Willian Niven (1850-1937) em 1921. Nada menos que 2.500 tábuas de terra cozida, que repousam no Museu Smithsonian e no Instituto Carnegie de Washington, e cuja particularidade, não possuir qualquer traço comum nas diversas escritas pré-colombianas. Nos decalques dessas tabuinhas, James Churchward teria encontrado os mesmos caracteres naacal.

O continente teria sido o palco de uma civilização altamente desenvolvida, de onde surgiram todas as raças humanas. As diferenças entre elas, segundo Churchward, se explicavam pela “degeneração” de colonizadores emigrados de Mu. As diferenças raciais teriam levado os grupos colonizadores a migrar para diferentes partes do mundo. Tal como a Lemúria de Blavatsky, tudo o que restou de Mu foram as ilhas do Pacífico. Grandes navegadores, os muvianos viajaram muito para fazer comércio e fundar colônias. A mais importante delas foi o império Uigur, no nordeste da Ásia. Os remanescentes dos uigures tornaram-se os arianos, de acordo com Churchward. Os mais poderosos formaram o império Uigur, cuja capital encontra-se até hoje enterrada sob o deserto de Gobi, na Ásia. Os outros formaram outras civilizações, entre elas as também hipotéticas Atlântida e Lemúria.

Todas as ilhas do Pacífico fizeram parte um dia do enorme continente de Mu, que como a Atlântida foi devastado por um cataclismo há cerca de 12.000 anos e submergiu, levando consigo uma civilização de 200 mil anos e sessenta milhões de pessoas. Esta foi a Mãe-Pátria do Homem, o Império do Sol que fundou colônias na América do Norte e no Oriente muito antes de as tribos nômades se fixarem na Mesopotâmia. É esta a origem de tantas ruínas intrigantes e das muitas lendas e símbolos idênticos presentes em povos os mais distantes. Assim, Mu seria o berço da civilização, de onde surgiriam as colônias que depois passaram a representar o império Atlântida no Oceano Atlântico e Rama na Índia e Lemúria em um continente que existiu onde hoje é a Indonésia, Malásia, até a Austrália e um grande império onde hoje é o Deserto de Gobi, na Ásia.

Logo apareceram novos dados em que apoiar esta suposta coluna fundamental. De acordo com antigas lendas de povos que habitavam a América do Sul muito antes da chegada de Cristóvão Colombo ao “Novo Continente”. Essas lendas caíram no esquecimento após a chegada de Cristóvão Colombo à América, que culminou com a dizimação de grande parte da cultura desses povos. Mas, Augustus Le Plongeon, viajante e escritor do século XIX interessado nas ruínas maias do Yucatán, anunciou ter conseguido traduzir com clareza o famoso Códice Troano [em honra de seu proprietário Dom Juan Tro e Ortelano, professor da Universidade de Madri, e que atualmente está depositado no Museu Britânico de Londres]. O manuscrito, que ele acreditava ter 3.500 anos, contaria a história de um continente que afundara com seus 64 milhões de habitantes, que teria sido conhecido dos maias. Sua tradução era a seguinte:

No ano 6 de Kan, no 11º Muluc no mês Zac verificaram-se terríveis terremotos que continuaram sem interrupção até o 13º Chuen. O país dos montes de lama, a terra de Mu, foi sacrificada: foi duas vezes erguida e desapareceu repentinamente durante a noite, enquanto a bacia era constantemente abalada por erupções vulcânicas. A sua localização fez com que a terra se afundasse e se erguesse várias vezes em diversos lugares. Finalmente, a superfície cedeu e dez países foram dividios e espalhados. Não conseguiram resistir à força do abalo e afundaram-se junto.


Há uma tradição que afirma que Quetzalcoatl, o deus branco dos astecas e toltecas, voltou para o seu país no mar do leste, depois de haver fundado a civilização tolteca. Esse mesmo deus era adorado entre os maias sob o nome de Kukulkán.

A literatura Tamil fala de um reino mítico chamado Kumari Kandam, comparável à Lemúria, que submergiu.

No Código Cortesiano (maia), atualmente na Biblioteca Nacional de Madri, se diz:

Com seu poderoso braço Homem fez que a terra tremesse depois do por do sol, e durante a noite, Mu, o país das colinas, foi submerso“.

Uma das lendas mais antigas da Índia, conservada nos templos por tradição oral e escrita, reza que há várias centenas de mil anos, havia no Oceano Pacífico um imenso continente, que foi destruído por convulsões geológicas e cujos fragmentos podem ver-se em Madagascar, Ceilão, Sumatra, Java, Bornéu e ilhas principais da Polinésia. Segundo os Brahmanes, essa região havia alcançado um alto grau de civilização e a península do Industão, acrescida pelo deslocamento das águas na ocasião do grande cataclisma, não fez mais que continuar a cadeia das primitivas tradições originadas no mesmo continente. Essas tradições dão o nome de Rutas aos povos que habitavam o imenso continente equinocial; e de sua linguagem é que derivou o sânscrito…

Continuando as modificações da crosta terrestre, enquanto as terras dos atuais continentes se elevavam progressivamente , a parte da Lemúria ligada á África e Ásia começou a submergir – diminuindo o tamanho do continente . Foi nesta época que o povo da Lemúria começou a colonizar os novos continentes, constituindo novas comunidades. O maior número destas expedições se dirigiram para o Norte (Ásia), partindo também algumas expedições para o Oeste (Africa) e Leste (Américas – países andinos e Califórnia atual).

Se a Atlântida tem seu rastro mais remoto nas palavras de um filósofo, a Lemúria contou com a ciência para ser divulgada. Esse continente situava-se – dependendo da opinião – no leste da África, no Oceano Pacífico ou até além das suas margens, invadindo áreas hoje ocupadas pela Ásia e pelas Américas. A origem de seu nome está nos lêmures, primatas espalhados pelo hemisfério norte há cerca de 50 milhões de anos e hoje encontrados no sudeste da África, sul da Índia e Malásia.

O cientista Slater, em meados do séc. XIX havia ficado estupefato ao descobrir que um grupo de primatas, os lêmures, habitavam tanto em Madagascar como na Malásia. Dado que era impossível que estes monos tivessem atravessado o oceano índico a nado, se fazia obrigado a pensar que, em algum momento indeterminado da história, ambas as regiões haviam estado unidas. Foram muitos aqueles que a partir desta teoria, rebatizaram a Mu com o nome de Lemuria, em honra destes animais tão viajantes. Darwin sentiu-se ditoso de saber que o berço do mundo levava nome de um macaco.

O primeiro a propor a existência da Lemúria foi um zoólogo da Royal Society, Philip Schlater. Para justificar sua posição, ele listou indícios geológicos e botânicos de 22 espécies de fósseis encontradas tanto no litoral da África do Sul quanto no sul da Índia.

Nomes ilustres do meio científico, como o biólogo evolucionista Thomas Huxley e o naturalista Alfred Russell Wallace, apoiaram Schlater. Ernst Haeckel, divulgador da teoria darwinista na Alemanha, não só aprovou a idéia da Lemúria, como colocou ali o “provável berço da raça humana, que com toda a probabilidade ali se desenvolveu a partir de macacos antropóides”.

O endosso acadêmico foi ampliado por antropólogos e religiosos partidários da tese de que a humanidade se espalhara pelo mundo a partir de um único ponto. Daí ao tema chegar – como no caso da Atlântida – ao terreno do ocultismo foi um passo curto.

Uma cultura superior teria florescido na Terra desde há 100.000 anos até há 25.000, ainda que alguns a estendam até os 12.000, incluindo a Atlântida como pertencente à mesma?

Yonaguni – O geólogo marinho Masaaki Kimura anunciou que identificou as ruínas de uma cidade na costa da ilha Yonaguni, na extremidade sudoeste do Japão, a cerca de 7 km de Okinawa. Encontradas em 1985 por turistas que praticavam mergulho. Podem ter originado a lenda de Mu. “A julgar pelo desenho e a disposição das ruínas, a cidade deve ter tido a aparência de uma cidade da antiguidade romana“, disse Kimura, professor da Universidade Ryukyu e presidente da entidade sem fins lucrativos Associação de Pesquisas do Patrimônio Científico e Cultural Marinho. . Ele acredita que havia um “arco do triunfo” ao lado de um coliseu e um santuário no topo de uma colina. Mas muitos cientistas discordam dele, dizendo que as ruínas podem ser explicadas por fenômenos naturais, como a atividade vulcânica e das marés. Eles dizem, também, que foram encontrados muito poucos artefatos como potes de cerâmica ou armas, que pudessem provar que seres humanos viveram no local da formação rochosa.

fonte:lumini

Obs: Para ver mais sobre essa estrutura submersa no japão cliquei aqui.

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