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Não há só uma pessoa pra você no mundo

Todo mundo quer seguir o sonho infantil de achar a alma gêmea, mas será que existe realmente só uma cara metade por aí sua?

Acho que não.

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Quão importante é a fé? O que ela muda em nossas vidas?

O que é Fé? Todos temos no fundo ou quem não acredita em Deus não tem fé?

Muitas pessoas confundem a palavra com muitas coisas, mas vamos esclarecendo o que ela é a priori, e vamos tirar um explicação do wikipedia;

“Fé (do Latim fide)[1] é a adesão de forma incondicional a uma hipótese que a pessoa passa a considerar como sendo uma verdade[2] sem qualquer tipo de prova ou critério objetivo de verificação, pela absolutaconfiança que se deposita nesta ideia ou fonte de transmissão.”

Agora ficou um pouco mais fácil de entender. Então ter fé é acreditar em algo que não há provas para acreditar, apenas acreditamos.

Até o mais dos céticos pode ter um pouco de fé em si, ela pode ser algo fora do nosso controle. Muitas vezes as pessoas acreditam que algo vai acontecer com elas, sem base em nada, apenas um pressentimento, que pode ou não ter validade futura, e isso também é fé, otimismo as vezes pode se encaixar na fé.

O tempo não é linear, apenas experienciamos dessa maneira, o passado, presente e futuro são uma coisa só, e muitas vezes algumas pessoas pensam prever algumas coisas, e elas podem estar certas, mas não temos como provar isso hoje em dia.

Mas imagine o seguinte, se o tempo não é linear e nossas ações podem mudar o futuro porque não pensar que tudo vai dar certo?

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Documentário: Eu Maior – Higher Self

 

“Todos mundo quer renascer, mas ninguém quer morrer”

O segredo para ter o relacionamento feliz

Vivemos num mundo onde é difícil encontrar a pessoa certa, muitas vezes procuramos nos lugares errados, e nas situações erradas, muitas vezes até agimos de maneira certa, mas a outra pessoa não corresponde. O que poderia estar dando errado?

Pesquisas mostram que a grande maioria quer alguém para ter como parceiro(a), então por que isso é tão difícil de acontecer?

Listei alguns fatores aqui, e espero encaminhá-los no caminho certo, não é nenhuma fórmula secreta, você já sabe disso há muito tempo, mas nos deixamos condicionar a viver uma vida de forma errada, a esperar coisas que não vão nos satisfazer, a amar algo que nunca vai nos amar…

E assim vivemos com a decepção ao nosso lado, parecendo que nunca vai dar certo.

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Video: As 5 Emoções primordiais, saiba como elas funcionam e aprenda a sentir

Não existem emoções negativas, o  que existe são reações a essa emoções que as transformam em algo negativo.

Nossas emoções são naturais, não controlamos se a sentimos ou não, mas escolhemos o que fazemos com elas.

Elas querem nos dizer algo, mas nossa relação com nossas emoções não são das mais transparentes, pois evitamos umas, condenamos outras, e ainda tem umas que engrandecemos, mas será que isso é certo? Devemos mesmo evitar certas emoções, algo tão natural?

As 5 emoções que sentimos são:

1- Tristeza – Quando reprimida se torna em depressão, você controla a tristeza, mas a depressão controla você

2- Raiva – Quando reprimida se torna Ira, você controla a raiva, mas a Ira controla você

3- Inveja – Quando reprimida se torna Ciúmes, você controla a inveja, mas o ciúme controla você

4- Medo – É fruto da Quinta emoção, o Amor.

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A Venda de Virgindade e a Necessidade de Conexão

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No meio de todo o mercado do sexo nasceu um documentário chamado “Virgins Wanted” com o intuito de vender a virgindade de duas pessoas, um homem russo e uma menina brasileira. Resultado?

O russo, Alexander Stepanov, teve sua virgindade vendida para alguém chamado Nene B. que não se sabe o sexo da pessoa, por apenas 3.000 dólares, e nossa compatriota, a Catarina Migliorini, de apenas 20 anos, vendeu sua virgindade por 780 milhões para um ricaço japonês identificado como Natsu, ou seja 1,5 milhões de reais.

Isso pode parecer vindo de site de fofoca, mas revela um lado muito sensível do ser humano, pois a única coisa que esperávamos acontecer nessa história não aconteceu, o japonês não tirou a virgindade da Brasileira.

Por que?

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Iranianos, Nós Te Amamos!

Esse é um tipo de ação que valorizamos muito, e que falta no mundo, a próxima fase do site seria pensar esses tipos de pensamento, divulgação, frases, ações para atingirmos de outras maneiras outros públicos.

 

Por isso queria convocar designers que se interessariam por tal trabalho, estamos pensando em fazer camisetas e juntar algumas pessoas para pintar lugares, eu mesmo já tenho uma lista de idéias, mas podemos construir isso juntos. Estamos tendo muitas visitas e aumentando e seria ótimo começarmos algo do gênero.

Comente deixando o seu email se você conhece alguém ou se pode ajudar de alguma maneira.

Video: A história dos Direitos Humanos

Algo que deveria ser inato em todos nós precisa ser escrito para lembrarmos de respeitar o próximo.

Essas palavras infelizmente não refletem a consciência do mundo, esperemos um dia elas serem algo comum.

Abstenho do Orgulho em Prol do Meu Amor

“- Gente estou aqui porquê estou desempregado e me vejo nessa situação de estar aqui pedindo algo pra vocês, pois tenho filhos doentes e não consigo comprar um saco de arroz pra minha família, quero ver se consigo pelo menos 10 reais até as 6 horas para eu conseguir comprar algum alimento”

Esse tipo de frase chega a ser um hino ouvido a cada vez que se pega um trem ou um ônibus em São Paulo,  a comoção das palavras e a sinceridade explicíta muitas vezes alcança as pessoas, mas muitas apenas encontra o olhar de canto já calejado de pessoas que suplicam por ajuda em cidades grandes.

É como um mosaico da Metrópole e várias pedaços são essas pessoas.

O que acho muito interessante e triste ao mesmo tempo, é a jornada de desprendimento do orgulho, como um ser humano que valoriza o status e começar a pensar e agir de uma maneira/fonte de causa triste, o amor por seus entes queridos, claro, não preciso nem falar que a maioria das vezes  o exilamento do seu orgulho é causado por um amor irracional de família ou mesmo um peso de responsabilidade muito grande implantado na pessoa.

Mas quero tentar detalhar um pouco essa jornada que acho muito heróica, pois é o auto-sacríficio altruísta em busca do bem de mais pessoas, e isso pra quem não passou por provas de auto-superação não sabe o quão difícil pode ser se expor a olhares de escárnio, para muitas pessoas são como se cada olhar fosse um facada de tão humilhante que pode ser para essa pessoa, e devo ressaltar que não é o herói que escolhe a jornada e sim a jornada que muitas vezes cai sobre o herói, portanto muitas das pessoas não estão nenhum pouco preparadas para tal radicalização de seu modo de viver e de encarar as suas necessidades com relação ao seu ego.

Muitas pessoas podem pensar que nós causamos nossa realidade e portanto quem se encontra nessa situação “fez por merecer” tudo isso, mas com certeza essa é uma certeza muito forte para qualquer um ter, o melhor seria nos manter na dúvida e aceitar como possibilidade que muitas vezes coisas acontecem, e o fato de ser ruim ou bom depende da pessoa interpretar, muitas vezes depois de uma fase de caos em nossas vidas não nos imaginamos não passando por aquilo, pois nos ajudou/melhorou de tal maneira que seria melhor que tivesse acontecido esse “algo ruim” que nos possibilitou tirar coisas boas e nos fortalecer.

Para deixar o orgulho de lado é preciso dar um salto, dar um movimento em que haverá uma mudança drástica no modo de agir/pensar, salto esse que poucas pessoas dão, que seria uma atitude determinada de mudança quando se vê algo errado acontecendo, atitude essa heróica que poucos temos consciência que podemos ter e muito menos os que as tem.

Se não me engano a jordana do herói é composta pelas seguintes fases: o problema é apresentado, há a negação do herói do problema, em seguida ele se vê impossibilitado de escapar da busca pela solução, passa pela prova, e o auto-sacrifício finaliza a jornada ou um ato de igual valor. Infelizmente muitas vezes ficam presas em um desses estágios, pois não conseguem pensar em modos de superá-los adequadamente.

O que quero dizer e tentar proporcionar aqui é nova visão sobre esse tipo de pessoa, não com um olhar de dó e pena e sim com o olhar de alguém que sabe que todos passamos por provas, sendo elas por consequências nossas mesmas ou não.

Um novo olhar para tudo é urgente.

Hazrat Inayat Khan e a Música Suprema

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O sufi Hazrat Inayat Khan (1882-1927) narra: ” Certo dia, Akhbar, o grande imperador dos mongóis, disse ao músico da corte, o famoso Tansen : ‘ Diga-me, ó grande músico, quem foi o seu mestre?’ E a reposta: ‘Majestade, meu mestre é um músico muito importante, aliás, mais do que isto. Não posso chamá-lo de músico, tenho de chamá-lo por obrigação de música!’ O imperador insistiu: ‘ A propósito deste seu mestre, posso ouvi-lo cantar?’ Tansen respondeu: ‘ Talvez, posso tentar. Porém, não pense Vossa Majestade que vai poder chamá-lo para vir a corte.’ O imperador então quis saber: ‘Afinal posso ir até onde ele está?’ Ao que o músico respondeu: ‘Ele pode fica com o orgulho ferido ao imaginar que terá de cantar diante de um rei.’ Akhbar observou: ‘Mas eu poderia ir lá como seu servo.’ Tansen ponderou: ‘ Sim, essa é uma possibilidade, uma forma de esperança.’ Dito isto, ambos escalaram o Himalaia, até as mais elevadas montanhas onde o sábio erigira seu templo de música na abertura de uma caverna, em meio á natureza, vivendo em estreita harmonia com o infinito. O músico da corte havia viajado a cavalo e Akhbar andara a pé. Ao chegar na montanha, o sábio percebeu que o imperador havia-se humilhado para poder ouvir sua música, e mostrou-se disposto a cantar. E sua canção era extraordinária. Parecia que as árvores e plantas vibravam todas. Era a canção do universo. A impressão que causou em Tansen e Akhbar foi muito profunda, mais do que podiam suportar. E, em consequencia disso, ambos entraram num estado de paz e transfiguração. E, enquanto se achavam nesse estado, o mestre saiu da caverna. Quando abriram os olhos, ele já não se encontrava mais à sua frente. O imperador tornou a falar: ‘ Mas que fenômeno estranho. Para onde ele foi?’ Tansen respndeu: ‘ Nunca mais o verá nesta caverna, pois assim que um homem chea a sentir o sabor deste fenômeno ele o procurará sempre, mesmo que isto custe a sua própria vida, pois essa experência é maior do que qualquer coisa na vida.’

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“Após terem voltado para a sua terra, o imperador, um dia, perguntou ao músico: ‘Qual era a raga que o mestre cantou?’ Tansen disse o nome da raga e cantou-a para o imperador. Este, porém, não se deu por satisfeito, e observou: ‘Sim, é a mesma música, mas ela não tem o mesmo espírito. Por que acontece algo assim?’ Tansen replicou: ‘ A razão é esta: eu canto para Vossa Majestade, imperador deste país, mas o meu mestre canta para Deus. Essa é a diferença.’”

BERENDT, Joachim-Ernst. Nada Brahma, A música e o universo da consciência. Editora Cultrix. p.220
Fonte:http://projetophronesis.wordpress.com/

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