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Pirâmides Submersas no Triângulo das Bermudas

E a Ficção vira realidade, ou melhor, talvez nunca tenha deixado de ser uma realidade. Escrevi algo aqui sobre a história de um cara que disse ter visto pirâmides de vidro submersos no triângulo das bermudas, algo tão  inacreditável que fez parecer bobagem, ainda mais depois de ter virado livro de ficção.

Mas quem diria que realmente achariam uma cidade submersas com estruturas do formato de pirâmide e ainda pelo que parece que uma delas realmente é de vidro.

Sempre quando vão relatar essa descoberta as pessoas vão falar sobre Atlântida e como a o Triângulo das Bermudas é um lugar misterioso e talvez até mortal, mas vou falar sobre algo mais interessante e pertinente.

 Pág. 306 do livro As Máscaras de Deus – Mitologia Oriental – Joseph Campbell

“… é óbvia a analogia entre os dez reinos sumérios, os patriarcas bíblicos (10), e os monarcas chineses (10 também), junto com a lenda comum de um Dilúvio dominado pelo último da série.”

O que Campbell fala aqui é que em vários lugares do mundo existiu o mito de que houveram 10 reinos, não 10 reinados de um mesmo lugar, mas sim 10 reinos que poderia existir ao mesmo tempo, em uma época antes do Dilúvio, se é que foi um só.

Nas reportagens sobre o assunto é indicado que essa cidade poderia datar do período pré-clássico que seria do século XX até III A.C. o que seria bem estranho ao meu entender, pois nessa época o mundo não estaria tão frio ao ponto de congelar as águas dos oceanos e fazer o nível do mar abaixar mais de 700 metros (pois a cidade está a 700 metros de profundidade). Essa data foi estipulada provavelmente para se encaixar no paradigma da evolução humana no planeta, como consta nos livros de história, mas se provará errada com certeza.

Observe esse gráfico que indica a temperatura do mundo nos últimos 10 mil anos, realmente seria impossível ser nessa data específica, e seria mais provável que essa cidade seria um dos reinos pré-diluvianos, como a cidade de puma punko no Peru que data de 16 mil anos atrás, sem contar o livro antigo Ramanayama que conta histórias incacreditáveis, sobre naves e bombas há milhares de anos.

E para finalizar, um fato que talvez tenha uma importância nessa história. Submerso na ilha Bimini, uma das ilhas do Triângulo das Bermudas, está o que parece ser um enorme complexo de pedras, uma muralha gigantesca e de formato incomum.

Pela precisão das linhas desse muralha muito provavelmente seriam feitas pelo homem.

Quando Deus disse na Bíblia que escreve certo por linhas tortas, ele dizia ao meu ver que a natureza não possui linhas retas, e que ela é perfeita por causa disso.

Resto-nos esperar para ver o que se descobre mais…

Obs: No sul do Japão em Yonaguni descobriram uma estrutura que muito provavelmente foi feita pelo homem e está submersa, vale a pena conferir nesse Post aqui do site.

Documentário: Educação Proibida

 
Sinopse:
A escola completou mais de 200 anos de existência e ainda é considerada a principal forma de acesso à educação. Hoje em dia, a escola e a educação são conceitos amplamente discutidos em fóruns acadêmicos, políticas públicas, instituições de ensino, mídia e espaços da sociedade civil. Desde sua origem, a instituição escolar tem sido caracterizada por estruturas e práticas que atualmente são consideradas obsoletas e anacrônicas, e que não acompanham as necessidades do século XXI. Seu principal defeito está em um projeto que não considera a natureza da aprendizagem, a liberdade de escolha e a importância do amor e dos laços humanos no desenvolvimento individual e coletivo.A partir dessas reflexões críticas surgiram ao longo dos anos opiniões, propostas e práticas que pensaram e pensam a educação de forma diferente. “A Educação Proibida” é um documentário que procura recuperar muitas delas, explorar suas idéias e divulgar as experiências que ousaram mudar a estrutura do modelo educativo da escola tradicional.Mais de 90 entrevistas com educadores, acadêmicos, profissionais, autores, mães e pais, gravadas em oito países da América Latina, pesquisando 45 experiências educacionais não convencionais; mais de 25 mil seguidores nas redes sociais antes de seu lançamento e um total de 704 co-produtores que participaram do financiamento coletivo fizeram de “A Educação Proibida” um fenômeno único. Um projeto completamente independente de magnitude inédita, que mostra a necessidade urgente do surgimento e crescimento de novas formas de educação.
Dados do Arquivo:
Direção: German Doin e Verónica Guzzo
Qualidade: DVDRip
Áudio: Espanhol
Legenda: Português
Tamanho: 1.13 GB
Duração: 02:25:18
Formato: AVI
Servidor(es): 1Fichier (1F) | Rapidshare (RS)
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Download (1F)
Download (RS):
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Fonte: Docprimus

Documentário: Revelações da Pirâmide

Simplesmente o melhor documentário e o mais revelador sobre as pirâmides, tratando não apenas delas, mas das várias estrutura pré-civilzação humana como a conhecemos, como tiahuanaco, mohenjo daro, e os observadores da Ilha de Páscoa. Existiu um arquiteto planetário que ensinou todos nós como construir essas muralhas e edificações gigantes espalhadas pelo mundo, hoje em dia impossíveis de fazer (a não ser o caso de Coral Castle). E esse arquiteto nos deixou dicas matemáticas para descobrirmos quando fosse a hora. É o que tudo indica, eu realmente não acredito que construimos tudo isso pelo simplesmente fato de inconsciente coletivo, ou algo inato do ser humano com os anos.

Não falam dos geoglifos do acre, mas pouca gente conhece eles também.

Download: Torrent – Legenda

ONG: Um Teto Para Meu País.

Esse foi um video que eu fiz para exibir a ONG Um Teto para meu País na Europa, mas primeiramente seria exibido na Cambrigde University (para os engenheiros) e na semana internacional de vida sustentável que aconteceu lá esses dias.

A Ong nasceu no Chile logo depois do terremoto que destruiu o país, e foi uma solução rápida e pratica para dar um pouco de tranquilidade para  as pessoas que mais precisavam.

E esse movimento se tornou bem famoso e com grandes resultados em toda a América Latina, 19 países se não me engano, e foram até agora construidas quase 1000 casas no Brasil.

O esquema é o seguinte, eles (a ong) recebem ajuda de empresas como a Pepsi e outras, e pedem 25 reais para os voluntários a cada construção para construir casas pequenas em favelas, casas pré-feitas, onde só é preciso montar elas e construir os pilares de sustentação, pois a causa fica suspensa, ela não é constroida do chão, essa parte dos pilares demora um dia inteiro, geralmente as casas são construidas em dois dias, e depois os voluntários voltam para pintar, quando há doação de tinta, o que geralmente tem.

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Pirâmides de Caral


Em 2001, a cidade mais antiga da América do Sul foi oficialmente reconhecida. Datando de 2.600 anos antes de Cristo. Misteriosa, o que mais intriga é que a cidade de Caral tem pirâmides, contemporâneas das Pirâmides do Egito. Há 22 km de Puerto Supe, ao longo da costa deserta, 120 km da capital do Peru, arqueólogos provaram que mesmo em tempos modernos, grandes descobertas ainda podem ser feitas.

A Antiga Pirâmide de Caral é anterior à civilização Inca perto de 4.000 anos e foi construída um século antes da pirâmide de Gizé. É a mais importante descoberta arqueológica desde a descoberta de Machu Picchu, em 1911. Descobertas em 1905, as ruínas foram rapidamente esquecidas posto que não estavam supridas de ouro e cerâmicas.

Ruth Shady tem escavado em Caral desde de 1994. Ela é um membro do Museu Arqueológico da Universidade Nacional de São Marcos, em Lima. Desde de 1996, ela tem cooperado com Jonathan Hass,do American Field Museum. Ela notou que certas “formações” eram “pirâmides”; antes, eram consideradas como morros naturais. Sua pesquisa anunciou a datação do carbono quatorze do lugar, na revista Science em 27 de abril de 2001.

Caral é importante habitat de plantas domésticas, como algodão, feijão, abóbora e goiaba. A ausência de recursos cerâmicos faz com que essas comidas não sejam cozinhadas ― entretanto, podem ser assadas. O Centro se entende por 150 acres e contém seis pedras plataformas tumulares – pirâmides. O morro maior mede de 154 por 138 metros, embora somente 20 metros aflorem à superfície, duas praças, ainda soterradas são a base do túmulo e uma grande praça conecta todos os túmulos.

A “grande pirâmide do Peru” foi geminada com uma escadaria que dá para um átrio, como plataforma, culminando numa residência com aposentos e uma pira cerimonial. Todas as pirâmides foram construídas em uma ou duas fases, o que significa que os monumentos foram planejados. O desenho da praça central é similar às estruturas encontradas nos Andes um milênio depois. Caral é, portanto, berço de nações posteriores.

Ao redor das pirâmides existem muitas estruturas residenciais. Em uma das casas foi encontrado um corpo que estava sepultado na parede; foi morte natural. Não há evidência de sacrifício humano. No meio dos artefatos foram encontradas trinta e duas flautas feitas de ossos de pelicano e de outros de animais, com entalhes representando figuras de pássaros e macacos. Isso mostra que, embora fixados ao longo da costa, os habitantes de Caral estavam familiarizados com animais da Amazônia.

Como a cultura começou? Antes de Caral, não existe nenhuma evidência exceto a existência de numerosas pequenas vilas. Sugere-se que elas se reuniram em 2.700 antes de Cristo, desenvolveram o cultivo agrícola e técnicas de pescaria. A invenção das redes de pesca de algodão facilitou a indústria . O excesso de comida resultou em comércio com um centro religioso.

O MAIS VELHO QUIPU DO MUNDO

Arqueólogos peruanos encontraram um quipu no sítio arqueológico da mais velha cidade das Américas. É o mais antigo exemplar do enigmático sistema de escrita inca que consiste em cordas marcadas por diferentes cores e números de nós. A descoberta, de5 mil anos de idade, estabelece um elo de ligação entre Incas e os desconhecidos habitantes de Caral e suas ruínas mais antigas que todas as outras já encontradas nas Américas. Até o achado do quipu de Caral, os incaicos eram os mais antigos. In AGUTIE.COM

Desassociado do modelo econômico de permuta, o novo modelo fez de Caral um pólo atrativo de pessoas em busca de oportunidades gerando uma mão de obra excedente. Ao que parece essa mão deobra foi utilizada na obra religiosa: a construção de pirâmides. A descoberta de Caral suscita um enigma histórico: ao mesmo tempo, em dois diferentes continentes, aconteceu o “descobrimento da agricultura” e o incremento de atividade ligada à arquitetura e engenharia e, em ambos os casos, com a edificação de pirâmides.

Este tipo de “templo”, “a pirâmide”, encontra-se no Peru, Suméria, Egito, China etc., em todo terceiro milênio antes de Cristo. Coincidência, ou evidência de desígnio global? Pesquisas alternativas reabriram o debate, mas os arqueólogos não estão prontos para esclarecer isso. Caral é uma verdade difícil de explicar. É muito antiga. A data de 2.627 antes de cristo sem dúvida é baseada no exame de sacos de fibras trançadas encontrados no Sítio. Estes sacos eram usados para carregar as pedras que seriam utilizadas na construção das pirâmides.

O material é excelente candidato para datação através de carbono quatorze, que permite uma alta precisão. A cidade tinha uma população de aproximadamente de 3.000 pessoas. Mas havia dezessete outros sítios, permitindo, possivelmente, um total de 20.000 pessoas no vale Supe. Todos esses lugares no Vale Supe eram divididos similarmente como Caral. Eles tinham uma pequena plataforma ou círculos de pedra. Haas acredita que Caral era o centro da civilização, parte de um enorme complexo, com comunidades litorâneas e terras distantes da costa ― como a Amazônia, considerando as pinturas e entalhes encontrados.

Por uma razão desconhecida, Caral foi abandonada rapidamente depois de um período de 500 anos (2100 AC). Segundo a teoria mais aceita a população migrou devido a uma seca. Os habitantes foram forçados procurar terras férteis. As condições ásperas de vida não desapareceram: de acordo com World Monumento Fund. (WMF), Caral é um dos 100 lugares [sítios arqueológicos] em perigo do mundo, em risco de desaparecer ou ser completamente vandalizado.

A tarefa é muito mais complicada devido aos ladrões que rondam a área à procura de tesouros arqueológicos. Embora o governo peruano tenha dado meio milhão de dólares em ajuda, Shady argumenta que a ajuda não é suficiente ― e o WMF sempre argumenta que o descaso do governo Peruano é a razão para a decadência do lugar. Doações privadas pararam de ajudar, como as da Companhia Telefônica do Peru. Mas Shady acredita que recursos de preservação venham com o turismo. Com o avanço das escavações e a restauração, Caral pode fazer da rota turística sul-americana, tal como as linhas de Nazca e a famosa Machu Picchu.

LINKS
Pirâmides no Mundo Inteiro
Arqueologia del Peru: Caral

Geoglifos no Acre

geoglifo1

O que são?

Geoglifos são vestígios arqueológicos representados por desenhos geométricos (linhas, quadrados, círculos, octógonos, hexágonos etc…), zoomorfos (animais) ou antropomorfos (formas humanas), de grandes dimensões e elaborados sobre o solo, que podem ser totalmente e melhor observados se vistos do alto, em especial, através de sobrevôo.
Geoglifos podem ser encontrados em várias partes do mundo. Os mais conhecidos e estudados estão na América do Sul, principalmente na região andina do Chile, Peru e Bolívia.
As linhas e geoglifos de Nasca, no Peru, são os exemplos mais conhecidos desses desenhos. Os mesmos foram descobertos em 1927, com o advento da aviação comercial. A Dra. Marie Reich dedicou a sua vida aos estudos dos geoglifos de Nasca. Embora bastante conhecidos, os geoglifos de Nasca ganharam fama mundial com o lançamento do livro “Eram os Deuses Astronautas” de Erich von Daniken.
Há alguns anos geoglifos também foram encontrados na região amazônica brasileira. Mais precisamente no Estado do Acre. Foram percebidos em 1977, quando o Prof. Ondemar Dias, do Instituto de Arqueologia Brasileira do Rio de Janeiro esteve nesta região localizando e estudando sítios arqueológicos, como parte do inventário nacional que estava sendo realizado pelo PRONAPABA – Programa Nacional de Pesquisas Arqueológicas da Bacia Amazônia.
De lá para cá outros locais com estas estruturas foram descobertos e, entre 1985 e 1994 um desses sítios (Los Angeles, na Fazenda Ouro Branco) foi escavado por duas equipes, das quais participaram o Dr. Ondemar Dias (Coordenador), Profa.Mauricélia Sousa, Prof. Marcos Vinícius das Neves (Sub-coordenadores), Dra. Rosângela Menezes, Dra. Jandira Neto Dias, Prof. Divino de Oliveira, Valmir de Araújo, David Barroso, Maria Luiza Ochoa, Dr. Jacó Piccoli e Dr. Ondemar Blasi, entre outros. Os pesquisadores encontraram muita cerâmica indígena, o que indicava locais de antigas aldeias. ((Dias Júnior, O.F. & Carvalho, E.T. 1988 e Neves, M.V. 2002).

Visão Aérea

A real dimensão e extensão da área geográfica de ocorrência dessas estruturas, no entanto, só foi realmente percebida através de observação aérea.
Em meados da década de 1980, o Prof. Alceu Ranzi, ao olhar pela janela de um avião, em vôo comercial entre Porto Velho e Rio Branco, percebeu uma estrutura circular dupla, na margem da BR 317. Na época, em avião monomotor, uma equipe sobrevoou a área e o registro fotográfico foi obtido pelo fotógrafo Agenor Mariano. A nota da descoberta e as fotos foram publicadas na edição de 15 de Agosto de 1986 no jornal “O Rio Branco”.
Em 1999, em outra viagem, um vôo comercial de Porto Velho para Rio Branco, novamente o Prof. Alceu Ranzi, percebeu uma dessas gigantescas estruturas da janela do avião. Passou então a pesquisar o assunto, primeiro conseguindo pequenos aviões para sobrevoar a área, e depois visitando pessoalmente, em terra, para a obtenção de medidas.
A partir de 2000, com as fotos aéreas obtidas pelo fotógrafo Edison Caetano, os geoglifos do Acre tiveram repercussão nacional e internacional.
No dia 16 de abril 2000, os jornais A Tribuna e A Gazeta, ambos de Rio Branco, deram notícias de capa, com fotos aéreas dos geoglifos. Em 17 de abril de 2000 a TV Acre e TV Gazeta, noticiaram o assunto.
A Revista IstoÉ, edição de 23 de junho de 2000, publicou reportagem assinada por Peter Moon, com as fotos aéreas do Edison Caetano.
Com o incentivo positivo da repercussão na imprensa, foi apresentado em 2001, à Fundação Elias Mansour, do Governo do Acre, o Projeto “Geoglifos Patrimônio Cultural do Acre”, o qual foi aprovado para receber apoio financeiro da Lei de Incentivo à Cultura e ao Desporto. Os recursos obtidos permitiram sobrevôos e mais fotos aéreas foram obtidas pelo Edison Caetano.
Em 28 de julho de 2002, reportagem sobre os geoglifos foi divulgada no Programa Fantástico da Rede Globo. O trabalho foi produzido pelo repórter Jefson Dourado da TV Acre.
Em 2005, em vôo patrocinado pela Secretaria de Turismo do Estado do Acre, o fotógrafo Sergio Vale, registrou os geoglifos da região das Quatro Bocas e da Fazenda Colorada.
Até agora está confirmada a existência de pelo menos uma centena dessas estruturas e a cada dia que passa mais geoglifos são descobertos.

Fonte: www.geoglifos.com.br

Para ver mais fotos clique aqui.

ou para usuários do Earth Google

Usuários do Google Earth ou Maps Google podem apreciar alguns dos 120 geoglifos do Acre, a partir das seguintes coordenadas: (10°12′13.32″S 67°10′18.09″W), (10°22′1.61″S 67°43′24.89″W), (10°18′24.51″S 67°13′12.50″W), (10°13′49.01″S 67° 7′26.71″W), (10°17′14.08″S 67° 4′32.97″W), (10°13′5.25″S 67° 9′28.94″W), (10°18′ 06.64″S 67° 41′41.55″W), (10°11′27.65″S 67°43′20.11″W).

Documentário relacionado.
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