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Quantas coisas você faz sério na vida?

Nos consideramos bons em muitas coisas, os Millenniuns mais ainda, mas será que realmente somos?

Para sermos bons em algo não basta apenas predisposição ou talento, é preciso ter certas qualidades como disciplina, empenho, determinação , perseverança e assim conseguir extrair bons resultados das atividades que nos interessamos, ou que nos dispomos a fazer.

Agora, sabendo disso eu te pergunto, quantas atividades você pratica ou praticou na sua vida a sério, visando ser melhor?

Tenho certeza que o número despencou aí na sua mente.

Por que?

Nos satisfazemos com o menor resultado positivo.

Busque na sua mente quantas vezes isso não aconteceu na sua vida acadêmica ou profissional.

Não há algo que nos impulsione a ser melhor, não há prazer.

O paradigma da estrutura social nos fala para apenas ter uma profissão, uma habilidade, e ir ficando cada vez mais nela, afinal, é com ela que você ganhará seu sustento ou terá seu sucesso.

Mas, como sempre tento mostrar aqui, é preciso enxergar o mundo de várias perspectivas, só assim para ver que a tampa da garrafa de refrigerante vai virar lixo, que vai pro rio, que vai pro mar, aí um passará vê, come, come depois de ter comido vários, solta de novo o plástico no ambiente, que vai pro mar de novo, aí encontra outros plásticos e eles juntos formam um continente de sujeira. Isso é real existem 5 ilhas gigantescas de plástico no mar.

É preciso ter consciência e habilidades extras, assim você seguirá passos de gênios do renascimento como da Vinci, e outros.

Procurar ter mais habilidades possíveis te faz entender melhor o mundo e as pessoas, mas claro, não é garantido, mas com certeza te dará mais possibilidades.

Mas é preciso fazer com empenho, para melhorar, não adianta fazer aula de inglês e tirar 6 toda prova.

Comece a aumentar o seu número de habilidades.

Aura suit, a roupa que vai eliminar a bengala da vida dos idosos

Há muitas desvantagens em envelhecer e uma delas é a dificuldade para realizar atividades da vida diária. Em vários países do mundo a população está envelhecendo e ao mesmo tempo as expectativas de vida estão aumentando e isso abre um novo nicho de mercado de tecnologia vestível para ajudar na mobilidade dos idosos. Projetado para ser fácil de usar, o Aura Superflex Suit, é uma roupa inteligente que reage aos movimentos naturais do corpo do usuário, dando-lhe força muscular extra para ficar de pé, levantar-se, sentar-se e subir escadas.

A roupa foi criada pela startup californiana Superflex em parceria com o estúdio de design Fuseproject para melhorar a experiência do dia-a-dia para ajudar os idosos com desafios de mobilidade colocados pela idade e doença. Utilizando o princípio da biomimética, a configuração da roupa fica anatomicamente alinhada com a composição muscular do utilizador dando-lhe total conforto ao usar. Os componentes eletrônicos como placas de controle, motores e baterias foram inseridos nos pods com design hexagonal.

O Aura Superflex Suit é alimentado com pilhas que podem ser facilmente escondidas sob as roupas. É feito de tecido leve, flexível. Existem vários motores e sensores alojados em pods hexagonais, que adicionam força para o usuário, como se fossem “músculos elétricos” que estão localizados nas costas, pernas, quadris e torso. Eles usam inteligência artificial para trabalhar em colaboração com os movimentos naturais do corpo, adicionando potência muscular adicional. O processo pode ser usado por pessoas idosas, atletas e pacientes doentes, mesmo terminais (incluindo crianças).

A empresa diz que a roupa ainda está em fase de projeto e a expectativa final é a de ter todos os elementos integrados na roupa de forma a esconder a tecnologia. A Superflex e a Fuseproject vão continuar a desenvolver este conceito com o objetivo de trazer uma roupa inteligente super confortável e altamente funcional para o mercado, oferecendo aos idosos melhor qualidade de vida.

Com a roupa inteligente Aura Powered Suit, os idosos irão abandonar as bengalas e andadores stylo urbano-1

A tecnologia foi originalmente desenvolvida na empresa SRI International, especializada em exoesqueletos flexíveis, como parte de um programa para reduzir as lesões em soldados que transportam cargas pesadas, e foi recentemente desmembrada em outra empresa focada no consumidor. A roupa robótica da Superflex será lançada somente em 2018.

Com a roupa inteligente Aura Powered Suit, os idosos irão abandonar as bengalas e andadores stylo urbano-2

Tesla inventa um telha solar mais barato que os telhados comuns

Telhado solar da Tesla deve ser mais barato do que telhados comunsA tecnologia já tinha atraído os olhares pelo fato de ter um design mais harmonioso. | Foto: Divulgação

A tecnologia já tinha atraído os olhares dos consumidores e empreendedores pelo fato de ter um design mais harmonioso com os projetos arquitetônicos. As placas criadas pela Tesla não são aplicadas sobre as telhas, como acontece normalmente, o que mantém todo o padrão estético dos edifícios. São as próprias telhas que geram energia.

Divulgação

Além disso, ao anunciar o novo produto que estará disponível em quatro modelos diferentes, Musk ainda garantiu que o sistema é apenas 2% menos eficiente do que os painéis solares tradicionais e é mais durável do que as telha comuns.

“É bastante promissor que um telhado solar irá custar menos do que um telhado comum. Então, a proposta básica deveria ser ‘você gostaria de um telhado que é mais bonito do que os normais, dura, pelo menos, duas vezes mais, custa menos e ainda gera eletricidade limpa? É como perguntar porquê alguém teria qualquer outra coisa”, disse o CEO em anúncio oficial.

Clique aqui para ver os detalhes desta placa solar revolucionária.

Fonte: CicloVivo

E se nós fôssemos os alienígenas?

Nos perguntamos como seria encontrar seres de outros lugares, outros planetas, dimensões há milênios e isso mostra o início de um ponto de vista, o da raça humana e o que vemos como centro do universo e “real”.

Entendemos o que é observável e mensurável, por enquanto achamos que somos a única raça inteligente viva no universo, mas e se enxergamos tudo isso errado?

Como diria Aldous Huxley, e se aqui for o inferno de outro planeta?

Enxergamos o mundo de forma objetiva, cima, baixo, esquerda, direita, mas e dentro? Quantos dentros existem?

Na série da Netflix Stranger Things nos é contado que existe uma realidade espelho, Chico Xavier nos fala, através de André Luiz, que existe uma realidade das almas sobre a Terra, cima de nós, como se fossem de outra densidade e não conseguíssemos enxergá-los.

O mundo dos mortos vem sendo examinado desde que a humanidade se organizou em cidade, e como se acredita, os mortos podem ver a gente, mas a gente não pode ver eles.

Isso tudo é especulação claro, mas cientistas estão descobrindo que talvez a resposta que queremos está dentro das coisas e não fora, como boson-higgs e como a matéria escura.

Talvez realmente seres menos densos possam enxergar mais dimensões que nós, talvez até nós poderemos um dia, talvez caminhemos pra isso na evolução, seja ela programada ou não.

Em outra série da Netflix, The OA fala sobre pessoas que voltam da morte e experienciam o outro lado, muitas pessoas que tiveram Experiência de Quase Morte, a EQM, voltaram diferentes, com habilidades, pessoas que bateram a cabeça começaram a falar outras línguas, de onde vem essas informações transferidas para nosso cérebro?

Asimov, escreve em seu livro “Os próprios Deuses”, que um outro universo pode ser menos denso que o nosso e como seria as criaturas dessa universo, podendo atravessar coisas, e outros seres também, aliás, é assim que fazem “sexo” na história.

As questões são muitas e talvez estejamos vendo que talvez sejamos o inferno dos outros, talvez não consigamos ver o que se passa em outras densidades, a não ser, como afirma o espiritismo, através de projeção astral.

Como diria a ciência, o mundo é fractal, e como diria Hermes trimagestro, tudo que está em cima está embaixo, e como diria a bíblia, assim na terra como no céu, talvez a resposta que estejamos procurando não está assim, mas embaixo, na terra, e nós, dentro de nós.

No meio de tantos “talvezes” imagine o quão estranho deve ser para um ser olhar para o seu lado e ver pessoas humanas se movendo, civilizações, e elas não conseguem se comunicar conosco, fazemos o que bem entendemos e não o que eles querem, erros ou acertos, te lembra algo?

Tudo isso se baseia no hipótese da transcendência que você pode aprender sobre no vídeo abaixo.

Esse é um vídeo que pode explicar científicamente o que estou falando.

A Identidade do agora

Você é quem é somente no agora, apesar de nós acharmos que é difícil mudar, mas é você que escolhe trazer quem você era ontem, ou no passado, pro agora.

Digo isso pois um dia alguém me falou que queria andar com a postura correta como eu ando, e na hora pensei: “eu apenas escolhi andar correto, e andei.”

Temos em nosso entendimento da realidade que somos algo construído com o tempo, algo linear, e realmente faz todo sentido pensar assim, mas também somos o agora, e apenas o agora, o passado já foi, o futuro é incerto e somos apenas o presente, o que vivemos agora, e é você que decide o que trazer de bagagem pro agora.

Você tem a opção de deixar muita coisa pra trás, muito coisa inútil ou danosa, temos muitas delas e digo que algumas é fácil largar, assim como uma postura errada.

O Silêncio pode ser a melhor conversa que você terá hoje

Na hora do chuveiro temos idéias incríveis, antes de dormir também, outro momento em que as idéias surgem são nas férias ou numa viagem, mas por quê?

Todos são momentos de reflexão, introspecção, de silêncio .

O que é a ausência de som, palavras, mensagens para você, vindos de fora é na verdade uma ponte construída para a sua criatividade, seu inconsciente.

Recebemos as mensagens de dentro que tanto repondiamos como ocupado, o mundo físico sempre tinha mais importância, mas teria mesmo no final das contas?

Meditar muitas vezes nos é dito que seria a ausência de pensamento, mas na verdade ela pode ser vista como silenciar o exterior, pois trazemos para a cama ou para o nosso momento sozinho toda a rotina e hábitos do mundo físico e emocional.

São poucas as chances que damos para termos uma conversa com nós mesmos, recebemos informações e insights grandes nesses momentos e devem ser valorizados.

Um caso interessante é o do Leonardo da Vinci, ele costumava dormir/relaxar 15 minutos a cada uma hora, pois entendia os benefícios do silêncio no seu trabalho e nos estudos.

A rotina de sobreviver na cidade pode te privar desse momento precioso que todos deveríamos ter no dia a dia, mas é bem possível alcança-lo em poucos minutos, como disse, momentos naturais em que ele acontece é no banho e antes de dormir.

Procure aquele momento do seu dia em que é possível tirar 5 minutos isolado, para apenas deixar fluir, sem preocupações, apenas respirando, esse é o momento de você se recuperar, e claro, não tenha pressa, ansiedade não é bem vinda aqui.

A viagem de ônibus para casa, o esperar do almoço chegar, no seu dia existem milhares de pequenas janelas utilizáveis para se recarregar/reconectar.

Comece a tentar, mas faça um plano, um desafio para se empenhar, tente durante um mês achar quais são essas janelas, e comece a utiliza-las.

Quando você menos perceber você vai ver o quanto se comunica quando se está em silêncio.

Planeta 9 (Nibiru) pode ser culpado pela inclinação do sol (e de todo sistema solar)

 

O Planeta 9 é um planeta teorizado, mas ainda não descoberto, que estaria na borda do nosso sistema solar.

Ele foi previsto pela pesquisa de Konstantin Batygin e Mike Brown, do Instituto de Tecnologia da Califórnia, nos EUA, em janeiro deste ano.

Agora, um novo estudo liderado por Elizabeth Bailey, também do Instituto de Tecnologia da Califórnia, afirma que o planeta parece ser responsável pela inclinação incomum do sol.

Alinhamento

Segundo a pesquisa, o planeta grande e distante pode adicionar uma oscilação ao sistema solar, dando a aparência de que o sol está ligeiramente inclinado.

“Como o Planeta 9 é tão grande e tem uma órbita inclinada em comparação aos outros planetas, o sistema solar não tem escolha a não ser torcer lentamente para fora do alinhamento”, disse Bailey ao portal Science Daily.

Faz sentido

Todos os planetas do nosso sistema orbitam numa superfície plana em relação ao sol, mais ou menos dentro de alguns graus um do outro.

Esse plano, no entanto, gira a uma inclinação de seis graus em relação ao sol, dando a impressão de que o próprio sol está inclinado.

Até agora, ninguém tinha encontrado uma explicação convincente para tal efeito. A descoberta de Brown e Batygin das evidências de um nono planeta, cerca de 10 vezes maior que a Terra e com uma órbita cerca de 20 vezes mais distante do sol do que a de Netuno, muda tudo.

O Planeta 9 parece estar cerca de 30 graus fora do plano orbital dos outros planetas, influenciando a órbita de uma grande população de objetos no Cinturão de Kuiper, que é como Brown e Batygin começaram a suspeitar que um planeta existia lá em primeiro lugar.

“Ele continua a surpreender-nos. Cada vez que olhamos com cuidado, achamos que o Planeta 9 explica algo sobre o sistema solar que tinha sido por muito tempo um mistério”, Batygin afirmou ao Science Daily.

Momento angular

O momento angular do Planeta 9 tem um impacto desproporcional sobre o sistema solar com base em sua localização e tamanho. O momento angular de um planeta é igual à massa de um objeto multiplicada pela sua distância do sol, e corresponde a força que o planeta exerce sobre o giro do sistema global.

Como os outros planetas do sistema solar todos existem ao longo de uma superfície plana, o seu momento angular trabalha para manter tudo girando suavemente.

A órbita incomum do Planeta 9, no entanto, acrescenta uma oscilação a esse sistema. Matematicamente, dado o tamanho e distância hipotéticos do planeta, uma inclinação de seis graus se encaixa perfeitamente.

A próxima pergunta seria, então, como o Planeta 9 ganhou essa órbita incomum. Batygin sugere que o planeta pode ter sido ejetado das redondezas dos gigantes de gás por Júpiter, ou talvez tenha sido influenciado pela força gravitacional de outros corpos estelares no passado do sistema solar.

Por enquanto, Brown e Batygin continuam a vasculhar o céu a procura de sinais do Planeta 9 ao longo do caminho que eles previram em janeiro. Essa busca pode levar três anos ou mais. [ScienceDaily]

Dos astros que possuem água do Sistema Solar a Terra é um dos que menos tem

 

Crédito de imagem: Steve Vance; NASA/JPL-Caltech

Na próxima vez em que alguém lhe perguntar qual o maior oceano, aponte na direção de Júpiter.

Com os seus quase 1,4 bilhões de quilômetros cúbicos de água, o nosso planeta é praticamente um deserto em comparação com outras partes do sistema solar.

Europa – a lua de Júpiter, não o continente -, por exemplo, possui aproximadamente o tamanho da nossa Lua, mas provavelmente esconde um oceano subterrâneo com mais do que o dobro da água existente na Terra.Ganimedes, outro satélite de Júpiter, possui cerca de 39 vezes mais água do que o nosso planeta, apesar da maior parte estar em forma de gelo.

E os cientistas continuam encontrando água onde quer que olhem: em setembro, pesquisadores revelaram que Dione – uma das luas de Saturno – provavelmente também tem um oceano subterrâneo.

O Business Insider, junto do cientista Steve Vance, da NASA, construíram o seguinte gráfico, que relaciona o raio de alguns corpos do Sistema Solar e o raio que uma esfera contendo toda a água do corpo em questão teria.

Quer ser um cidadã0 do primeiro país fora da Terra? Conheça Asgardia

Nação Espacial Asgardia
Divulgação | James Vaughan

 

Se você sempre se sentiu deslocado na Terra, sua hora chegou. O primeiro país espacial foi oficialmente fundado – pelo menos no papel – e você já pode até dar entrada no pedido de dupla cidadania.

A astronação ganhou o nome de Asgardia, em homenagem a Asgard, terra de Thor, Odin e os outros deuses nórdicos. O slogan do país é “Paz no Espaço” e a ambição do projeto é evitar que os conflitos geopolíticos da Terra sejam transferidos junto com a colonização humana do espaço.

Mais de 370 mil pessoas já se inscreveram para ganhar a cidadania de Asgardia. A maioria delas mora hoje na China, nos EUA e na Turquia. Com a população atual, Asgardia seria o 178º país mais populoso do mundo, à frente de Belize e da Islândia, e os números só crescem.

As condições básicas para ser um asgardiano é ter mais de 18 anos e morar em um país que permite a dupla cidadania. Os candidatos  podem se inscrever no Asgardia.space.

A ideia é que os primeiros 100 mil inscritos tenham preferência no processo de seleção, mas os experts por trás do novo conceito de nação também estão buscando as pessoas baseadas em suas competências. Profissionais de tecnologia, ciência e direito espacial estão entre os mais cobiçados. Investidores nessas áreas também podem furar a fila para ganhar a carteirinha de asgardianos.

A nova nação pretende decidir sua bandeira, sua insígnia e seu hino com participação popular. O concurso para o design da bandeira, inclusive, já está disponível. Qualquer um pode mandar sua ideia, que vai ser votada online pelos asgardianos.

Falando sério

O fundador de Asgardia é o cientista e empresário Igor Ashrbeyli, russo nascido no Azerbaijão. Ele se cercou de cientistas renomados para seu projeto visionário. Um dos que mais chamam a atenção é Ram Jakhu, diretor do Instituto de Direito Aéreo e Espacial da Universidade McGill, uma das mais importantes do mundo (a Harvard canadense, de acordo com Os Simpsons).

Em termos práticos, o time de empresários e cientistas por trás da iniciativa está colocando grana própria e buscando parcerias para lançar um satélite na órbita terrestre e dar o primeiro passo na democratização da exploração espacial, que hoje só faz parte da realidade de um pequeno grupo de nações desenvolvidas. A ideia é que esse satélite seja lançado entre 2017 e 2018, em homenagem ao aniversário de 60 anos desde que o primeiro satélite humano entrou em órbita.

Como o lançamento tem que ser feito da Terra e Asgardia não pretende ter território no nosso planetinha, o objetivo dos fundadores é fazer uma parceria com um país em desenvolvimento, que não tem tradição de exploração espacial – tipo o Brasil.

É aí que entra o dilema muito sério que o projeto de Asgardia, por mais bizarro que seja, se propõe a discutir. Só 20 dos mais de 200 países da Terra tem algum acesso ao espaço e alguns deles já estão pensando em como explorar recursos extraterrestres. Enquanto isso, o direito espacial está anos-luz de ter criado medidas regulatórias para lidar com esse tipo de situação. O risco é que se criem monopólios nacionais, que a desigualdade aumente absurdamente (aqui e lá) e que as tensões econômicas e geopolíticas que temos por aqui se reflitam no Universo afora.

No momento, o que Asgardia vai fazer é reunir pessoas dispostas a pensar sobre essas questões indo além das limitações nacionais, porque estariam todos unidos sob a nação asgardiana, para proteger os direitos da humanidade.

Para que o país seja reconhecido pela ONU, ele precisa ter território próprio. Então, a ideia é que Asgardia tenha uma nave tripulada passeando pelo espaço – sim, a nave seria um território perambulante. Mas pode segurar a empolgação. O objetivo não é que Asgardia seja uma nação geográfica, em que todo mundo vive junto. Então, dificilmente todo cidadão vai sair da Terra para conhecer o país.

 Fonte: Super

Laniakea: Cientistas mapeatam 8000 Galáxias (de bilhões) e fizeram uma descoberta incrível

Contar as estrelas no universo é como tentar contar grãos de areia na praia, quase impossível. No entanto a quantidade varia entre os experts, o consenso geral é que há pelo menos 100 bilhões no nosso universo.

Pare um pouco e pense que em cada um delas há bilhões de estrelas em cada galáxia. E esse número pode ser até de trilhões, não há como saber ainda.

A nossa galáxia, a Via Láctea por exemplo,  mede 120.000 anos-luz de um lado para o outro e contém quase 400 bilhões de estrelas.

No vídeo você verá que as galáxias forma um padrão de posicionamento, assim como nosso sistema solar faz parte de um braç da Via Lactea, a Via Lactea faz parte de uma parte da Laniakea, um aglomerado de galáxias gigantesco demais para descrever aqui chamado Laniakea.

 

 

Laniakea

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