Lista das 10 Áreas Menos Promissoras – Um Futuro Triste para o Pensamento.

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A revista americana Forbes, levando em consideração o mercado de trabalho nos Estados Unidos, fez um ranking com as dez profissões menos promissoras. Foram usados quatro critérios: salário dos recém formados, salários dos profissionais mais experientes, taxa de desemprego entre recém formados e taxa de desemprego entre profissionais mais experientes. A pesquisa considerou recém formados os jovens entre 22 e 26 anos, e os mais experientes, os profissionais com idades entre 30 e 54 anos. Confira abaixo as dez profissões menos promissoras:

  1. Antropologia e Arqueologia
  2. Artes relacionada a vídeo e fotografia
  3. Artes plásticas
  4. Filosofia e teologia
  5. Artes
  6. Música
  7. Educação física
  8. Design gráfico
  9. História
  10. Literatura e letras

É incrivelmente triste que áreas tão expansoras assim, que tornam nossa vida mais prazerosa, mais abrangente, e melhor, são as áreas que menos dão dinheiro, o dinheiro não deveria ser fator decisivo nas nossas escolhas profissionais e nem nas pessoais.

São Áreas que trazem a compreensão de nós mesmos, do nosso corpo, da nossa mente, da nossa alma, da nossa história, de como compreender o universo e ficar em equilíbrio, tentando através de atividades nos conectar com ele.

Infelizmente as pessoas que estão na mídia e no controle da situação do por que desse fato triste acontecer realmente tem uma opinião bem diferente da nossa, como demonstrado no caso infeliz de uma matéria da revista Veja (o brasil precisa de menos sociólogos e filósofos e demais engenheiros que se expressem com clareza) que relaciona as pessoas que estudam as questões da vida e as do povo como sendo esquerdistas, menosprezando todo o ganho que se pode ter através do pensamento e do debate saudável.

Pois ao entender do colunista pensar leva a perceber que a humanidade tem que ficar unida, tem que haver igualdade, e prezar pela evolução pessoal antes da material,  e as áreas de estudo que utilizam esse lado sensível, o lado que vale a pena estudar, pois depois de tantos anos vividos qualquer pessoal só levará uma coisa consigo, o seu conhecimento, o aprendizado, quando estivermos nus, sozinhos, somos tudo, somos nós mesmos, todas as experiências juntas, anos resumidos no agora, e é isso que importa, o que somos.

Estudar áreas que influenciam o estado de espirito, filosofia, história e consciência são de fato as mais importantes. Não é novidade que a mente funciona de maneira subjetiva, e que a maioria das descobertas feitas por cientistas não foram feitas no ápice de dias trabalhando numa equação, pois ela é sempre feita do nada, num salto, de repente percebemos algo, de repente vemos o problema de cima e sabemos como sair do labirinto.

Mas o que vemos hoje em dia é o condicionamento, a doutrinação nas escolas para que as pessoas nem pensem em si mesmas, nem se questionam do por que de todas as coisas que fazem ou pensam, e quando vamos ficando adulto vemos que a vida não é isso que nos ensinaram, o conto de fadas acabou, e você se encontra com tantas dúvidas, querendo se encontrar, querendo saber quem realmente você é, pois de repente você percebeu que estava caminhando nessa Marcha Da Metrópole, tão silenciosa, tão cheia de certezas, e quando se pergunta aonde está vê que nada daquilo era real. Nada.

É aí que eu pergunto, não é melhor criar um ensino que te melhore como ser humano, e não para ser um papagaio com mínimo de consciência do que está dizendo e pensando?

Claro, aprendemos muito na escola, mas definitivamente há melhores maneiras de se pensar como fazer o ser humano aprender ser um humano completo.

3 Comments

  1. Ola, seria possivel colocar o link para a reportagem da Forbes?

    • Esperar pra conferir com a fonte de origem faz com que a referencia deixe de ser verdadeira, a essa altura fica dispensável a matéria da revista, o teor deve ser obsessivo a uma versão contrária as escolhas políticas de maioria. Isto é repugnante. Existem especificidades diversas em qualquer tipo de profissão, onde quem a escolhe deve saber pensar na melhor maneira de progredir, contribuir e logicamente sobreviver com a prestação de seus serviços. O mercado de trabalho é que geralmente ditam suas normas e critérios de empregabilidade do ofício em moldes das competências de culturas diferentes que faz excluir o bom profissional.

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