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A vida na terra se mostrou através de todas as gerações e tipos de especies algo evolutivo,que se adapta, e o ser humano não escapou disso, apesar de tanto pensarmos não estar mais conectados com o planeta.

Muitos ainda pensam: “nós e o resto dos animais”.

Entramos numa fase da humanidade em que finalmente temos a capacidade de guiar o nosso curso evolutivo, podemos escolher quem seremos, claro, hoje em dia ainda temos algumas dificuldades, mas podemos adaptrar nossos corpos para que seja de nosso agrado, para que se encaixe melhor no que o zeitgeist da beleza ou do status está apontando.

É incrível como no fundo agimos como animais ainda, animais emocionais.

Todo ser humano tem medo da solidão, posso dizer seguramente que o ser humano nasceu para viver em bando, ele quer ser aceito, pois se criou o medo da exclusão e o pensamento individualista nos faz pensar: “se eu não ajudaria ele, ele provavelmente não vai me ajudar”, e esse terror imaginário nos assusta muitos dias de nossas vidas. Uma pena apenas esse medo nos privar de muitas coisas boas.

E isso faz com que nos esforcemos para ser alguém, para que gostem da gente, ou que se sintam atraídos pela gente, mulheres e homens fazem plásticas todos os dias tentando alcançar esse ser humano utópico que nos vendem nas capas de revistas, o “homo photoshopus”.

Aumentamos nossos peitos, bundas, queixos, mandibulas, lábios, tiramos pedaços de narizes, buchechas, barrigas, peitos e a lista da adaptações, ou podemos até dizer melhoramentos, vai crescendo a cada dia.

Mas há ainda um novo fator que vai entrar em nossas vidas mais cedo do que imaginamos, os implantes cibernéticos. Pode parecer bobeira ao primeiro olhar, mas aumentar os peitos enfiando algo tão superficial também era um pensamento ridículo para o homem do começo do seculo passado, ter a maioria da população tatuada também, “que selvageria” pensaria o homem da revolução industrial.

Se vermos as novas tecnologias/pesquisas veremos que chegará o dia em que não apenas nos curaremos, mas que nos melhoraremos com vacinas e implantes. Membros mecânicos controlados por impulsos cerebrais já são realidade, pernas que correm mais rápidas que as de carne e osso já batem recordes nas pistas de corridas, o google glass quer acabar com a necessidade de tocar na interação Virtual.

Tudo aponta para um mundo tecnológico na minha opinião, em que não saberemos definir o que é exatamente o ser humano, ou a vida em si pela complexidade da tecnologia, futuramente seremos o homo tecnologicus, ou talvez em vez de melhorar o ser com tecnologia robótica, como na animação ghost in the shell, com cyber-cérebros e transferência de consciência, controlaremos os genes como no filme gataca ou o jogo Bioshock, e seremos humanos melhorados, desfazendo-se assim de Darwin.

As mudanças estão chegando rápida e sorrateiramente demais para percebermos, de repente lembraremos do passado como se fosse outro universo, com outras leis e  outros costumes, e talvez nem compreenderemos o porque um dia agimos daquele jeito um dia.

Novos paradigmas vão ser criados cada vez mais rápidos, e trabalhemos para que esse futuro não seja tão assustador e apocalíptico como as histórias de ficção cientifica nos fazem imaginar.

Veja esse curta bem interessante sobre o assunto.

Sight from Sight Systems on Vimeo.

A impressão 3-d e a tecnologia quântica vão ajudar demais nessa mudança, procure um pouco sobre essas novas tecnologias para entender o como.

Gostaria de indicar aqui filmes  e livros para a reflexão no assunto: In time, Os Substitutos, Gataca, Real Drive.