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Gostaria de pegar esse gancho do caro Jung para fazer você se questionar.

Quando foi a primeira vez que você se tornou consciente de você mesmo?

Hoje em dia você talvez saiba quem você é, ou pelo menos tem um breve resumo sobre quem gostaria de ser, mas quando foi que você traçou essa meta?

O que você era, ou como você vivia sua vida antes dessa mudança?

Será que simplesmente vivíamos, estávamos no automático?

Quando percebemos que podemos tomar controle de nossa vida?

Se você conseguiu responder essas perguntas fica aqui outra então: O que mais você automatiza na sua vida? Pense bem, existe alguma coisa que você age por instinto ou simplesmente não pensa, apenas reage?

 

Você pode se surpreender com quantos temas em nossa vida temos gatilhos emocionais. 

Os gatilhos são respostas automatizadas, como por exemplo se você falar sobre a mãe do João ele ficará triste, pois não conseguiu estar em paz com ela, pois os dois tinham gatilhos com relação um ao outro também, acabando se tratando mal sempre, ou desprezando os interesses de cada um.

O mundo está se movendo a tantos milênios que muitas vezes pegamos caronas em sua inércia e não saímos desse trem para ver que ele é um trem, que ele tem vagões, as cores dele, o tempo que ele leva para andar, para passar outro.

Muitas vezes essa atitude é impossibilitada, pois as pessoas tem que se preocupar em sobreviver, ou simplesmente elas viveram um vida tão controlada que nada fez elas verem o trem do lado de fora.

Já entrevistei muitas pessoas na minha vida e já vi milhares de casos diferentes de ponto de virada, o momento em que elas acordaram, e todos eles foram momentos fortes, depressão, a morte de alguém, uma briga, uma perda, todas envolveram um furacão de emoções em que a única opção era sair do trem, pois não havia vida mais lá dentro, não para ela.

Qual é a sua? Ou melhor, qual será a sua? Será que você precisa esperar algo acontecer pra você acordar?