Documentário: BBC Timewatch 2010 Atlantis The Evidence

0 Flares Twitter 0 Facebook 0 Google+ 0 Email -- Filament.io 0 Flares ×


 

Parte 2
Parte 3
Parte 4
Parte 5
Parte 6

 

Esse é um documentário muito sério e sem fantasias, há uma preocupação nele de evitar todo o imaginário por trás do continente perdido, e ir atrás do que é concreto, de uma explicação sólida e convincente de onde poderia ter sido a terra de Poseidon, Atlântida.  A BBC sempre traz coisas coisas muito boas, espero que gostem.

Elenco:
Apresentador: Bettany Hughes
Diretor: Natalie Maynes
Produtor: Natalie Maynes

TAMANHO: 1,73 GB
ARQUIVO: MKV
QUALIDADE: 10
FORMATO: BLURAY
RESOLUÇÃO: 1280X720
AUDIO: INGLES
LEGENDA: NÃO POSSUI
TEMPO DE DURAÇÃO: 59 MINUTOS

DOWNLOAD
PARTE 01 | PARTE 02 | PARTE 03

Posts relacionados:

Tudo Sobre Atlântida parte 1

1 Comment

  1. Atlântida: verdade ou ficção?
    Conforme a ciência e tecnologia avançam, mais as pessoas buscam solucionar os enigmas da humanidade. Um deles, que permeia a imaginação de nove em cada dez pessoas no mundo, chama-se: Atlântida. Mais de dois terços do planeta Terra são cobertos por água. Seria verdade que, em algum lugar dessa vastidão de oceanos, estaria submersa a cidade tão sonhada?

    Segundo a lenda, Atlântida teria existido há mais de dez mil anos. Era uma ilha ou um continente habitado por uma civilização cientificamente avançada descendente de Posêidon, o deus do mar. O lugar era belo e repleto de riquezas. Seus habitantes teriam dominado terras europeias e africanas, mas foram derrotados. Assim, a civilização entrou em decadência provocando a ira dos deuses que afundaram, literalmente, a cidade.

    Para comprovar a veracidade da história, pesquisadores vasculham os mares. Nos últimos anos, surgiram algumas hipóteses. O cartógrafo inglês Jim Allen afirmou que a Atlântida estava situada à oeste da Bolívia. Na extremidade sudoeste do Japão, o geólogo marinho Masaaki Kimura identificou ruínas de uma cidade. O norte-americano Robert Sarmast teve certeza de que Chipre é o cume da cidade e que as demais partes estão submersas. Historiadores afirmam que ela estaria próxima à Antártida ou seria uma das civilizações antigas, como a egípcia. Ainda há aqueles que acreditam no continente Mu, sumido no Oceano Pacífico.

    Algumas ruínas, como a japonesa, foram realmente encontradas. Porém comprovar, cientificamente, que são da Atlântida ainda é complicado. Hoje o que resta, com certeza, são as palavras do filósofo grego Platão. Possivelmente, foi ele quem inventou a Atlântida. No livro “Timeu e Crítias, ou Atlântida”, de 215 páginas, o pensador fala de um continente perdido sob as águas do Atlântico – por isso o nome. De acordo com a obra, a cidade foi fundada por uma raça dos extintos Gigantes, representada na lenda pelo deus Atlas, aquele que sustentava o mundo nas costas.

    Aliás, a literatura sobre o tema é vasta. O autor do livro “As Portas da Atlântida”, Guy Tarade, acredita que Platão estava relatando um fato. Charles Berlitz, na obra “O Mistério da Atlântida” faz um paralelo com o Triângulo das Bermudas. José Alvarez Lopez, que escreveu “A Reconstrução da Atlântida”, explora a vida humana na Era Glacial. Recentemente, o historiador francês Pierre Vidal-Naquet, no “Atlântida – Pequena História de um Mito Platônico”, fala das origens do mito e seus desdobramentos na antiguidade greco-romana e bizantina, Renascença e Idade Moderna.

    Onde tudo começou

    “Platão não estava interessado em descrever historicamente o que ocorreu, ele usava metáforas para transmitir mensagens”, explica Pedro Paulo Abreu Funari, arqueólogo da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Na época, as pessoas sabiam que terremotos, erupções e tsunamis poderiam devastar ilhas ou regiões costeiras. O filósofo pode ter se inspirado em alguma catástrofe verdadeira para escrever o livro. “Como na região grega existem vulcões, atualmente, pesquisadores especulam que algumas áreas foram abandonadas após afetadas ou destruídas por esses fenômenos naturais”, diz.

    Naquele tempo, os gregos sabiam pouco sobre o que ocorria após o Estreito de Gibraltar – localizado onde a Europa quase encontra a África. Além disso, uma ilha representa o local ideal e isolado. Por ambos os motivos que, provavelmente, o autor situou a cidade no Oceano Atlântico. Inclusive, os gregos sabiam que a água poderia destruir. Mas como o conhecimento científico era limitado, eles explicavam os acontecimentos de maneira mitológica.

    Acontece que, com a difusão do cristianismo, a história de Platão foi interpretada de outra maneira. “As pessoas passaram a acreditar na possibilidade de ter existido uma civilização que, por seu comportamento, foi destruída”, afirma Funari. Como as cidades Sodoma e Gomorra que, por serem pecaminosas, teriam sido extinguidas por Deus. “Mas a história das duas cidades citadas na Bíblia eram desconhecidas para Platão”, diz o pesquisador.

    Porque o tema é popular

    O objetivo de Platão era refletir sobre como uma sociedade funciona e como deve ser. “Pretendia debater como seria o governo perfeito, o que é moral, ética e o certo e o errado”, afirma Funari. A partir do século XVI, com a instituição dos reinos, as pessoas passaram a pensar sobre o assunto e,novamente, o livro do grego foi revistado. Mesmo porque, antes, nem todos os europeus sabiam ler e, a maioria, apenas consultava a Bíblia.

    Mas também existe outra vertente para a história sobre a civilização inteligente e perdida ter se tornado tão popular. A partir do século XII, as pessoas imaginavam que haviam ilhas paradisíacas ou demoníacas no Oceano Atlântico. “Inclusive, uma descrita em mapas do século XII se chamava Brasil, significando ‘terra do ocidente’ ou ‘terra perfeita’”, revela o arqueólogo. Em seguida, os europeus chegaram na América. “O próprio Colombo tinha essa ideia de ‘eldorado’ ou um ‘paraíso na Terra’”, conta.

    Atualmente, os estudiosos sabem que muitas ilhas vulcânicas no Oceano Pacífico foram submersas, houve o Período da Glaciação, inúmeras culturas fazem referência ao dilúvio descrito na Bíblia – inclusive indígenas brasileiras -, o mar do Caribe é relativamente raso e durante a Guerra Fria muitos “mistérios” – como a dúvida se o homem chegou mesmo à Lua – ficaram “no ar”. Para saber onde está a cidade, os pesquisadores buscam ângulos retos nas águas por acreditarem impossíveis de serem esculpidos pela natureza. É certo que apenas anos de pesquisa mostrarão, ou apagarão de vez, os rastros da idealizada e perdida Atlântida.

    Milhares de anos após ter submergido nas profundezas frias e escuras do oceano Atlântico, o continente insular da Atlântida continua sendo um dos mistérios mais intrigantes da História.

    Platão por Españoleto – 1637

    A história antiga da humanidade em grande parte se constitui um enigma, enigma esse devido à ignorância das pessoas que a escreveram e dataram certos eventos. Podemos perceber isto tendo em vista, por exemplo, o que dizem a respeito da esfinge, pois atualmente estudos provam que ela data de 12.000 a.C. a 10.500 a.C., enquanto a história que divulgam datam-na de apenas de 4.000 a.C.

    Uma outra indagação que deve ser feita diz respeito à distribuição de pirâmides no mundo. Elas são encontradas não somente no Egito, mas também na China e na América Central, mostrando a interligação dessas culturas no passado. O que interliga todas essas civilizações antigas? A única resposta que melhor responde a essas perguntas, e outras a respeito do mundo antigo, é a existência da Atlântida.

    Mas antes de continuarmos no assunto Atlântida, vamos discorrer rapidamente por Tróia:

    Do Mito à Realidade (A Magnífica Tróia)

    Por muito tempo se acreditou que a História de glória e da destruição de Tróia, com suas altas muralhas, não passasse de um mito. As epopéias que descrevem a cidade, llíada e a odisséia de Homero, são anteriores a 700 a.C. Embora os gregos antigos lessem o grande poeta como apenas literatura.

    Coube a Heinrich Schliemann, um milionário, arqueólogo diletante e sonhador do século XIX, provar que os eruditos estavam errados. Obstinado e romântico, o negociante alemão tinha certeza que Homero contara a verdade sobre Tróia. No final da década de 1860, Schliemann convenceu-se de que a aldeia turca de Hissarlik, com suas colinas semelhantes a fortins, lembrava a cidade descrita na llíada. Em 1871 deu início às escavações.

    Logo descobriu que realmente havia uma cidade sob as “fortalezas” de Hissarlik. Na verdade, vários estágios de uma antiga cidade estavam enterrados em camadas superpostas. E uma dessas camadas, queimada por fogo, parecia-se muito com a Tróia de Homero.

    A primeira fonte de informação que chegou ao mundo moderno é sem dúvida os escritos de Platão. Foi ele quem primeiro falou da existência de uma ilha então submersa à qual foi dado o nome de Atlântida. Platão tomou conhecimento da Atlântida através de Sólon, que, por sua vez lhe foi referido por sacerdotes egípcios, num dos templos da cidade egípcia de Saís.

    Na verdade a Atlântida data de pelo menos 100.000 a.C., então constituindo não uma ilha e sim um imenso continente que se estendia desde a Groelândia até o Norte do Brasil.

    Pressupõem que os atlantes chegaram a conviver com os lemúrios, que viviam num continente no Oceano Pacifico aproximadamente onde hoje se situa o Continente Australiano. Naquele continente Atlante havia muitos terremotos e vulcões e foi isto a causa de duas das três destruições que acabaram por submergi-lo. A terceira destruição não foi determinada por causas naturais. Na primeira destruição, em torno de 50.000 a.C. várias ilhas que ficavam junto do continente atlante afundaram, como também a parte norte do continente que ficava próximo a Groenlândia (Groelândia), em decorrência da ação dos vulcões e terremotos.

    A segunda destruição, motivada pela mudança do eixo da Terra, ocorreu em torno de 28.000 a.C., quando grande parte do continente afundou, restando algumas ilhas, das quais uma que conectava o continente Atlante à América do Norte. E a terceira foi exatamente esta onde floresceu a civilização citada por Platão e que por fim foi extinta, em uma só noite, afundando-se no mar restando apenas as partes mais elevadas que hoje corresponde aos Açores descrita por Platão.

    Para se estudar bem a Atlântida deve-se considerar que esse nome diz respeito a três civilizações distintas, pois em cada uma das destruições os que restaram tiveram que recomeçar tudo do início.

    Fontes: http://educacao.ig.com.br/noticia/2008/10/31/atlantida_verdade_ou_ficcao_2088610.html

Deixe uma resposta

Your email address will not be published.

*

Facebook
0 Flares Twitter 0 Facebook 0 Google+ 0 Email -- Filament.io 0 Flares ×