Como funciona a reencarnação?

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Muitas religiões falam da evolução espiritual: de que voltaremos a viver novas vidas, com corpos diferentes, sexo diferente e até orientação sexual diferente. Algumas falam que já vivemos como animais – outras até falam que a forma mais pura do ser é finalmente encarnar um animal.

Mas como escolher quem você vai ser na próxima vida? Como funciona a dinâmica complexa do voltar a viver num mundo totalmente diferente? Se o propósito é a evolução da nossa consciência, como sabermos que vida viver?

No espiritismo é explicado que planejamos nossa vida futura com outros seres divinos, mas como saber em que família nascer, que experiências teremos para evoluir e qual a melhor estratégia de eventos em nossa vida fará com que haja desafios não tão fáceis assim a ser conquistados em prol da evolução pessoal?

No outro mundo (céu), o espiritual – ou na outra dimensão, como alguns costumam dizer – teria que ter uma espécie de computador que praticamente tocasse o tecido do universo. Seus circuitos seriam o próprio mundo ou tudo seria feito a partir da própria consciência em contato com o todo, pois nenhuma máquina conseguiria calcular tantas coisas a não ser que ela   

Saberíamos dizer que tipo de família nos daria amor – ou traumas. Que tipo de família nos incentivaria ou, simplesmente, que tipo de família nos esqueceria.

Quais amigos e familiares teremos e em que época na nossa vida eles apareceriam? Nos ajudariam em momentos difíceis ou seriam as pessoas responsáveis a nos jogar no fundo do poço, consequentemente criando em nós o desafio necessário para nossa evolução.

E para que tudo isso desse certo o mais importante é:
Como reagiremos a tudo isso?

Várias religiões falam de voltarmos com nossa consciência em cada vida, ou seja, de o aprendizado seguir apesar das memórias serem esquecidas. Assim, nunca reiniciamos o jogo da vida. Continuamos de onde paramos. E isso explicaria o porque voltamos com nossa personalidade ou uma personalidade específica.

A novela ‘Além do Tempo’, que acabou de terminar na Globo, falava sobre vidas passadas e o que levamos delas para as próximas. Baseada no espiritismo, a novela explica que se criarão desafios que visam nos melhorar sempre, por mais atritos que esses desafios nos causem.

E para que isso surta efeito não é só colocar uma alma num corpo e voilà. O cérebro da pessoas tem que funcionar do jeito que precisa. O nível de empatia, o quanto o stress é disparado e quão frequente, quanta facilidade você teria para ter medo, ou para ter raiva e ressentimento.

Todos esses sentimentos teriam ou não que ter uma predisposição e os acontecimentos da vida criariam a oportunidade para desenvolver os sentimentos positivos ou negativos.

Tudo isso exige um conhecimento tão profundo da malha social e emocional que ainda nem chegamos perto de entender 1%. E, com certeza, com tantas variantes, praticamente precisando de um computador duas ou mais gerações a frente do computador quântico, seria preciso alguém, ou uma entidade, para ver se tudo ocorre de acordo com o plano, para dar um empurrãozinho quando as variantes se tornassem negativas às expectativas “celestiais”. Isso explicaria os anjos, ou guardiões, ou guias espirituais.

O sistema não é perfeito em si, ou melhor, é perfeito, mas exige uma consciência, uma pessoa (entidade) para ver se tudo caminha de acordo com as expectativas da evolução pessoal de cada um.

Caso não dê, sempre existirão novas vidas e, com elas, novos planos.

Update: os seres desencarnados que acompanham os humanos (anjos) precisavam perceber que há uma mecanismo muito maior em ação e que, muitas vezes, sofrimento é necessário apesar de ser difícil de acompanhar. Só quando você consegue se desprender da vida humana que você consegue “subir de cargo”.

1 Comment

  1. Apesar da educação com que o autor tratou de um assunto contrário aos seus principios, fica claro o seu desconhecimento sobre o tema, o estudo sobre a reencarnação tem um desencadeamento lógico nos minimos detalhes.

    O sofrimento não é necessário, é uma consequência da imperfeição, mas como a imperfeição é uma marca registrada do ser humano, logo, torna-se inevitável…

    Considerando-se que o objetivo da existência é a evolução espiritual, só se sobe de cargo se evoluir, qual seria o mérito para se subir de cargo ao se desprender da vida humana, e qual seria seu objetivo?

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