Cérebro Cria a Consciência ou a Consciência Cria a Realidade?

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Está é uma pergunta muito menosprezada pelos Realistas Materialistas,
pois negam qualquer tipo de tentativa de dizer que exista algo acima, ainda não compreendido,
que seria Deus (não essa Criança com poderes do ocidente), mas a Consciência quântica, algo unitivo, todos somos um só, ou seja Religar, Religião.

Uma das experiências que podem provar que a conciência é que cria a realidade, é a experiência de Alain Aspect em 1982, como já disse em outro post mas muito rápido, esse experimento determina que as leis de newton só funcionam para coisas macro, e que no mundo quântico (possibilidades, mas nesse caso então engloba coisas pequenas, microscópicas) não se aplica, pois acontecem coisas “estranhas” diferente de tudo que você já viu.

O experimento da Fenda Dupla;
São postas uma tábua com dois buracos e uma outra logo em seguida a frente para captar o que chegar, sem buracos.

Essa experiência no mundo macro é feita com água e pode se usar uma arma também.
No caso da água após uma onda ser emitida no começo e bater na primeira tábua  com buracos ela forma duas ondas em que elas se anulam e se intensificam dependendo de onde elas se tocarem, temos o efeito onda, que na ultima parece mostra várias colunas mostrando onde que elas se anularam e onde se intensificaram.
No Caso de uma arma são atirados vários projéteis e obiviamente só as duas partes que estam com buracos que foram os projeteis até formarem duas colunas na ultima parede que captava o que chegava.

Agora vamos ver o que acontece no mundo microscópico.

Atiramos particulas de Fótons entre duas fendas numa parede, depois um tempo fomos ver o que aconteceu,
e Por incrivel que pareça as partículas de fótons agiram como ondas, os cientistas ficaram confusos, e resolveram fazer esse experimento mais lento, voltaram depois de uma hora e ainda estava o mesmo resultado.

Por que será que isso acontece no mundo microscópico?

Aí eles resolveram observar por onde passava cada partícula, mas aí ela começou a agir como partícula, muito estranho.

Conclusão dos cientistas, tudo é onda de possibilidade até você observar e causar o colapso nas possibilidades e determinar algo, só se determina algo com um observador (nesse caso independente do ponto de vista, só precisa ter observador), tendo uma consciência vendo pode-se determinar a realidade.

É fantástico o tanto de coisas surpreendentes que podem acontecer no mundo e você nunca saber disso.

O universo não era nada até ter uma consciência que pudesse ver e causar o colapso,
mas aí você se pergunta, ” Como Assim?!”
Primeiro devo lembrar que a idéia do tempo ser linear não é certamente absoluta,
não sei conseguem acompanhar o raciocínio, mas imagine que tudo exista ao mesmo tempo e a conciência quando aparecesse causasse o colapso de possbilidades criando toda a história antes dela, pois tudo era possibilidade.

Isso é física quântica, não é The Secret como tive que ouvir essa semana.
Vou fazer um post pequeno para explicar o The Secret.

20 Comments

  1. Oi, sou estudante de Geografia no Cefet-RN e um profundo admirador e estudioso do cérebro. Devo admitir que comecei gostando do texto, mas no fim ficou muito complicado e não entendi bulhufas…

    o que vc quer dizer é que o tempo é apenas um modo criado pelo nosso cérebro de entender o universo, pois sem o tempo o mesmo entraria em colapso cognitivo? É isso?

  2. “Primeiro devo lembrar que a idéia do tempo ser linear não é certamente absoluta,
    não sei conseguem acompanhar o raciocínio, mas imagine que tudo exista ao mesmo tempo e a conciência quando aparecesse causasse o colapso de possbilidades criando toda a história antes dela, pois tudo era possibilidade.”

    o melhor exemplo de como ver a consciencia (ou percebe-la), na minha opiniao, é fazendo uma analogioa com pontos de vista e referencias.
    se imagine parada no alto de um predio, olhando para baixo, onde passa uma grande fila de pessoas. vc ve tudo de um angulo perfeito, onde pode ver onde essas pessoas chegarao, antes delas saberem. sabem se vao encontrar um carro ou uma casa de determinada cor, etc.
    agora olhe a mesma cena de um ponto da rua, com essa fila passando ao seu lado.
    sua percepçao dakilo muda. sua “consciencia” sobre akilo muda.
    como se vc visse uma formiga entrando por uma mangueirinha. sabe o futuro dela, q nem ela mesma sabe.
    consciencia é a percepçao de vc mesmo com relaçao ao mundo. mas essa percepçao se revela (ou “desvela”) em todos os niveis e veiculos do corpo (do fisioco ao mental, e depois do mental ao “divino”).
    o cerebro é, sem duvida, uma maquina fantástica, mas a consciencia existe independente dele. no geral, o cerebro é apenas uma “casa” para decodificar a percepçao do mundo arrupico.

  3. Olha, você fala de reclamações juvenis, mas esse negócio de ohoul é criancisse não? bom, aquestão não é essa.

    Pelo que vi, sua forma de argumentação tem mesmo esse tom que acho grosseiro e, como já disse arrogante… como a discussão anterior não tinha muito mais que aquilo, a impressão foi a de que era muita falação e pouco conteúdo… já aqui é totalmente diferente.

    Agora sim, sobre suas posições teóricas: concordo com o fato de que as evidências da mecânica quântica são mais complexas do que o post esclarece… há sim um grupo de pessoas, e entre elas um grupo de físicos, que estrapola os resultados em uma teoria de que a consciência causa o colapso das funções de onda, quase que criando a realidade. Li o livro de Amit Goswami sobre sua teoria de considerar a consciência como realidade primeira, uma obra bem escrita, mas ela não resolve todas as questões.

    Não há “conclusões” dos cientístas, mas de alguns cientistas…

    Pelo que li, a questão da interferência do método no resultado não é somente um problema procedimental, mas algo mais profundo, que exige uma nova compreensão teórica dos fenômenos físicos. não há atualmente teorias que consigam efetivamente, e com provas experimentais, conciliar a relatividade com a quântica, mas estou meio desatualizado rsrs.

    Assim, creio que tanto o post de Mako quanto suas posições são, como as minhas, incompletas, e que nos exige maior aprofundamento. Não concordamos, mas pelo menos achei essa discussão mais agradável e produtiva.

    • também acho que falta muita coisa para conseguirmos decifrar nossa consciência, meu post é apenas um resumo de todos os livros do Amit Goswami lançados até 2008, infelizmente não tenho competência para fazer os testes necessários para resolver essa equação, se é que um dia virá a ser resolvida.

      E Olha só como podemos ter uma boa conversa quando os leitores se acalmam antes de escrever.

    • Sim, falta muito, mas na minha opinião, essa questão não é somente física, mas sim principalmente filosófica, e sou do partido que devemos abandonar a primazia da idéia de consciência… ela não dá conta de nossa experiência de mundo.

  4. estou postando de novo só para marcar o recebimento de comentários a esse post, pois esqueci.

  5. Bom, pode até ser, mas Goswani caminha nessa direção, e os argumentos dele não são um salto quântico, há todo um embasamento e uma discussão… claro que ele também não prova nada, mas isso não quer dizer que a teoria não tenha uma história e uma base de pesquisa.

  6. Sim, Alan Wolf é um doido hehehe, gostei de um livro dele e da extrapolação assumida.

    Bom, Freud também fez teorias especulativas em sua obra, assumidamente, utilizou-se de exemplos como modelos de funcionamento psíquico, mas sua teoria hoje serviu para aprofundar-mos nas pesquisas psicológicas e na compreensão clínica dos casos.

    Sobre as pesquisas de Goswani, apenas me referi a sua estrutura dissertativa e argumentativa. Não posso dizer nada com relação às pesquisas nas quai ele se basei, e gostaria muito se você pudesse indicar que experimentos mentirosos e falaciosos são estes…

    Não concordo com Goswani, não considero sua teoria uma fundação de verdade… não houve até hoje experimento que as confirmasse. Entretanto, achei uma especulação válida, que nos coloca em um exercício de pensamento importante, e que pode ser um passo para mudanças na forma de raciocínio.

    Não são todos os físicos quânticos que extrapolam suas teorias para o mundo macro (só aqueles que merecem suas aspas hehehe), pois ainda pouco se sabe de como resolver a diferença entre as leis que vigoram nos dois mundos.

    Há mais que experimentação em base de pesquisa, há os conceitos de mundo que fundamentam nossa perspectiva. Goswani faz uma análise razoável sobre a questão do materialismo, do realismo e do idealismo, que eu acho tão importante quanto a experimentação.

  7. Gostei muito desse comentário, com certeza devo me atualizar nesse assunto, pois faz muito tempo que não compro livros sobre o tema, pois estou me centrando mais em outros no momento.

  8. Se você que está atualizado com o assunto sabe mais que eu, você poderia por favor escrever um post para mim me atualizando sobre as novas descobertas da física quântica relacionada com a consciência.

    Adoraria postar ele no blog.
    Aliás, vamos parar com essa desnecessária fala de quem é arrogante, aposto que nenhum de nós somos, mas você infelizmente escreve como se fosse, mas aposto que na verdade não, então estamos bem eu acho né?

    abraços e agradeço o interesse no blog.

  9. Quando você fala que EU errei, aposto que você se refere ao Amit goswami no caso, pois não há arrongância onde o texto não é meu, isso deveria ser bem óbvio, mas parece que não é.

    eu não vou mudar o post, pois conseguimos desenvolver um debate que cabe ao leitor encarar se os 25% são prova ou não nesse caso de interferência da consciência, ou simplesmente precisa-se de mais experiências, das mesmas ou de novas. Cabe ao leitor estudar mais sobre o assunto que eu apenas repassei também, queria eu ter tempo de ler tudo sobre isso.

    Caso um dia me mande isso, lerei e postarei, já postei textos de leitores, e o seu será mais um ponto de vista a acrescentar por aqui.
    abraços
    espero que encontre o caminho do meio.

    e não confunda arrogância com outras coisas por favor

    • Lhe mandei algo sobre física quântica já.

      Você não disse que era o Amit que falava aquilo, ficando a autoria para você. Além do mais, o ponto é que não é uma informação verdadeira: repito que não há nada provado.

      Pare de espalhar coisas errôneas!

      Você não consertando falhas contribui com o anti-conhecimento, presta um desserviço – contrário ao que se propõe como blog de estudos.

      Peço que passe a repassar informações seguras, de fontes confiáveis – e não use de desculpa o fato de que o leitor também deve ser pesquisador. Se eu postar algo errado, serei o primeiro a admitir o erro e a corrigir-me.

      É arrogância não admitir erros… e eu acrescentaria que é muito pior não admitir erros e perpetuar inverdades que simplesmente ser esnobe (como vocês me qualificaram inicialmente).

      Eu busco o caminho de Deus, não o caminho dos homens. Desculpe se isso não te agrada.

      E Jesus disse: “Como é difícil aos que têm riquezas entrar no Reino de Deus! Com efeito, é mais fácil um camelo entrar pelo buraco de uma agulha do que um rico entrar no Reino de Deus!” Os ouvintes disseram: “Mas então, quem poderá salvar-se? Jesus respondeu: “As coisas impossíveis aos homens são possíveis a Deus”. Lc 18, 24-27

      Sobre novidade, posso adiantar algo:

      A teoria dos Muitos Mundos da mecânica quântica supõe que para cada resultado possível de qualquer ação, o universo se divide para acomodar cada um deles. Esta teoria tira o observador da equação.
      Mas a teoria dos Muitos Mundos vira de cabeça para baixo uma teoria muito aceita da mecânica quântica. E no imprevisível universo quântico, isso quer dizer muita coisa.

      Por uma boa parte do último século, a explicação mais aceita para uma mesma partícula quântica se comportar de maneiras diferentes foi a interpretação de Copenhague. Apesar de desafiar a interpretação dos Muitos Mundos, muitos físicos quânticos ainda acreditam que a interpretação de Copenhague esteja correta.
      A teoria dos Muitos Mundos também certamente contradiz a idéia da navalha de Occam, que diz que a explicação mais simples é geralmente a correta.

      Muitos autores, por não se sentirem confortáveis com a chamada interpretação ortodoxa ou de Copenhagen da mecânica quântica, tentam criar teorias alternativas para substituí-la. Entretanto, cabe notar que, apesar da sua estranheza, a mecânica quântica não apresentou qualquer falha desde que foi elaborada na década de 20, o que não nos proporciona evidência experimental que aponte para onde buscar as questões capazes de derrubá-la.

      Possivelmente eu me estenda posteriormente na explicação do funcionamento (pra que serve) da física quãntica – QUE ESTÁ MUITO DISTANTE DA BABOSEIRA RELACIONADA À CONSCIÊNCIA.

      Boa tarde a todos!!! Rezem!!

  10. Olha, JAMAIS quis comparar Freud a Goswani… isso é conclusão sua. Apenas quis dizer que Freud também se utilizou de procedimentos especulativos, ou seja, em uma interpretação dos fatos que extrapola o que os dados fornecem, e abre o campo para novas formas de ver os dados (tal como o modelo utilizado em “Para Além do Princípio do Prazer”, que possibilita compreender alguns aspectos do funcionamento psíquico e compreender fenômenos que até o momento não cabiam em sua teoria). Goswani fez algo semelhante, não digo com a mesma qualidade, mas ele buscou adotar o ponto de vista idealista e ver no que dava.

    E mesmo que a metodologia de Freud fosse da área das humanas, ele é muito bom e sua argumentação teórica é incrível.

    Aliás, muito obrigado pelo artigo do Monzani – este não precisa me apresentar, o conheço e sei que ele está entre os mais sérios leitores da obra freudiana.

    Entretanto, creio que não vou me alongar nas leituras das experiências às quais Amit se refere, pois nunca mostrei-me partidário de seus resultados. Me prendi unicamente à discussão inicial que ele realiza sobre os paradigmas adotados na ciência. Obrigado por ter apontado as referências, isso já me basta. Acho que havia deixado claro em um comentário acima, não apóio o ponto de vista de Goswani, nunca apoiei, mas eu parti da estrutura teórico-filosófica da qual ele parte, e não da falácia experimental.

    Bom, a gente vai se falando, prefiro comentar coisas sobre psicologia e filosofia contemporânea, o resto é terreno arenoso para mim hehehe.

    Mako, força, dê uma olhada no que você vê de importante nisso tudo… muitas vezes a forma pela qual as coisas são ditas nos mobiliza emocionalmente, e pode atrapalhar nossa percepção daquilo que é importante apreender nessas discussões.

    • Deixa comigo Vitor, posso as vezes falhar em algumas coisas, mas em aprender e ver onde eu erro não.

      agradeço a discussão muito boa.

    • FREUD NÃO ERA DA ÁREA DAS HUMANAS!!! NEM ELE. NEM SUAS PESQUISAS!!! É disso que se trata o texto que recomendei – ele seguia uma metodologia de ciências naturais (as denominações atuais que definem o que é ciência natural e ciência humana são totalmente diferentes das utilizadas na época; o ponto não era o objeto de estudo, mas o procedimento de pesquisa).
      Freud tirou conclusões embasáveis dentro de seu procedimento; o Amit literalmente deu um salto quântico (pegou os conceitos de física de partículas subatômicas e jogou sem escrupulos no macrouniverso), se baseando em inverdades e loucuras teóricas.

      Freud era merecedor de sua fama de genialidade mesmo… além de escritor prolifico.

      O artigo é do MEZAN não Monzani (onde cê leu Monzani??rs).

      Sou como grão de areia na camisinha. Mas posso trazer algo de bom – eu espero.

      Espero ter oportunidade de conversarmos sobre tais temas – os que lhe são de bom gosto.

      Que tal um pouco de filosofia de primeira ordem para alimentar o espírito:
      “Quem observa o vento nunca semeará, e o que olha para as nuvens nunca segará”, Ec 11: 4

    • Não sei porque você fica colocando em letras garrafais que Freud não era da área das humanas, nunca disse isso… credo rsrs, parece que sempre tem que achar algo para ficar apontando que não é isso, não é aquilo.

      Monzani é outro grande comentador de Freud, uma associação doida sempre me faz confundir o nome dos dois…

      • infelizmente o thiago tem essa mania mesmo pelo que parece(com relação a apontar e a letras maiusculas), mas com certeza ele refletirá sobre isso e consertará.

    • Vitor, foi só por isso que mencinei: “E mesmo que a metodologia de Freud fosse da área das humanas, ele é muito bom e sua argumentação teórica é incrível”.
      Mako tem me ensinado muitas coisas sobre o modo de agir correto. Talvez vocês possam me ajudar a aparar minhas arestas – e eu ajudar vocês!

      Abraços!!

  11. Essa questão de tudo acontecer ao mesmo tempo é muito bem explicada nos livros “Conversando com Deus” vol I e III, vale a pena dar uma olhada.

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